Resultados do marcador: Pesquisa
Em cenário sem o ex-presidente, Bolsonaro lidera com 20%
Estado ficou bem a frente da média nacional do país, que registrou 17% de crescimento
Brancos, nulos e os que não sabem ou não responderam seguem altos
Paraná Pesquisas mostra que confiança na seleção aumentou e que Philippe Coutinho é o preferido da torcida
Com margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, pesquisa mostra pré-candidatos com números bem próximos um do outro
Pesquisa sobre avaliação do atual presidente do Brasil também registrou a maior rejeição desde 1986
Luzanir Luíza de Moura Peixoto lança “Conservação e Preservação do Calçamento a Paralelepípedo na Cidade de Piracanjuba-GO”
Levantamento da Tribuna/Exata OP mostra Kajuru em quarto lugar
Para parlamentares e prefeitos, governador consegue mostrar a que veio, inovando no comando da gestão
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Foto: Divulgação / Facebook[/caption]
As pesquisas eleitorais, devidamente registradas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-TO), começam a ser divulgadas. A primeira, encomendada pela Fecomércio ao Ibope, trouxe números surpreendentes. O dado básico, que interessa ao grande público, é que a candidata Kátia Abreu (PDT) tem 22% das intenções de voto, seguida por Carlos Amastha (PSB) e Vicentinho Alves (PR), ambos com 15% e Mauro Carlesse (PHS) com 10%. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.
O que chama a atenção são as outras variáveis da coleta de dados. A despeito da senadora Kátia liderar a pesquisa com 22% das intenções de votos, ao mesmo tempo é a mais rejeitada com 37%, seguida pelo outro senador-candidato, Vicentinho, com 24%, Amastha com 21% e Carlesse com 15%.
Já a popularidade do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) também foi testada após a sua cassação pelo TSE. Questionados, apenas 12% dos eleitores disseram que aumentaria as chances deles votarem em um candidato apoiado pelo emedebista. Em contrapartida, 46% opinaram que o apoio do ex-governador diminuiria a vontade deles de votar no candidato.
No mesmo diapasão, de forma indireta, a popularidade do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) também foi auferida e 20% dos eleitores demonstraram que teriam mais interesse em votar num candidato apoiado pelo deputado carioca. Contudo, 33% teriam essa vontade diminuída, caso o candidato a governador tivesse o apoio do militar da reserva.
Evidentemente que, pelos números apresentados pelo Ibope, nas eleições de 2010, na disputa havida entre os ex-governadores Carlos Gaguim e Siqueira Campos, como também na disputa pelo senado em 2014, entre Kátia Abreu e Eduardo Gomes, a pesquisa do referido instituto foi recebida, principalmente pelos palmenses, com sérias ressalvas.
Entretanto, como dizia o velho ditado, pesquisa boa será sempre aquele que colocar o candidato do leitor/eleitor na frente. As outras, para esse mesmo eleitor, certamente não prestam. É e sempre foi assim. É melhor, portanto, aguardar a divulgação de outros resultados feitos por outros institutos e, no dia 3 de junho, conferir de perto qual deles passou mais perto da verdade.
Preso influencia voto
Um outro dado apurado pela pesquisa Fecomércio/Ibope é intrigante: no pobre Estado do Tocantins, cuja última apuração do IBGE certificou que 250 mil pessoas vivem do Programa Bolsa Família e onde os ex-presidentes Lula e Dilma ganharam as eleições de 2006, 2010 e 2014 com ampla margem de votos, a influência do presidente enclausurado ainda persiste.
Os eleitores tocantinenses disseram que as chances de votar num candidato a governador apoiado pelo ex-presidente petista, que está na cadeia, aumentaria em 47%. Apenas 21% estariam propensos a deixar de votar no candidato eventualmente apoiado por Lula.
A bem da verdade, a constatação não é intrigante, mas sim, preocupante. Um povo cuja tendência de votos baseia-se na influência de um corrupto condenado, definitiva e infelizmente não sabe usar o poder que a democracia lhe dá.
Capital goiana foi incluída no levantamento da Secretaria Nacional de Aviação Civil neste ano e figura à frente dos terminais de Maceió, Belém, Vitória e Florianópolis
Número é de pesquisa que quer chamar atenção para a desigualdade na remuneração de homens e mulheres
Além disso, 43% dos entrevistados deram nota zero para o governo
Onze dos 13 segmentos comerciais pesquisados tiveram aumento no índice pesquisado pela FGV
Em relação à Petrobrás, 70% dos entrevistados pelo instituto também afirmaram ser contra a privatização

