Notícias

Encontramos 147224 resultados
Por que Ronaldo Caiado não faz criticas à venda da usina de Cachoeira Dourada?

O eleitorado não entende por qual motivo o deputado federal Ronaldo Caiado, um político comprovadamente íntegro, não faz críticas à venda da usina de Cachoeira Dourada por uma ninharia. O que praticamente destruiu a Celg foi a venda de sua galinha dos ovos de ouro.

Ebola: morre freira congolesa que trabalhava com padre infectado na Libéria

África Ocidental enfrenta o pior surto de ebola das últimas quatro décadas. Epidemia é emergência internacional A freira congolesa Chantal Pascaline, que trabalhava com o padre espanhol infectado pelo vírus do ebola em um hospital da Libéria, morreu neste sábado (9/8) devido à febre hemorrágica, informou a Ordem Hospitaleira de São João de Deus. Pascaline, de 47 anos, estava no Hospital de São José de Monróvia, capital da Libéria, assistida pelo enfermeiro voluntário camaronês William Ekeurm, assim como dois outros religiosos infectados, a freira da Guiné Equatorial Paciencia Melgar e o padre de Gana Georges Combey. Assim como o padre espanhol Miguel Pajares e a freira de origem espanhola Juliana Bonoha, levados na quinta-feira (7) para a Espanha, os três religiosos africanos prestavam assistência a doentes de ebola naquele hospital liberiano. Em comunicado, a ordem religiosa informa que prepara uma equipa de profissionais de saúde para enviar o mais rapidamente possível à região, no âmbito da campanha "Paremos o ebola na África Ocidental". Pajares, de 75 anos, foi infectado pelo vírus e seu estado de saúde é estável. Bonoha, de 65, foi internada por suspeita de infecção, não confirmada até agora, e está sem sintomas e em bom estado geral, segundo o Hospital Carlos 3º de Madri, onde estão internados. A Libéria é um dos quatro países da África Ocidental que enfrentam o pior surto de ebola das últimas quatro décadas. A epidemia é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) emergência internacional. Desde fevereiro, o vírus infectou mais de 1.700 pessoas - mais de 900 morreram, na Serra Leoa, Guiné-Conacri, Libéria e Nigéria, segundo a OMS.  

A CPI do Metrô era contra os tucanos, mas joga o PMDB contra o PT em São Paulo

O PT atirou no que viu e acertou no que não viu. Ainda no meio do primeiro semestre, quando a oposição batalhou pela CPI da Petrobrás para investigar a compra da Refi­naria de Pasadena, o PT deu o troco com a articulação de outra comissão parlamentar de inquérito para examinar fraudes no metrô de São Paulo ao longo dos 20 anos de governo do PSDB. Saíram até duas CPIs da Pe­trobrás. Como o PT impôs que a CPI fosse do Senado, onde os governistas deitam e rolam, a oposição conseguiu criar outra, mas mista, com senadores e deputados. A primeira, exclusiva de senadores, passou a ser boicotada pelos oposicionistas. Enquanto isso, os petistas deixaram a CPI do Metrô dormitar à espera da ocasião oportuna. O momento seria agora, quando a campanha eleitoral começa a esquentar. Aí, veio a desilusão. O PT não conseguiu colocar a CPI nos trilhos, também mista, na quarta-feira. Os petistas pediram um gesto de boa vontade ao PMDB, mas ainda não levou porque a disputa eleitoral entre os dois partidos em São Paulo não permite gestos de desapegos sem reciprocidade à altura. A boa vontade seria os peemedebistas cederem a presidência e a relatoria da comissão, que seriam ocupadas por dois petistas paulistas, respectivamente, senador Eduardo Suplicy e deputado Renato Simões. O raciocínio era que a presidência, pelo costume, seria do PMDB, mas o partido não tem senador no Estado. Além disso, possui apenas dois deputados que estão fora do jogo no partido, Gabriel Chalita e Edinho Araújo. Acontece que o PMDB não quer empurrar a CPI se o PT estiver no comando. Por isso, na malograda tentativa de ação na quarta-feira, os peemedebistas indicaram o correligionário João Alberto, senador pelo Maranhão, mas ele não compareceu. Ausente, não poderia ser eleito, mesmo que o costume com o PT seja deixar a presidência para o PMDB. A resistência peemedebista inclui o líder do partido no Senado, Eunício Oliveira. Candidato a governador do Ceará, ele está na bronca com a presidente Dilma porque ela preferiu apoiar no Estado o Pros do governador Cid Gomes, cujo candidato é o deputado estadual Camilo Santana. O favorito nas pesquisas é o senador. Sobretudo, o impasse na CPI do Metrô está na disputa pelo governo de São Paulo. O PT deseja o comboio para transportar até o palácio o companheiro Alexandre Padilha. Porém, o PMDB também possui candidato ao expediente no Palácio dos Bandeirantes, o empresário Paulo Skaf, muito mais forte nas pesquisas do que o ex-ministro da Saúde que Lula fez candidato

