Casos estão sendo investigados pela Secretária Municipal de Saúde, mas, até então, não há relação confirmada com o Zika vírus

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou, nesta terça-feira (1º/12), ao menos cinco casos de microcefalia em Goiânia. Os casos, conforme a pasta, estão sendo investigados, mas, até então, não há indícios de que tenham alguma relação com o Zika vírus.

Em nota, a gestão destaca que a microcefalia não é um agravo novo e pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.

“Foram notificados seis casos de microcefalia que ainda estão em processo de investigação de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde. Destes seis casos, cinco são residentes em Goiânia e um no interior”, explica o comunicado. Confira na íntegra:

Nota de esclarecimento

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Superintendência de Vigilância em Saúde, esclarece que não há casos confirmados de Zika vírus e, portanto, nem de microcefalia por Zika vírus em recém-nascidos no município de Goiânia, até o momento.

Foram notificados seis casos de microcefalia que ainda estão em processo de investigação de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde. Destes seis casos, cinco são residentes em Goiânia e um no interior.

Esclarece ainda que a microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Na atual situação, a investigação da causa é que tem preocupado as autoridades de saúde. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm. Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.

De acordo com orientação do Ministério da Saúde, todo caso de microcefalia deve ser notificado e investigado. O objetivo inicial desta notificação é detectar anormalidades no padrão de ocorrência de casos de microcefalia em nosso município.

Flúvia Amorim
Superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS)