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Foto: Marcello Casal Jr./ (Arquivo) Agência Brasil (fotos públicas)[/caption]
O estado de saúde do ex-jogador de futebol Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, de 74 anos, é estável, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein nesta quinta-feira (13/11). O brasileiro passou por uma cirurgia de retirada de cálculos renais, tendo sido internado na noite de quarta-feira (12) após passar mal. Por enquanto não foi divulgada a previsão de alta.
Exames realizados ainda na quarta-feira mostraram que o fluxo urinário estava obstruído por cálculos renais, ureterais e vesicais. A assessoria do jogador teve que cancelar a participação de Pelé em um evento na última noite.
Jomásio Barros utilizou o Facebook para divulgar imagem que contém capa do caderno de Redação, recebida horas antes do início oficial do exame
Velório será realizado na capital do Mato Grosso do Sul. Ele deixa uma filha e a esposa
Na nova divulgação, 81 planos de saúde que haviam sido suspensos há três meses tiveram melhoria de atendimento comprovada e estão autorizados a voltar à atividade
Fotos do ensaio completo da Paper Mag foram divulgadas e causam furor na internet. Em entrevista, socialite anuncia livro de "selfies"
Acostumado com os crimes, suspeito chamava atendentes pelo nome e foi preso em flagrante. Assaltos na Avenida Rio Verde eram praticados com uso de arma branca
Em nota, a agência das Nações Unidas informa que a transmissão da doença “continua intensa” na Guiné, na Libéria e em Serra Leoa
Se depender do petista-chefe Lula da Silva, o ex-presidente do Banco Central e presidente da holding J&F Henrique Meirelles será o ministro da Fazenda do segundo governo de Dilma Rousseff. Inicialmente, depois de alguma resistência da presidente, Meirelles estaria sendo aceito. Se indicado, Meirelles vai adotar políticas tidas como mais conservadoras, como cortes no orçamento federal, “em um esforço para afastar uma estagnação prolongada ou rebaixamentos de ratings de crédito do Brasil no próximo ano”, segundo a Reuters. “Até recentemente, ninguém acreditava que Meirelles estaria no páreo, mas seu nome está ganhando terreno rapidamente — afirmou um deputado do PT que se encontrou semana passada com Lula e Dilma. — Ela sabe que precisa de mais mudanças drásticas para mudar o cenário econômico — acrescentou.” O preferido de Dilma Rousseff é Nelson Barbosa, que, de esquerda, seria mais estatista. Lula não o veta, mas não avalia que é o técnico apropriado para o momento. Seria como continuar com Guido Mantega, o que o mercado não tolera. “Meirelles teve uma muito boa reputação como presidente do BC. Ele vai representar um retorno às políticas econômicas ortodoxas, o que será bem-vindo pelo mercado — disse Neil Shearing, economista-chefe mercados emergentes da Capital Economics, em Londres”, publica a Reuters. Porém, “sem independência, ele não vai assumir o cargo”, disse uma fonte da agência. A Reuters ouviu um integrante do governo Dilma Rousseff: “Você não pode trabalhar com alguém que pensa de forma completamente diferente de você”.