Aumento da criminalidade em Goiás se deve à “segurança petista” do governo estadual

Para fazer bonito diante do Ministério Público, Judiciário, OAB e universidades, o governo goiano aplicou cegamente a política esquerdista de transformação dos bandidos em vítimas da sociedade — o que contribui para o aumento da criminalidade no Estado

Ex-líbris ou a arte de personalizar os livros

“Livro dos Ex-Líbris”, organizado por Alberto da Costa e Silva e Anselmo Maciel, traz a história do ex-líbris, sua origem, os grandes colecionadores e o papel que desempenhou em vários períodos, além de ex-líbris selecionados de cinco grandes coleções nacionais

Equilíbrio na pesquisa do Ibope inclui eleitores indecisos e votos brancos ou nulos

Complicou-se a avaliação de tendência na mais recente pesquisa presidencial do Ibope porque, além da estabilidade dos candidatos principais, a queda de três pontos nos votos brancos ou nulos é compensada de alguma forma pelo aumento de outros dois entre os eleitores indecisos. Na pesquisa de abril, os votos brancos ou nulos eram de um quarto dos eleitores, 24%. Des­ceram a 13% em junho e subiram a 16% em julho. Caíram a 13% agora em agosto. Os indecisos eram 13% em abril. Diminuíram para 8% em junho e foram a 9% em julho, Em agosto, são 11%, conforme o levantamento entre o último domingo e quarta-feira. Sempre na ponta, a reeleição da presidente Dilma manteve os 38% de julho. Aécio Neves (PSDB) subiu um degrau, estava com 22% e passou a 23. E­duardo Campos (PSB) também subiu um ponto, foi de 8% a 9. Todos os outros sete candidatos tinham, juntos, 7% por cento em julho e ficaram com 6 em agosto. Se dependesse da última pesquisa, a realização do segundo turno ficaria indefinida. Os 38% de Dilma empatam com os 38 pontos alcançados pelos outros nove candidatos. Mas, se houvesse o novo turno, Dilma teria 42% contra 36 de Aécio. A vantagem seria o dobro na disputa com Campos: 44% para Dilma e 32 para o adversário.

O vale-tudo do Planalto falsifica a biografia de jornalistas que não agradam ao poder

A assessoria presidencial encontrou uma fórmula para censurar a imprensa enquanto o governo não cria o controle social da mídia que o PT defende

A diáspora que está em nós

“Jó, Romance de um Homem Simples” agradará a leitor comum e a leitor exigente, pois Joseph Roth tem a magia de um povo milenar cujas narrativas já seduziram todo gênero de público. O romance se insere entre as grandes narrativas do princípio do século 20

Os nervos de Lula demonstram como ele receberia a derrota de Padilha em São Paulo

