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Banco Santander pode liberar 400 milhões de reais para o governo de Goiás

O empréstimo de 400 milhões de reais do Banco Mizuno não foi concedido ao governo de Goiás porque a instituição financeira não conseguiu uma certidão negativa junto à Receita Federal. Por isso, o financiamento deve ser repassado pelo Banco Santander. No mesmo valor. O governador Marconi Perillo só está aguardando a autorização do Ministério da Fazenda. Para 2015, o governo goiano tem um espaço fiscal de 1,8 bilhão de reais. O ministro Joaquim Levy disse que o governo federal não iria autorizar empréstimos no primeiro semestre. Mas o duríssimo Mãos de Tesoura já estaria mais maleável. Os 400 milhões de reais, se saírem, serão empregados na construção de infraestrutura nos municípios goianos, notadamente na área de pavimentação asfáltica.

Deputado Diego Sorgatto aposta que Cristóvão Tormin vai ser reeleito prefeito de Luziânia

[caption id="attachment_32815" align="alignleft" width="300"]Deputado estadual Diego Sorgatto | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Deputado estadual Diego Sorgatto | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O deputado Diego Sorgatto (PSD), representante do Entorno de Brasília, avalia que pesquisas de intenção de voto, ao menos neste momento, não têm como refletir o quadro que se terá em outubro de 2016. “Quem pensa a política de maneira rígida, sobretudo a um ano, cinco meses e 20 dias das eleições para prefeito, costuma errar nos seus prognósticos. Por isso, dado o volume de obras que estão sendo construídas em Luziânia, aposto que o prefeito Cristóvão Tormin (PSD) será reeleito.” Sorgatto sublinha que a maioria dos prefeitos do país “padece com a crise econômica nacional”. Porém, ressalta, “a crise em Luziânia é menos intensa devido à gestão competente de Cristóvão Tormin. Ele reformou as 63 escolas do município, com a participação direta dos diretores e professores, e está construindo uma escola de tempo integral, que será inaugurada no fim deste ano”. A oposição diz que a cidade está “esburacada”. “Apesar das chuvas frequentes, as ruas estão relativamente conservadas. Há, de fato, um problema, mas não é do prefeito. O Estado iniciou a restauração de algumas ruas, mas, por falta de recursos, não concluiu o trabalho. O governador Marconi Perillo nos disse que vai retomar as obras, com os recursos de 400 milhões de reais do Santander.” Tormin luta contra forças tradicionais da política de Luziânia. Na verdade, pontua Sorgatto, “o prefeito simboliza a renovação, por isso desagrada tanto as forças conservadoras”.

Tucanos ganham apoio do delegado Waldir e querem lançar candidato a prefeito em Aparecida de Goiânia

[caption id="attachment_32812" align="alignright" width="620"]Reunião dirigida pelo delegado Waldir teve 53 tucanos | Foto: Divulgação Reunião dirigida pelo delegado Waldir teve 53 tucanos | Foto: Divulgação[/caption] Tucanos de Aparecida de Goiânia, denunciando que o deputado federal João Campos se tornou sr. feudal do PSDB, convocaram uma reunião com políticos e que, embora tendo domicílio outras plagas, obtiveram votação expressiva no município. Compareceram, com o objetivo de fortalecê-la, o deputado federal Waldir Soares, o deputado estadual Mané de Oliveira, uma aliada do deputado federal Alexandre Baldy (Lorena Ayres), um assessor do deputado Giuseppe Vecci, um aliado do deputado Fábio Sousa (Helder), Sebastião Viana, vereadores Cybelle Tristão e Manoel Nascimento, Renato Silva, Hugo Teixeira, Maione Padeiro e Iracema Borges (mulher do coronel Silvio Benedito). À reunião, dirigida pelo delegado Waldir, compareceram 53 tucanos. O objetivo da reunião foi iniciar a organização da comissão provisória para, posteriormente, criar o Diretório Municipal do PSDB em Aparecida. João Campos não compareceu, nem enviou seu preposto-cunhado, o pastor Jair Antônio. O delegado Waldir frisou que, na reunião de sexta-feira, 17, se encarregará de levar João Campos. Os tucanos locais ficaram “satisfeitos” com a reunião, que avaliaram como “prestigiada”. Eles dizem que, organizado o partido, vão preparar o lançamento de um candidato a prefeito. O partido pode lançar o presidente da Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (Aciag), Osvaldo Zilli, ou o comandante-geral da Polícia Militar, Silvio Benedito. Eles ainda não têm filiação partidária. O delegado Waldir, Mané de Oliveira e Fábio Sousa, este por intermédio de seu representante, disseram que não vão disputar eleição para prefeito em Aparecida e sequer vão transferir seu domicílio eleitoral para o município. O que eles querem e deixaram explícito é fortalecer o partido — como quer o governador Marconi Perillo — para que tenha condições de lançar um candidato a prefeito “competitivo” e “qualitativo”. Os deputados federais também informaram que vão colocar emendas no Orçamento da União para Aparecida de Goiânia. “Nós agora sentimos que estamos vivos”, suspirou um tucano. João Campos tem reclamado com frequência ao presidente regional do PSDB, Paulinho de Jesus, dos militantes do PSDB de Aparecida. Segundo a versão apresentada pelo deputado federal, os integrantes do partido querem “alijá-lo” da política de Aparecida. Os tucanos alegam que não querem o afastamento de João Campos, mas não planejam tolerar o comando de seu cunhado, Jair Antônio, que, dizem, mora no Setor Pedro Ludovico e só aparece a Aparecida quando lhe convém.

