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Humberto Machado, político de convicções, não apoia o irismo Humberto Machado, político de convicções, não apoia o irismo[/caption]
O prefeito de Jataí, Humberto Machado (PMDB), não é radical, mas é um político de posições firmes, daqueles que não tergiversam. Ao contrário do que dizem iristas, o líder do Sudoeste goiano não vai apoiar Iris Rezende para governador. A exemplo do ex-deputado Marcelo Melo, pode até não fazer campanha para o governador Marconi Perillo, por uma questão partidária, mas não vai pedir votos para Iris e deve ficar neutro. O deputado Leandro Vilela (PMDB), apontado em nota plantada num jornal como novo aliado do candidato peemedebista a governador, confidenciou a um amigo que tentaram enquadrá-lo, mas não conseguiram. Tanto que, mesmo “adulado” e “pressionado”, não aceitou ser coordenador da campanha irista no Sudoeste.
O verdadeiro candidato tanto de Humberto Machado quanto de Leandro Vilela é Daniel Vilela, que disputa mandato de deputado federal pelo PMDB. Curiosa ou sintomaticamente, o prefeito apoia três candidatos da base do governador Marconi Perillo para deputado estadual: Mauro Bento, do PHS, Marcos Antônio, do PDT, e Cristiano Castro, do PRB. Da base irista, o único apoiado por Humberto Machado é Francisco Gedda, por sinal muito mais ligado ao empresário Júnior Friboi. O prefeito apoia Ronaldo Caiado para senador.
Porém, Humberto Machado só vai andar com Caiado, quando este não estiver acompanhado de Iris Rezende.
Dois iristas sustentam que Humberto Machado “é um marconista disfarçado de peemedebista” e que, se Iris for eleito governador, será expulso do PMDB. Publicamente, os iristas preferem outro discurso, sugerindo que, adiante, o prefeito vai subir no palanque do partido.
O senador Wilder Morais confidenciou a alguns políticos, entre eles o governador Marconi Perillo, que planeja disputar a Prefeitura de Goiânia em 2016. Wilder está estudando a gestão de outras capitais do Brasil e de outros países e avaliando quais são os principais problemas de Goiânia. Aos aliados, ele tem dito que, para administrar uma capital, é preciso, além da capacidade de gestão e preparo técnico, de arrojo. O apoio de Wilder à candidatura do governador Marconi Perillo (PSDB), contrariando orientação da cúpula do DEM — leia-se deputado federal Ronaldo Caiado —, tem a ver com seu projeto em Goiânia. Detalhe: Wilder não vai discutir o assunto agora, mas possivelmente sairá do DEM. É sua cartada final para disputar a Prefeitura de Goiânia.
Especialistas ouvidos pelo Jornal Opção avaliam que o governador Marconi Perillo (PSDB) é hegemônico nas redes sociais. Ágil, estar anos-luz à frente na internet. A equipe que cuida de suas mídias sociais vence a concorrência — em qualidade e quantidade. O bombardeio diário de posts relata sua movimentação pelo Estado afora, com farta munição de fotos e vídeos. Consolidado nas redes sociais há mais de cinco anos, o tucano colhe os frutos na eleição de 2014. Enquanto os candidatos da oposição se esforçam para montar sites, blogs, perfis e divulgá-los, Marconi se vê amparado por uma rede virtual que caminha com as próprias pernas e que tem como força motriz o engajamento da militância digital. A crise na segurança pública é um exemplo. Candidatos de oposição e seus apoiadores foram em peso para a internet culpar Marconi e o governo pelo assassinato das mulheres em Goiânia. Mesmo diante do tema delicado, os governistas não recuaram e puseram a cara no debate. Quem puxou a fila foi o próprio governador. No sábado, 2, Marconi fez um pronunciamento em seu Facebook informando a criação de uma força-tarefa para desvendar os crimes e reforçou o empenho do governo no combate à violência, que assola todo o Brasil. O post repercutiu em toda a imprensa goiana e