[caption id="attachment_12169" align="alignleft" width="300"]Lula da Silva: irritação com os baixos índices de seu candidato-poste Alexandre Padilha em São Paulo | Foto: Paulo Pinto/Analiticana Lula da Silva: irritação com os baixos índices de seu candidato-poste Alexandre Padilha em São Paulo | Foto: Paulo Pinto/Analiticana[/caption] A menos de dois meses das eleições, os nervos de Lula de­monstram a revolta com que receberá a derrota de Alexandre Pa­dilha, o candidato que indicou ao PT para a disputa do governo de São Paulo, mas não decola nas pesquisas apesar de todo o seu apoio. Ao lado da presidente Dilma, acusou a Globo de “sacanagem” ao tramar a derrota de Padilha. Tudo porque a TV Globo iniciou a divulgação do dia de campanha de candidatos a governador em São Paulo. Mas, no “Jornal Nacional”, só entra quem tenha mais de 6% nas pesquisas do Ibope. No SP TV quem tiver mais de 10%. Padilha tem cinco. Lula esbravejou na quinta-feira, quando participou de um encontro com centrais sindicais em São Paulo. “Decidiram que só vão co­locar na televisão do principal jornal deste país os candidatos acima de seis por cento das intenções e não os pequenos”, indignou-se porque a ausência de Padilha prejudica também a reeleição de Dilma, que não recebe menção. Em sua linguagem rude, Lula acusou a Globo, sem mencioná-la, de fazer oposição ao governo federal. “É porque, como eles estão com a política de criticar de manhã, de tarde e à noite, eles querem fazer os adversários crescerem”, acusou e reiterou com o caso do jornal local: — Em São Paulo, a sacanagem é tamanha que eles decidiram que só vão colocar os candidatos acima de 10 por cento para tirar o Padilha da televisão. Cada eleição é uma sacanagem.

Leitores falam sobre os assassinatos de mulheres em Goiânia e o suposto serial killer

[caption id="attachment_12154" align="alignleft" width="270"]Assassinato de jovens assusta a população de Goiânia e leitores comentam Assassinato de jovens assusta a população de Goiânia e leitores comentam[/caption]

Pontos em aberto sobre a violência contra as mulheres

Allan Barreto Motocicletas pretas e homens com a compleição física do suposto matador existem aos milhares na Grande Goiânia. Então, dificulta, e muito, a identificação. Fica, novamente, a pergunta: todos os assassinatos foram praticados com a mesma arma? A imprensa caminha sem rumo, ignora as lacunas nas informações da polícia e, também, que existe o Instituto de Cri­mi­na­lís­tica, vizinho da Delegacia de Ho­mi­cí­dios, onde são feitos os laudos ca­da­véricos das vítimas e os exames de balística, imprescindíveis na definição da autoria dos crimes. Por que ninguém ainda não foi lá perguntar sobre as conclusões dos peritos? Há outro ponto em aberto. Se dividirmos a cidade ao meio, tendo como linha referencial a Goiás e a Rua 84/90, os assassinatos ocorreram só na porção oeste, assim como há a ausência de loiras entre as supostas vítimas. Qual seria a lógica? É preciso e é salutar diferenciar a violência comum das dos crimes contra a vida. É quase impossível, numa sociedade como a nossa, impedir que uma pessoa se arme e atente contra a vida de outra. Nos crimes contra o patrimônio, a polícia só enxuga gelo, pois as penas mínimas são mínimas mesmo e a legislação penal oferece uma infinidade de recursos para possibilitar, ao bando, responder a pena em liberdade. É o já conhecido “prende e solta”. Também, há mais de 20 mil mandados de prisão a serem cumpridos em Goiás. Contudo, não há vagas disponíveis nos presídios e cadeias públicas. Os juízes das Varas dos Crimes Contra a Vida, da comarca de Goiânia, já expediram oito mandados de prisão preventiva de supostos matadores de mulheres na cidade, o que afastaria, em tese, a existência de um único serial killer. Allan Barreto é jornalista.  

