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Diagnóstico da PF identifica falha no sistema das urnas eletrônicas

Perícia conseguiu usar dados de eleitores e candidatos para quebrar barreira de segurança do equipamento

“O sucesso do Governo é meu sucesso”, diz Alexandre Baldy na posse do irmão à frente da Secretaria de Cultura

Adriano Baldy tomou posse nesta sexta-feira, 29, com assinatura do governador Ronaldo Caiado (DEM), firmando aliança do PP com o Governo

Em cerimônia de posse, Adriano Baldy disse acreditar na evolução da Secretaria de Cultura

Essa nomeação vem como mais um dos marcos da aliança entre o governador Ronaldo Caiado (DEM) e o PP

Prefeitura conclui trincheira da 90 neste sábado

Tráfego só será liberado após a cura do concreto, que deve durar, pelo menos, sete dias

Delegados da PF ajuízam ação no STF contra pontos da Lei de Abuso de Autoridade

Segundo a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), alguns dispositivos da lei podem ameaçar o agente público no exercício de sua função [caption id="attachment_223192" align="alignnone" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), de autoria da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), foi ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF) visando à suspensão de dispositivos da Lei de Abuso de Autoridade, sob o argumento de que a lei seria genérica ao tipificar como crime diversas condutas sem especificar o porquê de deverem ser consideradas abusos de autoridade. Os delegados alegam que muitas dessas condutas já são inibidas pelo ordenamento jurídico, e a nova determinação legal "ameaça e intimida os agentes estatais", sobretudo agentes da Polícia Federal, Ministério Público e do Poder Judiciário. A associação reforça que as condenações que podem ser impostos a esses agentes públicos devido à nova lei impõem um cenário de "insegurança jurídica", uma vez que os mesmos ficam sujeitos a serem punidos pelo simples fato de exercerem suas funções.

CPI dos incentivos fiscais ouve presidente da Refrescos Bandeirantes

José Alves Filho fala em oitiva na segunda-feira, 2, às 15h

Caminho de Cora está entre finalistas da maior premiação de Turismo do Brasil

Iniciativa do Ministério do Turismo busca reconhecer iniciativas que una respeito pela conservação à evidência para o patrimônio natural

Após fala polêmica, Henrique Arantes pode ser denunciado por racismo

Italianos e ítalos-brasileiros estão recorrendo à ouvidoria da Assembleia Legislativa para fazer denúncias contra o deputado

Luciano Bivar é indiciado pela Polícia Federal por esquema de laranjas no PSL

A corporação recomenda a pena de até 14 anos de prisão para o presidente do PSL [caption id="attachment_215687" align="alignnone" width="620"] Luciano Bivar, presidente do PSLo | Foto: Agência Senado[/caption] O deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE) e três candidatas de Pernambuco foram indiciados pela Polícia Federal suspeitos de participação em esquema de candidatura de laranjas para o desvio de verbas do partido. A corporação recomenda a pena de até 14 anos de prisão para o presidente do PSL e as três candidatas. Eles teriam agido para ocultar, disfarçar, omitir "movimentações de recursos financeiros oriundos do fundo partidário", através de três candidatas fictícias. A Polícia Federal diz que o indiciamento é o resultado do inquérito que foi aberto no início do ano a pedido do Tribunal Regional Eleitoral em Pernambuco, que apurou a possível prática dos crimes tipificados nos artigos 350 e 354-A do Código Eleitoral e artigo 288 do Código Penal. O escândalo dos laranjas foi o estopim para que o presidente Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro deixassem o PSL e fundassem a Aliança pelo Brasil.

Justiça suspende eleições na Apae de Porangatu por suspeita de irregularidade

Pleito à mesa diretora teve chapa impugnada em razão de manobras de adversários, considera decisão

Prefeito Iris Rezende anuncia asfalto em 31 bairros da Capital, em 2020

Recursos somam R$ 780 milhões, que também poderão beneficiar outras obras em Goiânia [caption id="attachment_186746" align="alignnone" width="620"] Iris Rezende | Foto: Lívia Barbosa | Jornal Opção[/caption] O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), anunciou nesta sexta-feira, 29, que irá asfaltar 31 bairros da Capital em 2020. O projeto também inclui o recapeamento de ruas e avenidas desgastadas pelas chuvas. De acordo com ele, o projeto era da administração anterior com o Banco Andino e acabou indeferido pelas más condições financeiras. "Tão logo adquirida a competência para receber aval do tesouro nacional, reiniciamos o processo e a Caixa salientou que era detentora da conta da prefeitura e ofereceu o financiamento com juros mais baratos. Formalizamos hoje o contrato", contou. Os recursos somam um total de R$780 milhões, que o prefeito pretende não desperdiçar. "Não vamos ocupar todo recursos. Achamos que há questões mais urgentes que as que constam no processo original", mas ainda não soube informar em quais outras obras seriam utilizados. "Estamos iniciando asfalto de 31 bairros que surgiram nos últimos anos em Goiânia. Por que quando deixei a prefeitura pela ultima vez, anunciei que todos os bairros seriam asfaltados. De lá para cá surgiram mais, então estamos iniciando essas obras aí de urgência que vamos atacar. O que não for de urgência, vamos suspender", declarou. Sobre quando as obras iniciam, Iris afirmou que o projeto já está em licitação e que as obras devem começar em 2020. "Vamos permitir um número considerável de empresas, porque são muitos serviços. São, ao todo, 600km de  ruas e avenidas que receberão esse benefício. De forma que a concorrência vai permitir a participação de tantas empresas quanto necessárias. Tudo para ser feito no próximo ano."

Moradia

Ao ser questionado se o recurso poderia ser utilizado em moradia, o prefeito considerou a hipótese. "Vamos estudar. O primeiro item para dar dignidade é a casa própria. Goiânia é a única cidade com mais de 1 milhão de habitantes que não tem favela. Deixo a modéstia de lado para dizer que a minha paixão, desde meu primeiro mandato de prefeito, foi construir casas para os pobres. O Setor Universitário e tantos outros locais eram todos tomados de favelas, fomos construindo vilas por todo lado", recordou o prefeito.

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Após 40 anos de descoberta do vírus, ainda não há cura, mas medicamentos permitem com que paciente tenha vida comum

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