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Estagiária do Jornal Opção vence o 2º Prêmio de Jornalismo do Estadão

Ela ganhou um estágio de nove dias no Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, na Universidade do Texas, em Austin

Hospitais vão ter de relatar embriaguez de menores

O vereador Wederson Lopes (PSC) apresentou ao plenário da Câmara de Anápolis projeto de lei que pode tornar obrigatória o relato imediato, por parte das instituições hospitalares do município, públicas ou privadas, ao Con­selho Tutelar ou ao Minis­té­rio Público, sempre que for registrada a entrada de crianças ou a­do­les­centes por uso de álcool ou dro­gas. A propositura foi apresentada na quarta-feira, 20. A no­ti­ficação deverá ser feita em até cin­co dias a partir do atendimento. Além de informações básicas, como nome do paciente, telefone e endereço residencial, o texto pre­vê que, sempre que possível, os hos­pitais informem o tipo de be­bida ou entorpecente utilizado pe­lo menor. Wederson acredita que com a obrigatoriedade, os pais te­rão melhores condições para mo­nitorarem e protegerem os filhos do contato com bebidas e drogas. E além da família, ele explica: “A proposta tem como objetivo munir de informações os órgãos responsáveis por proteger as crianças e aos adolescentes para que eles possam tomar alguma providência”. O texto aguarda análise da Comissão de Constituição Justiça e Redação para ser colocada em votação pelo plenário.

Falta de água incomoda moradores e vereadores

[caption id="attachment_13436" align="alignleft" width="300"]Ainda que em alerta pela falta de água, vereadores  se tranquilizam ao visitarem as obras da Saneago Ainda que em alerta pela falta de água, vereadores se tranquilizam ao visitarem as obras da Saneago[/caption] Após discussão sobre a falta de água em sessão ordinária na terça-feira, 19, vereadores visitaram o Ribeirão Piancó para fiscalizar as obras realizadas pela Saneago, que interrompeu o fornecimento de água nos últimos dias da semana. A professora Geli (PT) e Wederson Lopes (PSC) questionaram o longo período de torneiras fechadas e a desatenção do governo estadual pela necessidade de dois dias (20 e 21 de agosto) sem fornecimento, para execução da obra. Duas caixas de interligação possibilitarão o aumento do volume de água a ser bombeado. O diretor administrativo da Sa­neago, Luiz Humberto Gon­çalves Gomes explicou que está sendo feita a ampliação da estação de tratamento, que irá começar imediatamente. “Essas providências são esperadas há muitos anos pela população e por nossa empresa, que resolverá, neste primeiro momento, a falta de água histórica que aflige os anapolino.” Ainda que as melhorias previstas pelo diretor não tenha convencido os vereadores, que alertam sobre a proteção das matas ciliares e rios e que os problemas sejam resolvidos efetivamente apenas em 2030, além da crítica ao investimento que demorou a ser feito, eles ficaram mais tranquilos, após fiscalizarem a obra na quinta-feira. “Ficamos felizes em saber que os investimentos sanarão a falta de água em, ao menos, 90%”, disse Jakson Charles (PSB).

Por uma cidade limpa

O prefeito João Gomes (PT) prestou contas em reunião na terça-feira, 19, sobre o trabalho de retirada de catadores de lixo do aterro sanitário, determinado por lei do governo federal. A­pe­nas no começo, a ação é realizada há mais de um ano com a parceria entre a prefeitura, Ministério Pú­blico, Polícia Militar e Civil, GC Ambiental (responsável pela co­leta na cidade), Universidade Fe­deral de Goiás e as cooperativas Co­per­clan e Copersólidos, que se integraram no final de 2013. “Saímos da nossa zona de conforto. Este grupo começou uma história de superação e com certeza a tendência é melhorar por meio da atenção da administração municipal e do Ministério Público. Nosso objetivo é atender às cooperativas com ações de educação ambiental e o fortalecimento da coleta seletiva na cidade”, disse João Gomes.

