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Uma coisa é fato mesmo: a maioria dos secretários e superintendentes está profundamente irritada, e às vezes até constrangida, com a falta de dinheiro para coisas comezinhas em suas pastas. Eles dizem que seus poderes estão mais no papel do que na realidade. Alguns sugerem que são rainhas da Inglaterra numa República.
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Alberto Fraga: o deputado federal do DEM do Distrito disse que políticos, homens e mulheres, devem ser criticados com rigor, não importando o gênero | Foto: Jornal de Brasília[/caption]
A linguagem às vezes é tudo — forma e conteúdo visceralmente imbricados. No Brasil há pelo menos duas direitas visíveis. Olavo de Carvalho, Denis Rosenfield, Luiz Felipe Pondé, Rodrigo Constantino, José Maria e Silva, Reinaldo Azevedo são duríssimos nas críticas, mas raramente perdem a elegância (alguns, como Azevedo, mesmo ao perdê-la, mantêm o humor, a ironia fina, à H. L. Mencken e Karl Kraus). Eles compõem, se se pode dizer assim, uma espécie de direita intelectual. Há a direita política, no sentido partidário, que é composta por, entre outros, Ronaldo Caiado, senador; Alberto Fraga e Jair Bolsonaro, deputados federais.
A esquerda é mestre na arte da desfaçatez, artífice na técnica de se apresentar como vítima, quase sempre distorcendo o discurso do adversário, para torná-lo monstruoso aos olhos da sociedade, pois assim será mais fácil combatê-lo e destrui-lo. A esquerda é tão hábil que, quando Stálin e Mao Tsé-tung matavam milhões de “oposicionistas”, apresentados como inimigos do socialismo, conseguia sugerir, e seu argumento era aceito, que tudo estava sendo feito em nome de um futuro melhor para todos. Por falar em nome da humanidade, da construção de uma sociedade igualitária, a esquerda costuma ser perdoada, mesmo quando comete atrocidades. O fim, o bem (o paraíso comunista), justifica o meio, o mal (o fim da liberdade, a destruição da oposição).
Mesmo quando é algoz, a esquerda se posta como vítima. Com sutileza, consegue transformar a direita em Lúcifer, resguardando-se como anjo ímpio, de uma santidade a toda prova. Carvalho, Rosenfield, Pondé, Constantino, Silva e Azevedo, estrelas da palavra, conseguem escapar dos tentáculos da linguagem da esquerda, porque a conhecem bem e sabem defender as próprias ideias. Nenhum deles se deixa enredar pelas artimanhas esquerdistas e, por isso, quase sempre saem melhor nos debates. A linguagem afiada de Carvalho, Rosenfield, Pondé, Constantino, Silva e Azevedo — que nem pensam da mesma maneira sobre todos os assuntos, mas não são de esquerda — é arma defensiva e ofensiva contra a notória ambiguidade funcional das esquerdas marxista, leninista, stalinista e gramsciana.
Porém, a direita que milita na política — corajosa, pois é minoria e não tem espaço decente na imprensa, exceto folclorizada — às vezes é “absorvida” pela argúcia da esquerda. Esta pega a linguagem dos políticos de direita, como Jair Bolsonaro e Alberto Fraga — aos quais falta certa consistência ideológica —, e a transforma numa espécie de bumerangue. É até compreensível a linguagem hard de Jair Bolsonaro e Alberto Fraga, pois, se forem compassivos e ponderados, não serão escutados, não conseguirão “colocar” seu discurso em evidência. Só com excesso suas palavras são transcritas nos jornais, quase sempre a partir da versão de seus adversários.
Nesta semana, na votação da Medida Provisória 665 — “que endurece as regras de acesso ao seguro-desemprego e ao abono salarial”, sintetiza o “Correio Braziliense” —, quando a esquerda aderiu à prática liberal mais radical, a dos Chicago Boys, como o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o que certamente desnorteia os liberais verdadeiros, como Ronaldo Caiado, o deputado federal Roberto Freire, do PPS de São Paulo, deu um tapinha no ombro de Orlando Silva, do PC do B, como uma forma de se comunicar, de dizer “ei”, e o comunista, posando de vítima, gritou que estava sendo agredido fisicamente. “Não me toque”, esbravejou. Roberto Freire tem 73 anos, político há décadas, é considerado um dos mais moderados líderes da esquerda — a democrática (há quem avalie que esquerda e democracia se excluem). Ninguém, em sã consciência, acredita que possa agredir alguém, ainda mais um homem de 43 anos, como Orlando Silva.
