Notícias

Encontramos 149154 resultados
Sem “efeito Tiririca”, mas apequenando os pequenos

Um dos pontos mais aclamados da reforma política, o fim das coligações proporcionais não é garantia de equilíbrio no sistema eleitoral

Lavanderia política: Demóstenes e Caiado entram em guerra aberta

[caption id="attachment_32242" align="alignnone" width="620"]Troca de acusações teve início após Ronaldo Caiado declarar à revista Veja que Demóstenes era uma “grande decepção” em sua vida | Fotos:  Wilson Dias/ABr e Beto Oliveira/Agência Câmara Troca de acusações teve início após Ronaldo Caiado declarar à revista Veja que Demóstenes era uma “grande decepção” em sua vida | Fotos: Wilson Dias/ABr e Beto Oliveira/Agência Câmara[/caption] A última terça-feira, 31, ressuscitou duas figuras que pareciam estar enterradas de vez em Goiás. Quem abriu o jornal “Diário da Manhã” logo cedo se deparou com o ex-senador Demóstenes Torres disparando acusações contra o então amigo e aliado, senador Ronaldo Caiado (DEM). Em um artigo cheio de adjetivos, o promotor afirma que o democrata não só fazia parte da rede de amigos do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, como chegou a receber dinheiro do empresário para as campanhas de 2002, 2006 e 2010. Demóstenes chamou Caiado de “judas” e defendeu que este o teria acusado por uma oportunidade de se promover politicamente. Não obstante, alfinetou o democrata: “Não posso dizer que você seja um mau-caráter, pois você simplesmente não o possui”. O assunto tomou conta da cidade – em mesas de restaurantes na hora do almoço era possível ver pessoas com o texto em mãos – e logo se espalhou pelo País. O nome de Demóstenes chegou a figurar entre os assuntos mais comentados no Twitter. Caiado não deixou as acusações sem resposta e afirmou que, apesar de ter sido aconselhado a não polemizar com “um corrupto, mau-caráter e sem credibilidade”, daria as devidas explicações. No texto, intitulado “Apenas mais um bandido que enfrento”, o democrata chama o ex-senador de “psicopata” e “canalha”. O senador democrata garantiu que jamais recebeu dinheiro de Cachoeira e completou dizendo que os dados de todas as suas campanhas estão divulgados para quem quiser conferir. “Ameaça, Demóstenes, é coisa de bandido. Torne público o que você diz ter contra mim”, acrescentou o parlamentar.

Jornal Opção bate recorde de acessos: 1 milhão em um dia

A versão on-line do Jornal Opção bateu seu próprio recorde de acessos em um único dia. Na última terça-feira, 31, foi contabilizada a marca de 1.325.251 visualizações - sendo 1.211.787 acessos únicos. A responsável por esse marco foi a matéria sobre o momento em que a âncora do “Jornal Hoje”, Sandra Annenberg, se emocionou ao vivo ao noticiar a morte de dois colegas. A notícia teve repercutiu e gerou mais de 700 compartilhamentos e quatro mil curtidas no Facebook. Com o recorde, o jornal teve, na última semana, um aumento de 2.398,80% no número de acessos ao site. A Grande São Paulo foi responsável por 16,34% das visualizações de páginas, com 217.330 acessos. Logo em seguida, veio Rio de Janeiro (12,80%), Belo Horizonte (5,25%), Curitiba (3,32%) e Goiânia (3,24%).

Redução da maioridade penal é aprovada na CCJ

Sob protestos, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na última terça-feira, 31, a admissibilidade da PEC 171/93, que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos. Foram 42 votos favoráveis e 17 contrários. O parecer aprovado, de autoria do parlamentar Marcos Rogério (PDT-RO), defende que a maioridade penal “tem como objetivo evitar que jovens cometam crimes na certeza da impunidade”. A aprovação na CCJ é o primeiro passo para o andamento da proposta na Casa de leis. Agora, o conteúdo do projeto segue para análise de uma comissão especial. Após essa etapa, que deve durar cerca de dois meses, a proposta vai a plenário em duas votações, onde precisa de ao menos 308 votos em cada um dos turnos. Maioria dos deputados goianos são a favor da proposta.

