Notícias

Encontramos 149517 resultados
Desistência de “já eleitos” abre novas vagas para Câmara Federal

Candidato a deputado federal pelo PSC, Joaquim Liminha, tem analisado o cenário eleitoral deste ano como extremamente favorável para os novos candidatos a uma cadeira na Câmara Federal. Isso acontece porque, segundo ele, aqueles que tinham “cadeira garantida” não vão disputar. Liminha, que começará a fazer campanha de modo efetivo nesta semana, se refere, principalmente, a: Ronaldo Caiado (DEM), que é candidato ao Senado na chapa de Iris Rezende; Vilmar Rocha (PSD), candidato ao Senado na chapa do governador Marconi Perillo (PSDB); Sandro Mabel (PMDB), que quer sair candidato a prefeito de Goiânia em 2016; e Marcelo Melo, que era o principal nome do PMDB na região do Entorno do Distrito Federal, desistiu, “aparentemente” por não concordar com a atual situação vivida por seu partido. “Com essas desistências, acredito que outras coligações vão conseguir eleger novos nomes”, diz Liminha. Além dele, há mais quatro candidatos a federal pelo PSC: Elias Correia, Jorge Kerpen, Marcelo de Oliveira e Wemerson Queiroz.

Se fosse candidato, Friboi seria mais eficiente que Iris

[caption id="attachment_3922" align="alignright" width="620"]Júnior Friboi, do ponto de vista, competitivo, era melhor para o PMDB do que Iris Rezende Júnior Friboi, do ponto de vista, competitivo, era melhor para o PMDB do que Iris Rezende[/caption] Existe um consenso: se Júnior Friboi fosse o candidato peemedebista no pleito deste ano, o governador Marconi Perillo certamente enfrentaria maiores dificuldades para se reeleger. Os motivos são muitos — e vão muito além do fator econômico: 1) Friboi é neófito, isto é, não tem manchas políticas; 2) É um empresário experiente e de sucesso; 3) É simpático. Prova disso é que conquistou as bases peemedebistas no interior; 4) Seu discurso pode ser trabalhado e aprimorado; 5) Representaria a renovação, no efetivo da palavra, nesta eleição; 6) Tem aparente boa aceitação em Anápolis, considerado reduto eleitoral de Marconi — reduto este que deverá dividir este ano com o ex-prefeito anapolino Antônio Gomide (PT). Acontece que Friboi nasceu em Anápolis e tem bom trânsito entre os empresários da cidade. O fato é que os governistas comemoraram o fato de Friboi ter se afastado do processo eleitoral e de seu partido. Os palacianos consideravam que a figura do empresário, aliada à estrutura política do PMDB — maior partido em número de filiados e que tem muitas e fortes bases no interior —, poderia causar problemas a Marconi. Não foi dessa vez. Contudo, uma coisa é certa: se Iris Rezende for derrotado na sucessão estadual, Júnior Friboi deverá ocupar o espaço no PMDB. Nesse caso, será quase impossível segurar a “grita” por renovação dentro do partido. De qualquer forma, em 2018 uma briga está desenhada: Ronaldo Caiado, se for eleito senador, irá para o embate contra Júnior Friboi na disputa pelo Palácio das Esmeraldas.

O que Dilma fizer em campanha interferirá em Goiás

Um petista relata que, nas reuniões de planejamento de campanha, Antônio Gomide tem sido enfático na seguinte questão: “agir rápido e com o máximo de inteligência”. O petista aponta que Gomide costuma bater na tecla do crescimento do partido: “Precisamos fazer o partido crescer durante a campanha e nos fortalecer visando também 2016. Por isso, temos que agir com estratégia e errar o menos possível. Queremos respostas da nossa militância”, teria dito o prefeito durante um encontro estratégico na última sexta-feira, 11. Mas não apenas Gomide tem batido na tecla do “agir com estratégia”. A candidata do PT ao Senado, Marina Sant’Anna, também tem usado esse mote em seus discursos. Segundo relata o petista, Marina tem defendido que a tarefa da chapa durante a campanha “é fazer a defesa dos governos Lula e Dilma, o que não será feito por Iris [Rezende]. E devemos fazer isso com o máximo de inteligência”. Marina tem defendido uma ligação muito forte com a campanha nacional em Goiás, nos moldes como acontece em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Isso significaria que o que Dilma fizer durante a campanha deverá interferir em Goiás.