A agência Reuters divulgou que a empresa JBS – dirigida pela família Batista (Wesley, Joesley, José Batista e Júnior Friboi) –, “maior produtora global de carnes, teve lucro líquido recorde de R$ 1,1 bilhão no terceiro trimestre, valor cinco vezes maior que o registrado no terceiro trimestre de 2013, impulsionado pelo resultado operacional. De julho a setembro, a geração de caixa da JBS medida pelo lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações (Ebitda) mais que dobrou, para R$ 3,6 bilhões”. “O desempenho é atribuído aos resultados positivos registrados nas operações de aves, suínos e bovinos nos Estados Unidos e também aos bons números apresentados pela JBS Foods (divisão de aves, suínos e processados no Brasil)", disse a JBS em uma nota. “O resultado operacional das unidades nos Estados Unidos mostrou força, com o JBS USA (bovinos) tendo aumento de mais de 300% no Ebitda, a US$ 504,6 milhões, enquanto a operação de suínos nos EUA teve Ebitda mais de 150% maior, a US$ 113,3 milhões. O mesmo indicador da divisão de frango norte-americana atingiu US$ 435,4 milhões. A operação de carne bovina nos Estados Unidos, que inclui os resultados da Austrália e do Canadá – a maior divisão da JBS em receita –, apresentou um crescimento das vendas tanto no mercado norte-americano quanto nas exportações, além de um aumento nos preços médios dos produtos comercializados, disse a empresa. Já a JBS Foods, unidade formada após a aquisição da Seara, da concorrente Marfrig, registrou Ebitda de R$ 576 milhões, aumento de 31% ante o segundo trimestre -- não há comparação com o terceiro trimestre de 2013, porque a JBS só assumiu a Seara em outubro de 2013. A JBS Mercosul, que inclui a unidade de carne bovina no Brasil, teve Ebitda de R$ 554,6 milhões, queda de 15,2% na comparação anual, em um ambiente adverso de preços em patamares recordes da arroba do boi, em meio à oferta restrita de animais prontos para o abate, em parte devido à seca. A receita líquida global da companhia somou R$ 30,78 bilhões no terceiro trimestre, aumento de 27,1% ante o mesmo período de 2013. Os destaques foram o Mercosul, que registrou aumento na receita de 14,8%, e a operação da JBS USA de carne bovina, com aumento de 24,7%”.
O filósofo brasileiro Leandro Konder morreu na quarta-feira, 13, aos 78 anos. Ele padecia, há alguns anos, do Mal de Parkinson.
Na primeira metade da década de 1980, Leandro Konder esteve em Goiânia, convidado por militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB), notadamente líderes estudantis da tendência Unidade, como Elias Rassi (do curso de Medicina da Universidade Federal de Goiás), Marina Freitas (do curso de Ciências Sociais da UFG), entre outros. Lançou um livro e deu uma pequena palestra. Era comunista (do Partidão), ligado ao Eurocomunismo. Sobretudo, como Carlos Nelson Coutinho, um socialista-democrático (achava que isto era possível). Para ele, como para Carlos Nelson, a democracia é um valor universal, não é etapa (ou fase) para nada, como avaliavam os comunistas.
Além dos livros, nos quais pontificou sobre vários assuntos, Leandro Konder escreveu em jornais, tanto artigos mais filosóficos quanto críticas literárias. Seus comentários eram generosos, de grande abertura para entender e assimilar o que havia de melhor no pensamento adversário. No lugar do combate puro, buscava certa convergência. Era um exemplo de civilidade. Suas críticas ao ensaísta José Guilherme Merquior, que não era de esquerda, mas também não era de direita, eram atentas e permitiam e abriam o diálogo.
Leandro Konder era um leitor atento dos filósofos alemão Karl Marx e húngaro Gyorgy Lukács, o que os sites de “O Globo” e do UOL divulgaram. Mas também, como Carlos Nelson, era vulgarizador do pensamento do filósofo italiano Antonio Gramsci. Os sites deixaram de mencionar que era um tradutor categorizado, inclusive de Marx, e estudioso do pensamento do filósofo alemão Walter Benjamin. E escreveu um opúsculo delicioso sobre o Barão de Itararé. Numa biografia curta, que está no livro sobre o jornalista e humorista, escreveu que, se pudesse voltar a ser jovem, cuidaria melhor dos dentes. Nos últimos anos, pertencia a um grupo ao qual os participantes, como Ferreira Gullar, deram o nome de Comuníadas (junção de comunistas com “Os Lusíadas”, de Camões).
Intelectual público de alta qualidade, Leandro Konder escrevia com o máximo de clareza. Aquilo que era profundo e complexo na sua pena se tornava inteligível. Sua prosa límpida, persuasiva, agradava do especialista ao leigo. Por vezes, parecia superficial, mas não era bem assim. Na verdade, escrevia (e pensava) de maneira simples, o que não quer dizer que era simplista ou simplório. Mantinha uma rica ligação com a filosofia alemã, mas escrevia com a clareza típica dos ingleses.
