Resultados do marcador: Opinião

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Apesar de ainda ser supervalorizado, Concretismo não passou de um fiasco

Buscando reagir à “perda de qualidade” na poesia brasileira, observável na passagem da geração de 1930 para a geração de 1945, o Concretismo revelou-se um movimento catastrófico

Marcos Abrão questiona interesses de quem antecipa debate sobre 2018

Para deputado, momento é de trabalhar, focando nas reformas necessárias para retomar crescimento. Discutir temas eleitorais em 2017, diz, desmoraliza classe política

Discurso de ódio nosso de cada dia

AVC de Marisa Letícia, esposa de Lula, foi exaltado por usuários nas redes sociais, em mais um lamentável episódio de intolerância no Brasil

Bauman, a modernidade e a metáfora da liquidez

O sociólogo morreu no dia 9 de janeiro, na Inglaterra, contando 91 anos de idade. Porém, popularizado por suas ideias, seu nome será lembrado ainda por longos anos

“Reforma previdenciária vai levar povo brasileiro ao caos e à miséria”, diz especialista

Silvana Alves, advogada previdenciária, chama atenção para pontos polêmicos da Proposta de Emenda à Constituição que altera regras de concessão do benefício

O “não querer” da mulher não é suficiente para que o aborto se torne viável no Brasil

Gravidez é uma relação triangular entre mulher-nascituro-homem, e uma das pontas, o nascituro como sujeito de direitos, acaba sempre de fora dos cálculos de muitos dos que se propõem a debater o tema — inclusive dos do ministro do STF Luís Roberto Barroso

Brasil tem “classe política de excelência”, diz Gilmar Mendes

Ministro do Supremo Tribunal Federal defendeu que, sem habilidade e qualidade dos políticos brasileiros, não teríamos quadro de normalidade institucional

Ana Carla Abrão defende responsabilidade fiscal e redução do Estado para saída da crise

Em artigo no Jornal O Estado de S. Paulo, secretária da Fazenda destacou programa de desmobilização de ativos, redução das despesas e revisão do modelo previdenciário

Três erros contribuíram pra derrota de Vanderlan Cardoso na disputa pela Prefeitura de Goiânia

O político deixou de ser uma alternativa entre Iris Rezende e Marconi Perillo, aproximou-se de setores do PT e tornou-se aliado da esquerda socialista

Que o presidente seja Trump, o vulgar. Pelo menos suas ideias malucas podem ser barradas

Trump pode ser vulgar, mas não representa, como Hillary, o mundo em que as leis têm significados ocultos que somente os oráculos soi-disant progressistas podem nos revelar

O PT morreu, o que seria de Marx sem Engels e da esquerda sem dinheiro?

A "debacle" do PT começou com a morte de Celso Daniel, depois as vilanias reveladas no mensalão e nas operações da Polícia Federal, sobretudo a Lava Jato. O PT acabou; se ressuscitará, o futuro dirá

“Crises de governo como a que tivemos poderão se repetir num futuro próximo”

ARNALDO B. S. NETO Há um aspecto da autodefesa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez recentemente que merece registro. Trata-se de uma breve consideração sobre nosso presidencialismo de coalizão, no qual um presidente se elege com 50 deputados e depois vai ter de montar a sua base de apoio no Congresso Nacional. Este é o calcanhar de Aquiles de nosso sistema político e ainda vai nos render bons dissabores. Basta ver os possíveis candidatos para 2018, como Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT). Mesmo eleitos, contarão com uma base mínima no Congresso e terão de “negociar” apoio não somente para montar a base aliada, como também a cada votação importante. Acho incrível que este processo de impeachment não tenha levado os brasileiros a nenhuma mudança significativa em nosso sistema político. Somos um povo imprevidente e insensato, mais dado a emoções do que a considerações racionais. Crises de governo como a que tivemos poderão se repetir num futuro próximo. Sem reformas estruturais, vamos patinar neste crescimento medíocre de 1% a 2% ao ano e as instabilidades decorrentes da combinação entre governo ineficaz e economia capenga vão sempre se transformar em instabilidade política. Mas não vou falar em parlamentarismo, pois até pessoas inteligentes no Brasil se comportam de maneira infantil quando escutam esta palavra. Mas alguma mudança significativa precisa ser feita para melhorar a qualidade da nossa democracia e para garantir um relacionamento melhor entre Executivo e Legislativo que não seja pela abertura de “balcões de negócios”. Arnaldo B. S. Neto é doutor em Direito Público pela Universidade Vale dos Sinos (Unisinos-RS) e professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás (UFG).

“Parece natural crer que as motivações do crime de Itumbiara foram mesmo políticas”

[caption id="attachment_76492" align="alignnone" width="620"]Momentos antes o atentado: Gugu Nader (à dir.) assistiu a tudo | Foto: reprodução Momentos antes o atentado | Foto: reprodução[/caption] JOÃO PAULO LOPES TITO O que seria um crime político? E qual a diferença de “crime político” para “crime comum com motivação política” (parece-me que a reportagem utilizou o termo de forma equivocada, a despeito de a fala transcrita do político estar tecnicamente correta). Porque, a não ser que se descubra que a esposa do atirador tinha um caso com o Zé Gomes, me parece natural (e quase obrigatório) crer que as motivações foram mesmo políticas. A principal linha de investigação, sem dúvidas. [“Gugu Nader diz que o assassinato de Zé Gomes foi 100% político”, Jornal Opção 2152, coluna “Bastidores”] João Paulo Lopes Tito é assessor jurídico no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO).