A deputada Jandira Feghali, do PC do B do Rio de Janeiro, decidiu defender o camarada. Aí estranhou-se com o deputado Alberto Fraga, do DEM do Distrito Federal. Ao se posicionar com firmeza na defesa de Roberto Freire — possivelmente, da integridade do colega, do qual discorda ideologicamente, embora sejam parceiros nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff —, Alberto Fraga escolheu palavras ríspidas, talvez para obter repercussão, mas que não são politicamente corretas. “Mulher que participa da política e bate como homem tem que apanhar como homem também”, disse, de maneira objetiva, sem subterfúgios, o democrata.
A distorção do que disse foi imediata, como é praxe entre esquerdistas. Jandira Feghali avisou que vai processar o deputado. “A Jandira processa todo mundo. Isso é um direito dela”, replicou Alberto Fraga. A manipulação, até simplória mas eficiente, começa quando se sugere que o parlamentar do DEM quis dizer — se quis, não disse, pois sua frase é tão límpida quanto água mineral — que mulher merece apanhar. O líder democrata não disse nada disso. Ele sugeriu, na sua linguagem durona, que a mulher que milita na política e faz crítica duras, posicionando-se com firmeza, também deve ser criticada com rigor. As mulheres, com as feministas no pelotão de frente, não lutaram a vida toda por igualdade? Pois Alberto Fraga está propondo exatamente isto: que mulheres e homens se tratem de maneira igualitária. O único problema — se é problema — é a linguagem, que, por conter palavras candentes, como “bate” e “apanhar”, pôde ser instrumentalizada pela esquerda. O que faltou ao deputado foi uma certa elegância linguística, machadiana, ao enfrentar a malícia da esquerda.
Comenta-se que a Rádio Terra está à venda. Um grupo teria tentado comprá-la por 20 milhões, mas o proprietário, Iberê Monteiro (que faz tratamento de câncer em São Paulo, nos Hospital Sírio-Libanês), teria pedido 25 milhões. No momento, a família não planeja vender a rádio — até porque, com a crise econômica, poucos grupos têm numerário suficiente para adquiri-la à vista. Durante anos, a Terra, uma rádio consolidada e respeitada no mercado, foi líder de audiência, mas perdeu espaço para a Rádio 99,5 (Serra Dourada FM). O deputado e radialista Sandes Júnior é um dos principais responsáveis pela alta audiência da 99,5. A Terra permanece num honroso segundo lugar. Segundo Sandes Júnior, cerca de 90% das pessoas que ouvem rádio preferem FMs.
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Marty Baron: “Várias reportagens longas, bem-feitas, investimentos para nós, estão entre as mais lidas”[/caption]
Entrevistado pelo repórter Raul Juste Lores, da “Folha de S. Paulo” (sábado, 2), o editor-chefe do jornal “Washington Post” — cuja maior glória foi ter contribuído para a renúncia do presidente Richard Nixon em 1974 —, Marty Baron, de 60 anos, deu declarações instigantes sobre o presente e o futuro da imprensa (ou mídia).
Marty Baron afirma que lê atentamente as informações que recebe sobre o comportamento do leitor. Por exemplo: “A porcentagem de quem lê um texto até o final é muito menor do que a gente pensa. Uma típica reportagem é lida até o final por 1%, 2% dos leitores”. E acrescenta aquilo que editores e repórteres do Jornal Opção têm observado, ao examinarem dados do Google Analyticz semanalmente: “Várias reportagens longas, bem-feitas, investimentos para nós, estão entre as mais lidas. Há um enorme numero de gente que gasta muito tempo em narrativas aprofundadas. Não é verdade que texto longo afaste o leitor”.
