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O projeto de lei que trata da desapropriação de áreas onde foram constatadas a prática de trabalho escravo
Punições a peemedebistas que apoiem outro candidato que não o da legenda dependem de representações. Até o momento, só há pedido de expulsão a Frederico Jayme
Governadoriável tem direcionado sua campanha em caminhadas. Nas últimas duas semanas o candidato visitou 15 cidades
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Ao lado de integrantes da chapa pura e outros aliados do PT, Gomide fazendo caminhada em Anápolis[/caption]
Até quarta-feira (30/7) o candidato Antônio Gomide (PT) vai destinar sua campanha eleitoral a Goiânia e região metropolitana. Nesta segunda-feira (28), o governadoriável, acompanhado dos candidatos a vice-governador Tayrone Di Martino e da candidata ao Senado pelo partido, Marina Sant'Anna, realiza caminhada no Setor São Judas Tadeu, às 15 horas. A concentração será na entrada do Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Na manhã desta terça-feira (29), o candidato participa de entrevista em uma emissora da capital. À tarde, por volta das 13h, ficará por conta da gravação do programa eleitoral, coordenada por Alexandre Duarte, da empresa goiana Sambatango. Às 16h, o ex-prefeito de Anápolis fará caminhada na cidade de Guapó.
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Na quarta-feira (30), o candidato caminhará pelo Parque Amazônia. Às 16h será a vez de o Setor Cidade Jardim receber a equipe de Gomide. E no começo da noite o petista vai ao lançamento da candidatura de Edward Madureira, que almeja vaga na Câmera dos Deputados.
O governadoriável tem direcionado sua campanha em caminhadas. Nas últimas duas semanas o candidato visitou 15 cidades. Desde a pré-campanha, o petista dedica os finais de semana em compromissos nas cidades do Entorno de Brasília.
O petista teve seu nome nas relações de contas irregulares entregues pelo Tribunal de Contas dos Municípios ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO). Já o TRE deve julgar elegibilidade ou não do candidato ainda nesta semana.
No momento, uma comissão eleita pela classe está reunida com o secretário de Cultura, Aguinaldo Coelho
Decisão liminar se estende até que seja melhorada a infraestrutura do trânsito de Goiânia
Gilvane Felipe pediu pra sair da cadeira de secretário estadual de cultura de Goiás. Fez bem. Deve ser insalubre permanecer à frente da pasta da cultura num governo cuja Secretaria da Fazenda tem por esporte favorito apupar artistas goianos. Marconi precisa se definir entre o “governador que mais fez pela cultura em Goiás”, autoproclamado em reunião com artistas ocorrida no início do ano no Palácio das Esmeraldas, e o gestor pródigo em publicidade e austero nas artes. Naquela reunião o governador reparou um “erro técnico” na distribuição do recém aprovado Fundo Estadual de Cultura. Agora, os recursos do Fundo estão com quatro meses de atraso e o secretário da Fazenda diz que serão liberados em cinco parcelas a partir de agosto. A briga da Cultura com a Fazenda não é de hoje. Artistas que tiveram seus projetos aprovados via Lei Goyazes já viram os recursos atrasarem, minguarem ou simplesmente evaporarem. Enquanto secretário, Gilvane sempre comprou a briga, mas aparentemente sem apoio nem na base nem no topo do governo. Na base do governo Marconi (e de qualquer governo), é raro encontrar algum parlamentar que tenha apreço pela cultura – exceto a da soja, do algodão, da cana, etc. Já no topo do governo, se é verdade que o governador tem uma relação antiga com o segmento cultural, essa boa relação não tem sido suficiente para evitar os atrasos e cortes de repasse de recursos impostos ao setor pela equipe técnica da Fazenda. Sem sustentação nem na base nem no topo – que tem outras prioridades que não a cultura --, e atropelado pela inculta sanha fazendária, Gilvane pediu pra sair do governo. Mas não rompeu com o governador. Fiel a Marconi desde o movimento estudantil – em detrimento de partidos, do PC do B ao PSDB --, Gilvane não tem o perfil do operador político goiano tradicional. Com origem na esquerda acadêmica e mestrado na Sorbonne, ele não tem