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Presidente eleito da Argentina se reunirá com a petista em Brasília, no Palácio do Planalto. Na pauta, Mercosul
Apresentação do grupo Afroreggae deu o tom animado e artístico na solenidade que marcou a entrega de título de cidadão do Rio de Janeiro e da medalha do mérito Pedro Ernesto ao governador Marconi Perillo, no último dia 27 de novembro, na Câmara Municipal do Rio. Após a solenidade, integrantes do grupo cultural encantaram todos os presentes com uma apresentação especial para Marconi e Valéria -- que também marcou presença --, pela homenagem entregue ao governador goiano. As músicas e as apresentações culturais emocionaram Marconi, que postou o vídeo em seus perfis nas redes sociais. Veja: https://youtu.be/QJei3k0yo7A
Maioria dos vereadores reconheceu importância da proposta -- que promove justiça fiscal ao não afetar 80% dos moradores de Goiânia
Cartazes no plenário da Câmara agradecem à prefeitura por promover justiça fiscal e cobrar mais dos ricos
Porém, o relator Lucas Kalil informou a colegas da base e oposicionistas que não acataria nenhum tipo de mudança ao projeto enviado pela Governadoria
Empresário e pecuarista apontado como amigo do ex-presidente Lula estava amparado por habeas corpus do STF e ficou calado por mais de 3 horas
Parlamentares avaliam parecer de Fausto Pinato sobre representação do Psol e da Rede Sustentabilidade que pede afastamento do presidente da Casa
O famoso espião da polícia secreta da Alemanha Oriental ajudou Raúl Castro a montar o serviço secreto de Cuba
Com apenas 20 anos, o cantor goiano Stefanini lançou, recentemente, o EP "ONDE". Ele conta um pouco sobre seu trabalho, que vai muito além de suas músicas [gallery type="slideshow" size="full" ids="53345,53346"] "E se eu fosse imune ao despreparo do meu coração?"
Stefanini, trecho da canção "Canto de Fuga"
Yago Rodrigues Alvim O jovem cantor goiano Stefanini já contou ao Jornal Opção que com apenas três anos já nascia na música. Escutava fitas gravadas pela mãe, cantarolava, enrolado, de Laura Pausini a Kurt Cobain. Hoje, já com seus 20 anos, lança seu próprio som — que traz as diversas sonoridades que o compuseram e não só enquanto cantor, já vale dizer. Com primor visual, o artista disponibiliza também ao público seu primeiro trabalho audiovisual, o videoclipe da faixa “Eu Sei”, do recém-lançado EP “ONDE”. É sobre isso que ele conta nas próximas linhas. Bora descobrir um pouco mais de Stefanini? [relacionadas artigos="43712,36227"] “ONDE” saiu na segunda-feira, 30 de novembro, nas maiores plataformas de streaming, a exemplo iTunes e Spotify. Como foi lançar essa prévia do seu trabalho, o qual também já apresentou ao público pelo projeto Palco Interativa, no Bolshoi, em Goiânia? É um sentimento de missão cumprida. O "ONDE" vem, desde 2012, sendo construído de forma minuciosa, tanto em imagem quanto em som por mim, Gorky (Bonde do Rolê), Pedrowl, Luís Araújo, Thaynara Mesquita e Rodolfo Brasil. Depois de passar por várias mudanças nesses dois âmbitos, conseguimos encontrar algo que nos agradasse e que fosse original. O EP é um reflexo das diversas mudanças emocionais e físicas que eu passei entre os anos de 2012 e 2014. É um “minidocumentário” deste período. E como tem sido a recepção? A recepção tem sido linda. O Soundcloud totaliza mais de 15 mil plays e vejo vários compartilhamentos nas redes sociais. Acho que as pessoas se identificaram com a simplicidade das letras e as emoções por trás de cada faixa. Por enquanto, tenho experienciado só coisas boas. Junto do EP, você também lançou o videoclipe do single “Eu Sei”. De onde surgiu a ideia do clipe e como foi gravá-lo e até mesmo quanto à edição, uma das coisas marcantes do vídeo? O videoclipe de “Eu Sei” foi desafiador porque era uma preocupação minha expor todo o sentimento da faixa em um roteiro simples, já que os seus versos são bem fáceis de entender. Gravamos uma primeira versão do clipe seguindo essa linha, mas o resultado final acabou literal demais e não me agradou. Então, o fotógrafo Rodolfo Brasil sentou comigo e me mostrou uma alternativa mais metafórica que mais me agradou visualmente. A partir desta ideia, começamos a construir a versão final do vídeo juntamente com outros dois amigos designers, o Luís Araújo e a Thaynara Mesquita. Quanto ao encarte, à arte do EP, você derrete no disco? Como é isso e, até mesmo, existe algo que quis passar pela arte? O encarte foi todo construído pelo Luís, utilizando as fotografias do Rodolfo. O objetivo era produzir algo que fizesse coesão com a sonoridade original do EP e o meu comportamento como artista. É para ser uma verdadeira experiência conjunta entre imagem e som. Não são fotos que as pessoas vão apenas folhear e esquecer, elas têm aqueles elementos justamente para o público perder alguns minutos olhando e encontrando a familiaridade com as faixas. Ela mostra enquanto um artista conceitual. Você acredita que isso está crescendo no mundo da música ou é algo que sempre existiu? Sempre foi uma preocupação dos artistas unir de forma coerente a imagem e o som. São coisas bem difíceis de se separar nesta indústria. Você não vende só um disco, mas o conceito estético que criou detrás dele e que faz as pessoas se identificarem, quererem aquilo ou até mesmo se lembrarem de momentos passados, por exemplo. Essa união aguça os sentidos. Por isso, a música possui tanto poder de influência sobre a sociedade. Por fim, quais são os próximos passos? Os próximos passos são lançar um disco no ano de 2016 com algumas parcerias incríveis, fazer shows mais elaborados visualmente e continuar neste caminho fazendo o que eu sempre amei e me moveu: música. https://soundcloud.com/stefaninimusic/sets/onde-ep
Projeto passou pelo colegiado após voto de minerva do presidente Antônio Uchôa (PSL). Apreciação final em plenário deve ocorrer nessa quarta-feira (2)
Rodrigo Zani foi ao Palácio dos Bandeirantes à convite do governador paulista para debater futuro do partido e reformas para que o Brasil saia da crise
Casos estão sendo investigados pela Secretária Municipal de Saúde, mas, até então, não há relação confirmada com o Zika vírus
Projeto do deputado estadual Major Araújo dá ao ginásio nome de jornalista assassinado em 2012. Família do radialista comemorou iniciativa e cobrou justiça
Medida foi tomada porque tíquetes não têm informações claras e adequadas sobre prevenção e proteção contra incêndios. Show será no próximo dia 5
Igor Arruda, editor e proprietário, já está fazendo as contratações Um grupo ligado ao PT de Anápolis vai lançar o semanário “Tribuna de Anápolis” no próximo ano. O jornalista Igor Arruda, editor e proprietário, já está montando a equipe. Ele é filiado ao PT. O título foi adquirido do empresário Sebastião Barbosa, dono do semanário “Tribuna do Planalto”. O jornalista Henrique Morgantini, um dos consultores do jornal, não será editor. Um dos articuladores do jornal é o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide, líder do Partido dos Trabalhadores.