teve diversos compartilhamentos no Facebook, rede na qual o governador possui mais de 77 mil seguidores. Os apoiadores e a militância digital foram atrás de Marconi e inundaram as redes com informações sobre os investimentos do governo na área de segurança, ressaltando o chamamento de mais 563 policiais militares e outras ações. Talvez estimulados pelos próprios candidatos — como os deputados federais Iris Araújo e Ronaldo Caiado, por exemplo, que preferem uma tática agressiva, contundente —, a militância digital da oposição se perde ao atuar pensando sempre em Marconi como seu alvo principal. O internauta comum muitas vezes corre de debates acalorados e ataques virulentos. Não se sente à vontade em participar desse linchamento virtual. Acrescente-se que o internauta em geral não tem qualquer militância e se sente incomodado com determinados exageros, tanto da situação quanto da oposição. Falta aos apoiadores da oposição um pouco mais percepção para cativar o eleitor internauta. As propostas apresentadas são raras e as soluções inteligentes também. Quem insiste nos ataques vai se isolando e consegue atingir somente um público bem específico, ou seja, seus próprios colegas. Em resumo, acabam falando para eles mesmos e o efeito em larga escala é praticamente nulo. Internautas não apreciam o excesso de posts e as “trolagens” habituais e têm mais apreço pelo humor inteligente e ligeiramente corrosivo. Já em 2009, quanndo senador, Marconi dava suas primeiras tuitadas e se tornava influente nas redes sociais, aparecendo em rankings nacionais. Com o passar do tempo, sua imagem se associou naturalmente à ideia de modernidade exigida pelo ambiente da internet. Diferentemente de rivais como Iris Rezende (PMDB) e Vanderlan Cardoso (PSB). Iris nunca fez questão de se familiarizar com o conteúdo digital e sequer tem computador pessoal. Seus perfis ficaram desativados por quatro anos e alguns foram ressuscitados agora para a eleição. Talvez nem saiba direito do que se trata. É praticamente impossível imaginar Iris com um tablet nas mãos e escrevendo um post no seu Twitter ou Instagram de campanha. Ele mal sabe pronunciar os nomes das redes. Vanderlan, embora mais jovem — 80 anos contra 50 anos —, também não se interessa muito pelas redes sociais. É uma equipe montada por Jorcelino Braga que cuida das redes sociais e Vanderlan nem mesmo tem acesso ao que é divulgado. Antônio Gomide (PT) até tenta marcar presença na internet. Mas a atuação ainda é conservadora, além de faltar militância e engajamento. O PT é militante nacionalmente, com extrema agressividade, mas não localmente. Os sites e perfis são tradicionais demais e a capacidade de envolvimento tanto de Vanderlan quanto de Gomide é pequena diante do exército digital conquistado por Marconi ao longo dos anos. Gomide tem 1.890 seguidores no Twitter e também atua no Facebook. Vanderlan aparece com 4 .230 seguidores no Twitter e também investe na interatividade do Instagram e Facebook. A diferença para Marconi é abissal. O governador tem 40,1 mil seguidores no Twitter pessoal e ainda mais dois perfis que divulgam sua agenda e reuniões de campanha. Um especialista em redes sociais disse ao Jornal Opção: “A atuação de Marconi Perillo é tão rápida, eficiente e inteligente, com conteúdos concisos e precisos, que fica-se com a impressão de que ocupa todos os espaços e de que ele é o candidato das oposições e, ao mesmo tempo, da situação”.
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O governador Marconi Perillo e Alexandre Baldy em carreata em Hidrolândia: força política[/caption]
No grupo do governador Marconi Perillo, um destaque é o ex-secretário de Indústria e Comércio Alexandre Baldy. Analistas sugerem que caminha para ser um dos mais votados do PSDB, inaugurando sua carreira política de forma brilhante.
