Resultados do marcador: Polêmica

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Após ser acusado de pedofilia, youtuber Luccas Neto se pronuncia nas redes sociais. Veja vídeo

"Estou aqui para colocar um ponto final em todas as polêmicas que surgiram e estão envolvendo meu nome", afirma o irmão de Felipe Neto em um trecho do vídeo

Bombril é acusada de racismo após lançar esponja ‘krespinha’

Produto que promete ser voltado para 'limpeza pesada' gerou revolta nas redes sociais por ter utilizado termo considerado pejorativo

Mãe de Neymar e namorado depõem na polícia de Santos

Rapaz teria se machucado em um acidente doméstico. Havia especulações de que teria havido uma briga

Apreensão do telefone celular do presidente da República: legalidade e consequência

Crise que se instaurou no Planalto ganhou força após as divulgações de conversas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, relatando possível interferência do presidente nas ações da Polícia Federal

Atriz Fernanda de Freitas diz que foi acusada de roubo em drogaria do Rio de Janeiro

Em postagem com vídeo no Instagram, atriz global disse que irá processar drogaria pelo incidente

Léo Dias diz que foi usado por Anitta e que ela o chantageou para que falasse mal de Marquezine, Pabllo e Ivete

Após Anitta dizer que foi ameaçada por colunista Léo Dias, ele publicou vídeos em que rebateu a cantora e disse que ela repassava informações maldosas sobre outros artistas

Fundo Eleitoral não é usado para enfraquecer o Parlamento, diz Maia

Fundo totaliza R$ 2,035 bilhões e é voltado para custear as campanhas da eleição municipal prevista para outubro próximo

Roberto Justus discute com Marcos Mion e critica “histeria” por coronavírus

"Não fique preocupado com o vírus entrando na favela, porque não vai matar ninguém. Só gente que já está doente e velhinho", afirma Justus

Estudo aponta que consumo de leite e derivados de aumenta risco de câncer e outras doenças

Para médica, no entanto, grande desafio dever ser incentivar a ingestão de cálcio sem condenar o leite

Caiado volta a criticar Mabel: “ele só pensa em cifrão”

Em entrevista durante solenidade em Anápolis, governador disse que presidente da Fieg é desprovido de solidariedade

Mabel critica quarentena de repatriados em Anápolis e Caiado reage: “Mercenário, canalha e desumano”

"É um desastre para o Estado. Podemos sofrer segregação do que é produzido em Goiás, afetando a exportação de industrializados e carne, por exemplo”, argumenta presidente da Fieg

