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A sala de exibição de filmes foi fechada para reforma em dezembro devido problemas que se arrastam na história do ponto cultural
Quando o vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, admite que só o governador Marconi Perillo pode salvar a gestão de Paulo Garcia é porque as coisas vão mesmo muito mal. Quando um peemedebista, em tempos idos, teria coragem de dizer uma heresia dessas?! Mas Agenor Mariano tem mesmo razão. O governo da presidente Dilma Rousseff vai ajudar muito pouco prefeitos e governadores em 2015. Paulo Garcia tem de procurar o governador Marconi Perillo, reduzir a arrogância e pedir apoio para gerir Goiânia com mais eficiência.
Secretário de Educação recém-empossado comenta os resultados ruins do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e afirma que é preciso modificar a forma como o conteúdo é administrado em sala de aula
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Prefeito Laurez Moreira durante assinatura do contrato de parceria com a empresa Saneatins - Odebrecht Ambiental e com a Caixa Econômica Federal | Foto: Jeferson Ferrari[/caption]
O prefeito de Gurupi e presidente regional do PSB, Laurez Moreira, assinou contrato com a empresa Saneatins - Odebrecht Ambiental e com a Caixa Econômica Federal (CEF) para a ampliação do sistema de esgoto sanitário e abastecimento da cidade. O projeto terá investimento de cerca de R$ 60 milhões e abrangerá diversos bairros de Gurupi cobrindo uma área de 80% da cidade. Segundo o Superintendente Regional da CEF, Vandeir da Silva, a obra representa prevenção de doenças no município.
“Estamos honrados em fazer parte desse momento e, além disso, a obra deve gerar emprego e renda para o município, o que é muito importante”, sustentou o superintendente.
O prefeito Laurez Moreira destacou que a obra também vai ser fundamental para o setor imobiliário e, com isso, o município atrairá novos investimentos. “Gurupi se transformará em uma cidade modelo, sem falar no ganho para a saúde. O poder público está avançando e a cada dia estamos firmando novas parcerias para trazer qualidade de vida para a nossa população”.
Duas chapas disputam a diretoria da Associação Tocantinense de Municípios (ATM). Uma liderada pelos prefeitos Leonardo Cintra (Almas), que postula a reeleição, e Assilon Soares (Arapoema), e outra liderada pelos prefeitos João Emídio de Miranda (Brasilândia) e Joaquim Azevedo (Taipas). A eleição ocorrerá no próximo dia 29, das 9 às 17 horas, no auditório da entidade.
Marcos Nunes Carreiro
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Ilustração: Kaito Campos[/caption]
Em meio à competição de vozes, ela falava baixo, ali mesmo, sentada em um banquinho a poucos centímetros da moça, cujo único objetivo era coletar histórias de quem estivesse disposto a gastar um tempo em troca de um postal artesanal.
Essa moça chegava cedo, montava sua banquinha e esperava o primeiro “contista” chegar. Naquele domingo, como se todos da cidade já tivessem passado por ali, ninguém havia parado para compartilhar uma boa história. Foi quando ela apareceu. Parou em frente à banca, levando nas mãos algumas sacolas com frutas.
Observou a moça e, mesmo que os óculos já não acompanhassem mais sua visão, pôde notar a pequena aquarela em forma de datilógrafo que a moça levava tatuada sob o braço direito.
Levantou os olhos e leu: “Compra-se histórias da cidade”. Sorriu e sentou-se defronte à moça, que, distraída, mal teve tempo de agarrar papel e lápis:
— Sou nova aqui, sabe? Cheguei fugida da tristeza de minha cidade natal. Mas, desde que cheguei, observo a magia do lugar. Outro dia, por exemplo, parei em um banco da praça, que existe logo ali, e fiquei olhando as pessoas. Foi quando vi a mim mesma caminhando ao lado de um velho conhecido. Imagine a perplexidade! Como o “meu outro eu” não me viu, disparei atrás dela. Não andei mais que dois quarteirões, até que o casal entrou por um portão azul. A certa distância, lá fiquei. O que estava acontecendo? Passaram-se horas, até que, para piorar a situação, vi alguém de quem já havia me esquecido. Vestido de motorista, lá estava ele: meu pai. Saiu pelo portão ao lado do “meu outro eu”. Sorridentes. Precisei me sentar. Como não me viram, depois de alguns minutos, fui embora. Não pude falar com eles. No caminho de volta, peguei o celular e liguei para minha mãe, mas me esqueci que, desde aquele acidente de carro, ela já não atende ao telefone. Cheguei em casa, joguei as chaves perto do porta-retratos que tenho sobre o criado mudo do quarto, aquele que leva a foto da gente sorrindo, e fui para o banheiro. Deixei a água do chuveiro levar as minhas lembranças familiares. Abri os olhos a tempo de ver a última descendo pelo ralo e cheguei a uma conclusão: esta cidade é mágica.
