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O suplente de deputado federal Freire Junior (MDB), atualmente em exercício em substituição à parlamentar Dulce Miranda (MDB), está sendo investigado por suposto crime de estelionato, artigo 171 do Código Penal. Segundo o despacho proferido pelo delegado Cassiano Ribeiro Oyama, Freire Junior foi intimado para ser interrogado e prestar novos esclarecimentos sobre o caso entre os dias 03 e 14 de dezembro de 2018, em razão da sua atual prerrogativa parlamentar, na sede da 1ª Delegacia de Polícia de Palmas/TO.
Segundo o delegado, em atenção à requisição ministerial, em 20/04/18 foi instaurado o I.P. n.º 985/2018, para apuração suposta prática dos crimes de estelionato, na modalidade vender coisa alheia como própria (artigo 171, parágrafo 2º, inciso I do Código Penal Brasileiro) e de efetuar, incluir em contrato e vender, sem título de propriedade, loteamento ou desmembramento de solo sem licença (artigo 50, incisos I e III e seu parágrafo único, incisos I e II da Lei n.º 6.766/79). Além do deputado, consta como investigado Douglas Alberto Brasileiro.
As diligências policiais apontam que ambos são sócios-proprietários da empresa Portal da Serra Empreendimentos Imobiliários Ltda e firmaram contrato de compra e venda de “frações ideais” do imóvel denominado “Chácara Especial 294”, Gleba Jaú, localizado no Km 14 da rodovia TO-010, nesta capital. Três promitentes compradores, denominados vítimas, são identificados Marcos Aurélio Moreira Lima, Whashington Luiz Carvalho Lima e Wilton Carvalho Lima. A Certidão de Matrícula de inteiro teor do imóvel retromencionado tela aponta os investigados e sua empresa jamais foram proprietários da área, ou parte dela, ofertada aos promitentes compradores. A Certidão confirma que a “Chácara Especial 294” pertencia a 03 (três) “sócios” numa fração de 33,33% cada, na data de 22/04/2013 em que os Instrumentos Particulares de Compra e Venda foram assinados. No entanto, durante o período em que as vítimas estavam pagando as parcelas acordadas, o imóvel, de forma integral, NÃO fracionada, foi vendido para a empresa NB3 - PARTICIPAÇÕES E BIOENERGIA LTDA.
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Cotada para disputar o Paço Municipal em 2020, Dra. Cristina aponta que pode deixar legenda
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Vereadora Cristina | Foto: Alberto Maia[/caption]
A declaração do vereador e senador eleito, Jorge Kajuru (PRP), de que apoiará a vereadora Cristina (PSDB) para a Prefeitura de Goiânia em 2020 caso ele troque de partido está repercutindo nos bastidores da política goiana.
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Ao Jornal Opção, Dra. Cristina aponta que este é um momento de avaliação e que pode sim deixar a sigla tucana. "Este é um momento de reflexão, de avaliação dos partidos. A eleição mostrou o enfraquecimento de muitas siglas, inclusive o PSDB".
A vereadora diz que não tem sido reconhecida dentro do partido em âmbito local e que não teve apoio do diretório durante a disputa pelo mandato de deputada estadual.
Apesar de ter recebido mais de 27 mil votos, a segunda mais bem votada em Goiânia, Cristina não foi eleita. " Não ganhei por causa da legenda e do desgaste do partido. Venho dando muito e ganhando pouco. Tive apoio do PSDB Mulher nacional mas não tive apoio do diretório aqui em Goiás".
Para Cristina, o partido está "patinando" e se omitindo quanto á defesa de uma pauta concreta.
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