“Jovens e adolescentes estão faltando com o respeito e com a dignidade”

crime-trindade-3-620x350 TÂNIA SOUZA Tem de mudar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Tem de, na verdade, separar, pois “adolescente” não é “criança”. Essa questão de dizer que quem cometeu o crime foi um menor, por exemplo: ora, o “de menor” já vota em candidato; um “de menor” já engravida uma menina, mesmo tendo todas as formas de prevenção disponíveis. Os políticos têm de parar de dar Bolsa Família e passar a construir escolas profissionalizantes em período integral, para ocupar a mente desses “de menor”. Os pais têm de se responsabilizar, sim, pelo mal que seus filhos fazem na escola, pois a educação e o limite começam em casa. Eu sou do tempo em que pedia a bênção para os pais e que só após o pai chegar à mesa poderia se servir a refeição, já que ele era o provedor. Tinha castigo severo caso houvesse desobediência a tarefas como lavar a calçada, ler um livro, memorizar a tabuada e os países. Portanto, está faltando o respeito e a dignidade humana a esses jovens e adolescentes. [“Em Goiás, adolescentes torturam e planejam o assassinato de amiga em crime assustador”, Jornal Opção Online]

“Eleição em Goiânia mudou políticos, mas a prática continuará a mesma”

ANDERSON ALVES As eleições municipais em Goiânia revelaram uma falsa renovação. Se nomes conhecidos vão sair da Câmara, vão entrar sobrenomes não menos famosos entre os políticos. Da mesma forma, não alguns vereadores que até domingo passado eram anônimos não podem ser considerados algo novo: eles representam não uma comunidade, um bairro, uma entidade social, mas apenas um grupo religioso. Estão lá por conta da indicação "iluminada" feita por pastores de igrejas. Dessa forma, fica difícil acreditar que, mesmo com 22 pessoas diferentes, tenhamos alguma ideia nova brotando do Legislativo goianiense. Foi uma mudança apenas de políticos, mas não de prática. Essa continua a mesma de sempre e a população logo vai sentir seus piores efeitos. Anderson Alves é professor.

“Resta aos impressos ancorar análises e opiniões sobre os fatos”

DONIZETE SANTOS Será que não enxergam que o problema de “O Popular” não é o moderno formato germânico, mas questão de conteúdo mesmo? Nos novos tempos, em que a informação navega na web, dá preguiça ler um “Magazine” [suplemento do diário goiano] que insiste em publicar coisas frias do que acontece no Rio e em São Paulo e quase nada daqui. Como as informações fluem em velocidade na web, resta aos impressos ancorar análises e opiniões sobre os fatos. Este é o destino dos jornais impressos, caso queiram permanecer no mercado. O Jornal Opção já optou por isso há muitos anos, e assim segue firme. [“Cúpula de O Popular discute se vale a pena retomar o formato standard e abandonar o formato germânico”, Jornal Opção 2152, coluna “Imprensa”]

“‘O Popular’ acabará se tornando um semanário”

GILBERTO MARINHO A Kodak era uma das maiores empresas do mundo, até que entrou em descompasso com as novas tecnologias. Deu no que deu. Parece-me que “O Popular” também entrou em um descompasso. Essas muitas idas e vindas denotam isso; são sintomáticas. E esses sintomas, para mim, anunciam um desfecho que vou resumir assim: para sobreviver, “O Popular” acabará se tornando um semanário, como o Jornal Opção. Gilberto Marinho é jornalista.

“Formato tabloide é muito melhor para ser lido”

LUIZ AUGUSTO PARANHOS SAMPAIO Sou favorável ao formato tabloide, mesmo porque é muito melhor para ser lido. No início, quando implantado, as letras eram minúsculas e ouvi várias reclamações, principalmente de pessoas idosas. Horrível essa maneira de determinar que as pessoas cruzem os braços. Não sei qual o “debiloide” que inventou essa idiotice. Agora, uma coisa boa, mas que ultimamente não tem sido feita: a publicação dos óbitos ocorridos em Goiânia. Como a cidade cresceu demais, acho eu que não custa nada ficar sabendo e publicar diariamente os nomes das pessoas que desencarnaram. Indubitavelmente, prestarão um bom serviço à população. Obrigado. Luiz Augusto Paranhos Sampaio é advogado, ex-consultor da República e ex-procurador-geral da União.

“Acho interessante rever o conteúdo”

SONEA STIVAL Como leitora assinante do jornal, gostei do novo formato. A leitura e dinâmica. Acho interessante rever o conteúdo. O factual não pode mais ser destaque de impresso. As redes sociais fazem isso. De análise, repercussão e desdobramento dos fatos, sim, sinto falta. Assim como de notícias do interior do Estado com mais destaque e frequência. Muita coisa importante é interessante estar lá. Ir além dos fatos é o primeiro passo da notícia, nesse caso. Penso e espero como leitora. Sonea Stival é jornalista.

Ministro Lewandowski | Foto: Carlos Humberto/SCO/STF
Ricardo Lewandowski: “Impeachment foi tropeço na nossa democracia”

Durante aula na Faculdade de Direito da USP, ministro criticou presidencialismo de coalizão e processo que culminou na saída de Dilma Rousseff (PT) do cargo

Reforma do ensino médio: em meio à complexidade

MP impulsiona o repensar a educação e a profissão docente. E exige de educadores, cidadãos e secretários de Educação inteligência e tempo para aprofundar os detalhes importantes que parecem apenas esboçados

CAU-GO critica lei de vielas e pontas de quadras: “Cidade não pode virar terreno a ser vendido”

Vice-presidente do Conselho de Urbanismo e Arquitetura, Maria Ester de Souza defende que áreas sejam transformadas em espaço de socialização para uso da população