Filho de Alckmin tem morte trágica

Um helicóptero da empresa Seripatri caiu na Grande São Paulo na quinta-feira, 2. No total, cinco pessoas ocupavam a aeronave, que fazia um voo de teste após uma manutenção. Além do piloto, estavam no helicóptero um mecânico da empresa e outros dois mecânicos de uma firma que realiza serviços de manutenção para a Seripatri, além de Thomaz Alckmin, filho mais novo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Segundo o Corpo de Bom­beiros do Estado de São Paulo, o acidente ocorreu por volta das 17h20. Foram deslocadas oito viaturas para o local. Um morador da casa ficou ferido, mas sem correr risco de morte, de acordo com informações da Agência Brasil.

Mulher é morta por causa de briga comercial

Na última semana, um crime chocou Goiânia: mãe e filho teriam sequestrado e tentado assassinar uma cozinheira. O motivo? A pamonha feita pela vítima era melhor que a vendida pelos dois. Marizete de Fátima Machado foi se­questrada no último domingo, 29, e levada para Abadia de Goiás. Os sus­pei­tos do crime, Sueide Gonçal­ves da Silva e Wil­liam Divino da Sil­va Mo­raes te­riam atirado contra a co­zi­nheira e depois ateado fogo na mulher. Marizete sobreviveu ao atentado e conseguiu contar para o filho quem eram os responsáveis pelo crime. Entretanto, não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo na última terça-feira. Sueide Gonçalves foi presa ainda no domingo, enquanto William ficou foragido até a última quinta-feira, 2, quando foi capturado pelos policiais do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer) na cidade de Quirinópolis.

Ana Carla Abrão defende ajustes fiscais com revisão da LDO

[caption id="attachment_32239" align="alignleft" width="261"]“Com nosso ajuste fiscal, Goiás sairá antes e melhor da crise” | Foto: Marcos Kennedy/Alego “Com nosso ajuste fiscal, Goiás sairá antes e melhor da crise” | Foto: Marcos Kennedy/Alego[/caption] Três meses após assumir a Secretaria da Fazenda, Ana Carla Abrão foi à Assembleia apresentar uma revisão da Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015. Ela explanou sobre a atual situação financeira do Estado e reafirmou a necessidade do ajuste fiscal, como parte do projeto “de modernização da gestão”. Contudo, a tarefa não deve ser fácil. A sefaz estima que Goiás tenha um déficit mensal de R$ 440 milhões. Além disso, a estimativa de receita do Estado foi refeita e houve uma queda de R$ 3,3 bi na arrecadação. “O que temos é um Estado com despesas crescendo e a receita estagnada, já dando sinais de crise e começando a cair”, revelou. O motivo todo mundo já conhece: a crise pela qual o País passa e que, segundo ela, deve se agravar. Apesar da necessidade de reduzir investimentos e racionalização da gestão, “o ano vai transcorrer com normalidade e sem prejuízo para os cidadãos”, garantiu.

Entre aspas

zenelto-alego-620x350 "Para se reeleger, governo teve de ‘descer na boquinha da garrafa’; agora, ana Carla Abrão terá de ‘segurar o tchan’.” Deputado José Nelto (PMDB), sobre orçamento do Estado após a revisão da LDO ser apresentada pela Sefaz na Assembleia

Empresário teria convencido Vanderlan Cardoso a não apoiar Iris Rezende no segundo turno

O proprietário do Augustu’s Hotel, o cartorário José Augusto, manteve uma longa conversa com o presidente do PSB, Vanderlan Cardoso, durante o segundo turno. Vanderlan Cardoso saiu convencido, da conversa, a não apoiar Iris Rezende no segundo turno. O líder do PSB teria dado a palavra a Ronaldo Caiado que apoiaria Iris Rezende. Mas não o fez.

