Por Euler de França Belém

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Livro resgata duelo econômico entre Keynes e Hayek, tido como o maior da história

O inglês Keynes e o austríaco Hayek são dois dos mais importantes pensadores econômicos do século 20

Michel Temer exonera aliado de Daniel Vilela e nomeia aliado de Jovair Arantes em seu lugar

Júlio Carneiro substitui Valdeci Mendonça na representação do Ministério da Agricultura e Pesca em Goiás

Henrique Meirelles pode ser candidato a governador de Goiás ou de São Paulo em 2018 pelo PSD

O ministro da Fazenda não quer discutir política agora, mas seus aliados sublinham que ele tem vontade de governar um Estado

Benitez Calil diz que não vai apoiar Giuseppe Vecci para prefeito de Goiânia

O presidente do PSL diz que tem sido hostilizado por dois apoiadores do tucano, Santana Gomes e Eliane Pinheiro

Benitez Calil vai deixar secretaria da Prefeitura de Goiânia mas diz que não vai para a Metrobus

Presidente do PSL vai apoiar Giuseppe Vecci, do PSDB, para prefeito de Goiânia e não Adriana Accorsi, do PT

Perito da Unicamp diz em livro que é verdadeira gravação de Júnior Friboi admitindo cartel da carne

Ricardo Molina relata que o empresário, ex-sócio da JBS-Friboi, assinala na gravação que o Friboi havia assinado um contrato de gaveta com o BNDES

Adeptos de Vanderlan Cardoso reclamam de Lúcia Vânia e adeptos desta reclamam daquele

Luciavanistas dizem que o pré-candidato a prefeito viaja muito e se preocupa apenas com Senador Canedo. Vanderlanistas sugerem que o grupo da senadora quer mandar em tudo

José Vitti apoiou Ronaldo Caiado em 2014. Voltará a apoiá-lo na eleição de 2018?

Chiquinho Oliveira apoiou Marconi Perillo para o governo e seu candidato ao Senado, Vilmar Rocha, em 2014. Isto faz a diferença

Cai o diretor comercial da Construtora Consciente. Pode ser a primeira vítima do Caso Nexus

O pedido do Ministério Público de Goiás para embargar a obra reduziu as vendas de salas e lojas

Tentando se livrar da depressão, cartunista Angeli não vai produzir tirinhas pra Folha de S. Paulo

Thaïs Gualberto, autora da série “Olga, a Sexóloga”, vai substitui-lo na “Ilustrada”, caderno de entretenimento do jornal

Joice Hasselmann lança livro sobre Sérgio Moro, o juiz que prende e condena corruptos

A ex-apresentadora da TV Veja vai além da Operação Java Jato e mostra as ações anteriores do magistrado que atua no Paraná Sérgio Moro 1 capa do livro A jornalista Joice Hasselmann (foto abaixo), ex-apresentadora da TV Veja, lança o livro “Sérgio Moro — A História do Homem Por Trás da Operação Que Mudou o Brasil” (Universo dos Livros, 208 páginas). O livro já pode ser encomendado nas principais livrarias do país. Na Livraria Cultura custa R$ 39,90, na Amazon vale R$ 29,31 e na Livraria Travessa custa R$ 31,52. Sinopse do livro divulgado pela Editora Universo do Livro: “Afinal, quem é Sérgio Moro? Teria ele motivações para agir com justiça diante de políticos? Como ele consegue manter a serenidade diante dos ataques sofridos? Ele pensou em desistir? Como será o Brasil depois de sua atuação? Será que ele pretende limpar toda a corrupção do Brasil? “Sérgio Moro — A História do Homem Por Trás da Operação Que Mudou o Brasil” é um mergulho no caso conhecido como o maior escândalo de corrupção do país. Aqui, a autora imerge no passado e na trajetória do juiz de primeira instância que atuou contra famosos casos de corrupção até liderar a investigação da Operação Lava Jato com o Ministério Público e a Polícia Federal. Joice Hasselmann 2 “O leitor conhecerá também o caso do Banestado” — que remete “ao final da era Fernando Henrique Cardoso, e do Mensalão, duas investigações de grande importância que contaram com o trabalho de Moro. “A ideia deste livro é entender o ‘fenômeno Moro’ e, por meio de conexões, será possível conhecer a carreira do magistrado que está mudando o país. Para além do espírito verde-e-amarelo dos protestos, mostraremos quem é o homem por trás do mito. Percorra essas páginas e compreenda a grande personalidade na busca pela verdade sobre a Operação Lava Jato. Descubra o que a República do Paraná fez pelo restante do país.”