Contadores de História

Douglas Vinícius Borges Ro­drigues, da Escola Pres­bi­te­riana Filadélfia, ficou em primeiro lugar com o texto “A ver­dadeira história do Lobo Mau”, na 2ª edição do projeto Con­tadores de História. Rea­lizado pela secretaria de Educação, o evento foi direcionados às crianças do 1° ao 5° anos de todas as 65 unidades escolares da rede municipal de ensino. O objetivo é contribuir com o desenvolvimento social, emocional e cognitivo dos estudantes, além de incentivar a leitura e despertar a sociedade para a literatura infantil. Todas as crianças foram premiadas e os finalistas receberam coletâneas de livros diversos. Com decoração do Sítio do Pica Pau Amarelo e de outros clássicos, a contação teve como palco o Senac, onde houve ainda apresentação de dança.

Iris Rezende tem valor histórico mas trava fortalecimento das oposições e renovação política em Goiás

O candidato do PMDB a governador, Iris Rezende, não impede a renovação apenas do PMDB. Ele é um dos principais responsáveis por impedir a ascensão política do socialista Vanderlan Cardoso e do petista Antônio Gomide

Marina pode ser um Collor de saias. E isso não é necessariamente um demérito

A candidata do PSB encarna um sentimento latente de intransigência. Seus eleitores veem nela a possibilidade de fazer com que tudo se reorganize de forma diferente — ainda que o País tenha de passar pelo caos

A contraintervenção da Rede desautoriza o vice Beto Albuquerque junto ao agronegócio

[caption id="attachment_13423" align="alignright" width="620"]Deputado Beto Albuquerque: escalado para vice de Marina, mas já esvaziado | Foto:  Fernando Frazão/Agência Brasil Deputado Beto Albuquerque: escalado para vice de Marina, mas já esvaziado | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil[/caption] “Ela que vá mandar na Rede dela, não no PSB”, a frase nervosa com que o socialista histórico Carlos Siqueira excomungou a intervenção da presidenciável Marina Silva no comando da campanha eleitoral revela a explosão do choque cultural latente no partido desde que recebeu, mas ainda não absorveu, o desembarque da Rede marineira em outubro do ano passado. A mudança que Marina impôs no comando da campanha e levou Siqueira a afastar-se da coordenação eleitoral representa a contraintervenção. Trata-se de uma reação à intervenção do PSB, que, dono da casa, montou com a sua gente o comando da campanha desde a candidatura de Eduardo Campos e escolheu Beto Albuquerque, agora diminuído pela presidenciável. A candidata marinou a chefia da campanha. Na coordenação, onde Siqueira reinava sozinho, Marina colocou em sua companhia o marineiro Walter Feldman como adjunto, reforçado depois pela companhia da deputada paulista Luiza Erundina. Na tesouraria, onde brota o dinheiro para a campanha, instalou Bazileu Margarido no lugar do socialista Henrique Costa. Outro socialista histórico, Milton Coelho, avisou ao PSB que se afastaria da coordenação de mobilização e articulação na campanha. O sociólogo Diego Brandy, que cuida da análise de pesquisas de opinião examina o que fará de seu trabalho sob a nova ordem marineira. Está no PSB desde 2006. Veio para a primeira campanha de Campos pelo governo de Pernambuco. As mudanças não agradaram Siqueira, sempre prestigiado no PSB desde os papéis políticos que desempenhou há mais de 30 anos junto ao ex-governador Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos. Com esse prestígio, foi chefe de gabinete do ministro da Saúde nos anos 90, quando o então presidente Itamar Franco brindou o PSB do amigo Jamil Haddad com o ministério. Agora desprestigiado por Marina Silva, Carlos Siqueira afastou-se também do segundo posto na hierarquia do PSB, a secretaria, onde reinou historicamente com a bênção e os serviços da família Arraes. Ao se retirar da campanha e da secretaria, alertou os repórteres quando perguntaram sobre a reação da viúva de Campos, Renata: — Não falou comigo e não deve saber o que está se passando. Mas ela é uma mulher inteligente e capaz, e vai saber que não podemos oferecer uma candidatura que procede dessa maneira. Com esse ímpeto de dominação, Marina chegou a dispensar o vice Beto Albuquerque de coletar dinheiro para a campanha junto aos ruralistas. Se não tem a obrigação de arrecadar fundos junto ao seu próprio meio, o agronegócio, qual será o valor das ações do líder do PSB na Câmara como negociador político em nome do partido? Nem se diga em nome da candidata. Ao acenar ao mercado, a presidenciável indicou dois ambientalistas para os negócios na área ruralista João Paulo Capobianco e o vereador paulistano Ricardo Young, também empresário. Outro autorizado a negociar dinheiro é Guilherme Leal, sócio da empresa Natura e candidato a vice na chapa presidencial de Marina em 2010.