“Goiânia é muito violenta desde os anos 80”

Marcus Maggioli Agora está caindo a ficha do pessoal de que Goiânia é perigosa. Não é exatamente de hoje isso. Essa cidade já era o caos na década de 90. Ti­nha favela “megatensa” (Vietnã), gru­po de extermínio (“moto do a­lém”, Setor Jaó), houve confrontos (Par­que Oeste, a questão das vans), bri­gas de gangue realmente tenebrosas (basta dizer que a Inferno Verde ti­nha sede ao lado da Praça Cí­vi­ca), arrastões. Não estou falando que ho­je é pior ou melhor: estou dizendo que violência não surge do dia pra noi­te e que ao menos desde a década de 80 Goiânia é uma cidade muito violenta. Marcus Maggioli é publicitário.  

“Um sujeito assim pode ser ressocializado?”

Miguel Silva Em relação à matéria “Polícia Civil e SSP querem encerrar polêmica do suposto serial killer que atua em Goiânia” (Jornal Opção Online), para criminosos como esse degenerado, só há duas formas de punição aceitáveis: prisão perpétua ou pena de morte. Ficar encarcerado até o último suspiro (como está o psicopata Charles Manson na Califórnia, há mais de 40 anos) ou injeção de dose letal de cloreto de potássio na veia. Não há meio termo. Ou alguém acredita que um tipo como esse pode ser “ressocializado”? Acreditar nisso é o mesmo que acreditar em Papai Noel. E-mail: [email protected]  

“O criminoso gosta da notoriedade do caso”

Marco Almeida Não há nada que afirme não ser um psicopata. As características das vítimas demonstram isso. Se formos traçar um perfil desse indivíduo, provavelmente alguém com a idade entre 20 e 40 anos, ele tem um trabalho que lhe permite circular pela cidade, gosta da notoriedade que o caso está tendo e, garanto, não vai parar. Ele está se deliciando com essas mortes. Creio que, na mente dele, já está “matando” outra pessoa com as mesmas características. Ele tem acesso a todas as notícias relacionadas aos crimes e conhece como a polícia age. E-mail: [email protected]  

“Autoridades alienadas à realidade do povo”

Talmon Pinheiro Lima Sobre o tema da violência causou-me espanto as declarações do Secretário de Segurança [Joaquim Mesquita] asseverando se sentir seguro em Goiânia, onde circula sem seguranças, a pé e de madrugada, retornando de danceterias do Setor Bueno. Essas declarações (infelizes, a meu ver) adicionaram o tragicômico a esse drama, embora comprovem que nossas autoridades vivem alienadas à realidade do povo.  

“Estamos todos com medo. Não aguentamos mais”

Fernando Freitas Acabo de ler a reportagem “Em discurso duro, Marconi diz que oposição torce por ‘mais homicídios’ em Goiás” (Jornal Opção Online). Essa conversa é para transferir a responsabilidade dos altos índices de violência para a oposição? Ninguém torce contra, muito pelo contrário: se nos últimos três anos tivessem trabalhado e investido em segurança não estaríamos nesta situação. Queremos segurança! Queremos que nossas famílias transitem pela cidade sem a “escolta” do marido e pai, pois acreditam que assim estarão mais seguros, mas não estão. Estamos todos com medo. Não aguentamos mais, pois, acreditem, deixamos de fazer muitas coisas em função da insegurança que vivemos e não falo apenas por minha família. E-mail: [email protected]  

“Não se tapa o sol com uma peneira”

Carlos Spindula Sem palavras que expressem meu horror e minha indignação com o que está acontecendo, com a impunidade total e a absoluta insegurança que estamos vivendo. Que­ro fugir desta cidade com minha fa­mí­lia, ou melhor, deste País. Se isso que a polícia quer mostrar que são casos distintos, se isso for verdade geraria ainda mais pânico, pois se­riam não uma, mas sim várias dessas bestas-feras soltas na cidade. Não se tapa o sol com uma peneira! E-mail: [email protected]  

“Repórter expõe a situação de forma lúcida”

Adriano Ramos Enquanto na reportagem “Atuação de serial killer em Goiânia não é descartada e delegados do interior vão ajudar em investigações” (Jornal Opção Online) Marcello Dantas expõe de forma lúcida e clara a situação dentro de um panorama de aumento da violência geral em Goiânia, em outro jornal a manchete expõe a 12ª vítima do suposto serial killer da moto preta. Esses dias, no almoço, eu que ainda não tinha visto a cobertura do outro jornal fiquei sabendo da “37ª vítima”. Vim procurar aqui outras notícias a respeito. E-mail: [email protected]  