Apesar da pressão pelo acesso, pois agora todos medem audiência, via Google Analyticz ou outros sistemas, o “Washington Post” não quer aderir ao esquema do “Buzzfeed” (site que publica listas). De fato, há sites, portais e blogs que estão trocando reportagens sérias e equilibradas pela publicação intensiva de listas ou reportagens sensacionalistas sobre políticos e, sobretudo, atores de novela e cinema e modelos. “Não queremos só histórias frívolas. Seria destrutivo com nossa marca, com nossa identidade. (...) Há um enorme mercado para assuntos sérios. Mas não é porque sejam sérios que precisam ser chatos. Contar uma história séria de forma envolvente e entretida é um enorme desafio. Essas são as mais lidas”, afirma Marty Baron.
A tecnologia pode ser um poderoso instrumento para aumentar a leitura dos jornais, avalia Marty Baron. “A narrativa mudou muito com a interatividade. O mais interessante é a integração das ferramentas em um único texto, nos lugares apropriados, dar o contexto. Se você está no meio de uma reportagem e se fala da gafe de um político ou da violência policial, e você tem o vídeo que alguém fez na hora, você pode mostrar ali, na hora. Coloque o gráfico ali, a cópia do documento para quem quiser se aprofundar. (...) Tem que estar tudo bem trançado. É para isso que investimos tanto em tecnologia.”
Não adianta ter grandes assuntos se as pessoas dos jornais não investem na sua divulgação. Por isso o “Washington Post” mantém 47 engenheiros na redação, trabalhando ao lado dos jornalistas. “Estão na editoria de Política, no time de infográficos, por todas as partes. Contar uma história hoje acontece em uma ambiente digital. Se você quer tirar o máximo de proveito, eles [engenheiros] precisam estar por perto, você precisa de engenheiros que saibam programar, fazer apresentações complicadas, interativas. O repórter sabe apurar, escrever, mas não programar. A relação simbiótica de jornalistas e engenheiros é fundamental.”
Nos Estados Unidos, como no Brasil, a publicidade na internet ainda é um problema. Está crescendo, mas ainda é inferior à do produto impresso. Marty Baron é sincero: “Não tenho a resposta de como fazer dinheiro agora, sinto muito”. Ele disse isto e riu. “A receita do impresso é dominante ainda, mas é declinante, o número de leitores declina, não será uma queda gradual, será uma queda acelerada, até cair de vez. Fazer o impresso e o digital ao mesmo tempo é um desafio. (...) Se fôssemos apenas digital, as receitas e os cursos seriam menores”. O problema é que quem migrou em definitivo para a internet — abandonando o formato impresso, caso do “Jornal do Brasil” e da “Newsweek” — fracassou editorial e financeiramente.
Depois de falar de negócios, e frisar que sua área é mesma a jornalística — um toque sutil no entrevistador —, Marty Baron contou que o “Post” faturou um Pulitzer este ano com uma reportagem, por sinal longa, “sobre as falhas do Serviço Secreto” americano. “O que eu gosto é do jornalismo que explica o mundo, que explica assuntos com nuances, mais profundos. Tudo que puder para fugir de slogans de políticos, de comentaristas com frases feitas.”
Ao final da entrevista, Marty Baron sublinha que o “Post” jamais deixa de publicar uma reportagem “porque o governo pediu”. É assim que se ganha o respeito da sociedade, sugere.
O Farmacêutico de Auschwitz” (Bertrand Brasil, 335 páginas, tradução de Miriam Bettina Paulina Bergel Oelsner), do historiador Dieter Schlesak, é um livro doloroso sobre a Segunda Guerra Mundial, especialmente sobre o campo de extermínio mais letal e mais emblemático dos nazistas. O livro, muito bem escrito, é apresentado como um romance documentário.
Condenado a nove anos de prisão, por cumplicidade no genocídio de judeus, ciganos, homossexuais e opositores políticos do nazismo, Victor Capesius morreu em 1985, na Alemanha Ocidental (a capitalista).
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Prefeito João Gomes e o presidente da Saneago, José Taveira: parceria por obras de saneamento em Anápolis[/caption]
Tratar de assuntos de interesse de Anápolis na área de saneamento. Este foi o motivo da reunião realizada na sede da Saneago, em Goiânia, entre o prefeito João Gomes (PT) e o presidente da estatal, José Taveira. Em mais de três horas de conversa, foram discutidas as principais demandas do saneamento do município. Na oportunidade, o chefe do Executivo municipal apresentou os problemas pontuais da cidade na questão de água e esgoto e apontou as ações prioritárias que necessitam ser executadas pela companhia em Anápolis.
