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Chiquita Hill combinou farsa com dois policiais, que algemaram o garoto e o levaram para dar uma volta
Comenta-se que, quanto mais Jakes Rodrigues “prospera”, do ponto de vista individual, mas Rubiataba “piora”
As redes sociais não podem sobreviver sem uma boa briga, sobretudo se o barraco for armado por celebridades. A guerra da vez começou no Facebook e se espalhou por sites e portais nas internet. Estão no ringue o ator Paulo Betti (foto acima) e o antropólogo Roberto DaMatta.
Eis o jab de esquerda desferido por Paulo Betti: “Amigos, relutei em escrever aqui o que aconteceu comigo, mas como envolve pessoa pública, achei que seria relevante. Perguntado por uma ouvinte num programa da MPB fm, se fui agredido por ter feito o personagem gay Téo Pereira, na novela Império, de Aguinaldo Silva, eu já me preparava pra responder que não, tal a quantidade de carinho que recebo pelas ruas, quando me lembrei de um fato recente e não pude mentir para a ouvinte que me perguntou e disse no ar: Fui agredido sim, verbalmente e com muita violência, pelo famoso sociólogo Roberto DaMatta, professor e escritor, que, na frente da própria esposa, me falou barbaridades contra personagens gays em novelas, não direi as palavras pronunciadas em respeito aos meus amigos do Facebook, mas faço esse breve depoimento em nome da verdade e do respeito que os gays merecem. Contra a homofobia e sabendo mais sobre Roberto DaMatta”.
A pergunta é: pode um antropólogo ser preconceituoso? A resposta deve começar com uma pergunta: por que não? A sociedade do politicamente correto está tentando criar uma sociedade imaginária — mais utópica do que distópica —, na qual é possível a existência de cidadãos sem nenhum preconceito. Seria a “amebocracia”? Uma sociedade sem preconceitos é impossível. Não dá para “consertar” tudo que as pessoas pensam de, supostamente, “errado”. Agora, é claro que é preciso combater, basicamente por intermédio de leis severas, agressões físicas de qualquer natureza. Homossexuais não devem ser agredidos em nenhuma hipótese — nem mesmo verbalmente. No caso de violência, que o agressor seja penalizado pela lei, e com o máximo de rigor. Porém, impedir um indivíduo de ter preconceito é impossível.
Roberto DaMatta (foto acima), antropólogo respeitado internacionalmente, teria dito o quê, exatamente, a Paulo Betti? Não se sabe as palavras precisas. O que se sabe é o que o ator disse, de maneira relativamente desordenada. O pesquisador contrapôs, numa entrevista ao Portal da RedeTV!: “Estou perplexo com o que estou lendo e ouvindo. O sr. Paulo Betti, ator que eu sempre admirei e com quem falei uma única vez em toda a minha longa vida, terá resposta no fórum adequado”. Suspeita-se que o “fórum adequado” seja a Justiça. Já o artista da Globo contemporizou: “Não acho que seja caso de processar, é apenas uma revelação de um comportamento”. Paulo Betti teria mesmo falado com Roberto DaMatta? Teria sido um sósia? Parece que os dois se falaram mesmo — numa conversa privada, por certo,
O “debate” carece de mais informações para que se saiba o que de fato ocorreu. Roberto DaMatta teria sido irônico e Paulo Betti não percebeu? Até onde se sabe, o antropólogo nunca demonstrou preconceito contra os homossexuais. Nos últimos anos, o antropólogo tem vulgarizado críticas à esquerda, mas sem fazer campanha. Seus comentários são absolutamente palatáveis, até leves. Ele estaria sendo vítima de uma armação? Também não se sabe. A impressão que se tem é que o ator está fazendo muito barulho por nada, ou, quem sabe, está em busca de holofotes e de simpatia de setores cada vez mais poderosos na política, na imprensa e nas redes sociais?
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