Meia-entrada é como a Black Friday: tudo pela metade do dobro do preço

Quando alguém paga 50% do ingresso para entrar em um show ou no cinema, está sendo bancado por outra pessoa que paga a “inteira” Há frases que, de tão usadas, perdem a força e se transformam em clichê. O paradoxo é que se desgastam exatamente por resumirem em poucas palavras um assunto complexo. “Não existe almoço grátis” é uma delas. Atribuída ao nobel norte-americano Milton Friedman, que lançou em 1975 uma obra com o título There’s no Such Thing as a Free Lunch, a frase, que já havia circulado no comércio e na imprensa do país, resume didaticamente uma das faces da discussão sobre a meia-entrada para estudantes em shows, cinema, museus, etc. A concessão da meia-entrada, que existe por força de lei federal e possui configurações próprias em vários Estados (sempre no sentido de aumentar e não de restringir), tem um bom motivo. Facilitar o acesso de jovens aos eventos culturais contribui, positivamente, para sua formação. Medidas do tipo existem em muitos países, inclusive os mais desenvolvidos, com características de cada local – em alguns só valem para museus, por exemplo. Como muitas boas intenções, essa é outra que lota o inferno. Voltando à frase famosa, se não existe almoço grátis, tampouco há meia-entrada. Ela não passa de uma grande ilusão, mesmo para aqueles que têm direito a ela. Tudo que existe de forma limitada tem um custo. Por isso, qualquer coisa que tenha demanda maior que a oferta ou que seja rara (como trufas brancas) é mais valiosa que as que despertam pouco interesse ou são abundantes (como o chuchu). Um show artístico, por exemplo, tem um número limitado de ingressos. Quanto mais popular o artista, mais gente tem interesse em assisti-lo. Assim, uma apresentação do Roberto Carlos sempre terá ingresso mais caro que o couvert do cantor do barzinho. Quando o produtor contrata um artista, leva em conta esse e outros fatores, como aluguel do espaço, taxas e impostos, segurança, energia, Ecad. Com todos esses dados, ele calcula o preço que vai cobrar pela entrada, de forma que banque as despesas e sobre o lucro almejado. Supondo que esse cálculo precifique o ingresso ideal a R$ 30 e que metade do público seja de estudantes. Para atingir a média de R$ 30, o produtor terá de cobrar R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia. Portanto, em relação ao preço ideal, a meia-entrada é só 33% mais em conta – e não 50%, como aparenta –, porcentual que será repassado para quem compra com tarifa cheia. Assim, quem compra a inteira paga mais caro que poderia e quem compra meia está sendo iludido. Porque o produtor não perde dinheiro com a meia-entrada, ele simplesmente repassa para o público. Outro problema é a universalização indiscriminada do benefício. Estudantes de renda alta acabam sendo subsidiados por trabalhadores de baixa renda. O garoto ou garota que estuda em uma escola cuja mensalidade é de R$ 1,5 mil, quando vai ao cinema, tem parte de seu lazer bancado pelo entregador de comida por aplicativo que fatura R$ 1 mil por mês (se tiver sorte) que por acaso conseguiu guardar uns caraminguás para assistir a um filme. O benefício acaba tendo um efeito diverso ao que pretende. Ao longo dos anos, o preço dos ingressos em shows e nos cinemas subiu consideravelmente – é preciso admitir que não apenas por causa da meia-entrada, mas ela tem uma parte que lhe cabe nesse latifúndio. Assim, o estudante de baixa renda segue sem conseguir curtir um filme (especialmente com o fim dos cinemas de rua e concentrações nos shoppings) ou ver seu artista preferido de perto. É bom lembrar, ainda, a explosão de carteirinhas de estudante falsas que passaram a circular desde que a meia-entrada se universalizou. Qualquer produtor sabe o quanto de gente que está há anos longe do banco da escola dá a carteirada na bilheteria. Não é o caso de se acabar com a meia-entrada, pois ela tem, sim, uma razão de ser e uma função social. Mas é preciso discutir os critérios, levar em conta as características regionais, definir quem deve e quem não deve ter acesso, qual tipo de produto cultural deve ser abrangido. Falar em “acesso à cultura” soa genérico. Não se tem, por exemplo, meio-livro, meio pacote de Netflix ou meia assinatura do Spotfy – outras formas de se consumir cultura. P.S: Tal discussão voltou à tona depois de um encontro entre produtores e artistas com o presidente Jair Bolsonaro. Nesse encontro, conforme noticiado, teria havido um pedido ao presidente para acabar com a meia-entrada. Quem participou da reunião nega e diz que houve distorção do que foi dito. O que não deixou sombra de dúvida, novamente, foi o preconceito e a virulência das redes sociais. Preconceito em relação ao estilo musical dos artistas presentes, o sertanejo universitário, um “case de sucesso” da indústria cultural que deveria ser copiado. Virulência nos ataques baixos de sempre nas redes sociais.

Petrix pode ser expulso do BBB 20 por suposto assédio contra Bianca

Nas redes sociais, a hashtag pedindo a expulsão do atleta ficou entre os assuntos mais comentados deste sábado, 25

Assembleia irá votar Titulo de Cidadão Goiano ao proprietário da Havan

Projeto de autoria do deputado Delegado Humberto Teófilo está na CCJ

Governo da Polônia pede que Netflix remova especial do Porta dos Fundos

Vice-premier usou sua rede social para fazer pedido, que se dá em razão de petição polonesa pela exclusão, que já conta com 1,4 milhão de assinaturas