Resultados do marcador: Investigações

Encontramos 47 resultados
Queiroz negocia delação premiada com o Ministério Público

Maior preocupação de Queiroz seria que a esposa e as filhas venham a ser presas

PGR pede ao Supremo acesso a íntegra de gravação da reunião citada por Moro

Aras alega que a medida é necessária para orientar a autoridade policial e os procuradores da República auxiliares nas oitivas

Polícia irá indiciar presidente da Agetul e outros dois por tragédia no Mutirama

Delegado recebeu nesta quarta (27) laudo pericial que mostra que a atração "Twister" não deveria estar funcionando e prova que tudo poderia ter sido evitado

Polícia desconfia de “fissura antiga” em brinquedo do Parque Mutirama

Para averiguar as suspeitas, Polícia Civil realizou na tarde desta quinta-feira uma segunda perícia no brinquedo

Cremego vai investigar médico goiano acusado de misoginia em hospital

Conselho Regional de Medicina enviou ao Jornal Opção nota em que informa que vai apurar conduta do profissional que atuava na Maternidade Nascer Cidadão

Candidato a vice de João Gomes é alvo de operação da PF em Anápolis

Conforme informações da imprensa local, agentes fizeram buscas no gabinete do vereador Eli Rosa na manhã desta quarta

Polícia está convencida sobre autoria de assassinato em boate de Goiânia

Tráfico de drogas pode ter relação com homicídio de jovem de 23 anos

Gilmar Mendes ironiza gastos de campanha de Dilma: “Foram R$ 360 mi, o que equivale a um Barusco”

Ministro se refere ao ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que devolveu US$ 100 milhões à estatal depois de acordo de delação premiada

CPI do Futebol aprova quebra de sigilos do presidente da CBF

Senadores devem ir aos Estados Unidos colher depoimento de Charlez Blazer, ex-dirigente da Concacaf

Em três meses de atividades, Senado pode chegar a ter 5 CPIs em funcionamento

Em apenas três meses de atividade desde o início do ano legislativo, em fevereiro, o Senado já tem três Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) em funcionamento. Mas o número pode ser ainda maior. Senadores que examinam temas que aguardam investigações - como a de correntistas brasileiros do HSBC na Suíça, crimes relacionados à colocação de órteses (dispositivos de uso destinados a alinhar deformidades no corpo) e próteses e o assassinato de jovens no Brasil - agora se preparam para instalar a quarta CPI, desta vez, para apurar irregularidades nos Fundos de Pensão. As denúncias englobam irregularidades e prejuízos na administração de recursos financeiros de previdência complementar de empregados de sociedades de economia mista e de empresas públicas controladas direta ou indiretamente pela União, como o Petros (Petrobras), Postalis (Correios), Previ (Banco do Brasil) e Funcef (Caixa). Após a leitura da proposta de criação da CPI no plenário do Senado, ocorrida na quarta-feira (6), para que a comissão seja instalada, os líderes dos partidos ainda precisam indicar -até a próxima semana - ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), 11 nomes para integrar o colegiado. Caso isso não aconteça, o próprio presidente do Senado terá de  fazer as indicações. Em razão do critério de proporcionalidade das bancadas, o líder do PSDB, senador Cassio Cunha Lima (PB), que junto com o colega de partido Aloysio Nunes (SP) e com a senadora Ana Amélia (PP-RS) é autor do requerimento de criação da CPI, reconheceu que a relatoria, um dos cargos-chave da comissão, não deve ficar com a oposição. Mesmo assim, o senador está otimista em relação aos trabalhos. "Vamos ter um aliado forte, que serão os empregados das empresas que já estão sendo penalizados", disse. A senadora Ana Amélia também aposta na mobilização dos funcionários das empresas para fortalecer a CPI. Ela lembrou o ocorrido com o fundo de pensão Aerus, de funcionários das extintas companhias aéreas Varig e Transbrasil. Com a falência da Varig, em 2006, os aposentados e pensionistas deixaram de receber aposentadoria integral: o fundo sofreu intervenção do governo. Após anos de mobilização, o Supremo Tribunal Federal entendeu, em 2014, que o congelamento de preços das passagens aéreas, imposto pelo governo para conter a inflação no período de 1985 a 1992, causou prejuízos à Varig e determinou pagamento de uma indenização bilionária à massa falida da companhia aérea. "No caso do Aerus, muitos trabalhadores morreram sem resgatar o seu direito. Não queremos que outros fundos sejam judicializados. Hoje, no Postalis, dos Correios, os trabalhadores têm de pagar valor extra, na sua contribuição mensal, para salvar o fundo. E quando se olha os resultados da contabilidade, das aplicações mal [administradas], muitas [feitas] com critérios políticos, vê-se que a situação é muito precária", disse a senadora Ana Amélia. Lembrou que o fundo Postalis apresentou prejuízo acima de R$ 6 bilhões em 2014. Na avaliação da senadora, os trabalhos vão contribuir para esclarecer o “mundo nebuloso” dos fundos de aposentadoria complementar. "Precisamos de uma investigação rigorosa, porque se trata de potencial e grave risco para a aposentadoria de milhares de trabalhadores", disse a senadora. Diferentemente da Câmara dos Deputados, onde só cinco CPIs podem funcionar ao mesmo tempo, no Senado, não há limite. Essa semana também foi protocolada pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO)  o que pode ser a quinta apuração de uma CPI este ano na Casa. Chamada de CPI do BNDES, a iniciativa se propõe a investigar a concessão - pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – de empréstimos a fundo perdido ou sigilosos. A criação dessa comissão no entanto ainda depende da leitura do requerimento no plenário da Casa, tema que ainda não tem data para entrar na pauta.

