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Secretário de Planejamento sobre pagamento da data-base: “Muito pouco provável”

Thiago Peixoto sustenta que a crise econômica nacional dificulta a reposição salarial dos servidores estaduais. No entanto, momento é de diálogo

Rodrigo Lombardi, ator: na internet toda nudez será mais vista do que castigada

Impeachment de Dilma Rousseff? Possível queda de Joaquim Levy? Crise econômica? Nada disso. O fato do momento é cena de sexo entre atores da TV Globo

Coluna Bastidores, do Jornal Opção, apontou crise do restaurante Piquiras em primeira mão

Com a empresa em crise, jornalistas e colunistas publicaram reportagens e entrevistas sugerindo que o Piquiras estava “muito bem”

Marconi afirma que governo está preparando Goiás para o futuro

Em evento do Banco do Brasil, governador tucano exaltou parcerias com a instituição e quer engajamento nos projetos de inovação e tecnologia

Neyde Aparecida: “Não falta merenda escolar. Faltam alguns alimentos”

Secretária culpou fornecedores por falta de determinados produtos em unidades de ensino de Goiânia

Procurador-geral de Goiânia garante que não há desvio de merenda escolar

Carlos de Freitas garante que a comissão instaurada para apurar possíveis irregularidades percebeu apenas uma falha no controle da secretaria

Presidente da Câmara dá 48 horas para Neyde Aparecida apresentar documentos

Anselmo Pereira (PSDB) optou por dar prazo de mais dois dias para que secretária apresente notas fiscais

Neyde Aparecida culpa Controladoria e não apresenta, de novo, dados da merenda escolar

Secretária de Educação de Goiânia disse que "não há desvios", apenas falhas na entrada e saída de alimentos. Vereadores vão denunciá-la por improbidade administrativa

Skol lança bebida que alia características da cerveja e do chope

Skol Draft, novo produto da marca, é mais cremoso e leve e aposta na experiência completa do bar, com chopeira e até copo personalizados

MP pede condenação de ex-secretário da SMT por improbidade administrativa

Senivaldo Silva se negou a contratar mais servidores e causou cancelamento de 1.665 infrações, um prejuízo de cerca de R$ R$ 318 mil aos cofres públicos

Deputado Paulo Cézar Martins passa mal na Assembleia e é levado ao hospital

[caption id="attachment_43671" align="alignright" width="620"]Paulo Cezar Martins | Foto: Denise Xavier Paulo Cezar Martins | Foto: Denise Xavier[/caption] O deputado estadual Paulo Cézar Martins (PMDB) passou mal em seu gabinete na Assembleia Legislativa de Goiás, na tarde desta terça-feira (1º/9), e teve que ser levado ao hospital. De acordo com informações da assessoria, o peemedebista se sentiu mal e foi levado pelo irmão, que estava no local. Paulo Cézar saiu andando da assessoria e, segundo informam, não é nada grave.

Lutador do UFC Rodrigo Minotauro anuncia aposentadoria

Considerado uma lenda no esporte, ex-campeão dos pesos-pesados vai exercer o cargo de embaixador da maior organização de artes marciais do mundo

Operadoras podem ter que devolver R$ 10 bi a usuários por serviço de caixa de mensagem

Ministério Público entendeu que consumidores são lesados por arrecadação. Se Justiça acolher parecer, empresas deverão ressarcir usuários por cobranças feitas desde 2008

Justiça condena Paulo Henrique Amorim a pagar 20 mil reais ao diretor de Jornalismo da Globo, Ali Kamel