paciência para o bruto jogo da “realpolitik”, nem se encaixa em nenhum dos diversos grupos que gravitam em torno de Marconi – para o bem ou para o mal. À frente da Secult, do Sebrae ou da Sectec – cargos que ocupou nos governos Marconi --, seu grande e único trunfo sempre foi a amizade e o respeito do governador. Usado com mais moderação do que desejavam seus poucos companheiros, esse trunfo logrou despertar a inveja e a ira dos seus não raros desafetos. Agora, Gilvane sinaliza para Marconi que não deseja mais ocupar uma pasta acossada pelo estrangulamento fazendário. O novo titular da Secult, Aguinaldo Caiado de Castro Aquino Coelho – ou Aguinaldo Coelho, como prefere --, talvez tenha mais traquejo para administrar a crônica crise da Cultura com a Fazenda. Carioca de berço vilaboense, Aguinaldo carrega em sua assinatura algumas das mais tradicionais famílias goianas. Mas a formação no Rio de janeiro deu ao artista plástico e professor universitário a faceta cosmopolita de que toda tradição carece. Gestorexperimentado, Aguinaldo Coelho dirigiu por cerca de dez anos a área de patrimônio histórico e artístico da antiga Agepel (Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira). Atualmente é vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura. Ligado ao grupo do historiador Nasr Chaul – seu chefe nos tempos de Agepel --, Aguinaldo Coelho transita bem entre artistas, políticos (muitos deles amigos de sua família e alguns até seus parentes), e técnicos da burocracia do governo. Seus amigos vão da Cidade de Goiás à TV Globo, e seu perfil aglutinador bem pode conquistar para a Cultura os áridos corações do secretário José Taveira (Fazenda) e de seus assessores tecnocratas. Com todos os problemas, o governador Marconi não pode ser acusado de entregar a pasta da Cultura ao prosaico loteamento de cargos, como tanto já se fez e ainda se faz por aí. Aguinaldo Coelho é um artista gestor, como exigem os novos tempos; Gilvane Felipe é um intelectual surgido na boa safra da esquerda goiana dos anos 80, que migrou com talento e habilidade para os escaninhos do poder; e nasr Chaul empreendeu o Fica, o Canto da Primavera e o Centro Cultural Oscar Niemeyer, do qual é o administrador. Quadros para gerir a Cultura em Goiás, os marconistas já provaram ter. Quanto aos recursos, o secretário Aguinaldo precisará de muita verve para arrancá-los da Fazenda. Marconi só precisa ter cuidado para não implodir seus quadros do segmento cultural, que tanto diz prezar.
Ubaldo e Ariano
Em menos de uma semana, a literatura e a Academia Brasileira de Letras perderam os dois mais populares de seus autores. João Ubaldo Ribeiro e Ariano Suassuna, ambos nordestinos, produziram obras-primas, conquistaram os corações de milhões de brasileiros, e fizeram de sua literatura uma digna profissão. No Brasil de Sarney, não é pouca coisa.
Previsão de queda se dá mesmo após uma série de medidas de aquecimento da economia terem sido anunciadas pelo BC com objetivo de estimular o crédito e esquentar o mercado financeiro
Quinze nações apelaram ao “respeito pleno do direito humanitário internacional, sobretudo no que diz respeito à proteção dos civis” e enfatizaram que “as instalações civis e humanitárias, incluindo as da ONU, devem ser respeitadas”
A bordo do voo MH17, havia 283 passageiros -- sendo três crianças -- mais 15 tripulantes. Grã-Bretanha está encarregada de continuar investigações
Os adolescentes M.H.R.M. (13) e K.S.F. (15) estavam lanchando após saírem da igreja quando um motoqueiro se aproximou e disparou várias vezes contra os jovens
Passageiros foram retirados do veículo às pressas e ninguém ficou ferido
Atualmente, para todos os tipos da doença, o tratamento é feito com antivirais, basicamente o interferon e a ribavirina, com duração de 48 semanas
Nesta segunda-feira (28), às 8 h da manhã, o candidato do PT participa de debate com os candidatos ao governo de Goiás em uma rádio da capital
Em relação à disputa ao Senado, o apoio da igreja está dividido entre Vilmar Rocha (PSD), da base aliada, e Ronaldo Caiado (DEM), do grupo irista
Entre os candidatos à Presidência da República, nove têm nível superior completo e apenas dois ainda não têm um diploma

