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Matéria que altera regras de acesso ao seguro-desemprego, abono salarial e seguro- defeso segue para o Senado
Progress M-27M estava descontrolada desde 28 de abril. Nave não era tripulada
Históricos preferem Afrêni Gonçalves. Mas há quem avalie que um deputado federal pode ampliar a força do partido
Leitor, anote no seu celular ou, à Iris Rezende, na sua “caderneta”: o próximo presidente do PSDB deve ser o deputado federal e empresário Alexandre Baldy ou o ex-deputado estadual Afrêni Gonçalves.
Alexandre Baldy é jovem, arrojado e tem chance de comandar o tucanato estadual. É mencionado como um sopro de renovação. Como parlamentar, teria força política para impulsionar a expansão do partido em todo o Estado.
Afrêni Gonçalves é muito ligado ao governador Marconi Perillo, tem o apoio dos históricos do partido e é apontado como moderado e diplomático. Por não ser radical, e ter uma ponte direta com o tucano-chefe, não desagradaria os grupos que militam no PSDB. Poderia unificá-los.
Se eleito, Afrêni Gonçalves também não provocaria ciumeira entre os deputados. É uma das teses dos tucanos históricos.
Parece que Henry James mudou-se para Goiás: tal a ambiguidade da política do Estado. O escritor americano se queria inglês, mas quem diria: acabou no Irajá, quer dizer, no Cerrado.
A oposição é ligeiramente cautelosa com a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa, porque entende que o responsável pela gestão da economia do Estado é o governador Marconi Perillo. Não há o que discutir: Ana Carla formula, mas não executa nada sem a autorização do tucano-chefe.
Porém, se a oposição percebe Marconi Perillo como o responsável pela política econômica e fiscal do governo de Goiás, a situação, para não criar arestas com o símbolo de fato do poder, prefere transformar Ana Carla em alvo.
Digamos que Ana Carla saia do governo. O que acontece? Nada. A política rigorosa de contenção de gastos será mantida. O que vai mudar? Os políticos da situação — os mais “corajosos” ou “ousados” — vão atacar o novo secretário da Fazenda. Mas deveriam enfrentar, de cara, o governador Marconi Perillo. Será mais eficaz, quem sabe.
Talvez seja mais conveniente — política é interesse e conveniência — reler "Retrato de uma Senhora", "As Asas da Pomba" ou "A Taça de Ouro", romances obras-primas de Henry James [foto acima]. No caso, a ambiguidade é mais bem delineada.
Prefeito frisa que nunca houve briga entre ele e o aliado político
Matéria que estabelece princípios éticos e regras básicas de decoro foi aprovada por unanimidade
Principal País de destino dos produtos goianos, a China comprou US$ 110 milhões -- 27,07% do total exportado -- em soja, carnes de aves, algodão, açúcar e outros produtos
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Foto: Carlos Costa[/caption]
O deputado Lucas Calil, do PSL, abordou, na primeira audiência pública de seu mandato, o tema “Redução da Maioridade Penal”.
O debate, com a participação de formadores de opinião, especialistas no tema e autoridades, lotou o Auditório Costa Lima, da Assembleia Legislativa de Goiás. Como o tema é polêmico, o debate foi acirrado, mas, no geral, respeitoso.
Lucas Calil, embora jovem, manteve o pulso firme e sua conduta foi elogiada como “imparcial”.
O secretário de Governo, Henrique Tibúrcio, representou o governador Marconi Perillo na audiência. Advogado e ex-presidente da OAB-Goiás, Tibúrcio conhece bem o assunto. Os deputados Mané de Oliveira, do PSDB, e Henrique Arantes, do PTB.
Se depender da Câmara dos Deputados, e da opinião pública do país, a redução da maioridade penal será aprovada.
Novo sistema de impostos federais sobre bebidas frias entrou em vigor este mês
A discussão proposta pela reportagem de O Popular sobre a forma de efetuar os descontos de impostos e afins dos salários dos servidores em tempos de parcelamento é legítima, mas é possível fazer algumas ressalvas:
1 — A jornalista Fabiana Pulcineli retoma assunto cinco dias após o depósito dos salários. Fato coincide com sua volta das férias e sua linha de atuação;
2 — O jornal assume, em chamada de capa, informação apresentada pelo Sindicato de que “teve servidor público que recebeu 50 reais”. Cadê o contracheque? Informação de Sindicato é imparcial e corresponde necessariamente à verdade? Da mesma forma, o jornal não comprova que “teve servidor que chegou ao sindicato chorando”;
3 — O Estado não pode ser responsabilizado pelo endividamento dos servidores. O consignado é um benefício, mas a responsabilidade sobre o peso dele na renda é do servidor e não do Estado. Neste caso, é válida a discussão sobre efetuar a cobrança na segunda parcela;
4 — Reportagem reconhece que parcelamento mantém salários em dia — apesar de levantar a questão do legado da gestão e que isto foi compromisso reafirmado em campanha –, mas não retoma as razões apontadas pela Fazenda e pelo governo para que isso esteja sendo feito;
5 — A reprodução da frase da servidora de que “comissionado ganha o dobro” é completamente improcedente e a jornalista certamente sabe disso. Diferente de comparar os salários de efetivos com cargos de chefia, para os quais, inclusive, há gratificações para servidores efetivos que os exerçam.
A ideologização da cobertura continua evidente e volta às manchetes com uso da palavra "vice" para falar dos casos de dengue. Jornais nacionais falam em "epidemia" (“Globo” e “Valor”), “São Paulo lidera” (“Folha”), “dengue é mais grave e mortal em SP (outros)”.
O consultor Eduardo Tessler e o vice-presidente do Grupo Jaime Câmara, Maurício Duarte, cobram a redação para fazer jornalismo “mais quente” e “participante”, mas não ideologizado.
Pesquisa realizada em 29 lojas verificou preço de 53 itens. Dentre eles, perfumes, cestas de café da manhã, flores, celulares, calçados e joias
Informação era que os políticos aliados haviam brigado e que, após conflito, funcionários da Prefeitura de Senador Canedo teriam pedido demissão
Ex-ministro de de Minas e Energia de Fernando Henrique Cardoso faleceu na manhã desta quinta-feira (7/5), em São Paulo. Ele estava internado no Sírio Libanês
Pesquisa mostra que o tempo médio de trabalho necessário para adquirir a cesta subiu, e que produtos como carne bovina e tomate tiveram predominância na alta de preços
Programa começará às 06h30 e tem duração de uma hora. Apresentação será com Luiz Bacci