“Sou pré-candidato a prefeito e quero obter o apoio de Maguito Vilela”, diz Ozair José

O vice-prefeito de Aparecida de Goiânia, Ozair José (PT), é um político discreto, mas, ao contrário do que costumam pensar, aguerrido. Deputado estadual por dez anos, ex-vereador no município, ele disse ao Jornal Opção na sexta-feira, 10, que é pré-candidato a prefeito. “Não tenho a pretensão de ser candidato isolado, sem o apoio de ninguém. Quero ser bancado pelo prefeito Maguito Vilela, a quem apoio desde 2008 e com que mantenho excelente relacionamento político e pessoal”, afirma Ozair. O calo na sua “urna” é o chefão do PT em Aparecida, o vereador Helvecino Moura. “Ele sempre diz que é candidato a prefeito, mas nunca disputa. Eu, pelo contrário, já fui candidato a prefeito, sou vice e quero disputar a prefeitura em 2016.” Comenta-se que Maguito já definiu seu candidato. Seria Euler Morais. “Não é bem assim. Tenho apreço e respeito por Euler, mas ele está no município há apenas dois anos.” Mas Maguito não era do município e foi eleito, com apoio maciço, duas vezes. “Maguito havia sido governador e senador. É um caso à parte.”

Bicheiro tem conta na Suíça e é investigado pela Polícia Federal

O blog do repórter Fernando Rodrigues, do UOL, revela que o bicheiro Ailton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães, do Rio de Janeiro, tem contas na Suíça e aparece como “segundo” colocado “no ranking dos correntistas com mais ‘indícios de ilícitos’. Contra ele o Coaf tem 14 Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), o último de 20 de março de 2015”. Seu caso está na Polícia Federal.

Revista Piauí escreve texto empático e chama Cleovan Siqueira de Policarpo Quaresma

[caption id="attachment_32805" align="alignright" width="214"]Kassab queria fundir o PL com o PSD para criar um grande partido, mas deu zebra| Foto: Reprodução Kassab queria fundir o PL com o PSD para criar um grande partido, mas deu zebra| Foto: Reprodução[/caption] A repórter Carol Pires, da revista “Piauí”, escreveu uma reportagem, “A morte e a morte do Partido Liberal”, na qual traça um perfil do político goiano Cleovan Siqueira. Apesar de chamá-lo de Policarpo Quaresma (e do título remeter a Jorge Amado), personagem de Lima Barreto, o texto guarda certa empatia. O PL e Cleovan quase foram trucidados pela briga de foice no escuro entre o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, e o PMDB de Eduardo Cunha e Michel Temer. Kassab queria fundir o PL com o PSD para criar um grande partido, para se tornar uma sombra para o PMDB. Era uma jogada dele com anuência da presidente Dilma Rousseff, mas deu zebra. Daí Cunha, Renan Calheiros e Temer “pediram” o escalpo de Cleovan. Não levaram, é claro, porque o país vive tempos democráticos. No olho do furacão, Cleovan disse ao Jornal Opção que seu objetivo, daqui pra frente, é conseguir o registro do PL e prepará-lo para as eleições de 2016 e 2018. Com seu estilo discreto, afável e respeitoso, Cleovan é um guerreiro, praticamente um templário — quase um jesuíta —, daqueles que não desistem nunca. Ele se emociona, demonstra fragilidade, como notou a repórter da “New Yorker” patropi, mas é, acima de tudo, um resistente ou, diria Euclides da Cunha, um forte.