A participação de empresários na política é muito discutida. Quase sempre minoria no Congresso, em meio a advogados, médicos e políticos profissionais, neste ano isso poderá ser diferente. O TSE diz que é da classe empresarial o maior conjunto de candidatos em 2014: 9,3%. Os advogados, desta vez, caíram para a segunda posição, com 5,5%.
O interesse dos empreendedores pela política tem a ver com o “custo Brasil”, que trava negócios. Além da carga de impostos elevada, quem gera renda e empregos no país precisa lidar com um emaranhado burocrático de leis tributárias. Uma das bandeiras de Baldy é o apoio irrestrito a uma profunda reforma tributária, capaz de reduzir o peso dos impostos sobre os cidadãos e as empresas.
Com maior apoio à proposta, pode ser que a reforma já seja editada em 2015.
O compromisso do jovem tucano com a simplificação da tributação tem a ver com sua própria condição pessoal, consciente como empresário sobre o que precisa mudar para acelerar o crescimento econômico. E vem também de sua performance na SIC: seus aliados citam como algumas de suas principais ações a criação do Vapt Vupt Empresarial e a modernização da Junta Comercial (Juceg), inovações que facilitaram a vida de quem tem uma empresa. O empresário também está preocupado com o povo em geral, porque uma reforma tributária pode contribuir para a redução dos preços dos produtos.
Foi por essas e outras ações que Baldy foi escolhido pelo Fórum Empresarial como interlocutor preferencial no governo, na época em que foi secretário. Foi também pelo bom trânsito no meio empreendedor nacional e internacional que a agenda das missões comerciais goianas ficou mais encorpada. O resultado vem sendo dito por Marconi em quase todos os seus discursos: nos últimos quatro anos, Goiás atraiu quase R$ 32 bilhões em investimentos. Outro gol com o passe de Baldy.
“É a primeira carreata que faço nesta campanha, e começamos com o pé direito. A população foi receptiva”, comentou o governador
Sondar o futuro com tanta antecedência é, na maioria das vezes, infrutífero, porque a realidade vai mudando no dia a dia, desconfigurando articulações de longuíssimo prazo. Mas tucanos e peemedebistas goianos avaliam, em conversas reservadas, que, com uma possível derrota de Iris Rezende, que o aposentaria politicamente de vez, possivelmente poderão caminhar juntos na disputa de 2018. Conta-se que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, sonha com a hipótese de disputar o Senado, em 2018, numa dobradinha com o governador Marconi Perillo. Na eleição seguinte, há duas vagas para o Senado — as ocupadas atualmente por Lúcia Vânia (PSDB) e Wilder Morais (DEM). E quem seria o candidato a governador? Fala-se em Júnior Friboi (PMDB) e/ou Giuseppe Vecci (PSDB). O nome de Alexandre Baldy, que deve ser candidato a prefeito de Anápolis em 2016, também é apontado como alternativa. Assim como José Eliton, do PP —hoje muito ligado a Marconi. Detalhe: acredita-se que a aliança do PMDB com o PT em Goiás já era. Implodiu.
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Biografia revela o Primo Levi que livros autobiográficos não mostraram[/caption]
O judeu italiano Primo Levi foi levado para Auschwitz, mas sobreviveu. Em larga medida, por ser um químico competente. Ao sair, continuou trabalhando como químico e se tornou um dos mais poderosos escritores do século 20. “É Isto um Homem?” (Rocco, 256 páginas, tradução de Luigi Del Re) é um dos livros mais notáveis sobre o cotidiano dos indivíduos no campo de extermínio nazista. O leitor que quiser conhecer a história do campo localizado na Polônia talvez deva começar por esta obra séria e penetrante.
Com seus livros sobre Auschwitz — escreveu ficção sobre outros assuntos —, Primo Levi consagrou-se como um dos principais memorialistas, senão o maior, do horror nazista. Fica-se com a impressão de que sobreviveu para contar, para contar bem, com largueza de visão e certa implacabilidade. Porém, mesmo consagrado e respeitado praticamente em todo o mundo — Philip Roth é um dos mais apaixonados leitores de sua obra, que ajudou a divulgar e estabelecer nos Estados Unidos —, Primo Levi tinha depressão, às vezes chamada de “mal silencioso”.