Dentre as demandas, o prefeito citou a necessidade de uma maior responsabilidade do órgão, inclusive financeira, para com a manutenção das vias que sofrem intervenções rotineiras da Saneago. João Gomes também falou da necessidade de realização de obras de infraestrutura no município, beneficiando principalmente o setor de moradias populares. Em relação às intervenções mais complexas, a exemplo da substituição da rede de água e esgoto do Centro da cidade, houve a tratativa da expansão da Estação de Tratamento de Água de Anápolis.
José Taveira acatou as reivindicações do Executivo anapolino e determinou a realização de uma reunião técnica, mais aprofundada. O prefeito e a gerente regional da Saneago em Anápolis, Tânia Valeriano, apresentaram à equipe de diretores e superintendentes do órgão as demandas discutidas com a presidência. “Temos o compromisso em dar resposta à população de Anápolis das providências necessárias que beneficiem o saneamento da cidade”, disse Taveira.
O prefeito destacou a importância de manter diálogo com as empresas públicas que são responsáveis, diretamente, pela qualidade de vida da população. Ele pontua que ações importantes da prefeitura, como a liberação de residenciais de moradias populares dependem da melhoria do serviço de abastecimento de água, indispensável à cidade.
Para promover a conscientização sobre direitos e deveres de cada pessoa no trânsito, a prefeitura, por meio da Companhia Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), aderiu à campanha Maio Amarelo. Durante todo o mês, as ações de orientação serão intensificadas com o intuito de garantir mais segurança no trânsito. Os agentes de trânsito já estão na Avenida Brasil, em frente ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), abordando motoristas e pedestres para esclarecer a importância de respeitar as leis. O Maio Amarelo, apoiado pelo Denatran, tem o objetivo de chamar a atenção das pessoas quanto a importância de respeitar as leis de trânsito. As ações também procuram mostrar os altos índices de mortes e feridos devido aos acidentes. O movimento Maio Amarelo — Atenção pela vida, celebrado mundialmente, foi abraçado pelo Ministério das Cidades. Durante todo o mês são feitas ações em alusão ao movimento internacional de mobilização e conscientização para a redução de acidentes no trânsito.
Para viabilizar ferramentas para que a população tenha acesso ao mercado de trabalho, a prefeitura tem oferecido cursos de capacitação em diversas áreas, e uma delas é a de costureiras industriais em malha, no qual a primeira turma já se formou em solenidade na semana passada. O evento de formatura aconteceu no Cras Leste, localizado no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), na Praça Valdemar Jorge Naben, no Jardim Alvorada. As alunas aprendem na teoria e prática a fechar as peças já cortadas. Algumas empresas da cidade tem absorvido a mão de obra qualificada formadas pela própria prefeitura. O Cras ainda viabilizou atividades para as crianças enquanto as mães participavam das aulas. Dentro da proposta de oferecer qualificação de mão de obra, a prefeitura desenvolve o programa Qualificar voltado para a formação profissional gratuita de milhares de pessoas. Desde a implantação do Qualificar em 2009, mais de 20 mil certificados foram entregues em 60 áreas ligadas ao comércio, gestão, informática, indústria, culinária e artesanato.
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Jorge Gerdau e o prefeito João Gomes: Goiás avançou, segundo o MBC | Foto: Prefeitura de Anápolis[/caption]
O prefeito João Gomes participou no Palácio Pedro Ludovico Teixeira em Goiânia, do evento do governo do Estado para a apresentação dos resultados do Programa de Modernização da Gestão Pública de Goiás (PMGP). Com a presença do governador Marconi Perillo (PSDB) foi divulgado um relatório com dados que revelam avanços na gestão estadual em vários setores, os quais receberam auxílio de consultorias do Movimento Brasil Competitivo (MBC).
Após a apresentação dos resultados obtidos em Goiás em importantes áreas do executivo estadual, o presidente do Conselho Superior do Movimento Brasil Competitivo, o empresário Jorge Gerdau, ministrou a palestra Os Desafios da Gestão, que foi acompanhada pelos presentes, entre eles, secretários de diferentes pastas do governo estadual e também de empresários.
