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Deputado conta com proteção policial desde 2008, após receber inúmeras ameaças concretas de morte após presidir a CPI das Milícias
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Foto: Facebook[/caption]
A Polícia Civil do Rio descobriu um plano para assassinar o deputado estadual Marcelo Freixo. A informação é do jornal O Globo. Atualmente, o parlamentar, segundo mais votado para deputado federal na eleição de outubro (com 342.491 votos), é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Ele conta com proteção policial desde 2008, após receber inúmeras ameaças concretas de morte após presidir a CPI das Milícias. A Polícia Civil montou um relatório confidencial que aponta um novo plano para executar o parlamentar.
De acordo com o documento, o assassinato de Freixo, aconteceria durante uma agenda programada pelo parlamentar para o próximo sábado, em Campo Grande. Freixo encontraria com militantes e professores da rede particular de ensino, no sindicato da categoria. Os detalhes da atividade do parlamentar foram divulgados nas redes sociais e eram públicos.
Ainda conforme o documento da Inteligência da polícia do Rio, os três nomes citados já eram investigados por um suposto vínculo em grupos paramilitares da Zona Oeste há pelo menos cinco anos. Também aparecem no controle de operações ilegais da máfia dos caça-níqueis e do jogo do bicho.
O relatório foi elaborado nesta quarta-feira, 12, e difundido para vários outros setores de Inteligência da Secretaria de Segurança do Rio. Receberam cópias policiais civis, militares e agentes da contrainteligência da Subsecretaria de Inteligência da pasta. O documento identificou os envolvidos e anexou fotografias de todos eles.
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Crime ocorrido em Bom Jesus de Goiás era tratado como latrocínio
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Foto: Reprodução[/caption]
De acordo com investigações da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), Vilmar Rodrigues da Rocha, de 57 anos, preso na manhã desta quinta-feira, 13, em Bom Jesus de Goiás, encomendou a morte da ex-mulher, a vereadora Roseli Aparecida de Oliveira Rocha conhecida como Roseli da Academia, de 55 anos. O agenciador confesso do crime, Joaquim dos Santos, de 60 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira, 12, em Itumbiara.
O crime que era tratado como suspeita de latrocínio teve sua reviravolta após testemunhas relatarem que o processo de divórcio de Vilmar e Roseli era conturbado, marcado por uma intensa disputa de bens e ameaças de morte do ex-marido contra a vítima.
À polícia, Joaquim dos Santos confessou que aceitou matar a vereadora do DEM, a pedido de Vilmar, pela quantia de R$ 50 mil. Ele inclusive já teria recebido R$ 20 mil e comprado uma moto, celular, móveis, além de ter quitado diversas contas. Joaquim teria contratado o próprio filho Natanael para participar do crime.
Entenda o caso
A vereadora Roseli foi encontrada morta no dia 2 de dezembro, na BR 452, em Bom Jesus de Goiás. Ela estava dentro do seu carro, um Honda Civic, que capotou antes da curva que leva ao Rio Meia Ponte, na zona rural do município.
A vítima teria sido abordada e levada em seu automóvel por dois suspeitos que empreenderam fuga pela BR-452. Na rodovia, os autores teriam assassinado a vereadora com três tiros e logo após atirarem na vítima vieram a capotar o carro.
Natanael Cardoso dos Santos, de 22 anos, e Gilberto Alves da Silva, de 26 anos, foram abordados andando pela BR 452 e levados para a delegacia do município. Na unidade prisional os dois confessaram o crime e afirmaram que saíram de Itumbiara apenas para roubar o veículo da vítima.


