Notícias
- Após 14 anos de sua criação, a banda Actemia está de volta com um show de reestreia. No repertório, canções do disco “Com Licença Dona Cidade” e outras inéditas. Cover da banda Raimundos, o grupo Imundos abre a apresentação, que será na sexta-feira, 18, às 20h, no Goiânia Ouro. Os ingressos custam R$ 10, a meia-entrada.
- No domingo, 20, o projeto “Rock In Rua Goiânia” leva o melhor da música, de todos os estilos e tribos, para o Beco da Codorna. Das 15h às 22h30, os DJs embalam o melhor dos anos 1970, 1980 e 1990. Em apoio ao Natal Solidário, a entrada é 1kg de alimento não perecível.
Livro
Dois em um
Vencedor do Jabuti em Poesia em 2009, livro reúne as obras, como “Vice-Versos” (1988), “Pelos Pelos” (1984), “Navalhanaliga” (1980) e Rimagens (1985).
Autor: Alice Ruiz
Preço: R$ 42,00
Música
Jagged Little Pill (Deluxe)
A edição reúne dois CDs: o álbum original remasterizado e um segundo disco com dez faixas demo inéditas e um depoimento da cantora.
Intérprete: Alanis Morissete
Preço: R$ 53,90
Filme
Love
De Gaspar Noé (Irreversível, 2002), “Love” é, sem dúvidas, o filme mais polêmico de 2015. Causou frisson no Festival de Cannes pelas fortes cenas de sexo e dividiu a crítica.
Direção: Gaspar Noé
Preço: R$ 39,90
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Iris Rezende, Waldir Delegado Soares, Jayme Rincón, Giuseppe Vecci, Vanderlan Cardoso e Luiz Bittencourt: nomes cotados[/caption]
Na semana passada, dois dos mais qualificados marqueteiros e pesquisadores disseram ao Jornal Opção quase a mesma coisa sobre a disputa eleitoral de Goiânia. Do marqueteiro: “O surpreendente não é a liderança de Iris Rezende, que chamo de inercial, e sim que o gigante PSDB, que tem no governador Marconi Perillo o maior líder político do Estado, agora com forte presença nacional, não tem um candidato tão consistente quanto o postulante do PMDB”. Por que isto? O pesquisador sublinha que, como é forte para o governo do Estado, porque tem um nome cristalizado, exatamente o tucano-chefe, a cúpula tucana não trabalha com habilidade e de maneira antecipada o fortalecimento de um nome para a capital. O marqueteiro acrescenta: “Como está há muito tempo no poder, o que vai se transformar em desgaste ao longo do tempo, é importante que, daqui para frente, o PSDB se preocupe em criar estruturas que extrapolem o controle do governo estadual, quer dizer, precisa pensar nas principais prefeituras, como a de Goiânia, a de Aparecida de Goiânia e a de Anápolis”.
O pesquisador frisa que é preciso notar que há um outsider em Goiânia, que, mesmo filiado ao PSDB, “não” pertence ao partido e, na verdade, “a nenhum grupo político”. “A maior ameaça a Iris Rezende advém do delegado e deputado Waldir Soares. Há uma tendência a subestimá-lo, precisamente por não ter grupo e por avaliá-lo como um postulante sem conteúdo. Costuma-se dizer que o eleitor que o aprova para deputado pode não apreciá-lo para um cargo majoritário. Isto pode até ser verdade, mas é, acima de tudo, um preconceito. Se o eleitorado desistir de Iris Rezende, considerando que não se trata de um gestor criativo e moderno o suficiente para o tempo atual de Goiânia, é bem possível que arrisque com um candidato que, na sua opinião, ninguém controla. Pesquisas sinalizam que o eleitorado aprova um candidato que não é ‘controlado’ pelos políticos tradicionais e busca um caminho solo.”