G-15 pretende atropelar José Vitti e planeja bancar Chiquinho para dirigir presidência da Assembleia

[caption id="attachment_32236" align="alignright" width="300"]Deputado Francisco de Oliveira, o Chiquinho | Foto: Divulgação Deputado Francisco de Oliveira, o Chiquinho | Foto: Divulgação[/caption] O G-15, grupo de deputados eleitos pela primeira vez, planeja eleger Chiquinho Oliveira para presidente da Assembleia Legislativa no próximo pleito — atropelando acordo estabelecido entre Helio de Sousa e o tucano José Vitti, pelo qual este seria o próximo presidente. Toda semana, os integrantes do G-15 fazem um jantar. Às vezes convidam uma pessoa importante do governo do Estado, como o secretário de Desenvolvimento Econômico, o vice-governador José Eliton (PP).

Menoridade punível e segurança pública

A CCJ da Câmara dos Deputa­dos aprovou a admissibilidade da proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. Agora, será criada uma comissão especial para analisar a proposta, e só depois de ser votada duas vezes no Plenário e de passar pelo Senado, também em dois turnos, poderá virar lei. A tramitação da PEC ainda pode ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF). Ou seja, pode dar em nada. Mas se a PEC for aprovada na sequência da tramitação, jovens de 16 e 17 anos de idade poderão responder e ser punidos criminalmente da mesma forma que adultos, se­guindo o Código Penal, e não mais seguindo as normas do Es­tatuto da Criança e do Adolescente (ECA). É notório o emprego de mão de obra infantil e juvenil pelo crime. E, aí, pode-se discutir se é desejável ou não punir jovens que cometem crimes bárbaros como latrocínio e estupro, muitas vezes de forma recorrente e com requintes de crueldade. Lembrando que poucos países não punem seus jovens criminosos — em Cuba, país que é referencial ideológico para o governo brasileiro, a punibilidade é a partir dos 16 anos. Independentemente das opiniões pró e a favor da menoridade penal, a questão está ligada diretamente ao problema da violência. E o Brasil está vivendo talvez o pior momento de sua história em termos de segurança pública. Nos últimos dez anos, a situação vem se agravando paulatinamente, com índices de violência maiores que os de países sob conflagração. Num cenário assim, algumas soluções podem parecer milagrosas. Mas não há milagres para um problema tão sério. O que reforça a constatação de que algo precisa ser feito no campo da racionalidade. O mais adequado seria a União sair do imobilismo nessa área, instituindo uma verdadeira política de segurança pública, com ações coordenadas, planejamento e investimentos em prevenção e repressão. Aliado a isso, a instituição de políticas sociais sérias que deem porta de saída aos beneficiários e não tenham o objetivo de apenas assegurar voto para o partido no poder. Na última década, o governo federal vem fazendo de conta que o problema da segurança pública é apenas dos governos estaduais. Não é, por isso a situação vem se agravando ano a ano.

Peemedebistas dizem que há um clamor para que Iris Rezende seja candidato a prefeito de Goiânia

[caption id="attachment_32228" align="alignright" width="620"]Ex-governador Iris Rezende é ungido por peemedebistas | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Ex-governador Iris Rezende é ungido por peemedebistas | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O Jornal Opção perguntou para dez políticos do PMDB — entre eles o vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, o ex-deputado Lívio Luciano e os deputados Adib Elias e José Nelto — os motivos pelos quais Iris Rezende deverá ser candidato a prefeito de Goiânia. Todos responderam a mesma coisa, com ligeiras variações. Iris é, frisam, o político mais popular de Goiânia, sem comparação. “Como o partido vai descartar o político que já sai em 1º lugar, com uma diferença grande em relação ao 2º colocado?”, perguntam. Os entrevistados disseram que Iris não é “uma” alternativa, e sim o nome que todos querem. O partido estaria clamando por sua candidatura.

