Justiça suspende eleições na Apae de Porangatu por suspeita de irregularidade

Pleito à mesa diretora teve chapa impugnada em razão de manobras de adversários, considera decisão

Foto: Reprodução

Acatando solicitação  do Ministério Público de Goiás (MP-GO), a 2ª Vara de Porangatu concedeu nesta semana liminar suspendendo as eleições para a diretoria da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município. A ação se deve à notificações de irregularidade de uma das chapas. Com a decisão, a eleição que teria sido realizada na quinta-feira, 29, será realizada no dia 10 de dezembro.

A ação civil pública detalha ter recebido representação de Patrícia Marques Bigheti, em que noticia que sua chapa teve inscrição indeferida pela Comissão Eleitoral. O motivo do indeferimento foi a desistência de candidatos que compunham o grupo. Entretanto, os termos de desistência teriam partido de indução externa à chapa. Quando na tentativa de substituição dos desistentes, a comissão manteve a impugnação.

“Em qualquer eleição é perfeitamente admissível a substituição de membros de uma chapa, desde que feito em tempo hábil, para garantir o máximo de concorrência ao pleito”, afirma a decisão da 2ª Vara. Além disso, haveria áudios que comprovam as articulações para a desistência dos membros,

Com o adiamento, a Justiça espera analisar todo o processo eleitoral a partir do estatuto da própria associação, buscando maior transparência no processo.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MP-GO

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