Baldy “herda” apoios de Sandro Mabel e parte como favorito

[caption id="attachment_9773" align="alignright" width="620"]ANAPOLIS 5 Experiente, Alexandre Baldy conta com o apoio de vários prefeitos[/caption] Políticas de desenvolvimento industrial e a busca de investimentos são uma excelente plataforma eleitoral para atrair prefeitos, geralmente ávidos pela industrialização de seus municípios. Nessa seara, o ex-secretário de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, reina praticamente sozinho na disputa para deputado federal neste ano. O jovem tucano arregimentou o apoio de dezenas de prefeitos, sendo oito do PMDB. A maioria deles era ligada ao deputado federal peemedebista Sandro Mabel que, neste ano, não tentará a reeleição e já afirmou que boa parte de suas bases vai apoiar Baldy, uma vez que defendem bandeiras semelhantes. Assim como Mabel, Baldy conhece bem o que o setor industrial cobra de seus representantes no Congresso Nacional. Informa­ções dão conta de que, nas reuniões que tem feito pelo interior, Baldy defende a redução tributária, o crédito facilitado, mais segurança jurídica e melhores serviços públicos. “São os principais fatores para a atração de investimentos e a geração de empregos”, diz ele.

Disputa passa por tematização nacional

Pela primeira vez, desde o período militar, a disputa pela única vaga para a Câmara Alta pode realçar enfoque nacional e não regional

