Notícias

Encontramos 150505 resultados
Análise dos primeiros exemplares comprovam: Jornal Opção é um veículo à frente de seu tempo

Questões atuais como metrô, sustentabilidade, gestão pública e urbanismo foram discutidas pelo semanário ainda em 1975

Fantasma do isolamento assombra Vanderlan

Na disputa à Prefeitura de Goiânia, empresário terá de contar com muito mais que Lúcia Vânia para não amargar novamente o 3º lugar

Biografia tenta decifrar Geraldo Vandré, a esfinge da música brasileira. Ele continua compondo

O compositor de “Pra não dizer que não falei das flores” e “Disparada” escreve poemas e faz música, mas não quer mais gravar

Livro revela que Iris Rezende liberou documentos “do” Ministério da Agricultura para o SNI

[caption id="attachment_50880" align="alignright" width="250"]nenhum Eleição de Collor levou cúpula do SNI a recolher documentos[/caption] Eleito presidente da República, em 1989, Fernando Collor garantiu que iria extinguir o Serviço Nacional de Informações. O ministro-chefe do SNI, Ivan de Souza Mendes, começou a “recolher” os arquivos da repressão. “Trinta e quatro dias antes da posse de Collor, o general enviou uma carta confidencial ao então ministro da Agricultura, Iris Rezende, em que pedia de volta todos os documentos do SNI arquivados na Divisão de Segurança e Informações (DSI) do ministério. “Encareço a V. Exa. determinar ao titular da Divisão de Segurança e Informações desse Ministério o recolhimento à Agência Central do SNI, até o próximo dia 28 de fevereiro [de 1990], do material (equipamentos, impressos, manuais, documentos normativos etc.) que lhe tenha sido distribuído pelo Serviço.” A história está relatada na página 54 do (imperdível) livro “Lugar Nenhum — Militares e Civis na Ocultação dos Documentos da Ditadura” (Companhia das Letras, 237 páginas), do jornalista Lucas Figueiredo. Na verdade, não há nada que desabone Iris Rezende, pois o general estava pedindo de volta documentos que o próprio SNI havia repassado para o Ministério da Agricultura (não era material produzido a pedido do político goiano). José Sarney, como presidente, manteve a estrutura do Serviço incólume. Por isso, e por outras coisas, há quem, até mesmos historiadores, avalie seu governo como o “último” dos governos militares. “A mira de Ivan era certeira. As Divisões de Segurança e Informa­ções funcionavam como braços do SNI dentro do ministérios civis, investigando e monitorando assuntos e alvos de interesse das Forças Armadas. Em um cenário de volta da democracia, os acervos da DSI poderiam ser usados contra os militares. Na carta enviada ao titular da pasta da Agricultura, que por sorte sobreviveria à operação limpeza, Ivan de Souza Mendes utilizara um argumento genérico para pedir de volta o material do serviço secreto: ‘evolução da finalidade’ do SNI. É plausível crer, portanto, que o arrastão de documento promovido pelo general não tenha se restringido ao Ministério da Agricultura e sua Divisão de Segurança e Informa­ções, mas se estendido a todos os ministérios civis e suas respectivas DSI”, conta Lucas Figueiredo. O pesquisador sublinha que “o prazo estabelecido por Ivan para a devolução do material era igualmente emblemático. Caso os documentos chegassem ao SNI na data limite fixada pelo general , o órgão teria ainda duas semanas para destruir ou esconder os arquivos antes da posse do novo presidente”. O curioso, registra Lucas Figueiredo, é que “a operação limpeza nos acervos da ditadura não parou depois da posse de Collor, ocorrida em 15 de março de 1990”.

Arthur Rezende comemora 40 anos em “O Popular” e é homenageado pelo jornal

Arthur Arthur Rezende comemorou 40 em “O Popular”. O jornal publicou cinco páginas e meia — contando os anúncios de felicitações — para celebrá-lo. Trata-se uma homenagem justa. Os textos são, em geral, de qualidade. Mas há problemas. O jornal diz que o nome anterior do “Magazine” era “Caderno 2”, num texto, e “Segundo Caderno”, em outro texto. O “Estadão” exigiu que se trocasse o nome, pois o título “Caderno 2” é seu. “Artistas goianos ganhavam espaço de prestígio na coluna”, afirma o “Pop”. Ora, como a coluna não acabou, por que o verbo no passado? Cita-se um artista plástico de nome “Antônio”, mas sem sobrenome. Tudo indica que se trata de Poteiro. Não se admite a mudança do nome de Jorge Benjor. Voltou a ser Jorge Ben. “A coluna saia.” A coluna não veste saia; na verdade, é saía. Omite-se que Rogério Rezende é filho de Arthur e Ivone Silva. De maneira preconceituosa, o repórter fala em “produção independente” do colunista (o que isto quer dizer: Arthur teria “engravidado”?). Numa legenda, o jornal menciona cinco pessoas: Iberê Monteiro, Luiz Gonzaga Mascarenhas, João Rocha, “Wiliam” (seria William?) Guimarães e Wilmar (seria Willmar?) Guimarães. Mas a fotografia só apresenta quatro pessoas. “Deputado Pedro Canedo e sua esposa Eliane Caiado, circulavam em eventos pela capital”, diz o autor da legenda, esquecendo que não se separa o sujeito do verbo (Pedro Canedo e Eliane Caiado circulavam). Sugerindo que o jornal parou no tempo, as mulheres mencionadas não têm sobrenome. Só existem como “derivadas” de seus maridos. Mas o que importa mesmo é que Arthur Rezende merece a homenagem e o jornal acertou ao fazê-la.

