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Além do Código Tributário Municipal, que deve ser votado e sancionado até quinta-feira (30), parlamentares aproveitaram a discussão da matéria para aprovar mudanças dentro da casa que gerariam desgastes em 2022; o cálculo e que ao menos 25 vereadores devem disputar a eleição no ano que vem
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Plenário da Câmara Municipal | Foto: Felipe Cardoso / Jornal Opção[/caption]
De olho na sucessão de 2022, os vereadores de Goiânia correm para aprovar o Código Tributário Municipal (CTM). A matéria precisa ser apreciada em segunda votação e sancionada até 30 de setembro para que possa valer a partir de janeiro do próximo ano.
E, neste caso, o calendário fiscal, de interesse do Paço, conjuga com o calendário eleitoral, de interesse dos parlamentares goianienses, que evitam discussões de projetos polêmicos em ano que grande parte dos colegas devem disputar voto.
Nos corredores casa, o cálculo é que ao menos 25 dos 35 vereadores devem disputar uma vaga a deputado estadual ou a federal no próximo ano. Um deles é o próprio presidente da Câmara, Romário Policarpo, cotado para uma vaga à Câmara Federal pelo Patriota. Pelo que foi consultado pelo Jornal Opção, apenas uma pequena quantidade de parlamentares não tem intenção alguma de se afastar da Casa Legislativa Municipal neste momento. Os que não deram certeza sobre qual cargo disputar em 2022, afirmaram estar a disposição quanto as decisões tomadas estrategicamente pelo partido para a disputa.
Além do CTM, os vereadores correram para apreciar outras mudanças polêmicos na casa, como a eleição antecipada da presidência, aumento de cargos da mesa e mudança na contratação de servidores.
A última medida flexibiliza a contratação de funcionários nos gabinetes. Hoje, há cargos e remunerações estabelecidos. Com a mudança, o vereador terá a possibilidade definir o salário de cada contratado dentro do teto de gastos, que permanece em R$ 65 mil. Ou seja, sem aumento de despesas.
No entanto, os parlamentares terão a liberdade para ampliar as nomeações de auxiliares, detalhe importante, principalmente em ano eleitoral.
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