Resultados do marcador: Investigação
Acidente deixou 11 pessoas feridas, três em estado grave, após pane em brinquedo. Prefeito lamentou tragédia
Processo já está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, onde começa a tramitar. Primeira etapa é a escolha do relator
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Deputado Alberto Fraga | Foto: Câmara Federal[/caption]
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) aponta que o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF) usou o seu ex-secretário-adjunto Júlio Urnau como laranja para ocultar a posse de um apartamento em um hotel de luxo da capital.
O MP também investiga um suposto esquema de corrupção na Secretária de Transportes, que teria ocorrido na gestão do parlamentar, durante o governo de José Roberto Arruda (PR).
Durante as investigações, policiais foram até um apart-hotel que, segundo o MP, está registrado no nome de Júlio Urnau. Na recepção, a polícia encontrou anotações que proíbe a divulgação da permissão da entrada de Alberto Fraga, por Urnau. Para o Ministério Público, essa é uma prova de que o apartamento estava na posse e sendo usado pelo deputado federal.
Lucas Silva Mariano morreu na tarde de sábado (24) depois de cair na máquina que mistura e tritura ração bovina. Vítima cursava medicina veterinária na UFG
Pedido de abertura foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), após parlamentar já ter sido denunciado por corrupção
Presidente da Câmara Municipal de Goiânia foi ouvido pela CEI da SMT e negou qualquer irregularidade durante sua gestão à frente da pasta
Atualmente, existe apenas uma CPI em funcionamento da Casa, mas outros pedidos aguardam decisão do presidente
Representantes de bancos, frigoríficos, e empresas de educação, transporte e indústria serão ouvidos pelo Senado
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Prefeito Gesiel Orcelino[/caption]
A Justiça acatou os pedidos do Ministério Público Estadual e determinou, por decisão liminar, o bloqueio de R$ 3.950.516,00 em bens do prefeito de Oliveira de Fátima, Gesiel Orcelino dos Santos (PR), e de mais quatro pessoas, além da empresa Lemos Construtora Eireli ME, que teria sido constituída no início da gestão do prefeito, com a nítida finalidade viabilizar o pagamento de propinas ao chefe do Executivo e a seus familiares.
O MPE protocolou recurso no Tribunal de Justiça (TJ) requerendo que seja atendido também o pedido de afastamento de Gesiel da prefeitura.
A liminar que determina o bloqueio de bens foi expedida pela Justiça em 17 de abril, enquanto o recurso que pede o afastamento do prefeito foi protocolado pelo MPE na quarta-feira, dia 3.
Investigações do Ministério Público apontam que o prefeito Gesiel Orcelino é sócio oculto da Lemos Construtora, que foi constituída no ano de 2013 e tornou-se um dos maiores fornecedores de bens e serviços da Prefeitura de Oliveira de Fátima. A empresa teria recebido R$ 587.465,14 em verbas públicas entre os anos de 2013 e 2015 e contaria com outros R$ 2.402.779,37 em pagamentos empenhados.
Fernando Lemos Gonçalves, proprietário formal da empresa, seria “sócio laranja” de Gesiel Orcelino. As investigações apontam também para a existência de uma ligação estreita de amizade entre eles. Os dados levantados a partir da quebra do sigilo bancário da empresa e dos demais envolvidos mostram que parte do valor pago pela prefeitura à Lemos Construtora foi transferido posteriormente para as contas bancárias do prefeito Gesiel Orcelino, de sua esposa, Evandira Coelho Coutinho dos Santos, de sua enteada, Flávia Coelho Coutinho, e de sua cunhada, Leda Coelho Coutinho. A Prefeitura de Oliveira de Fátima ainda efetuou pagamentos diretamente a Fernando Lemos Gonçalves, que, por sua vez, também realizou transferências bancárias em favor do prefeito e de seus parentes.
Além do bloqueio de bens, a liminar também determina a suspensão de pagamentos da Prefeitura de Oliveira de Fátima para a Lemos Construtora e para a pessoa do seu proprietário formal, Fernando Lemos Gonçalves.
Quanto ao pedido de afastamento, o MPE o requereu tendo em vista que o prefeito estaria interferindo na produção de provas. Há registro de ameaças a duas testemunhas do processo, realizadas por intermédio de Fernando Lemos. Uma das testemunhas teria sofrido ameaças de morte, segundo registro em Boletim de Ocorrência. Consta, ainda, que o prefeito estaria tentando forjar documentos para interferir na instrução do processo.
Outra assertiva do MPE é que o prefeito adquiriu um imóvel rural com recursos públicos para uso particular, destinado à criação de gado e a descanso em finais de semana. Inclusive, maquinários públicos e servidores do município teriam sido utilizados na construção de benfeitorias na propriedade rural.
Consta, por fim, que o prefeito teria coagido a proprietária de um imóvel residencial urbano locado à prefeitura, para que ela adulterasse documentação referente à locação. A finalidade seria justificar despesas e burlar fiscalização do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
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