Foragido, chefe da quadrilha que sequestrou Paulinho já teria cometido crime outras vezes

Polícia não confirmou informação repassada à imprensa pelo pai do suspeito

Polícia apresenta sequestradores de jovem mantido em cativeiro em Goianira

Paulo Antônio Batista ficou em poder dos criminosos por mais de um mês. Polícia descobriu cativeiro na manhã de segunda-feira (27)

PF reconhece que errou em incluir diretor da Petrobras na Operação Lava Jato

A Polícia Federal informou nesta quarta-feira (19/11) à Justiça Federal que até o momento não há provas de que o atual diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Consenza, tenha envolvimento com o esquema de pagamento de propina na Petrobras. A manifestação da PF foi enviada em resposta ao pedido de esclarecimentos feito pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, após depoimentos prestados por investigados na operação. No documento enviado ao juiz, o delegado Márcio Adriano Anselmo afirma que o nome de Cosenza foi inserido na investigação "por erro material”. Segundo o policial,  "Em relação ao quesito que figurou em alguns interrogatórios, por erro material,  constou o nome de Cosenza em relação a eventuais beneficiários de vantagens ilícitas no  âmbito da Petrobras. Em relação ao outro quesito em que se questiona se os investigados conhecem o mesmo, foi formulado apenas em razão do mesmo ter sucedido Paulo Roberto Costa, área em que foram identificados os pagamentos, bem como por ter sido seu gerente executivo", esclarece a PF. De acordo com o delegado, as menções após a saída de Paulo Roberto Costa referem-se a pagamentos da construtora Engevix a empresas do doleiro Alberto Youssef. " Como, por exemplo, no caso da empresa Engevix, contra a qual teria sido emitida nota fiscal de prestação de serviços fictícios em 4/4/2014, no valor de R$ 213 mil, portanto, após mesmo a prisão do investigado, bem como mediante a formalização de contratos fictícios com Paulo Roberto Costa, conforme o mesmo admitiu; ou, ainda, os pagamentos realizados em maio, junho e julho de 2013 pela OAS African em conta no exterior gerida por Alberto Youssef em que ultrapassam os 4 milhões de dólares", disse o delegado.

Falsa biomédica apontada como responsável pela morte de auxiliar de leilão é presa em Catalão

Maria José morreu após complicações em sua segunda aplicação de hidrogel para aumento das nádegas

Polícia Federal apura suposta fraude envolvendo tema da redação do Enem

A denúncia veio do estudante Jomásio Barros, que publicou uma imagem contendo a capa do caderno de redação nas redes sociais, após a prova, sustentando que já sabia do tema