O editor do blog Conversa Afiada disse que o autor do livro “Não Somos Racistas” é racista, mas não apresentou provas O livro “Não Somos Racistas”, do jornalista Ali Kamel, não tem uma gota de racismo. Quem o leu, mesmo sem prestar muita atenção, percebe isto da primeira à última linha. Pelo contrário, é uma discussão das mais inteligentes sobre se o Brasil é ou não racista. Pode-se dizer que, a rigor, há um racismo sistêmico no Brasil, tolerado pelo Estado, como era nos Estados Unidos até a vitória das ações afirmativas e da luta ingente dos negros e brancos não-racistas? Não. Racismo como ideologia ou movimento de fato não há no Brasil. Há, por assim dizer, racismo individual — aqui e ali. Porém, dizer isto num país onde houve escravidão de negros (nunca esqueço que minha bisavó, Frutuosa, era negra), é quase um sacrilégio. Por ter escrito um livro que expõe um problema complexo, e o faz com o máximo de seriedade e abertura, Ali Kamel tem sido criticado, até atacado, por jornalistas, que tentam apresentá-lo como racista. Os principais “problemas” (as aspas são vitais) de Ali Kamel é que, além de ser diretor de Jornalismo da TV Globo, não é integrante de nenhum grupo de esquerda. Isto, no Brasil, é quase crime. Numa entrevista ao jornal “Unidade”, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, em abril de 2014, o jornalista Paulo Henrique Amorim [foto acima], editor do blog Conversa Afiada, disse: “E o seu Ali Kamel [foto acima] escreveu um livro para dizer que no Brasil a maioria não é negra, que a maioria é de pardos e como não há negros, não precisa de cotas. E ele é o ideólogo contra o Bolsa Família. A matriz do pensamento conservador do Brasil está nas páginas de ‘O Globo’ em artigos assinados pelo Ali Kamel. Então, eu direi até o fim dos meus dias que o senhor Ali Kamel é um dos esteios mais sólidos do pensamento racista brasileiro”. Se no jornal do sindicato, um possível aliado, Paulo Henrique Amorim disse que Ali Kamel é racista, com todas as letras, na Justiça, no momento em que era vital apresentar as evidências de seu discurso, não conseguiu provar a diatribe. Ao perceber que não havia provas de que o jornalista da Globo é racista, a juíza Lindava Soares Silva, da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, condenou Paulo Henrique Amorim a indenizá-lo (por danos morais). O editor do blog terá de pagar 20 mil reais a Ali Kamel. “Condeno ainda o réu ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios que fixo em 10% do valor total da condenação”, sentenciou a juíza. “A liberdade de expressão não pode romper com padrões de convivência civilizada, no respeito recíproco, tampouco pode gerar situações de constrangimento através de palavras desproporcionais,  ainda que lastreadas em críticas envolvendo o autor”, assinalou a juíza Lindaura Soares Silva. A magistrada sublinha que houve “uso desproporcional da linguagem”. “Ser independente em suas opiniões não se confunde à injúria, à difamação ou ao destempero verbal, afrontando à honra de quaisquer pessoas envolvidas sejam elas públicas ou não”, frisou a juíza. Paulo Henrique Amorim pode, se quiser, recorrer. Mas o valor da indenização — que não é alto para um jornalista como o apresentador da TV Record — tende a subir. Quem leu o livro “O Quarto Poder — Uma Outra História” (Hedra, 553 páginas), de Paulo Henrique Amorim, que outros processos certamente estão a caminho. Na página 16, Ali Kamel é chamado de “Gilberto Freire com i” e apresentado como chefe do Partido da Imprensa Golpista (PIG). Na página 331, ainda que de maneira suave, há uma estocada: “Quer dizer que o Roberto Marinho é o verdadeiro pai do PSDB? Não é o Ali Kamel”. Na página 453, numa possível insinuação de que Ali Kamel é “tucano”, Paulo Henrique Amorim anota: “Ao receber o vídeo de [José Serra] na cerimônia de entrega das ambulâncias da Planam, Ali Kamel — diretor-executivo da Central Globo de Jornalismo — teria dito: ‘Não nos interessa ter essa fita. Para todos os efeitos, não a temos’”. José Serra, segundo Paulo Henrique Amorim, citando o jornalista Rodrigo Vianna, entregou ambulâncias junto com os famosos “deputados sanguessugas”.

Tayrone di Martino não se decidiu ainda, mas avalia filiação ao PSDB

Vereador que foi do PT tem até o fim do mês para escolher novo partido, caso queira disputar eleição do ano que vem