Em abril de 1987, aos 67 anos, Primo Levi matou-se, jogando-se da escada do edifício no qual morava, em Turim. Estava muito deprimido. Não houve testemunhas, mas ninguém o empurrou. A conclusão da perícia técnica de Turim é que se suicidou. Recém-operado de uma cirurgia de próstata, estava mal psiquicamente, e dizia não acreditar que algum dia ficaria bem (da depressão) e admitia que era muito difícil receber visitas. A enfermeira Elena Giordanino, que cuidava da mãe de Primo Levi, Ester, contou à polícia que o escritor estava “muito alterado. Às vezes o via sentado com a cabeça entre as mãos, pensando”. Estava angustiado. Lucia, mulher do escritor, relatou que ele estava “deprimido”. “Primo estava cansado da vida... Fizemos o possível para nunca deixá-lo só. Nunca. Mas só um momento foi suficiente.”
Não é fácil contar a vida de Primo Levi, porque ele próprio revelou parte dela, aparentemente “encobrindo” detalhes, quem sabe por julgá-los sem importância, e não com o objetivo de falsificar. Era cioso com sua própria história. O inglês Ian Thomson, de 53 anos, embora desencorajado por algumas pessoas, decidiu pesquisar a vida do escritor com o objetivo de escrever uma biografia não definitiva, porque isto é ficção, e sim a mais ampla possível. Descobriu, por exemplo, que, mesmo antes de ser enviado para Auschwitz, na década de 1940, Primo Levi já sofria de fortes crises de depressão. O campo de extermínio por certo potencializou seu problema de saúde. Porém, mesmo com depressão, trabalhou como químico e se tornou um dos maiores escritores do século 20. A depressão levou-o à morte, mas não impediu que escrevesse bons livros, como “É Isto um Homem?” e “A Trégua” (Companhia das Letras, 360 páginas, tradução de Marco Lucchesi). A Companhia das Letras publicou a ótima coletânea “71 Contos de Primo Levi” (528 páginas, tradução de Maurício Santana Dias).
A intenção do biógrafo não é demolir Primo Levi, até porque não há o que demolir, e sim compreender como este homem, atormentado a vida inteira, sobreviveu a Auschwitz e escreveu uma obra literária e de testemunho a um só tempo bela, dolorosa e poderosamente informativa. O autor italiano é a prova de que o indivíduo — aquelas pessoas ímpares — faz a diferença em qualquer lugar.
“Primo Levi” (Belacqva, 743 páginas, tradução de Julio Paredes), do escritor e jornalista inglês Ian Thomson, é uma biografia de alta qualidade, absolutamente imperdível. Citei trechos da história do suicídio, mas a biografia revela muito mais do que a morte, que, claro, não é o centro da vida de nenhuma pessoa. Vale a pena traduzi-la no Brasil. Denise Bottmann se candidataria a transpor a bíblia sobre Primo Levi para o português?
A edição comentada saiu em Barcelona em 2007 e o texto original foi publicado em 2002 na Inglaterra. Quando lançada, “Observer” anotou: “Uma das melhores biografias literárias do ano... Soberba... Levi, acreditamos, a apreciaria”.
Outra publicação, “London Review of Books”, adotou tom parecido: “Esta biografia é inteligente, brilhante, notável, excelente e importante”. Os adjetivos não são exagerados. As duas publicações têm razão: “Primo Levi” é um exemplo de biografia muito bem escrita, e com um rigor impressionante, digna das melhores pesquisas de scholars americanos e ingleses e da estirpe das excelentes biografias “Chatô — O Rei do Brasil”, de Fernando Morais, e “Nelson Rodrigues — O Anjo Pornográfico”, de Ruy Castro.