Bem-vindo à sua realidade, Brasil

À ascensão da bola deu-se concomitantemente o apagão social da crítica. Agora, a bola vai embora. Com o fim da Copa, espera-se que a luz volte à cabeça das pessoas [caption id="attachment_9692" align="alignleft" width="616"]Dilma Rousseff, agora retomando o lugar de Felipão no comando das ações: cada um com seu tigre de papel | Foto: Fotomontagem Dilma Rousseff, agora retomando o lugar de Felipão no comando das ações: cada um com seu tigre de papel | Foto: Fotomontagem[/caption] Em 1950, o Brasil, até en­tão nada mais do que uma república das ba­nanas de tamanho continental aos olhos de Europa e Estados Unidos, curtia seu primeiro grande momento de autoafirmação geopolítica. O país vivia a euforia de sediar a Copa do Mundo de Futebol, que já era então a indiscutível paixão esportiva do País. O presidente era Eurico Gaspar Dutra e a capital, o Rio de Janeiro — Juscelino Kubitschek era apenas deputado federal e talvez sonhasse em ser presidente um dia, mas certamente não pensava em criar Brasília. A última Copa havia sido na França, em 1938. O Brasil tinha feito ótima campanha, comandado por Leônidas da Silva e Domingos da Guia, e tinha chegado ao 3º lugar. O evento quadrienal não pôde ser realizado em 1942 e 1946, por causa dos horrores da Segunda Guerra Mundial e suas consequências. A Copa do Mundo de 1942 não foi disputada, mas Brasil e Alemanha haviam se candidatado a sediar o evento. A competição foi cancelada antes que houvesse a escolha do país-sede e muitos dos atletas acabaram por servir o Exército de seus respectivos países, e até mesmo morrer, na guerra. Para 1950, o Brasil usou o argumento de ter se candidatado a sede para 1942. A outra candidata, a Alemanha, estava suspensa pela Fifa até segunda ordem. O Mundial foi preparado sem muitas críticas contrárias internas e, com apenas 13 participantes e grandes jogadores brasileiros em atividade — Zizinho e Ademir Menezes eram as maiores estrelas —, a expectativa era da ratificação do sucesso total, com a apresentação do País ao mundo como cartão-postal e campeões mundiais. Como se sabe, o Uruguai furou o script. O gol de Ghiggia foi o ponto fora da curva preparada para a exposição nacional como gigantes do mundo do futebol. O Brasil entrou no Maracanã no dia 16 de julho como campeão do mundo e o deixou como portador do complexo de vira-latas. Sessenta e quatro anos depois, o Brasil voltou a ser sede de uma Copa do Mundo. Ao ser escolhido como local do evento, em 2007, não havia guerra que ameaçasse o evento. Um revezamento de continentes pela Fifa e a crise em vários dos possíveis concorrentes na América, entre eles a Argentina, facilitou para que o nome do Brasil fosse facilmente escolhido. Era o que bastava para coroar mundialmente o governo Lula, que então navegava na onda positiva da economia global. Ainda não tinha ocorrido a crise imobiliária nos Estados Unidos, que iniciaria um movimento de recessão que afetaria o País muito mais do que uma “marolinha”, como definiria o então presidente. O país do futebol, já pentacampeão, organizou uma Copa debaixo de contestações internas, com protestos e acusações de superfaturamento das obras, e a desconfiança externa, notada principalmente por meio dos inúmeros puxões de orelha feitos pela entidade-mor, a Fifa, por conta dos sucessivos descumprimentos de prazos. Com 12 novos estádios, os mais caros da história dos Mundiais, a competição encerra-se neste domingo. O palco da final é de novo o Maracanã, mas em campo não estará o Brasil. Uma seleção medíocre, com planejamento, convocação, treinamentos e modelo tático malfeitos, chegou até mais longe do que devia. Mas teve tempo de manchar sua história: o 7 a 1 sofrido para a Alemanha será, de agora em diante, uma tatuagem feita, em tamanho maior, sobre a do Maracanazo. Se em 1950 o Brasil não conseguiu a glória de passar a reinar no futebol, em 2014 perdeu, do modo mais humilhante — em casa e de goleada —, o status de rei do gramado. Pelos relatos da época, hoje não há nada perto do que foi a comoção de 1950. Um dos motivos talvez seja porque o brasileiro atualmente sabe que o maior motivo para preocupação ainda está por vir e não tem nada a ver com o desempenho nas quatro linhas: a expectativa para a economia brasileira o Brasil a partir de 2015 é catastrófica. A maioria dos especialistas mais respeitados prevê que o País vai entrar em declínio, especialmente após outubro passar e as urnas, como a Copa, também forem coisa do passado. A conta a pagar será bastante amarga, mas menos por conta de estádios que certamente virarão elefantes brancos do que pela maquiagem engendrada para evitar que viesse à tona a realidade da situação econômica em uma ocasião pouco propícia aos interesses do governo. É bom ressaltar que a grande mídia cooperou com isso: os olhos inevitavelmente voltados para a Copa fizeram com que as grandes questões nacionais fossem para debaixo do tapete das salas de imprensa. Assim, o caos na saúde, o aumento da violência, o escândalo da gestão da Petrobrás, tudo isso deixou de ser pauta. Representados por 58 mil pessoas no Mineirão, 200 milhões de brasileiros aguardavam ansiosos a conquista da vaga na final da Copa. Cada gol da Alemanha foi como um tapa para fazer acordar o torcedor da ilusão de que apenas a motivação, juntamente com improviso e “alegria nas pernas” — expressão usada pelo técnico Luiz Felipe Scolari para definir o estilo de Bernard, o garoto escolhido para substituir Neymar no jogo decisivo —, seria suficiente para vencer o poderio do adversário. Foram sete golpes que fizeram uma realidade dura aparecer: não havia craques, não havia esquema tático, não havia planejamento, não havia trabalho eficiente da comissão técnica, enfim, não havia nada que sustentasse o tigre de papel chamado seleção brasileira. Resta saber o que espera a população brasileira quando a Copa eleitoral acabar. Vença quem vencer, sem mais nada a perder ou a ganhar, o governo federal deve se tornar, então, convenientemente mais transparente. Aflorarão todas as nuances então escondidas. E o 7 a 1 da tarde-noite no Mineirão poderá estar materializado de formas mais concretas e brutais do que o fim do sonho de um hexa. A realidade, quando ofuscada, um dia reaparece. Nada fica oculto a ponto de nunca tornar à luz. Mais: algo até então escondido, sufocado, quando ressurge costuma vir de forma avassaladora. Assim é o sentimento de derrota, a autoestima aniquilada pela taça que viria e não vem mais. As consequências desse humor agora ainda são indefiníveis. À ascensão da bola deu-se concomitantemente o apagão social da crítica. Agora, a bola vai embora. Com o fim da Copa, espera-se que a luz volte à cabeça das pessoas. E que o brasileiro deixe de ser torcedor e se torne cidadão. A pátria de chuteiras já tirou a bandeira verde-amarela do capô do carro e da sacada do apartamento. Nunca, de fato, em um pós-Copa, o patriotismo nacional avançou além do âmbito esportivo. A esperança é de que o espírito das manifestações do ano passado, que ficou dormente durante as semanas do Mundial, esteja ainda pronto a aflorar para participar de fato da discussão eleitoral e registrar sua marca no destino do País. Seria, isso, uma boa nova para enfrentar a realidade difícil que virá.