Também marcaram presença prefeitos de importantes cidades goianas, como Chico Balla (Itumbiara), Cristóvão Tormin (Luziania), Eronildo Valadares (Porangatu), Dioji Ikeda (Inhumas) e Fernando Vasconcelos (Goiatuba). Estes confirmaram a importância do tema bastante debatido pelo palestrante, reconhecido nacionalmente pelo seu desempenho no setor privado, que traçou a aliança entre os temas governança e gestão, dentro de uma administração pública, a favor da comunidade.
O governador Marconi ressaltou que os resultados do programa foram conquistados em quatro anos de trabalho, onde os estágios eram debatidos em reuniões mensais. “Neste período, conquistamos avanços importantes em Goiás, em todas as áreas”, disse. Para o João Gomes, que é do setor empresarial há mais de 30 anos, as experiências que podem ser alcançadas quando se aliam governança e gestão pública, são positivas para a população. “Quando uma administração adota os principais conceitos do tema, que nada mais é que planejar e monitorar em vista de um resultado, os municípios ganham, pois todas as ações serão focadas num objetivo final, que é o atendimento da população em todas as áreas”, afirma.
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Petebista Henrique Arantes se preocupa com tempo de rádio e TV | Foto: Alberto Maia[/caption]
Enquanto o noticiário político informa a debandada certa de atuais filiados do DEM e PTB, insatisfeitos com a possível fusão entre os partidos, no aspecto jurídico um pedido de consulta junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá definir os destinos dos partidos e filiados resistentes. O questionamento objeto do pedido de consulta é quanto ao tempo de propaganda em rádio e TV, que legalmente considera como aspecto mais relevante, entre outros, o número de cadeiras que o partido ocupa na Câmara dos Deputados. A dúvida, segundo o deputado estadual Henrique Arantes (PTB), é se o tempo de propaganda do partido resultante da fusão PTB/DEM seria reduzido diante de uma expressiva saída de parlamentares das siglas.
Defensoria Pública tem legitimidade para propor ação civil pública
Por decisão unânime em julgamento à ADI 3943, o Supremo Tribunal Federal (STF) na sessão da quinta feira, 7, considerou constitucional a atribuição da Defensoria Pública em propor ação civil pública. O questionamento havia sido proposto pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), que sustentou a impossibilidade de defesa de interesses coletivos pela Defensoria Pública, cuja atribuição é a defesa judicial gratuita de cidadãos que não reúnem condições para fazê-lo por meios próprios. O julgamento se deu com base na Emenda Constitucional 80/2014, que incluiu a proposição de ação civil pública entre as atribuições da Defensoria Pública. Segunda a relatora, ministra Carmem Lúcia, não há norma que atribua ao Ministério Público a exclusividade para propor ações de proteção a direitos coletivos.
MP do Seguro-Desemprego segue para o Senado
Foi encerrada na quinta-feira, 7, a votação da Medida Provisória 665 pela Câmara dos Deputados. O texto agora segue para votação no Senado Federal. O principal ponto do texto — e também de divergência — é a ampliação do tempo de trabalho para requisição do seguro-desemprego, majorado de 6 para 12 meses. A MP trouxe alterações também para o abono salarial e seguro-defeso.
- PEC da Bengala – O Congresso Nacional promulgou, na quinta-feira, 7, a Emenda Constitucional 88, que altera de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União (TCU) e dos demais tribunais superiores.
- Notificação para concursado – Por decisão da 1ª Câmara Cível, o Tribunal de Justiça (TJ-GO) concedeu segurança ao candidato Maurício Moraes de Sousa, por não haver sido pessoalmente notificado de sua nomeação, que se deu dois dias antes de expirar o prazo de concurso realizado pelo Ministério Público de Goiás, para o qual se habilitou. O relator foi o desembargador Orloff Neves Rocha.
- Colégio de Presidentes 1 – Foi aberto, na quinta-feira, 7, o Colégio de Presidentes de Subseções da OAB-GO, realizado na cidade de Anápolis. Esteve presente o presidente do Conselho Federal, Marcus Vinícius Furtado Coêlho.
