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“Contos de Kolimá”, o melhor livro de 2015, vem da velha e onipresente Rússia

A obra mostra a brutalidade dos campos de trabalhos forçados criados por Stálin na Sibéria. Um conto relata os últimos dias do poeta Óssip Mandelstam

Biografa realça Amaury Junior e esquece Ibrahim Sued e Zózimo Barroso do Amaral

46098895Por que a “Veja” abriu três páginas para um livro extremamente ruim como “A Vida é uma Festa — A História de Amaury Junior, o Maior Colunista Social do Brasil” (HarperCollins, 256 páginas)? O autor, Bruno Meier, pertence à revista. Terá o repórter esquecido de Ibrahim Sued e Zózimo Barroso do Amaral? Um título mais justo acrescentaria “da TV” depois de “Social”. Faustão, da TV Globo, tem o hábito de nomear o “maior ator”, o “maior cantor”, o “maior escritor”, o “maior tudo”. É provável que Bruno Meier, repórter competente e sério, tenha se tornado uma espécie de Faustão dos biógrafos. O lançamento do livro deveria ter ficado circunscrito à página “Gente”, espécie de coluna social maliciosa da “Veja”.

Sandes Júnior, depois do sucesso no rádio, amplia sua audiência na televisão

[caption id="attachment_30079" align="alignleft" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] Sandes Júnior (PP) apresenta o programa “Na Hora do Almoço”, na TV Goiânia, de 12 às 12h30, com notícias gerais, defesa do consumidor e entretenimento. Desde agosto no ar, já obtém uma audiência média de 3%. O deputado federal, que fazia sucesso no rádio, como líder de audiência, agora avança na televisão. É tido como o Midas da comunicação.

O melhor da crítica literária do escritor Vladimir Nabokov chega ao Brasil

Editora lança clássicos da crítica literária do autor do romance Lolita

Lúcio Flávio assume presidência da OAB Goiás no primeiro dia do ano

Eleito em novembro, novo presidente será empossado às 10h desta sexta-feira (1º/01) no Auditório Alves Forte, na sede da entidade

Dilma sanciona lei que garante cirurgia plástica para mulher vítima de violência

Novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (31/12)

Papa Francisco, o Prêmio Nobel da Contramão

Enquanto a religião e o mundo parecem rumar cada vez mais para o fanatismo e a radicalização, o líder católico dá mostras (e esperança) de que há um outro caminho

Candidatos vão lidar com a desconfiança

Dificilmente o eleitorado goianiense elegerá prefeito que prometa “mundos e fundos”. Discurso pé no chão pode conquistar mais

Em 3 anos, Jânio Darrot cumpre 80% do seu compromisso com Trindade

Para o prefeito, os grandes diferenciais da gestão foram a união, a honestidade e a vontade de trabalhar da equipe de governo, além do apoio recebido da Câmara e dos governos estadual e federal

“A quantidade de rios que deixaram de ser perenes é impressionante”