Terceira via vai lançar candidato para tentar romper polarização entre João Gomes e Carlos Antônio

PMDB, DEM, PTB, PSC, PROS e PTC apresentam os nomes de Eli Rosa, Pedro Canedo, Roberto Naves, Valeriano Abreu e Odilon Oliveira

Dilma Rousseff anuncia na segunda-feira a criação das universidades federais de Catalão e Jataí

“Trata-se de uma luta histórica dos goianos”, afirma o deputado federal Daniel Vilela

Prefeito de Jataí, Humberto Machado resiste mas pode ter de engolir candidatura de Victor Priori

[caption id="attachment_65410" align="alignright" width="360"]humberto-victor-priori Humberto Machado não tem simpatia por Victor Priori, mas, se o seu candidato não emplacar, pode acabar tendo de apoiá-lo[/caption] O prefeito de Jataí, Humberto Machado, do PMDB, por ser competente e focado, é capaz de fazer muito com pouco. Porém, em termos estritamente políticos, é “turrão” — a palavra é usada por um aliado para defini-lo — e avalia, errado, que pode eleger, se quiser, até uma pedra. Uma vez tentou fazer isto, e deu-se mal: seu candidato perdeu para Fer­nando da Folha. Agora, pode se repetir o mesmo. Enquanto o prefeito de Aparecida de Goiânia, Ma­guito Vilela — líder político influente no Sudoeste goiano —, articula o empresário Victor Priori, do DEM, para prefeito, Humberto Machado prefere indicar Geneilton Assis. Trata-se de um homem de bem, humilde, mas politicamente inexpressivo e, portanto, terá de ser “carregado” pelo prefeito. Se é “turrão”, Humberto Machado não é, porém, bobo. Pelo contrário, é inteligente e esperto. Portanto, há quem acredite que, se Geneilton Assis não deslanchar, acabe por aceitar o nome sugerido por Maguito Vilela. “Sou do PMDB, respeito e admiro Humberto e posso até marchar com seu candidato, porém é mais racional compor com Victor Priori, dados o apoio de Maguito Vilela e a estrutura de campanha que pode articular. O que nós queremos é que Humberto indique o vice do candidato do DEM. Pode ser o próprio Geneilton”, afirma um peemedebista, que, por enquanto, evita declinar o nome. O peemedebista, que se apresenta como maguitistas-humbertista, afirma que, no momento, Victor Priori é o favorito, com Vinicius Luz, do PSDB, seguindo em segundo, e com Geneilton na lanterninha. “É óbvio que, dados o prestígio de Humberto e sua capacidade de trabalho, Ge­neilton se tornará, em breve, o segundo colocado, mas dificilmente terá condições de superar Victor Priori. A gente torce para que Humberto deixe o orgulho de lado e componha com o candidato de Maguito.”

Baldy diz que Iris pode ser derrotado na disputa pela Prefeitura de Goiânia

[caption id="attachment_46146" align="aligncenter" width="620"]Alexandre Baldy: o quadro político muda muito rápido e os ventos da renovação podem surpreender os políticos mais tradicionais do país Alexandre Baldy: o quadro político muda muito rápido e os ventos da renovação podem surpreender os políticos mais tradicionais do país[/caption] O deputado federal Ale­xandre Baldy diz que o Brasil está passando por uma fase de mudanças rápidas. “Quem piscar perde o timing”, frisa. “Há pessoas que cristalizam ideias velhas, aferram-se a elas e, por isso, não percebem que o tempo atual é muito diferente. Há quem acredite que Iris Rezende será eleito prefeito de Goiânia. Aposto, pelo contrário, que tem muita chance de perder. O líder peemedebista pode ser vítima da renovação e de um tempo que corrói rapidamente as certezas absolutas. Há pouco tempo, pensava-se que o prefeito da capital, Paulo Garcia, não teria condições de articular uma candidatura forte. Pois ele está articulando, movimentando-se, conquistando o apoio de alguns partidos, como o PROS e o PSL. Chegou a conversar com nós, do PTN. Fomos convidados a ocupar cargos na prefeitura. Os líderes do partido que dirijo estão conversando com todos os pré-candidatos e, por isso, não definimos quem vamos apoiar.” Como saiu do PSDB, pavimentando uma certa independência em relação ao grupo do governador Marconi Perillo, há quem aposte que Baldy pode ser candidato a prefeito de Anápolis. Apesar das perguntas incisivas do repórter do Jornal Opção, o deputado do PTN escapou de maneira enigmática e dubitativa: “Não tem nada certo sobre candidatura em Anápolis. O cenário político está ‘maluco’”. Em seguida, frisou: “2016 é uma oportunidade. Quando a tocha olímpica passou por Anápolis, o prefeito João Gomes foi vaiado. Há, portanto, uma rejeição do prefeito e uma antipatia ao PT. Vale a pena ser prefeito de Anápolis? É claro que vale. Mas também vale ficar em Brasília, participando de um processo histórico de renovação da política brasileira”. Consta que Baldy tentou ser ministro, mas perdeu a vaga para a deputada federal Renata Abreu, vice-presidente do PTN nacional. O ex-tucano admite que chegou a ser sondado para ministro do Esporte, mas a indicação deve ser do PMDB do Rio de Janeiro. “Não quero ser ministro, ao menos no momento. Sou novo na política nacional e seria ‘atacado’. Preciso ter sabedoria e observar a circunstância. O que posso atestar é que abri mão e articulo para o nosso bloco político (PTN, PHS, PTdoB, PEN, PSL, PROS) que, com 36 deputados federais, vai indicar um ministro. É fato, porém, que articulo, participo de encontros no Palácio do Jaburu, ao lado do vice-presidente Michel Temer. Quero contribuir para a recuperação do país e, por isso, não ficarei fora do processo”. Duas pessoas aproximaram Baldy de Michel Temer: o ex-deputado Sandro Mabel e um primo que trabalha com o vice há quase 20 anos. “Mabel é um articulador de primeira linha e é ouvido por Temer.”