A nova oposição na OAB-Goiás pode surgir de grupo que era situação

[caption id="attachment_32803" align="alignright" width="300"]oab Candidato de oposição pode ser o maçom Luciano Hanna[/caption] Há um truísmo: na vida pública, seja na política partidária, seja em disputas classistas, ninguém está “morto” em definitivo. Re­centemente, devido à saída de Henrique Tibúrcio da presidência da OAB-Goiás, concluiu-se, de maneira apressada, que Lúcio Flávio de Paiva, mesmo antes da disputa de novembro, já “estava” eleito. Porém, diria Nelson Rodrigues, há o imponderável. Enil Henrique, eleito para um mandato-tampão, está organizando a casa e é percebido como um gestor sério, sobretudo tem sido apontado como um defensor aguerrido dos advogados. Para piorar a situação da oposição (leia-se Lúcio Flávio), é possível que surja um grupo de oposição a Enil a partir da aliança entre os experimentados Feli­císsimo Sena e Miguel Cançado. Os dois podem bancar um candidato de oposição — como o maçom Luciano Hanna, Flávio Buonaduce ou Pedro Paulo Medeiros. Por fora, mas com muito dinheiro, aparece o Júnior Friboi da advocacia, Djalma Rezende. (Fica o registro de que, se Lúcio Flávio, reuniu dezenas de advogados, para demonstrar a vitalidade de seu grupo, Felicíssimo Sena e Miguel Cançado também reuniram dezenas de aliados. A surpresa foi a convergência de advogados mais experimentados com dezenas de jovens.)

Eduardo Machado critica a cláusula de barreira e o distritão. “Querem acabar com a democracia”

[caption id="attachment_32799" align="alignleft" width="300"]Presidente do PHS, Eduardo Machado Presidente do PHS, Eduardo Machado[/caption] O presidente do PHS nacional, Eduardo Machado, é um dos mais ferozes combatentes da volta da discussão sobre a cláusula de barreira. “Alguns integrantes dos grandes partidos querem ‘enterrar’ os direitos das minorias, suprimindo parte da vida democrática do país. Já o distritão é letal para os pequenos partidos. A eleição deixa de ser proporcional e passa a ser majoritária. Serão eleitos apenas os mais votados. Eduardo Cunha é um político eficiente mas só pensa em seus interesses.”

Fim das coligações proporcionais consolidará sistema partidário

José Carlos da Silva Quando o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) totalizou os votos de 2014, muitos se indignaram: como Jorge Kajuru (PRP), com 106.291, não foi eleito, e Pedro Chaves (PMDB), com 77.925, foi? Essa mágica tem nome: coligações proporcionais. Trata-se de uma distorção do sistema eleitoral. O fenômeno Tiririca (PR-SP), ocorrido em 2010, nos mostra claramente como se dá essa aberração. Já aprovada em segunda votação no Senado, a proposta de emenda constitucional (PEC) da reforma política da Câmara dos Deputados pode, se aprovada e devidamente sancionada, pôr fim a esse problema. Pela proposta, os partidos não poderão mais compor chapas conjuntas nas eleições de vereador e deputado. Uma iniciativa que tem seu lado positivo. Ao proibir as coligações ao Legislativo, o projeto força as siglas a apresentar chapas puras. Caso não invistam nisso, podem ficar sem representação. Isso contribuirá para o fim das “legendas de aluguel”, forçando a aproximação dos partidos com as bases eleitorais, o que consolidará o sistema partidário. Não posso afirmar que essa mudança será levada a efeito. Apesar de bem aceita pelos partidos grandes, a PEC pode ter dificuldades de ser aprovada. Partidos menores, como o PR e o PCdoB, podem se unir com os pequenos e criarem resistência — e uma PEC precisa de três quintos dos votos para ser aprovada (maioria qualificada). Para o relator Henrique Fontana (PT-RS), a proposta é equilibrada, e respeita, sim, os partidos pequenos, mas que deixa um recado tácito a eles: vocês precisam ter uma cara própria. Sendo otimista, vislumbro a necessidade de os partidos reverem suas estratégias eleitorais. Hoje todas as siglas se baseiam na regra das coligações para definir chapas. Essa estratégia pode significar um aumento no número de cadeiras, mas também o risco iminente de um partido menor ter um candidato recordista de voto. Para legendas menores com um nome forte em potencial, se aliar a partidos fortes é a chance de eleger um representante sem precisar formar chapa. O PTB lançou só quatro candidatos a deputado federal, mas contava com Jovair Arantes. Com isso, elegeu seu candidato sem precisar de quociente eleitoral – o mínimo de votos necessários para conquistar uma vaga no Legislativo Federal. Em Goiás, tivemos vários exemplos que podem ser considerados bons e ruins. Sérgio Bravo (Pros) foi eleito deputado estadual com o menor número de votos (8.607). Enquanto isso, ficaram de fora Júlio da Retifica, Vitor Priori e Daniel Messac (todos do PSDB) e Waguinho – (PMDB), com uma votação acima de 23 mil. Apesar das vantagens da coligação proporcional, o PHS e o PSL, considerados nanicos, tiveram sucesso usando uma estratégia oposta. Sem tradição na política estadual, conseguiram chapas quase completas. Com o “voto de formiga” de pequenas lideranças, com 200 a 1,5 mil votos, ambos atingiram quociente eleitoral sem precisar de coligações, elegendo dois deputados cada: pelo PHS, Chiquinho de Oliveira e Jean Carlo; pelo PSL, Lucas Calil e Santana Gomes. Todos com menos votos do que muitos suplentes de partidos mais tradicionais. Resumindo o fim das coligações tem como pontos positivos o seguinte: acaba com a distorção de se votar em um partido e eleger candidatos de outra legenda; pode reduzir o número e “legendas de aluguel”, forçando a fusão ou a extinção de partidos pouco representativos no país; acaba com coligações de ocasião, montadas com fins exclusivamente de estratégia eleitoral; e exige que os partidos busquem candidatos viáveis, forçando maior diálogo com as bases. Esse ponto é apenas uma das questões a serem debatidas no aprimoramento do sistema eleitoral. É palmilhando entre várias ideias que construiremos uma democracia verdadeira que faça prevalecer de a vontade do eleitor. José Carlos da Silva é psicólogo especialista em Gestão de Pessoas, secretário-geral da Associação dos Servidores da Guarda Municipal de Goiânia e secretário-geral do Partido Social Liberal (PSL) em Goiás. E-mail: [email protected].