Dilma é a criatura de Lula, mas não a sua imagem e semelhança

Assimetria da capacidade política entre os dois principais nomes da sigla que governa o Brasil se evidencia em um momento de crise institucional e instabilidade econômica

Déficit de Goiás mostra que dever, às vezes, é mais positivo que negativo

Manter uma dívida, financeiramente falando, é algo a ser evitado; mas em determinadas situações, além de inevitável, tal ação se mostra necessária

Ministério Público aciona dois vereadores e cinco funcionários fantasmas em Morrinhos

O promotor de justiça Rubens Rosa Júnior acionou judicialmente, por improbidade administrativa, os vereadores Oberdam Mendonça Carvalho e Wellington José de Souza, de Morrinhos, e cinco servidores da Câmara Municipal da cidade, Adão Alves da Silva, Hidila Rodrigues Teles, Shirlayne de Fátima Tobias dos Santos, Carla Lamounier do Carmo e Thalita Lassara Queiroz — chamados por populares de Gasparzinhos ou fantasminhas camaradas. Os cinco servidores, apadrinhados pelos dois vereadores, recebiam salários na Câmara de Morrinhos, mas não apareciam para trabalhar. O Ministério Público pediu o bloqueio de parte dos bens dos denunciados. O pedido do bloqueio dos bens, em determinado valor, tem como objetivo ressarcir os possíveis prejuízos ao Erário.

Vilmar Rocha diz que PSD pode lançar Francisco Júnior ou Virmondes Cruvinel para prefeito de Goiânia

O PSD vai lançar candidato a prefeito em Goiânia? O presidente do partido, Vilmar Rocha, disse que tem incentivado os deputados estaduais Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel a apresentarem seus nomes e ideias à sociedade. “Time que não joga não tem torcida e os dois jovens políticos são preparados, conhecem a cidade como a palma de suas mãos e são bons de votos.” “Dada a qualidade deles como políticos e homens públicos, por serem competentes e íntegros, podem e devem pleitear disputar a Prefeitura de Goiânia. O PSD está bem servido em Goiânia. Agora, colocados os nomes, devemos abrir diálogo com a base governista, que deverá apresentar um ou dois candidatos, não se sabe direito ainda”, sublinha Vilmar Rocha. “Felizes o partido e a aliança política que têm nomes consistentes como nós temos. Francisco Júnior e Virmondes Cruvinel, símbolos da renovação, engrandecem a política”, frisa o secretário das Cidades.

E se o PT ruir?

Desgaste provocado pela corrupção e pela gestão inoperante da presidente Dilma faz Lula querer “esconder” a sigla nas futuras eleições

Estudantes da Faculdade de Direito da PUC vão processar alunos e o CA da Faculdade de Direito da UFG

Baseados em informações colhidas em livros, sugerindo que estudantes de Direito da Universidade Católica de Goiás ganharam uma cadeira histórica dos estudantes de Direito da Universidade Federal de Goiás em um júri simulado, a Faculdade de Direito da PUC, com alunos e professores irmanados, decidiu processar integrantes do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da UFG. Tais estudantes entraram no CA da PUC e levaram a cadeira para o CA da UFG. Apesar da ameaça de processo, e supostamente “apoiados” por professores da Faculdade de Direito, os estudantes da UFG que pegaram a cadeia, vinculados à Mafiosa (espécie de clube), decidiram que não vão devolvê-la. O presidente do CA da PUC, Pedro Egídio, registrou uma ocorrência policial. Renato Silva, estudante de Direito na PUC, conta que os alunos estão motivados. “O curioso é que a questão da cadeira uniu até setores que divergem por quase tudo. Mesmo estudantes que pouco participam do movimento estudantil estão interessados na história da cadeira.” Há uma sensação, afirma Renato Silva, de que os estudantes de Direito da UFG menosprezam os estudantes da PUC. “Não sei por quê, mas os estudantes da PUC estão sempre falando disso. Possivelmente com razão, porque, de fato, é muita ousadia dois estudantes saírem da UFG, entrarem no CA da PUC e ‘furtarem’ uma cadeira. Se avaliavam que a cadeira era deles, por que não enviaram um ofício ou recorreram à Justiça, como devem fazer quaisquer cidadãos e, acima de tudo, aqueles que estudam Direito e defendem que atos legais são decisivos numa sociedade democrática?”, pergunta Renato Silva. “Será que estudantes de Direito da UFG não aprovam o Estado Democrático de Direito?” Os advogados da PUC se ofereceram para acionar judicialmente tanto os estudantes que “furtaram” a cadeira quanto o próprio CA da Faculdade de Direito da UFG.

Repetir a Europa ou seguir os Estados Unidos?