O Geraldo Vandré radical é uma invenção de um tempo em que a estética submetia-se à política

Biografia sugere que o compositor e cantor tinha interesses variados e, apesar de certo engajamento, conseguiu ir além da música meramente política e datada

“O Globo” desiste de vender assinaturas do jornal impresso para o Estado de Goiás

O jornal “O Globo” passou alguns dias sem circular nas bancas de Goiânia. Segundo donos de bancas, o distribuidor não teria repassado o dinheiro das vendas para a empresa do Rio de Janeiro. A distribuição já está regularizada. Se a versão impressa chega às bancas da capital goiana, o maior jornal do Rio, alegando problemas de logística (custos), desistiu de fazer assinaturas para enviar o jornal para Goiás. “O Globo” está optando por comercializar sua edição digital. Isto significa que a versão impressa de “O Globo” vai deixar de circular? Não, porque a maioria dos anúncios ainda é dirigida à versão impressa. Nenhum jornal brasileiro conseguiu até agora potencializar comercialmente seus sites e portais. O volume de anúncios na versão digital está crescendo, mas ainda não supera o da versão imprensa. Mas certamente vai superar. Os jornais impressos não devem ser extintos, mas serão menores e, sobretudo, menos factuais e mais analíticos.

Feliz ano novo? Talvez, mas em 2017…

Previsão do governo de que a crise seria superada rapidamente se revelou completamente errada. Quadro recessivo não muda antes de 2017

O direito de resposta não pode ser usado como sistema pró-censura dos poderosos

A Imprensa deve considerar que o indivíduo, mesmo sob acusação grave, pode ser inocente e tem o direito de expor, de modo o mais amplo possível, o contraditório

A culpa não é só do Egito

A queda do Airbus A321 da Rússia expõe a falta de comunicação entre os serviços de inteligência mundiais e as falhas que tornam o combate ao Estado Islâmico uma missão aparentemente impossível

25 filmes LGBT que você precisa assistir

De diversas partes do mundo, os longas têm debatido gênero e sexualidade – tema tabu diante do conservadorismo e preconceitos enraizados na cultura

PPS pode bancar Marcos Abrão para prefeito de Goiânia?

O deputado federal Marcos Abrão, que está sendo bem-sucedido em Brasília, deve apoiar o pré-candidato do PSB a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso. Presidente do PPS, Marcos Abrão talvez tenha mais o perfil do candidato que o goianiense quer. É jovem, arrojado, moderno, tem vontade de “crescer” na política. Se candidato, sairia bem atrás, mas, se expuser um discurso avançado para a capital — na área de habitação popular, por exemplo —, talvez crescesse rapidamente. Vanderlan Cardoso, embora tenha sido candidato a governador duas vezes, patina em terceiro lugar, atrás de Iris Rezende e do deputado Waldir Soares, e sem perspectiva de crescimento. Porque não está nem estagnado — está caindo. O motivo: está sendo solapado por Waldir Soares, que, aos poucos, está sendo visto como “a” a alternativa eleitoral possível a Iris Rezende.

PSDB organiza prévias para definir candidato a prefeito de Goiânia entre março e abril

As prévias do PSDB para definir o candidato a prefeito de Goiânia serão realizadas em março ou abril, afirma o presidente do partido, Afrêni Gonçalves. “Elas terão algumas variáveis. Os pré-candidatos precisam ter um projeto para a sociedade e pesquisas serão consultadas. Outras variáveis ainda vão ser definidas.”

Líderes cobram a presença de Alexandre Baldy em Anápolis. Ele precisa ser mais “anapolino”

O comentário na base do governador de Goiás, Marconi Perillo, em Anápolis é um só: o deputado federal Alexandre Baldy, do PSDB, precisa assumir que é, de fato, pré-candidato a prefeito. Políticos locais, inclusive tucanos, dizem que não são procurados por Alexandre Baldy. Pelo contrário, são olimpicamente ignorados.

Lançamentos

LivroLivro

Livro reúne oito artigos, escritos por pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG). Trata-se da segunda obra de crítica literária sobre a escritora Marina Colasanti em Goiás; e uma de qualidade. A primeira é de Vera Tietzmann, professora da UFG, que também participa desta última publicação. Autores: Kelio Junior (Org.), Marcos Nunes Carreiro, Fabiana Valadão Macena, Meire Lisboa, Isabel de Souza, Ludmila Andrade e Gisely Marques. Pre­ço: R$ 20,00 Editora: Kelps

MúsicaMúsica

Mais pop, o décimo álbum de estúdio da banda inglesa, “Music Complete”, conta com participações de Elly Jackson (La Roux), Iggy Pop e Brandon Flowers. Music Complete Intérprete: New Order Pre­ço: R$ 35,90 Golfetti

FilmeFilme

Com Michael Douglas e Diane Keaton, a comédia-romântica conta a história de um corretor de imóveis egocêntrico que pede ajuda à sua vizinha para cuidar da neta. Um Amor de Vizinha Direção: Rob Reiner Pre­ço: R$ 29,90 Playarte