Amazon sugere que livrarias melhorem serviços aos leitores ou fechem as portas

bezos1 A Amazon (www.amazon.com.br), maior livraria virtual do mundo, está no Brasil desde quinta-feira, 21, oferecendo, além de mais de 2 milhões de e-books, 150 mil livros impressos de 2.100 editoras brasileiras. “É o maior catálogo de livros em português no país”, afirma o gerente geral do grupo no Brasil, Alex Szapiro. Não resta dúvida de que a Amazon facilita a vida dos leitores e deve contribuir para melhorar os serviços das livrarias (e até das editoras) brasileiras. A concorrência é um incentivo à melhoria do atendimento do leitor. A Fnac de Goiânia, para ficar num exemplo, trata o leitor como se não existisse. Recentemente, comprei uma biografia do Frei Tito pela Livraria Cultura (a melhor do país no atendimento virtual) e o livro demorou mais de um mês para chegar. As livrarias físicas de Goiânia, como Saraiva, Fnac e Nobel, já estavam vendendo a obra. Mas, se beneficia os leitores, com preços mais baixos, a Amazon joga pesado e contribui para o fechamento de livrarias físicas e provoca crise até em grandes editoras, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa. Há uma briga sem quartel entre a livraria e a Editora Hachette, que não aceita vender segundo seus preços. Autores como os best selleres John Grisham e Stephen King — e mais 900 escritores — ficaram ao lado da editora As editoras Record, Companhia das Letras e Novo Conceito saudaram a chegada da Amazon. Mal sabem o que está prestes a acontecer. A livraria vai promover, a médio prazo, uma verdadeira guerra com livrarias e editoras. Jeff Bezos, o chefão da Amazon, joga pesado, especialmente quando se sente fortalecido localmente. Dá para controlar a Amazon? Não dá. Os Estados Unidos não deram conta. França e Alemanha tentam mantê-la sob controle. Mas sua relação forte com o leitor, com a política de preços mais baixos, é praticamente invencível.

Patrícia Poeta e William Bonner: jornalismo da TV Globo que escandaliza por ser crítico

bonner e poeta William Bonner e Patrícia Poeta fizeram entrevistas exemplares com Eduardo Campos, Aécio Neves e Dilma Rousseff. Os jornalistas não “alisaram” nenhum dos candidatos e fizeram perguntas críticas cruciais. Aécio e Dilma não gostaram, evidentemente, porque no Brasil todos querem que o jornalismo seja o sorriso do poder e a cárie da sociedade. Militantes atacam a TV Glo­bo, fazendo referências à sua ligação com o regime militar. Os militares não estão no poder há 29 anos e a Globo se tornou crítica e, como as entrevistas mostram, com todos. Seus proprietários, diretores e editores podem ter simpatia por algum candidato — talvez Aécio Neves (e Dilma Rousseff tende a ser o plano b) —, mas as entrevistas foram deliciosamente objetivas.