“Goiás terá de optar entre irrigar ou produzir energia”

[caption id="attachment_12157" align="alignleft" width="263"]Usina hidrelétricas: conflito irrigação versus hidroeletricidade Usina hidrelétricas: conflito irrigação versus hidroeletricidade[/caption] Ivan Bispo Li a reportagem “Celg é essencial, mas há outros meios para solucionar o problema da energia” (Jornal Opção 2039), de Marcos Nunes Carreiro e tenho algumas observações sobre o tema. O potencial de geração de energia a partir de hidrelétrica no Estado de Goiás, hoje, é pequeno. A vocação de Goiás é agropecuária. A geração de energia hidrelétrica já começa a mostrar os conflitos que vivenciaremos, como o da irrigação versus hidroeletricidade em Cristalina. Gerar 52,5 megawatts impede a irrigação de milhares de hectares, algo acima de 80 mil. Na “Revista Geociências”, número 33-2, foi publicado um trabalho de conclusão de um curso de especialização que fala do conflito irrigação versus hidroeletricidade: Goiás terá de fazer a opção, se quer gerar energia por via de hidrelétrica ou produzir alimentos via irrigação. O problema de falta de energia em Goiás é que não existem li­nhas de transmissão. O Estado ex­porta mais de dois terços da energia produzida e não conta com linhas para distribuição interna. Falar em PCHs [pequenas centrais hidrelétricas] como solução para a falta de energia elétrica é sofismar. Será que nos nossos rios poluídos, como o Meia Ponte e o São Bar­tolomeu, seja possível construir PCHs para gerar energia limpa? Não. O conflito en­tre o saneamento e a geração energia vai potencializar a poluição dos rios. Em Goiás temos um potencial e­norme para geração de energia de biomassa. Muito se fala no bagaço da cana. Mas, e o eucalipto? Temos con­dições de gerar quantidade grande? Sim! Falar em construir PCHs em Goiás é só para provocar impactos ambientais, porque a quantidade energia gerada será ínfima diante do potencial da biomassa. Ivan Bispo é ambientalista. E-mail: [email protected]  

“Vontade imediata de assistir ao filme”

Edmar Carneiro Adorei o texto “A prisão perpétua de quem vive com medo de amar” (Jornal Opção 2039, caderno Opção Cultural), de Rafael Teodoro. Fiquei com vontade imediata de assistir ao filme [“O Segredo dos Seus Olhos”]. Parabéns. E-mail: [email protected]  

“Gravíssimo a PM não saber que maconha não causa overdose”

Marcus Fidelis Parabéns pela matéria “O dia em que a PM goiana deu diploma de médico ao pirata Jack Sparrow” (Jornal Opção 2039, coluna “Imprensa”), mas ela contém um erro: a reportagem falsa não foi reproduzida [pelo Proerd] em 29 de julho. Ela estava lá desde janeiro. Já tinha tido 4,8 mil compartilhamentosno Facebook e 515 no Twitter até então. Ainda dá para ver no “cache” do Google. Quem dá aulas sobre drogas não saber que maconha não causa overdose, é gravíssimo. Existe uma única possibilidade de acontecer morte por trauma com maconha, como contou o dr. Antônio Nery Filho em palestra no Ministério Público (MP-GO) em 2011: desabar a carga de um caminhão carregado de maconha sobre o coitado. E-mail: [email protected]   [caption id="attachment_12160" align="alignleft" width="140"]Renato Meirelles Renato Meirelles[/caption]

“Entrevista para entender o porquê de tantas mudanças”

Fabiana Pereira Adorei a entrevista com Renato Meirelles (Jornal Opção 2025), intitulada “A nova geração é muito crítica e não vai mais suportar as mentiras dos políticos”. Muito bem escrita e que me faz entende o porquê de tantas mudanças acontecendo neste novo Brasil e de todas as mudanças que ainda estão por vir. E-mail: [email protected]  