Romualdo Pessoa Campos Filho Ótima entrevista do Jornal Opção com o professor Altair Sales Barbosa (edição 2112). Mas o título [“O São Francisco já não é mais um rio. E a transposição vai decretar seu fim definitivo”] me parece desproporcional com o conteúdo abrangido. Creio que em 70% da entrevista, ele trata dos problemas relacionados ao Cerrado, com foco principal na confluência dos Estados da Bahia e de Goiás. Aliás, é pelo Cerrado, e principalmente em Minas, que começam os problemas da Bacia do São Francisco, com a destruição de uma quantidade cada vez maior de veredas, fontes por onde brotam as águas que tornaram o Cerrado a “caixa d’água” do Brasil, como dizia Guimarães Rosa. Claro que o professor aborda com precisão os riscos da transposição. Mas ainda creio que, dadas as circunstâncias do agreste nordestino, as saídas não são muitas. A quantidade de rios que deixaram de ser perenes é impressionante. O que, aliás, já começa a acontecer também em Goiás, campeão de irrigação com pivô central. Aqui ainda há tempo de conter a mesma destruição que gerou o sertão nordestino. Já assisti outras exposições do professor Altair Sales, e ele fala com uma segurança impressionante. Mais impressionante ainda foi a PUC-GO [Pontifícia Universidade Católica de Goiás] ter prescindido dessa experiência que ele tem acumulado. Romualdo Pessoa Campos Filho é professor do Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da UFG.   “Fico triste com as previsões sobre o Cerrado” Luiz Fernando Pegorer Papai teve um sítio no Cerrado do Triângulo Mineiro e fico triste com as previsões. Existiam lindas palmeiras de buritis por lá e uma biodiversidade maravilhosa. As autoridades não têm um mínimo de respeito pelos profissionais de engenharia e isto tem muito a ver com a falta d’água também, pois o “negócio é levar vantagem em tudo, certo?”. O Rio Bom Jardim passava pelo sítio e a água que nascia lá e corria sob as árvores era leve e gelada. A gente tomava litros de água sem sentir. Meu pai, muito honesto e idealista, me transmitiu seus valores, mas como todo homem honesto em país de cultura criminosa, não se aguentou e faliu. Teve de vender o sítio. Eu era seu Sancho Pança de todas as horas e trabalhos, e tinha comprado uma égua que se transformou em uma tropa que vivia solta nos 60 alqueires sem cercas internas. Chorei ao dar os cavalos para ele vender, pois eram de estimação. Olhei recentemente o Google e na região consta hoje um algodoeiro. Luiz Fernando Pegorer é engenheiro civil.   “Rica contribuição sobre o drama do Velho Chico” Donizete Santos Esta entrevista é mais uma rica contribuição do pesquisador Altair Sales Barbosa e do Jornal Opção, que, em uma linguagem simples e direta, compreensível até a governantes — que alegam sempre nada saber sobre coisa alguma — e a seus defensores, diz o que nos aguarda com a morte anunciada do “Velho Chico”   “Trocados que compram Ferraris, mas não a vida” Mauro Henrique Dias da Cruz Muito boa matéria. É sabido que a vida sempre acha uma brecha para sobreviver, mas é uma grande perda destruir essa biodiversidade por uns míseros trocados, que compram Ferraris, mas não compram a vida.  

“Se o PR optar por candidato próprio em Palmas, eu não apoio”

Vereador do PR palmense confirma ser uma voz dissonante na sigla e diz que rompeu politicamente com o deputado Wanderley Barbosa, seu antigo aliado, a quem critica asperamente

PT critica a política da crise, sem admitir que é o autor dela

Partido condena altas de juros e cortes de investimentos, mas não reconhece que é o culpado

Prefeitura de Palmas tem orçamento de mais de R$ 1 bilhão para este ano

[caption id="attachment_55604" align="alignleft" width="620"]Vereadores de Palmas votam orçamento da Prefeitura para 2016 Vereadores de Palmas votam orçamento da Prefeitura para 2016[/caption] Os vereadores de Palmas fecharam as atividades parlamentares do ano passado aprovando o orçamento da capital para o exercício de 2016. A matéria foi votada em sessões extraordinárias na noite de segunda-feira, 28. A receita total estimada é de R$ 1.085.614.968,00 (1 bilhão e 85 milhões e 14 mil e 968 reais). Além disso, os parlamentares também aprovaram alterações no PPA (Plano Plurianual) e diversos projetos de lei de autoria do Poder Executivo que visam a desafetação de áreas. O objetivo é regularizar a situação de associações e entidades sem fins lucrativos que já atuam na cidade com atividades de cunho social, mas que ainda não possuem a posse das áreas de suas sedes. Entre as entidades estão o Instituto de Assistência Social Vida e Segurança, a Associação dos Voluntários de Palmas e a Associa-ção Ecológica de Palmas. Metas para 2016 De acordo com o projeto enviado pelo Executivo à Câmara Municipal, neste ano as metas da administração pública priorizarão ações nas áreas da educação e da saúde, além dos investimentos em mobilidade urbana, com a implantação do Corredor Exclusivo para Ônibus (BRT). No setor de educação, destacam-se investimentos em capacitação de profissionais da educação fundamental, construção de novos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) e de estabelecimentos de ensino para a educação fundamental, além de aparelhamento de escolas. Para a saúde pública, o projeto prevê ampliação do programa de Saúde Bucal e da estratégia saúde da família, bem como a estruturação física da atenção básica, da rede de atenção especializada, da atenção psicossocial e da rede de urgência e emergência.