- Colégio de Presidentes 2 – Coêlho ressaltou o destemor da atuação dos dirigentes seccionais, o portal de transparência da OAB goiana, o trabalho de combate à corrupção encabeçado pela OAB Federal e a necessidade de valorização dos honorários contratuais em conciliações, mediações e arbitragens.
- PEC da Bengala – O Congresso Nacional promulgou, na quinta-feira, 7, a Emenda Constitucional 88, que altera de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União (TCU) e dos demais tribunais superiores.
- Notificação para concursado – Por decisão da 1ª Câmara Cível, o Tribunal de Justiça (TJ-GO) concedeu segurança ao candidato Maurício Moraes de Sousa, por não haver sido pessoalmente notificado de sua nomeação, que se deu dois dias antes de expirar o prazo de concurso realizado pelo Ministério Público de Goiás, para o qual se habilitou. O relator foi o desembargador Orloff Neves Rocha.
- Colégio de Presidentes 1 – Foi aberto, na quinta-feira, 7, o Colégio de Presidentes de Subseções da OAB-GO, realizado na cidade de Anápolis. Esteve presente o presidente do Conselho Federal, Marcus Vinícius Furtado Coêlho.
- Colégio de Presidentes 2 – Coêlho ressaltou o destemor da atuação dos dirigentes seccionais, o portal de transparência da OAB goiana, o trabalho de combate à corrupção encabeçado pela OAB Federal e a necessidade de valorização dos honorários contratuais em conciliações, mediações e arbitragens.
Ao lançar pavimentação no 10º bairro em sua gestão, prefeito desafia outras gestões a provarem que fizeram mais do que a atual
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Promotor de Justiça Reinaldo Koch: “Corrupção é a maior mazela do País” | Foto: Divulgação[/caption]
De acordo com dados apresentados durante o encontro realizado pelo Fórum de Combate à Corrupção no Tocantins (Focco-TO), todos os 139 municípios do Estado estão com alguma irregularidade na alimentação dos portais de transparência.
“A Lei da Transparência não está sendo cumprida. Os mecanismos previstos nesta Lei devem ser efetivados, a exemplo da suspensão do repasse de recursos federais, além do ajuizamento de ações civis públicas”, sustenta o coordenador estadual da instituição, promotor de Justiça Reinaldo Koch Filho.
Ainda de acordo com o relatório apresentado durante reunião realizada recentemente, 35 cidades tocantinenses não possuem qualquer informação online sobre os gastos públicos municipais. Uma reunião está prevista para esta terça-feira, 12, com representantes da Associação Tocantinense dos Municípios (ATM) para se definirem metas e prazos para a implantação de Portal da Transparência em todos os municípios do Estado.
“O combate à corrupção é uma das bandeiras do Ministério Público. Uma das maiores mazelas do nosso país. A transparência garante que cada cidadão exerça a função de fiscal. Esse controle dos gastos públicos deve ser exercido não só pelo Ministério Público, mas por toda sociedade, e o Portal da Transparência permite isso”, avalia Reinaldo Koch.
O governador Marcelo Miranda, acompanhado do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, lançou no último dia 5, no Palácio Araguaia, o Programa Minha Casa Minha Vida para servidores efetivos. O anúncio aconteceu durante reunião entre secretários de Estado e representantes do governo federal. Para o governador Marcelo Miranda, o lançamento do programa significa um importante passo para a valorização dos servidores. “Eu entendo que o servidor público merece o nosso respeito e, portanto, é uma grande satisfação poder resgatar esse projeto que havíamos iniciado no meu Governo anterior. Com isso, vamos poder atender a essa demanda para tantos servidores públicos que necessitam de moradia”, destacou. De acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Aleandro Lacerda, o programa vai atender, inicialmente, aos servidores públicos estaduais, mas também será ampliado para atender a servidores do município de Palmas.
A 4ª Conferência Estadual de Cultura (CECT) acontecerá em Palmas, nos dias 28, 29 e 30 de agosto, com o tema “A Construção do Plano Estadual de Cultura como parte integrante do Sistema Estadual de Cultura do Tocantins”. A conferência é aberta ao público em geral com o objetivo de aprovar a minuta de projeto de lei sobre o Plano Estadual de Cultura, e deve contar na sua abertura com a participação do ministro da Cultura, Juca Ferreira.