Parando o lápis no papel, a moça levantou os olhos para observar a outra. Não iria falar nada. Não podia. Esperou ver no olhar à sua frente a aflição comedida de quem já se acostumou à ideia de ter perdido a família em um acidente de carro e, devido à tristeza, ter-se mudado de cidade. Porém, encontrou aqueles olhos transparecendo um acalentado sorriso aquecido. Abriu a boca para falar, mas ela já se levantava para continuar seu caminho.
— Espera. Não vai pegar um postal?
— Não. Dê a quem mereça mais do que eu.
— Espera. Levantou-se, foi ao seu encontro e sussurrou: A história é verdadeira?
O mesmo sorriso acalentado nos olhos. Partiu.
Um dos maiores grupos comercializadores de grãos do Tocantins instalará ponto logístico no Distrito Agroindustrial de Araguaína (Daiara). O anúncio foi feito pelo prefeito do município, Ronaldo Dimas (PR), após reunião com o diretor-presidente da empresa Agronorte, Gilmar Gonçalves de Carvalho, na semana que passou. O grupo ocupará uma área de seis mil metros quadrados no distrito e gerará 20 empregos diretos à cidade. “Estamos revitalizando o Daiara para que novos investidores se instalem em Araguaína, gerando mais emprego e renda”, pontuou o prefeito Ronaldo Dimas. De acordo com o diretor-presidente, Gilmar Gonçalves, em seis meses o ponto de apoio logístico para 15 caminhões da empresa estará em funcionamento no distrito. Araguaína é uma cidade estratégica pela localização e logística. Com o apoio da Prefeitura, nossa meta é montar a segunda fábrica de ração aqui”, afirmou Carvalho. Atualmente, a empresa emprega em todo o Estado 126 pessoas e possui uma frota de 40 veículos transportadores de grãos. A Agronorte atende vários Estados na comercialização de cereais e leguminosas beneficiados, farinhas, amidos e féculas, e possui uma fábrica de ração. O distrito recebeu quatro grandes empresas e teve um aumento na atividade econômica de 90%. A revitalização das ruas e de toda a infraestrutura está com projeto em conclusão. Em dois anos, foram gerados 1.146 empregos diretos no Daiara.
Dados da Companhia Nacional Abastecimento (Conab) apontam que a produção de grãos no Tocantins da safra 2014/2015 apresentará mais de 9% de crescimento. De acordo com o engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins, Genebaldo Queiroz, os dados superam a média nacional, que gira em torno de 3 a 4% de crescimento, e o destaque é para a soja. Para Genebaldo, o crescimento da safra mostra a confiança dos produtores em investir no estado. O Governo do Estado trabalha para fomentar a cadeia produtiva no Tocantins. A expectativa para safra 2014/2015 é produzir mais de 3.600 toneladas de grãos. Só a soja representa mais de 2.300 toneladas da produção.
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Divulgação[/caption]
As músicas da inesquecível Cássia Eller têm encantado muitos, mesmo passada mais de uma década de sua morte precoce. O país sabe disso e o Centro Cultural Banco do Brasil também, afinal, conseguiu atrair para o espaço “Cássia Eller, O Musical”. Sucesso de público em Belo Horizonte e São Paulo, o espetáculo segue até o dia 26 de janeiro, em Brasília.
Ainda dá tempo de ir à capital federal conferir as mais de duas horas de narrativa a respeito de uma das maiores cantoras brasileiras. O musical tem direção assinada por João Fonseca — já considerado o mais produtivo encenador do Rio de Janeiro — e Vinícius Arneiro. Tacy de Campos e Jana Figarella dão voz à “Cássia Eller”, que é exibida nas segundas, quintas, sextas e sábados às 20 horas; no domingo a cantora é revivida às 19 horas.
O script conta com os sucessos “Lanterna dos Afogados”, “Malandragem” e “O Segundo Sol”, mas também tem outras interpretações, tipo “Come Together”, dos Beatles. Corre lá!
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É inegável o quanto de arte pulsa nas ruas do centro de Goiânia. E não é só da arquitetura, dos monumentos e da ancestralidade cultural que vibra por ali. Muitas escolas de arte ficam nos setores primeiros da cidade. Ali, o Sesc tem apostado em integrar e interagir as diversas expressões. Pode ser balé, dança de salão, jazz, sapateado, street dance, canto coral, guitarra, violão, teclado, teatro; pode ser a expressividade que você quiser.