A candidata chamada para salvar os socialistas revelou-se um anjo exterminador no PSB

[caption id="attachment_13416" align="alignright" width="620"]Marina Silva, candidata à Presidência: passasgem temporária no PSB antes de embarcar na sua Rede Sustentabilidade | Fotos: PSB/Divulgação Marina Silva, candidata à Presidência: passasgem temporária no PSB antes de embarcar na sua Rede Sustentabilidade | Fotos: PSB/Divulgação[/caption] No mesmo dia em que moldou o comando da campanha presidencial à sua feição, Marina Silva confirmou que está no PSB de passagem à espera da construção jurídica de sua casa, a Rede Sustenta­bilidade. Numa reunião forçada por dirigentes dos partidos nanicos, nervosos porque se aliaram ao PSB de Campos, mas ainda não receberam ajuda eleitoral em dinheiro, ela abriu o jogo: — Eu espero que, em 2018, o PSB eleja um nome do partido para presidir o Brasil. A confissão espantou os dirigentes aliados. Ao manifestar a sua transitoriedade socialista, Marina induz ao entendimento de que seus compromissos, sendo passageiros, não são sólidos. E os quadros do PSB, ressentidos pela perda das certezas de Eduardo Campos, podem se tornar ainda mais inseguros, a seis semanas do primeiro turno federal e estaduais. A franqueza messiânica de Ma­ri­na pode atingir, por exemplo, os can­didatos socialistas a governador. Sem sentir firmeza na companhia ma­rineira, eles podem estabelecer alianças paralelas com o PSDB de Aé­cio Neves ou o PT de Dilma Rous­seff. O fenômeno pode se irradiar pelos candidatos a senadores e deputados. Foi um tiro no pé marineiro. Porém, não é nada, pode se dizer que, num intervalo de quatro dias, Marina Silva derrotou a essência do PSB, o orgulho pessebista três vezes. Impôs primeira derrota socialista, digamos, ao desembarcar em Recife na véspera do enterro do líder abatido na queda de avião. Como messias, ela declarou: — Tenho senso de responsabilidade e compromisso com o que a perda de Eduardo nos impõe. Com as 15 palavras da frase, Ma­rina aceitava a missão de substituir o presidenciável morto. A aceitação derrotava o PSB ao expor a im­potência do partido pós-Cam­pos por não ter alguém em seu próprio quadro à altura da tarefa sucessória. A segunda derrota do PSB veio na última quarta-feira, quando Marina desfechou o golpe com que chamou a si o controle da campanha, trocou quadros antigos do partido por gente de confiança recrutada na Rede. Em seguida, derrotou novamente na declaração que fez aos dirigentes dos partidos aliados, no mesmo dia. Consolidado como hotel de trânsito de uma candidata, o PSB sofrerá mais uma derrota quando Marina se mudar para a casa real, a Rede. Se for eleita presidente, a mudança se tornará uma marca histórica capaz de sobrepujar os feitos até agora registrados na história do partido. Os socialistas ficariam órfãos de condutores da legenda. Ainda na área messiânica, quando chegou ao velório em Recife, Marina atribuiu à providência divina a decisão, três dias antes, de não embarcar naquele voo da morte para seis pessoas que acompanharam Campos até o fim do fim. “Existe uma providência divina em relação a mim, a Renata, ao Miguel e ao Molina”, referiu-se a quatro pessoas que poderiam estar no mesmo voo. Em matéria de pressentimentos, a viúva de Campos, Renata, recomendou ao PSB a escalação da vice Marina na vaga do marido. Res­sa­bia­dos, socialistas traquejados vacilavam por causa da desconfiança quanto à candidata que chegava de fora e estava ali em trânsito. Ren­de­ram-se, no entanto. Mesmo assim, Renata pressentiu que deveria trabalhar duas vezes na campanha: — Como participei a vida toda de campanhas, não será diferente nesta. Pelo contrário, eu tenho a sensação de que tenho que participar por dois.

