Resultados do marcador: STJ

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Plano de saúde não pode interromper tratamento

STJ considerou abusiva cláusula contratual que interrompa tratamento psicoterápico por esgotamento do número de sessões anuais asseguradas pela ANS

Ação de advogado goiano resultou em habeas corpus contra prisão em segunda instância

Decisão histórica de Gilmar Mendes é fruto do trabalho de Luis Alexandre Rassi

Rita Lee é condenada a indenizar policial após chamá-lo de cachorro

Caso aconteceu em 2012 após show no município de Barra dos Coqueiros, em Sergipe

RedeTV! é condenada a pagar R$ 500 mil a Latino por quebra de contrato

Cantor apresentava o programa "Funk Total" quando aconteceu rescisão antecipada de contrato anual 

Ministra Laurita Vaz é homenageada e Marconi ressalta conquistas das mulheres

Laurita é a primeira mulher a presidir o STJ e afirmou se sentir honrada por receber uma homenagem de seus conterrâneos

Imóvel familiar pode ser penhorado para pagar dívida de empresa

É possível a penhora de imóvel dado em garantia hipotecária de dívida contraída em favor de pessoa jurídica da qual são únicos sócios os proprietários do imóvel, pois o benefício gerado aos integrantes da família nesse caso é presumido. Este foi o entendimento adotado pela 3ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao negar provimento a agravo de um casal e manter decisão que reconheceu a penhorabilidade do bem dado em garantia. A decisão foi unânime. No caso concreto, a empresa do casal é devedora de uma empresa de combustível. Em instância ordinária, o TJ-PR entendeu que a hipoteca foi dada em garantia em empréstimo da sociedade, e não em benefício da família – assim, o bem seria impenhorável. A distribuidora de combustível interpôs recurso no STJ demonstrando que a jurisprudência da Corte Superior é no sentido de que é possível a penhora do bem de família se os únicos sócios são proprietários do imóvel, pois é natural a reversão da renda da empresa em favor da família. Benefício presumido. O ministro Ricardo Villas Bôas Cuevas, relator do caso no STJ, observou que a jurisprudência da Corte é sólida no sentido de ser possível a penhora do imóvel dado em garantia hipotecária de dívida contraída em favor de pessoa jurídica da qual são únicos sócios os proprietários do imóvel, pois o benefício gerado aos integrantes da família nesse caso é presumido. Com esse entendimento, o colegiado negou provimento ao agravo do casal, ficando mantida decisão que reconheceu a penhora do imóvel para o pagamento da dívida.