Mas corre, pois as vagas para os cursos estão se esgotando. As matrículas são feitas ali mesmo, na unidade do Centro. Basta apenas levar a carteirinha do serviço, atestado médico para os que se interessarem pelas danças e o valor de R$ 75 referente ao semestre. E não se afobe que logo as aulas começam; dia 2 de fevereiro.
O Teatro Madre Esperança Garrido — aquele em frente ao Parque Mutirama — vira palco para oficina de teatro ministrada por Eduardo Sousa nas noites entre os dias 21 e 23 de janeiro. A galera interessada em televisão, teatro e cinema só tem a ganhar com as técnicas de Sousa em interpretação, figuração e para se dar bem ao falar em público. Além disso, o diretor tem como característica explorar a preparação corporal, criação de cenas e improvisação.
Livro
Antoine de Saint-Exupéry não escreveu apenas “O Pequeno Príncipe”. Neste livro, ele retrata os primeiros aviadores; aqueles que desbravaram as trilhas do correio aéreo.
CORREIO SUL
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Preço: R$ 26,90
Nova Fronteira
Música
Não é só “All About The Bass”. O som de Meghan Trainor se alegra no pop, se valoriza no jazz e nas letras. “Title” é o álbum de estreia da americana que tem conquistado a muitos.
TITLE
Intérprete: Meghan Trainor
Preço: R$ 24,90
Sony/BMG
Filme
Estreou o novo filme dirigido por Angelina Jolie. Um drama sobre um atleta olímpico que se envolve na Segunda Guerra Mundial. O longa concorre o Oscar de melhor fotografia.
INVENCÍVEL (UNBROKEN)
Direção: Angelina Jolie
Nos cinemas
Universal Pictures[gallery columns="2" size="medium" ids="26355,26356"] O RMS Lusitânia foi um famoso navio de passageiros inglês, lançado ao mar em 1907. Era, juntamente com seu irmão o RMS Mauretânia, equivalente, na época, em tamanho e luxo, ao Titanic, que surgiria cinco anos depois. O Lusitânia era um enorme navio: deslocava 44 mil toneladas (o Titanic deslocaria 46 mil), e, com o Mauretânia, fora construído para superar os navios alemães de passageiros, seus maiores concorrentes de então. O Lusitânia teve vida curta: foi afundado, em 7 de maio de 1915, por um submarino alemão, o U-20, próximo a Liverpool, na costa inglesa. O navio havia saído de Nova York para a Inglaterra no dia 1º de maio, em meio a rumores de que poderia ser afundado pelos alemães. Havia, aliás, mais que rumores, e os fatos, até hoje, não estão bem esclarecidos. A Primeira Guerra Mundial havia estourado em agosto de 1914, isto é, poucos meses antes de Lusitânia partir de Nova York para Liverpool, com seus 2 mil passageiros, muitos deles norte-americanos. Como os EUA mantinham-se neutros na guerra, embora a neutralidade fosse forçada — os americanos não escondiam sua torcida pelos ingleses contra os alemães e sinalizavam que poderiam entrar no conflito — duvidava-se que os alemães pudessem torpedear um navio de passageiros, matar americanos e dar aos EUA o pretexto para rompimento da neutralidade. Mas o governo do Kaiser já tinha informações de que navios de passageiros ingleses transportavam material de guerra dissimulado dos EUA para a Inglaterra e ameaçavam afundar esses navios. Um aviso fora mesmo lançado nos jornais americanos pelo governo alemão para que passageiros evitassem o trajeto que faria o Lusitânia, pois ele cruzava a zona dos combates no mar, e poderia ser afundado. Atingido por dois torpedos, o Lusitânia teve morte fulminante: Em 18 minutos foi a pique, antes que os seus 22 botes salva-vidas pudessem ser baixados. Apenas um terço deles pôde ser utilizado, e cerca de 1.200 passageiros morreram, entre eles mais de uma centena de americanos. Dizem as intrigas, e mais que elas reportagens, documentos e constatações que o Lusitânia levava material de guerra; que o presidente americano Woodrow Wilson sabia do perigo que o navio corria, mas julgava um afundamento como o do Lusitânia decisivo para a opinião pública forçar a entrada dos EUA na guerra, e por isso não procurou suspender a viagem ou proteger o navio; que o almirantado britânico sabia da presença do U-20 na rota do navio, que deliberadamente evitou protegê-lo pelo cruzador Juno, que também se encontrava na área e deixou de enviar contratorpedeiros para escoltá-lo; e que o almirantado britânico, como o presidente Wilson, julgava que um afundamento que matasse americanos acabaria forçando