Entre os candidatos a deputado federal, a principal surpresa deve ser Lucas Vergílio, do Solidariedade. O garoto é hábil nas articulações políticas e com o apoio do pai, Armando Vergílio, tem chance de ser eleito deputado federal. O deputado estadual Ney Nogueira é um dos principais coordenadores da campanha de Lucas Vergílio.
Governistas querem deslanchar de vez com os programas eleitorais no rádio e na TV. Para a oposição, será o último cartucho
O quadro eleitoral de Brasília é dos mais indefinidos. O ex-deputado Marcelo Melo (PMDB) diz que o quadro é tão confuso que o terceiro colocado nas pesquisas, o senador Rodrigo Rollemberg, do PSB, deve ser eleito governador. O socialista está atrás de José Roberto Arruda (PR), o líder, e do governador Agnelo Queiroz (PT). Mas, como a questão ética terá peso fundamental na disputa, Melo aposta que Rollemberg será eleito.
Prefeito Jânio Darrot, que coordenará ações em 12 cidades da região, elogia ideia de ouvir as demandas dos municípios
Antônio Gomide era a esperança de Anápolis. Mas o eleitorado do município começa a avaliar que o petista não tem chance de ser eleito governador de Goiás. Por isso começa a migrar — o tal voto útil — para o governador Marconi Perillo. Gomide ainda está na frente do tucano-chefe, na cidade, mas começa a perder terreno. O capital pessoal de Gomide ainda é alto e o eleitorado o aprova. Porém, ao mesmo tempo, o eleitorado anapolino não quer a vitória de Iris Rezende e tende a bancar Marconi para o governo. O tucano, antes apontado como segunda opção do anapolino, começa a aparecer como primeira opção — dada a tese, insista-se, do voto útil. O que o anapolino não quer mesmo é ver Iris Rezende no governo do Estado. Os moradores do município, e não apenas os empresários, dizem que o PMDB não tem apreço por seus assuntos e interesses.
Governo diz que oposição politiza a questão da segurança por causa da eleição, mas o debate é, sim, um tema pertinente num processo eleitoral
Candidato a deputado estadual pelo PMDB, Lívio Luciano inaugurou seu comitê na semana passada, com a presença do candidato do partido a governador, Iris Rezende. Lívio Luciano garante que “Iris está muito animado. Ele acredita que será eleito e que os programas eleitorais na televisão e no rádio serão fundamentais para que suas propostas sejam conhecidas do eleitorado. Em termos de projeção para o segundo turno, somos mais fortes”.
Fugindo aos esquemas tradicionais de proselitismo, a eleição de 2014 já está marcada pelo aparecimento de uma personagem que chama atenção por inverter a lógica da política.
Trata-se da estudante de Arquitetura da PUC, Larissa Paiva, que surgiu como uma novidade interessante no cenário normalmente árido, formal e empolado do mundo político.
Com ar jovial, próprio da idade (tem 19 anos), e expressão pura de uma adolescente, ela criou um comitê virtual de forma espontânea para apoiar o candidato Marconi Perillo e logo foi destacada pela mídia.
Fez sucesso, chamou a atenção do tucano e passou a ser uma das estrelas da campanha do PSDB.
Com ela, Marconi dialoga com a juventude descolada atualmente distante e praticamente apolítica.
Larissa abriu esta porta para o tucano ao não usar o discurso formal e tradicional dos agentes políticos, sejam jovens ou não na idade.
Ela arejou a campanha do governador e se tornou o grande fato novo desta eleição.
Detalhe importante: ela não tem cargo comissionado no governo, não almeja trabalhar na administração, caso Marconi vença, nem é candidata a cargo eletivo nas próximas eleições, segundo rebelou ao Jornal Opção.
"Quero apenas participar e ajudar o eleitor a escolher o melhor candidato a governador", diz. "Não dá para ficarmos omissos", afirma.


