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Elenil torce pela eleição do adversário

Quem torce pela eleição de Dertins é o suplente de deputado Elenil da Penha (PMDB), que em caso de vitória do adversário pode ganhar a o­portunidade de exercer oito meses de mandato. Com a oportunidade Elenil ganharia ain­da mais força para garantir presença na lista dos novos deputados que vão compor a próxima legislatura.

Marcelo diz que até o governo sabe da sua elegibilidade

Do limão a limonada. O ex-go­ver­nador Marcelo Miranda não po­dendo combater a propaganda governista que espalha a informação de que ele não será candidato porque está inelegível, resolveu u­sar a própria campanha como exemplo de que se é temido pelo go­­verno é porque tem condições de disputar as eleições. “Se não pos­so ser candidato, porque a mi­nha candidatura os preocupa tan­to?”, questiona o peemedebista, a­fir­mando que a campanha do go­verno está ajudando a esclarecer me­lhor este assunto da elegibilidade.

Oposição unida em torno de projeto comum

O ex-governador Marcelo Miranda garantiu em pronunciamento durante seminário realizado pelo PSD em Palmas no final de semana, e que contou com a presença do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, que os candidatos de oposição estão unidos em torno de um projeto de mudança para o Tocantins. Marcelo inclui nesta lista o deputado Marcelo Lelis (PV), o empresário Roberto Pires (PP), o ex-prefeito Paulo Mourão (PT) e o senador Ataídes Oliveira (Pros), além dele próprio.

Insegurança jurídica atinge governo

O deputado Freire Júnior observa que a insegurança jurídica que era privilégio da oposição agora atingiu também o governo. O deputado aponta que a candidatura do governador interino Sandoval Cardoso (SDD) à eleição in­direta coloca o governo em situação desconfortável. “Se for candidato Sandoval corre o risco de ter sua eleição contestada, perder o mandato e ficar inelegível”, comenta o parlamentar, informando que a oposição está se preparando para questionar na justiça a candidatura governista.

Kátia afirma que recusou compromisso de apoio

A tese de que a senadora Kátia Abreu (PMDB), ao indicar o aliado João Oliveira para compor a chapa majoritária de Siqueira Campos em 2010, o fez pensando em “amarrar” o governo, é no mínimo estapafúrdia, para não dizer criativa demais. O que a senadora teria a ganhar com esta estratégia? Na semana passada Kátia revelou que acordo fez para apoiar o ex-governador. “Se o senhor fizer um bom governo eu é que vou apoiar a sua reeleição, e se o senhor não fizer um bom governo eu que não quero o seu apoio”, disse a senadora em resposta à oferta de apoio de Siqueira Campos a sua candidatura a governadora em 2014, que recusou prontamente. A senadora conta que recusou fazer compromisso de apoio com Siqueira porque queria apenas o melhor para o Tocantins. Como não viu resultado foi obrigada a romper.

Entendimento muito difícil

Não pense que será fácil construir algum entendimento num cenário de incertezas, em que o governo já deu demonstração de que é capaz de tudo e a oposição de que não é capaz de resolver suas pendências internas. E não consegue por quê? Porque o governo tem sido eficiente em plantar obstáculos no caminho dos adversários. A desenvoltura do deputado Júnior Coimbra (PMDB) no combate ao prestígio político do ex-governador Marcelo.

Posição contrária de Amastha pouco importa

O deputado Irajá Abreu (PSD) não teme interferência do prefeito de Palmas, Carlos Amastha, na construção de união das oposições. O deputado aponta que quem é o pré-candidato do PP é o empresário Roberto Pires e quem dirige o partido é o deputado Lázaro Botelho, que são favoráveis ao entendimento neste esforço. Conclusão: a posição

Infidelidade pode eliminar metade dos candidatos

Dos dez pré-candidatos na eleição indireta, anunciados até agora, apenas cinco resistem ao critério de ano de filiação partidária como recomenda a legislação eleitoral. Os deputados José Augusto Pugliesi (PMDB), Marcelo Lelis (PV) e Irajá Abreu (PSD), o servidor público Nuir Júnior (PMN) e o ex-prefeito de Porto Nacional Paulo Mourão (PT). Estariam fora da disputa o governador interino Sandoval Cardoso (SDD) e ex-secretário de Relações Institucionais Eduardo Siqueira Campos (PTB), o senador Ataídes Oliveira (Pros) e o deputado Sargento Aragão.

Siqueira ainda “dá as cartas” de fora do poder

siqueira camposApós a renúncia o ex-governador Siqueira Campos (PSDB), que já vinha mantendo agenda de poucos compromissos, desapareceu. Ele ainda está “dando as cartas”, mas de casa para não parecer que continua mandando no governo. Apareceu em público pela última vez um dia após a renúncia, no dia 5, em Ipueiras, para prestigiar a inauguração de obras. Como declarou que ainda pretende servir ao Estado, não vai demorar a voltar às visitas ao interior para pedir voto, ainda que não seja candidato a carga algum.

Para Kassab, eleição de outubro será o teste do PSD

O presidente do PSD nacional, Gilbeto Kassab, avalia que o partido que começou a ser criado em 2011 teve um bom desempenho nas eleições municipais, mas agora nestas eleições é que será submetido ao teste definitivo. Ele avalia que as eleições para presidente da República, para governadores e para deputados e senadores será a oportunidade de a­valiar se o partido vai passar no teste. Se tiver o mesmo desempenho que teve nos municípios estará aprovado e com futuro garantido, caso contrário estará com o futuro comprometido.

Cleovan Siqueira visita o Tocantins

O presidente nacional do PL, ex-deputado por Goiás Cleovan Si­queira, acompanhou a visita do presidente do PSD ao Tocantins. Cleovan aproveitou para abraçar lideranças com a quais teve convivência em Goiás e hoje atuam no Tocantins, como o ex-governador Marcelo Miranda. O líder do PL diz que o partido tem alinhamento em nível nacional com o PSD.

“Goiás vai se surpreender se der uma chance para Friboi ser governador”

Ex-deputado peemedebista afirma que seu partido perdeu sucessivas eleições em Goiás por falta de renovação em seus quadros

A saga de um perdedor

“Inside Llewyn Davis” soa como um retrato desbotado de um importante momento histórico. Porém, os Irmãos Coen quiseram evitar jogar as luzes nos vencedores, preferindo olhar para os azarados, aqueles que ficaram pelo caminho

Comunidades terapêuticas são importante auxílio na recuperação de dependentes químicos

Locais, geralmente dirigidos por iniciativas privadas ou igrejas, mostram que é possível reintegrar esses indivíduos à sociedade

Thiago Marques assume comando da Comunicação da Secretaria de Indústria e Comércio do governo de Goiás

O jornalista Thiago Marques é o novo responsável pela Comunicação Setorial da Secretaria de Indústria e Comércio (SIC) do governo de Goiás. Thiago Marques vai trabalhar com o novo secretário, Bill O’Dwyer, indicado pelos líderes empresariais de Goiás e, sobretudo, de Anápolis. O jornalista fez um trabalho consistente na promoção da imagem da Secretaria de Educação, onde atuou ao lado do deputado federal Thiago Peixoto (PSD). Trata-se de um profissional que trabalha e, ao mesmo tempo, contribui na articulação política — sempre reconhecendo que a estrela é o secretário. Integrantes de algumas redações dizem que Thiago Marques tem o hábito de priorizar a redação do “Pop”. Se for verdade, é mesmo um problema sério e a reclamação deve ser feita diretamente ao presidente da Agência de Comunicação (Agecom), Orion Andrade, e, agora, a Bill O’Dwyer.