Jânio Darrot representa Trindade em encontro nacional de prefeitos e faz agenda positiva em Brasília

Gestor visitou deputado e esteve em dois ministérios para viabilizar recursos para infraestrutura e para a Festa do Divino Pai Eterno

Negócios do BNDES com a JBS-Friboi serão rastreados por CPI? Sim, se não ficar apenas no papel

Se sair do papel, a CPI do BNDES, proposta pelo senador Ronaldo Caiado, vai examinar, com lupa, os negócios do governo federal com os frigoríficos. A JBS-Friboi está na mira. Mas não só. Trata-se de um negócio de vários bilhões.

STF nega pedido para barrar tramitação da PEC da redução da maioridade penal

A proposta de emenda constitucional (PEC) 171/1993, que pretende reduzir a maioridade penal para 16 anos, pode seguir no Congresso. O ministro José Antonio Dias Toffoli, do STF, indeferiu pedido de liminar formulado pelo deputado federal Cabuçu Borges (PMDB-PA) em mandado de segurança impetrado contra a tramitação. Segundo o relator, o mandado não demonstrou a existência de risco iminente de dano irreparável ao direito alegado — o de, no exercício da função parlamentar, não se deliberar proposta incompatível com o processo legislativo constitucional. Fim de salário perpétuo O STF também suspendeu o pagamento de pensão vitalícia a ex-governadores do Pará. Por 6 votos a 1, a maioria dos ministros entendeu que o benefício criou privilégio injustificado a ex-agentes públicos. A corte atendeu pedido apresentado em 2011 pela Ordem dos Advo­gados do Brasil, questionando o repasse fixado em 1989 num artigo da Constituição do Pará. O valor é o mesmo recebido pelos desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado: cerca de R$ 24 mil.

Bolsões radicais do PT estariam preparando dossiês sobre Ronaldo Caiado. Tudo a ver com CPI do BNDES

Setores radicais do PT estariam preparando dossiês sobre o senador Ronaldo Caiado. Motivo: antídoto contra seu trabalho para esclarecer o que o BNDES está fazendo com o dinheiro do cidadão brasileiro.

Acordo facilita aplicação de audiências de custódia

[caption id="attachment_32792" align="alignleft" width="620"]STF STF[/caption] O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Ricardo Le­wan­dowski (foto), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), Augusto de Arruda Botelho, assinaram na quinta-feira, 9, três acordos de cooperação técnica para facilitar a implantação do projeto “Au­diência de Custódia” em todo o Brasil e para viabilizar a aplicação de medidas alternativas cautelares, como o uso de tornozeleiras eletrônicas.

“O DEM recebeu extrema unção e o padre é filiado ao PTB”

[caption id="attachment_32788" align="alignright" width="620"]Deputado federal Joavair Arantes, do PTV | Fernando Leite/Jornal Opção Deputado federal Joavair Arantes, do PTB | Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] De um tucano de bico erado: “O DEM recebeu extrema unção e o padre é filiado ao PTB”. O tucano frisa que o senador Ronaldo Caiado é contra a fusão entre o DEM e o PTB porque não quer ir para a base da presidente Dilma Rousseff. Mas a fusão é mais benéfica ao DEM, porque a estrutura do PTB é muito maior. O DEM se tornou um partido nanico, porém, como seus líderes “gritam” muito, parece de médio porte. O PTB de Jovair Arantes, portanto, seria um oxigênio para o DEM do senador goiano.