O pesquisador sugere que, se o PSDB não quiser bancar Waldir Delegado Soares, porque é infenso a qualquer tipo de controle, deve se apressar e sugerir outro nome. “Quanto mais demora, à espera de discussões infindáveis e improdutivas, mais assistirá outros pré-candidatos comportando-se, de maneira antecipada, como candidatos. É o caso de Luiz Bittencourt (PTB), que é hábil, e de Waldir Soares. O partido deveria bancar logo Jayme Rincón ou Giuseppe Vecci, até para ocupar espaço e gerar debate.”
Já o marqueteiro sublinha que o fato que mais o surpreende é a “falta de pegada de Vanderlan Cardoso”. O especialista afirma que o goianiense o observa com atenção, dado o seu sucesso administrativo em Senador Canedo, “mas parece percebê-lo como um político desmotivado, sem, com o perdão da palavra, tesão”.
Quanto ao PT, o marqueteiro e o pesquisador concordam: o desgaste nacional vai derrotar qualquer candidato do partido — Adriana Accorsi, Luis Cesar Bueno ou Edward Madureira. Não tem nada a ver com o prefeito Paulo Garcia, e sim com o fato de que, numa capital, o desgaste nacional é absorvido de maneira mais intensa.
Se vencer o processo de cassação de seu mandato, governo Dilma Rousseff vai se transformar em um zumbi errante
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Fernando Collor e Dilma Rousseff: um drama semelhante com diferenças de época e estrutura de apoio[/caption]
É completamente incerto o destino do mandato da presidente Dilma Rousseff. Pela experiência que se tem, única para as atuais gerações brasileiras, um processo de impeachment é composto de altos e baixos, ora pende para o governo, ora empina para a oposição. Foi assim com o presidente Fernando Collor, no início da década de 1990. Há inegáveis diferenças entre uma situação e outra. A mais flagrante delas é a estrutura de forças governistas. Dilma, aparentemente minoritária, como revela a eleição “bate-chapa” para formação da comissão que vai analisar o pedido de impeachment formulado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, na Câmara dos Deputados, tem um esteio, representado pelo PT. Collor era apoiado por, digamos assim, um exército parlamentar mercenário. O partido de Dilma é o PT, que nasceu no meio sindical paulista e se fortaleceu ao longo de duas décadas antes de chegar ao poder. O partido de Collor era o PRN, que ele próprio criou para poder se candidatar à Presidência, após curta experiência com um tal de Partido da Juventude, também criado por ele. Embora essa base partidária de Dilma seja muitíssimo mais consistente que a de Collor, o real significado é idêntico no jogo de forças dentro do Congresso Nacional. Nesse aspecto, é tudo o que existe fora dessa órbita que decide as coisas. O PRN era insignificante, mas o PT sozinho também não vai muito além disso no universo que decidirá o destino do mandato da presidente. A votação, única que ocorreu até agora, para a composição da comissão que vai analisar o pedido de impeachment é bastante significativa nesse sentido.
Com base naquilo que ocorreu com Collor, é bastante razoável acreditar que o processo será uma longa agonia, em que o governo encontrará motivos para festejar algumas vezes, e se desesperar outras tantas. Durante todo o percurso dos trâmites legais, os dois lados vão se debruçar sobre tabelas de votos pró e votos contra. Com Collor, assim como visto agora, os votos governistas tendem a ser inflados. É natural que ocorra isso por causa da inegável força exercida pela caneta, ainda com tinta. Na tal votação para indicação de deputados que vão compor a comissão de análise do impeachment, os governistas alegaram que o voto secreto foi uma manobra que beneficiou a oposição. É uma bobagem isso. Ninguém consegue afirmar que o placar seria outro se o voto fosse aberto. E nem se pode garantir que o governo teria vencido.