a entrada dos EUA na guerra. Poucas luzes se fizeram sobre o mistério, mas sabe-se fora de dúvida que o Lusitânia transportava milhões de cartuchos para fuzis e metralhadoras de fábrica americana Remington para os ingleses. A descoberta se deu quando o empresário americano Greeg Bemis, na década de 1990, explorando os destroços do Lusitânia, que havia adquirido, encontrou a carga. E sem dúvida, com a retumbante notícia do ataque e afundamento na imprensa americana, a opinião pública se manifestou pela entrada dos EUA na guerra, o que acabou acontecendo menos de dois anos depois. Segunda Guerra O Athenia, que naquele dia 3 de setembro de 1939 navegava próximo à costa da Irlanda, não era um navio do porte do Lusitânia, nem em luxo nem em tamanho. Fazia ainda o percurso inverso deste, quando fora afundado duas dúzias de anos antes. Mas algumas semelhanças haviam de juntar suas duas histórias de naufrágio. O Athenia, que deslocava 13.500 toneladas, 30% apenas do que deslocava seu colega de infortúnio, levava cerca da metade dos passageiros do Lusitânia, 1.100 embarcados, a maioria dos quais constituída de americanos e canadenses, que haviam veraneado na Europa e voltavam para casa. A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) havia estourado não a poucos meses, mas a poucas horas. Doze horas desde a declaração britânica de guerra à Alemanha, para maior precisão. Foi quando um submarino alemão, o U-30, disparou quatro torpedos contra o barco, acertando um deles. Foi o bastante para afundá-lo, embora não tão rápido como havia ocorrido com o Lusitânia no início da Primeira Guerra. Se o Lusitânia mergulhou em 18 minutos apenas, e o socorro aos náufragos foi descoordenado e demorado, o Athenia demoraria 12 horas para ir a pique, o que permitiu o salvamento da maioria dos passageiros e tripulantes, por um socorro pronto e bastante organizado. Mesmo assim, 112 pessoas morreram no ataque, o que deixou americanos e canadenses chocados. Afinal, tratava-se de um navio de passageiros, desarmado. Nenhum aviso prévio havia sido enviado e existia, na marinha alemã, pelo menos até então, a proibição de ataque a navios de linha. O comandante do submarino, o capitão Lemp, não demorou a descobrir que cometera um erro, no seu afã de mostrar serviço na guerra que começava, quando pensava ter no seu periscópio um navio de carga e não de passageiros. Fez os devidos registros no seu livro de bordo, regressou à base e apresentou-se ao almirante Karl Doenitz, chefe da marinha alemã, para penitenciar-se. Mas o chanceler alemão Bismarck tinha um aforismo famoso, “nunca se mente tanto quanto antes das eleições, durante as guerras e depois das caçadas”, e a segunda parte do aforismo seria comprovada naquele episódio do início da guerra (tanto quanto nós brasileiros comprovamos a primeira parte nas últimas eleições). Informado o governo nazista do acontecido, o ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, proibiu Doenitz de se desculpar pelo ocorrido, informou à imprensa que o afundamento do navio era uma conspiração de Winston Churchill para trazer os EUA à guerra, e que o acontecido era resultado de uma bomba-relógio colocada no porão do Athenia pelo almirantado britânico. E que jamais um submarino alemão havia estado por perto do Athenia. O capitão Lemp teve que trocar as páginas de seu diário de bordo, e Doenitz teve que manter o caso secreto. Lemp, infelizmente, morreu durante a guerra, e não pôde prestar depoimento ao fim dela, esclarecendo o afundamento. Que, de qualquer forma, o incidente não teve, na opinião pública americana, a retumbância que teve o afundamento do Lusitânia, na Primeira Guerra. Os EUA entrariam mais tarde na luta, por outros motivos.
Militares saíram ricos do governo? E os petistas?
Pergunta maldosa (e de difícil resposta): o que é mais improvável encontrar: um militar que tenha saído rico do governo ou um petista que tenha saído pobre?Desarmamento
Pensata: defender o desarmamento é afirmar que todas as febres do mundo serão curadas se destruirmos os termômetros.
Oposição, especialmente os pensadores da bancada do PMDB, tentou criar 3º turno na disputa pela presidência da Assembleia Legislativa. Helio de Sousa desarmou a jogada
PT e PMDB expõem suas vísceras em praça pública e há quem está gostando muito de ver