Marcelo Miranda acredita que novo ministro pode levar o País à retomada do crescimento econômico

[caption id="attachment_55601" align="alignleft" width="620"]Marcelo Miranda (direita) e outros governadores: Estados estão em dificuldades financeiras e pedem ajuda à União Marcelo Miranda (direita) e outros governadores: Estados estão em dificuldades financeiras e pedem ajuda à União[/caption] O governador Marcelo Miranda (PMDB) acredita que o novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, tem propostas que podem levar o país à retomada do crescimento econômico. “Eu vi um avanço, pois o que ele está pensado para a retomada do crescimento econômico é positivo. Vejo que ele está voltado para alguns pontos que chamam a atenção dos Estados e municípios. Saio satisfeito, pois o ministro acenou para os Estados que é possível uma discussão mais ampliada”, destacou Miranda após o encontro que governadores de dez Estados e do Distrito Federal (DF) tiveram com técnicos da economia, na segunda-feira, 28, em Brasília. O encontro serviu para os governadores elencarem medidas urgentes que precisam ser tomadas, principalmente na área de arrecadação, nas quais os Estados precisam do apoio do governo federal. Logo após o encontro, o grupo foi recebido por Nelson Barbosa. Os governadores apresentaram ao ministro as reivindicações que são comuns a todos os Estados: a reabertura das operações de crédito com o aval do Tesouro Nacional, a recuperação da capacidade de investimento dos municípios com o pagamento das emendas parlamentares e de bancada, o alongamento dos precatórios para mais dez anos, a anistia ao descumprimento do ajuste fiscal em 2016 e na proposta de retomada da Contribuição Pro­visória Sobre Movimentação Finan­ceira (CPMF). Eles pedem a inclusão dos Estados e municípios nos repasses dos valores arrecadados. Entre os problemas mais graves gerados pela redução na arrecadação dos Estados, estão as folhas de pagamento dos servidores. Uma das medidas propostas é a revisão da Lei 8.112, para que haja mais flexibilidade na gestão de pessoas. Ainda sobre questões ligadas ao trabalhador, os Estados querem agilidade na proposta da reforma previdenciária e sugeriram que o Comprev seja utilizado para pagamento de dívidas. Para movimentar a economia os governadores reivindicam a retomada de obras de infraestrutura previstas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Entre elas está a conclusão da duplicação da BR-153 no trecho que liga Anápolis-GO à Aliança-TO, pela concessionária responsável pela obra. Além disso, também foi solicitado que o governo federal realize novas licitações para as obras de concessão do trecho da BR-153 que liga Aliança à divisa do Tocantins com o Maranhão. Além de Marcelo Miranda, participaram do encontro os governadores do DF e dos Estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, e o vice-governador do Maranhão.

Supermercado amplia rede em Palmas graças a incentivos fiscais do governo

O governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), prestigiou na terça-feira, 29, a inauguração de uma loja da rede de supermercados Super Big, em Palmas. Ele parabenizou o grupo e destacou que a implantação de mais um empreendimento dessa natureza mostra que a retomada do crescimento econômico do Estado. Marcelo Miranda ressaltou que o setor empresarial acredita no Tocantins e isso é fundamental para o desenvolvimento do Estado. “Nós precisamos retomar o crescimento do nosso País e o Tocantins está dando uma resposta positiva com os seus indicadores. O crescimento passa por vários setores e a chegada de um novo empreendimento é prova disso.” Ao falar sobre a ampliação dos seus empreendimentos em Palmas, o proprietário da rede de supermercado, Cristiano de Melo Álvares, explicou que os incentivos fiscais oferecidos pelo Governo do Estado foram determinantes para implantação das novas unidades. O empreendimento é a quarta unidade da rede em Palmas e representa um investimento de R$ 10 milhões. Se­gundo o empresário, a nova unidade gerou 240 empregos.