“Ótica caolha de peemedebistas”

Arthur de Lucca Parabéns a Patrícia Moraes Machado pelas perguntas firmes na entrevista de Barbosa Neto (Jornal Opção 2039). Aliás, esse político, que não difere nada dos outros, mandou na entrevista uma teoria que é “só dele” quando afirmou: “Os 16 anos do governo atual ge­raram cansaço na população.” O outro “oportunista”, Sandro Sco­dro [deputado Sandro Mabel, do PMDB], insistiu também em uma semelhante “fadiga de material”. O interessante é que a população, segundo a ótica caolha de ambos, não se cansou ainda dos mais de 50 anos “politicando” do vetusto dr. Iris Rezende. Esque­ceram-se de que o maior hospital de Goiânia ficou fechado por sete anos na administração peemedebista. Esqueceram-se dos escândalos BEG/Astrográfica, Caixego e todos aqueles milhares surgidos e não apurados, ou melhor, não dados em nada — se dessem, a Papuda estaria mais populosa. O risível é que Mabel, na entrevista dele, falou em “oitava maravilha” o plano elaborado por Barbosinha — não o radialista, mas esse que está aí querendo ressurgir das cinzas — e, quando perguntado de apenas um item, não soube explicar, não soube exemplificar. Acho que faltou “adestramento”. Arthur de Lucca é representante comercial. E-mail: [email protected]  

“Há pessoas que já nasceram ruins”

Moacir Romeiro Em referência ao artigo “Aécio desperdiça apelo popular da redução da maioridade penal” (Jornal Opção 2039), de José Maria e Silva, quero dizer que sou a favor da redução da maioridade penal. As pessoas que defendem o tal ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] não entendem, para não falar outra coisa, é que ele fomenta, faz com que os ditos menores sintam-se protegidos em suas práticas criminosas. As pessoas que cometem crimes como o ocorrido em Goiânia, num ponto de ônibus e contra uma moça linda, já nasceram ruins e como tais não devem ser premiadas com políticas de reintegração social, mas, sim, pagar, se não com a morte, pelo menos com prisão perpétua. Aproveito-me do ensejo para dizer, embora a questão não se relacione propriamente à matéria acima, que agora entendo porque o congresso nunca votou um projeto que questione o infeliz horário de verão. E-mail: [email protected]  

“Eduardo Siqueira está com vergonha de aparecer”

José Roberto Esse medo de perder o governo do Tocantins, como se conclui do texto “Eduardo quer virar governador sem ter o voto do povo” (Jornal Opção 2039), como já perderam para Marcelo Miranda (PMDB), deixa Eduar­do Siqueira (PSDB) encurralado e com vergonha de aparecer para o povo como deputado estadual. Isso se for eleito, pois nem mesmo na festa “encalorada” de inauguração do comitê ele apareceu, é mistério ou medo. Registro também meus parabéns à senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que, na entrevista da mesma edição, intitulada “Estamos vivendo um governo de mentira, uma farsa administrativa”, mostra o caminho para o progresso e o recomeço de nosso caçula Tocantins. E-mail: [email protected]

O medo

Guy de Maupassant (1850-1893) é considerado um dos mais brilhantes contistas de todos os tempos. O conto “O medo” é apontado como uma de suas obras-primas

Os dez melhores poemas de Manuel Bandeira

Leitores e colaboradores apontam os poemas mais significativos do mais lírico dos poetas brasileiros

Comedores de pipoca

Como suportar, durante a exibição de um filme de arte, a presença de alguém produzindo ruídos incômodos ao retirar pipocas do interior do saco de papel?

