Notícias

Encontramos 146350 resultados
Pré-candidatos a governador de Goiás têm de ficar de olho nas vozes inquietas das ruas

As manifestações de ruas cobraram mais ética, desenvolvimento de ideias e menos esquema de dinheiro na política. O PMDB corre o risco de ser apresentado, na campanha, como o partido que se vendeu por 30 moedas

Queda de Dilma em pesquisas após escândalos mexe no quadro local?

Aprovação popular da presidente está em declínio e, se continuar esse cenário, o PT vai precisar de palanques fortes nos Estados para reelegê-la, situação que não favorece Antônio Gomide em chapa sol

De volta à política da negligência

John Kerry disse a Barack Obama que a questão entre israelenses e palestinos é a mãe de todos os conflitos, e que ele resolveria o problema de uma vez por todas

Unidade do PMDB: onde o bicho pega

O que ainda mantém o discurso externo no partido mais ou menos unificado é a disputa. Quem vencer reinará sobre a desunião

Júnior Geo: “Renúncia não era a melhor saída para o governo”

Vereador de Palmas afirma que saída foi golpe político que pode aumentar o desgaste do governo, pois dificilmente terá apoio da sociedade, que ainda não compreendeu o desdobramento dos novos fatos

Eleição indireta mobiliza pré-candidatos

Com a responsabilidade de conduzir a eleição do novo governador depois da renúncia de Siqueira Campos e João Oliveira, a Assembleia Legislativa vira o centro do poder

Renúncia pode encerrar o ciclo político do siqueirismo

Com um governo irreconhecível, ex-governador Siqueira Campos sacrifica mandato para tentar manter o seu grupo no poder. Inicialmente, saída foi saudada como jogada de mestre, mas agora há sérias dúvidas sobre isso

Oposicionista governista que agrega

O deputado Júnior Coim­bra (PMDB), se fosse candidato de verdade, agregaria muito ao seu partido. Ele é o peemedebista que atrai mais gente do governo para suas reuniões, portanto é o “oposicionista” que mais tem apoio na base do governo. Ou é o contrário, o governista que mais tem votos na oposição? De qualquer forma isso não é para qualquer um.

Se depender dos deputados vai haver aliciamento

[caption id="attachment_1625" align="alignleft" width="156"]Foto: Clayton Cristus Foto: Clayton Cristus[/caption] É no mínimo preocupante a declaração do presidente em exercício da Assembleia Legis­lativa, deputado Osires Damaso (foto), do DEM, que diz que depende dos deputados para não haver aliciamento durante a eleição indireta. Se depender dos deputados vai haver. Siqueira elegeu apenas 9 dos 24 deputados e assim mesmo um deles fez campanha em separado porque era de oposição. Hoje o governo tem dois terços da Assembleia e manda e desmanda no Parlamento. E como construiu esta maioria absoluta se não por cooptação e aliciamento? Não é difícil prever o que os deputados vão ganhar em troca para eleger o novo governador. Bastar lembrar o que os parlamentares da época Gaguim receberam dele para fazê-lo governador.

José Bonifácio diz que Siqueira ficou no passado

O deputado José Boni­fácio, que passou a ser um duro crítico do governo Siqueira Cam­pos, avalia que a renúncia abre um precedente importante. O fim da era Siqueira e o início de um novo tempo. Para o de­putado, Siqueira fez um governo fraco, sem obras, bem distante dos anteriores. Bo­nifácio afirma que Siqueira ficou no passado e que o momento oferece oportunidades para novos líderes.

Gesto inesperado também é derrota

Mas o governo também foi derrotado na defesa da tese de que Eduardo Siqueira pode ser candidato ao governo do Es­tado sem necessariamente o pai, Si­queira Campos, renunciar. Si­queira deixou o governo alegando oferecer condições para o fi­lho ser candidato. A tese de Eduar­do foi derrotada e descartada.

Sandoval e Eduardo podem ficar fora

O governador interino San­doval Cardoso (SDD) e o ex-se­cretário de Relações Institu­cio­nais Eduardo Siqueira Cam­pos (PTB) não podem concorrer a eleição indireta para go­ver­nador. Quem alerta é o procurador eleitoral Álvaro Man­za­no, que ressalta que para a elei­ção indireta aplicam-se as mesmas regras da eleição direta.

Oposição agora vai ter de descer do palanque

[caption id="attachment_1616" align="alignleft" width="300"]Tocantins_1885.qxd Prefeito Carlos Amastha: “Não entendo as reclamações, foi melhor assim”[/caption] O governo já conquistou a primeira vitória com a renúncia de Siqueira Cam­pos e o seu vice, João Oliveira (DEM). Fez a oposição, que vinha promovendo um verdadeiro arrastão pelo interior, descer do palanque. Pelos próximos 20 dias líderes oposicionistas estarão ocupados assistindo o governo vencer uma eleição de cartas marcadas.

Carlos Amastha avalia que saída demorou

O prefeito de Palmas, Carlos A­mastha (PP), acompanha de longe, mas não indiferente, o desdobramento da eleição indireta. Des­to­ando da maioria dos líderes de o­posição que questionaram os motivos da renúncia, o prefeito diz que não consegue entender as re­clamações. Para ele a renúncia de­morou. “Foi um governo que terminou sem nunca ter começado, melhor assim”, comenta. Amastha, que é o coordenador da terceira via, anuncia que deve reunir os partidos para tomar uma decisão. O grupo formado por PP, PT e PCdoB deve bancar a candidatura de Paulo Mourão.

Prefeito corre o risco de repetir erro de Júnior Coimbra

Amastha se deu conta que a candidatura de Marcelo Lelis (PV) vem crescendo e que re­presenta uma ameaça para 2016. Daí o discurso raivoso que não combina com o seu perfil contra Lelis e a senadora Kátia Abreu (PMDB). Amastha não pode repetir o erro do deputado Júnior Coim­bra, que na ânsia de combater os adversários internos virou defensor do siqueirismo.