Entrevistado pelo “O Globo”, o filósofo e ensaísta Sérgio Paulo Rouanet disse: “Ele era um intelectual que amava a literatura, vivia pela literatura e pela filosofia. Um marxista dos menos dogmáticos, conhecido por sua doçura, por seu carisma e generosidade”.
Quando Merquior era atacado como um apóstolo da direita, especialmente no período em que apontou um plágio da filósofa Marilena Chauí — a professora da Universidade de São Paulo redarguiu que não havia copiado o filósofo francês Claude Lefort, sugerindo uma suposta “filiação de pensamento” —, Leandro Konder o tratava com respeito, admiração e lhaneza.
Quando Merquior morreu, Leandro Konder revelou que o ensaísta, no seu posto de diplomata, protegeu esquerdistas perseguidos pela ditadura e ajudou exilados. Um dos “protegidos” foi Rodolfo Konder, irmão de Leandro Konder. Merquior fazia isto, secretamente, e não alardeava, nem mesmo depois da queda da ditadura. Porque não queria fazer “média” com ninguém. Não era populista.
Em 1972, preso e torturado, Leandro Konder escapou para a Alemanha e, depois, para a França. Ao voltar ao Brasil, continuou a militância no Partido Comunista Brasileiro, depois entusiasmou-se e decepcionou-se com o PT de Lula da Silva, tanto que se tornou um dos fundadores do PSOL. Os Konder são assim: quem não vira comunista, de uma esquerda democrática, se torna banqueiro e reacionário.
Alguns livros de Leandro Konder
+ Marxismo e Alienação
+ Introdução ao Fascismo
+ As Ideias Socialistas no Brasil
+ O que é Dialética
+ O Futuro da Filosofia da Práxis
+ Sobre o Amor
+ Em Torno de Marx
+ As Artes da Palavra
A comissão goiana, escolhida pelo governador, será composta pelo deputado federal Célio Silveira (PSDB), a deputada estadual eleita Leda Borges (PSDB) e o prefeito de Águas Lindas, Hildo do Candango (PTB)
Segundo ele, a atitude é apenas uma formalidade sugerida por ele e outros colegas, e não se trata de uma obrigação
Alguns culpam a administração do shopping, outros afirmam que este é o cenário geral
O “Pop” adotou duas políticas. Primeiro, sugere que determinado profissional deve sair e acena com a possibilidade de pagar todos os direitos (como se o jornalista estivesse sendo demitido). É uma espécie de Programa de Demissão Voluntária (PDV). Por este esquema saíram recentemente Karen Farias, Lídia Jorge, Cristina Cabral e Maria José Silva. A Carla Borges, que não participou deste sistema, pediu demissão. Galtiery Rodrigues, que pretende fazer intercâmbio na Irlanda, deve pedir demissão. Segundo, começou uma série de demissões, que vai atingir a redação e outros setores do grupo. “Jornalistas mais velhos devem pôr as barbas de molho”, afirma um repórter do jornal.
Nesta semana, o jornal não demitiu jornalistas, e sim uma funcionária da área de suplementos, de prenome Cláudia (não conseguimos o sobrenome), e o digitador Antônio Lourenço, o Baianinho. Argumentou-se que a redação (devido ao processo de informatização) não precisa mais de digitador. Os cargos de Baianinho e de Cláudia (espécie de auxiliar administrativa) foram extintos.
Por que o jornal está pressionando profissionais a pedir demissão? Segundo uma fonte do jornal, “não se trata de crise”. O jornal, afiança, “não demitia há anos”. Mas, “ante a possibilidade de um ano ruim, previsão para 2015, as empresas estão enxugando e cortando despesas. A ‘Folha de S. Paulo’ acabou de demitir cerca de 13 jornalistas”. Um integrante do Sindicato dos Jornalistas contrapõe: “O jornal, na verdade, não precisou demitir, porque, nesses anos, mais de 15 profissionais deixaram a redação”. O sindicalista avalia que o “Pop” está “demitindo para contratar jornalistas com salários menores”.
Em carta de esclarecimento, a Rejuvene Medical afirma que o produto nunca foi comercializado a profissionais que não fossem médicos