Direito de resposta de José Eduardo Siqueira Campos

Eduardo Siqueira Campos decidiu optar por concorrer ao cargo de deputado estadual por dois motivos: primeiro, abrir espaço para a renovação e segundo, para ficar mais no Tocantins, mais perto de seu povo e de sua família. Afirmar que Eduardo, ao escolher se candidatar para a As­sembleia Legislativa, está armando um “golpe” é uma tentativa infeliz de confundir a cabeça do eleitor. Sandoval foi eleito legitimamente e, por suas ações à frente do Governo do Estado, tem recebido o apoio e a aprovação não só de Eduardo, mas de muitas e cada vez mais pessoas. É a renovação que o Tocan­tins tanto esperava. Eduardo Siqueira Campos é um homem público respeitado em todo o País, duas vezes deputado federal, senador eleito com 74% dos votos depois de ser o prefeito das obras em Palmas, vice-presidente do Congresso Nacional e secretário de Estado que implantou os programas municipalistas que fazem do Estado, hoje, um canteiro de obras. Reputar a Eduardo um “golpe”, uma “manobra”, ao optar — com a humildade dos fortes — por um novo começo na política como deputado estadual é uma estratégia cruel e desrespeitosa, que terá seu troco nas urnas com uma votação expressiva de um povo que reconhece a capacidade e o histórico de quem foi e ainda é decisivo para um Tocantins melhor. Se você está lendo esta nota é porque este espaço foi ganho na Justiça, que também entende que difamação e afirmações sabidamente inverídicas, na pior das hipóteses, devem ter Direito de Resposta. Na verdade, segundo o jornalismo ético, não deveriam sequer ser publicadas. *Por ordem monocrática do Desembargador Eleitoral Relator do Tribunal Eleitoral do Tocantins, Eurípedes do Carmo Lamounier.

A semana foi marineira e o PT teria pesquisa com a derrota de Dilma no segundo turno

O senador petista Jorge Viana pertence ao Acre como Marina Silva (PSB/Rede), mas são adversários no Estado, governado pelo irmão e companheiro Tião Viana. Outras semelhanças entre os Viana é que eles são influentes no PT e gostam de vazar informações do poder para jornalistas amigos. Numa semana dominada pela as­censão de Marina, Jorge Viana vazou a informação de que o PT dispõe de uma pesquisa interna na qual Marina amplia sua vantagem sobre Aécio Neves no primeiro turno. Depois derrota a presidente Dilma Rousseff na segunda rodada. A pesquisa interna teria sido discutida pelo comando do PT com Lula e Dilma numa reunião realizada na noite de quarta-feira, no Alvorada. No primeiro turno, a reeleição da presidente seria a mais votada com uma cotação perto de 40%. Marina teria mais de 20 pontos. Aécio ficaria próximo aos 15%. Nas sondagens abertas ao pú­bli­co, o primeiro levantamento eleitoral depois da morte do socialista E­duardo Campos, apurado há dez dias pelo Datafolha, Dilma está na frente com 36%. A seguir, Ma­rina e Aécio no chamado empate técnico; ela com 21 pontos e o tu­cano com 20. Portanto, na amostra do PT, no fim de semana subiu o prestígio das candidatas e caiu o de Aécio. Nas contas do PT, no segundo turno Marina vence Dilma fora da margem de erros prevista pelos institutos, ou seja, sem empate técnico. No Datafolha, na segunda rodada Marina arrebata 47% e Dilma fica com 43. Aí, haveria o empate técnico, pois a margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo. Na segunda disputa com Aécio, Dilma bateria o concorrente por 49 a 37 pontos. Na pesquisa secreta do PT já haveria no primeiro turno a polarização entre o partido e o PSB/Rede. Mas a preferência petista predominante é levar Dilma à segunda rodada contra Aécio, mantida a rivalidade com os tucanos. No levantamento aberto do Datafolha não há polarização porque Marina entrou no jogo com mais votos que Campos, que obteve 8% em julho. Na pesquisa realizada em agosto, a no calor da morte do socialista, a rejeição a Dilma era a campeã, com 34%, quase o dobro da taxa de Aécio, 18. Marina tinha 11%.

“Marcelo Miranda vai ter a maior vitória do Brasil nessa eleição”

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