Em campanha por cinco cidades, Marconi faz promessas e busca proximidade com a população

Tucano destacou obras de infraestrutura e garantiu, caso eleito, novos benefícios para Palmelo, Santa Cruz, Cristianópolis, São Miguel do Passa Quatro e Bela Vista

Mesmo com nova derrota, Felipão diz que time merece elogios

Para treinador, time não foi bem no fim do mundial e mesmo assim conquistou classificação para a semi. Brasil levou 14 gols nos dois últimos jogos da Copa do Mundo

Para técnico da Argentina, disputar final no Brasil é feito que orgulha ainda mais

Treinador disse que ele e a equipe estão satisfeitos com melhora da seleção. Sobre presença de Di María na partida, falou que jogador passaria por último teste ainda hoje

Iris e Caiado pedem votos a evangélicos e criticam uso da máquina do Estado

Candidatos ao Palácio das Esmeraldas e à Câmara dos Deputados, políticos estiveram nas duas cidades vizinhas para campanha, em evento religioso e reuniões com militância

Marconi Perillo fala de apoio de prefeitos da oposição em Anicuns

Candidato à reeleição pelo PSDB, o governador ressaltou os investimentos na saúde e infraestrutura realizados de forma “municipalista” para todos os municípios

Brasil perde de 3 para a Holanda e encerra participação de forma melancólica

Seleção brasileira levou dois gols em 20 minutos na partida de disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo. Na saída de campo, jogadores canarinhos foram vaiados

Ex-presidente Lula passa por exames de rotina no Sírio-Libanês

lula sirio libanesO ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou por exames de rotina neste sábado (12/7), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da unidade de saúde. O petista deixou o local por volta das 13h30 e os exames, segundo a unidade de atendimento, apontaram que “está tudo dentro da normalidade”. Os diagnósticos fazem parte de uma rotina para monitoramento de um câncer de laringe, diagnosticado em 2011. Desde então, Lula faz exames periodicamente para detectar se a doença está extinta. Em março passado, o político ficou tonto e passou mal devido a uma crise de labirintite. Segundo a página de Lula no Facebook, o problema foi causado pelo cansaço após uma longa viagem de volta ao Brasil. Naquela ocasião, ele foi atendido pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pelo neurologista Milberto Scaff.

Para petistas, primeiro contato de rua de Gomide foi positivo

Candidatos ao Congresso Nacional, Edward Madureira e Marina Sant'Anna relataram que a boa recepção ao cabeça de chapa se deu pelas boas gestões do petista como prefeito

Dilma diz que governo quer modernizar e não comandar o futebol

Na última quinta-feira, a presidente já havia defendido a renovação do futebol brasileiro e o fim da “exportação” de jogadores em entrevista à CNN