Medidas anunciadas pelo governo federal vão agravar terrivelmente o desempenho da economia do País, e não será fácil sair da crise

Pesquisa revela que Cristóvão Tormin é o mais rejeitado para prefeito de Luziânia

[caption id="attachment_32210" align="alignright" width="620"]Cristóvão Tormin: rejeição do prefeito chega a quase 50%, registra pesquisa do instituto Dados. Líder do PSD terá dificuldade em 2016 | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Cristóvão Tormin: rejeição do prefeito chega a quase 50%, registra pesquisa do instituto Dados. Líder do PSD terá dificuldade em 2016 | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Levantamento do Dados Pesquisa e Consultoria sugere que, se as eleições para a Prefeitura de Luziânia fossem realizadas hoje, o prefeito Cristóvão Tormin, do PSD, estaria “encrencado”. O instituto consultou 930 pessoas, entre 21 e 23 de março deste ano. A Rádio Luziânia FM e a Angus Comunicação encomendaram a pesquisa. “Em quem o sr. não votaria para prefeito desses nomes?”, inquiriu o instituto. A rejeição de Cristovão é mais alta: 34,10%. O segundo colocado é Didi Viana, do PT, com 19,98%. O vereador Télio aparece em terceiro, com 5,67%. Marcelo Melo, do PMDB, é o quarto — com 3,94%. Rejeita todos: 17%. Sem rejeição: 11,91%. Não sabe: 7,40%. Dos postulantes mais destacados, a rejeição mais alta é a do prefeito. Marcelo Melo tem a rejeição mais baixa. O Dados pergunta: “Como o sr. avalia a administração do atual prefeito?” Os números indicam que a gestão de Cristóvão Tormin é muito mal avaliada — ótimo: 1,50%; bom: 8,92%; regular: 36,73%; ruim: 19,66%; péssima: 30,08%; e não sabe: 3,11%. Somados os números de ruim e péssima — 19,66% + 30,08% —, desconsiderando o regular, a rejeição de Cristóvão Tormin avulta a 49,74%, dado que pesquisadores e marqueteiros consideram, em termos eleitorais, instransponível. A ressalva que se deve fazer é que, como tem quase dois anos pela frente, o prefeito pode recuperar pelo menos parte de sua popularidade. O fato de que ótimo e bom, juntos, correspondem a apenas 10,42% indica que a situação do integrante do PSD é mesmo complicada. “O sr. confia na palavra do prefeito Cristóvão?”, pergunta o Dados. As respostas dos eleitores são alarmantes para o líder do PSD. Não confia: 72,72%; confia: 12,46%; e não sabe: 14,82%. Os números revelam que a imagem de Cristóvão Tormin como administrador de Luziânia está absolutamente corroída. “O sr. conhece Marcelo Melo?”, indaga o Dados. Conheço: 30,08%; não conheço: 30,18%; já ouvi falar: 35,34%; e não sabe: 4,40%. Os dados são positivos para o ex-deputado federal, sobretudo a um ano e seis meses das eleições — 18 meses —, portanto ainda sem campanha e sem massificação dos nomes. O apoio do deputado Célio Silveira a um candidato a prefeito de Luziânia — não influencia na hora do sr. votar: 51,77%; aumentaria sua vontade de votar no candidato: 19,23%; diminuiria a vontade de votar nesse candidato: 10,63%; não sabe/não opinou: 18,37%. O dado sugere que o parlamentar federal não influencia de maneira decisiva a votação em Luziânia, mas 19,23%, embora pareça um número baixo, pode desequilibrar uma eleição. O líder do PSDB vai apoiar Marcelo Melo para prefeito de Luziânia. A pesquisa estimulada para prefeito mostra Marcelo Melo com 20,52%, Didi Viana (PT) com 10,42% e Cristóvão Tormin com 9,13%.

“Andar de bicicleta é coisa de pobre”: uma prova do atraso na mentalidade do brasileiro (e do goiano)

Pelo bem do trânsito em Goiânia, é preciso que a administração municipal siga o exemplo de São Paulo e abra espaços para que as pessoas tenham coragem de se tornar ciclistas