O discípulo de Rimbaud

Uma homenagem aos 100 anos da morte de Georg Trakl, marco da poesia expressionista alemã

Entre uma intervenção e outra do governo, Pasadena segue para impunidade no TCU

[caption id="attachment_12149" align="alignleft" width="300"]Presidente da Petrobrás,  Graça Foster: manobra  para evitar bloqueio de bens | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil Presidente da Petrobrás,
Graça Foster: manobra
para evitar bloqueio de bens | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil[/caption] A disposição do Tribunal de Contas da União em bloquear os bens da presidente da Petrobrás, Graça Foster, era uma forma de o TCU se recuperar, na quarta-feira, do desgaste que sofreu, duas semanas antes, quando seus 11 ministros aceitaram uma sugestão de Lula e, absolveram os dez conselheiros da estatal que aprovaram a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas. A absolvição dos conselheiros incluiu a presidente Dilma Rousseff, que presidia o conselho administrativo da Petrobrás ao liberar a operação, em 2006, responsável pelo prejuízo de 792,3 milhões de dólares no negócio mal sucedido. O TCU atribuiu a culpa a 11 diretores atuais e antigos da empresa. Todos tiveram seus bens bloqueados para o eventual ressarcimento do prejuízo. A repercussão da absolvição soou mal no Ministério Público, au­tor de um recurso pela revisão do jul­gamento. Lembrou ao relator do processo no Tribunal, ministro José Jorge, que, além da conselheira Dil­ma, o TCU deixou fora dois diretores da Petrobrás que participaram do negócio. Um deles, a presidente Graça Foster, antiga diretora de Gás e Energia. Outro, Jorge Zelada, na época diretor internacional. O relator Jorge tratou de corrigir o esquecimento. Providenciou a inclusão de Foster e Zelada no processo com o bloqueio dos respectivos bens. Preparou o processo que deveria ser levado à reunião do Tribunal da última quarta-feira. Junto com os papéis, o pedido do MP pelo reexame do julgamento. Mas foi atropelada pelo Planalto, que enviou à sessão o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, para defender Foster. Nunca antes o chefe da Advocacia Geral da União participou de um julgamento no TCU para defender ou denunciar um acusado. Adams discursou que não havia razão para o bloqueio dos bens de Foster porque a antiga ocupação dela não se confundia com a de outros acusados. O discurso do advogado-geral ficou como marco da intervenção inédita e deixou uma dúvida. A quem cabe à AGU defender? Ao patrimônio da União ou aos diretores da Petrobrás? Mas o relator Jorge não pensou nisso e bastou a presença de Adam para o ministro retirar o processo de pauta antes de ser julgado. Com a manobra, paralisa-se o processo e todos, julgadores e acusados, ganham tempo para examinar melhor a posição de cada um no processo. Como Jorge se aposenta em novembro para retornar à política, o Planalto espera que ele deixe a eleição presidencial passar e retome o processo quando estiver para sair do TCU. Ao mesmo tempo, Graça Foster realizou outro movimento paralelo para ganhar tempo. Recorreu ao Supremo Tribunal Federal com o pedido para não permitir ao TCU o bloqueio de seus bens. Na prática, a presidente da Petrobrás se juntou ao mandado de segurança com que outros acusados recorreram ao Supremo na semana anterior. Com isso, os acusados retardam o processo nesta campanha eleitoral, a 56 dias ou oito semanas da eleição presidencial. O bom para a reeleição da presidente seria Dilma congelar todo o julgamento que envolve a Petrobrás, mas sem deixar de acusar a oposição de desvalorizar a empresa. Se o PT continuar no poder, terá novos meios para esvaziar os efeitos Pasadena. A atual composição do Su­pre­mo e o Tribunal de Contas possuem antecedentes recentes de cooperação com o governo. Mas os julgamentos assustam a campanha pela reeleição de Dilma, como ocorreu na intervenção de Lula e na presença do advogado-geral na sessão do TCU. O campo de manobra à disposição do governo na campanha realimenta, porém, o discurso de palanque da oposição a partir da base social de insatisfação com escândalos. A Petrobrás, por exemplo, comunicou aos acusados de Pasadena que tem como pagar as multas e os advogados que eles escolherem para a defesa de cada um. O estatuto da empresa garante o pagamento de despesas judiciais na defesa de atos administrativos.