Independentemente desse jogo político, as ruas detêm um poder absoluto sobre o impeachment. Aliás, não apenas sobre um processo assim, mas em quase todos os outros momentos decisivos. O retorno das eleições diretas para presidente da República, no final da década de 1980, mostrou isso de forma bastante singular. O Brasil foi às ruas, encheu as praças entoando o mantra coletivo das “diretas-já”, mas o Congresso Nacional, ainda sob a inspiração e medo dos generais, derrubou a proposta. Não adiantou coisa alguma. As ruas venceram a eleição de cartas marcadas do sistema indireto. É sempre assim: as ruas só são vencidas se forem abatidas pela violência.
Neste momento, essas manifestações são majoritariamente pró-impeachment. Durante todo este ano, os dois lados promoveram atos públicos, e em todos eles qualquer comparação possível revela claramente que os que estão contra o governo da presidente Dilma são mais numerosos. Muito mais numerosos. Em tese, portanto, o momento é pró-impeachment. Mas esse placar não é definitivo e o jogo ainda está em andamento.
A questão que se coloca enquanto análise, portanto, extrapola o jogo do impeachment para se concentrar no que virá depois, qual o possível cenário político e econômico do Brasil nesse pós-guerra. Não importa muito o resultado. Em ambas as situações, o país ainda vai levar um bom tempo para se recuperar. O pior cenário, no entanto, é com Dilma.Uma sobrevida pós-impeachment do governo Dilma não vai encontrar um mundo encantador. Ao contrário, será muito mais para um Palácio do Planalto habitado por zumbis políticos, sem poder para alterar coisa alguma nos destinos do país. Se está ruim ao ponto de boa parcela da população ver no processo de impeachment uma resposta direta à irresponsabilidade fiscal do atual governo, que detonou a mais grave crise econômica da história, será muito pior caso Dilma se mantenha após este processo. Vai sobrar apenas escombros do poder. A pergunta, então, remete a outro quadro: sem Dilma será melhor? Será, sim, mas não muito melhor. Novamente buscando respaldo histórico na experiência com Collor, hoje, ao contrário do que ocorreu em 1992, haverá um exército derrotado, humilhado e ressentido. Não há, portanto, previsão de boa vida pós-impeachment. Quando muito, pode-se vislumbrar o que seria menos ruim.
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Lissauer Vieira, deputado estadual, e Paulo do Vale, médico: aliança pode ser decisiva para derrotar o deputado federal Heuler Cruvinel[/caption]
Tancredo Neves dizia que políticos devem ter sorte e votos. Há indícios de que o deputado estadual Lissauer Vieira — que deve trocar a Rede pelo PP do senador Wilder Morais — tem sorte e, como foi eleito em 2014, votos.
Pré-candidato a prefeito de Rio Verde, bancado pelo prefeito Juraci Martins, do PP, Lissauer Vieira pode conquistar um apoio inesperado e qualitativo. O pré-candidato do PMDB, o médico Paulo do Vale, com graves problemas na Justiça, pode sair da disputa. Numa declaração feita na cidade, o peemedebista sublinhou que, se não puder concorrer, não teria nenhum problema em apoiar o deputado.
Por que Paulo do Vale poderia apoiar Lissauer Vieira? Primeiro, porque mantêm relacionamento cordial. Segundo, porque o percebe como um político confiável. Terceiro, porque o candidato do PSD, Heuler Cruvinel, teria incentivado, nos bastidores, as denúncias que, agora, podem inviabilizar sua postulação. Atribui-se ao peemedebista a frase “tudo — menos Heuler Cruvinel”.
Comenta-se que Heuler Cruvinel tem o hábito de “tratorar” aqueles que atravessam seu caminho e, por isso, não é visto como um político agregador.
O fato é que, se apoiar Lissauer Vieira, Paulo do Vale pode contribuir para desequilibrar o jogo em Rio Verde. Político apontado como mais simpático do que Heuler Cruvinel, o peemedebista é mencionado como consistente eleitoralmente e, como médico e empresário, é bem-visto no município. Com Juraci Martins, Paulo do Vale e Wagner Guimarães no mesmo palanque — o que parecia impossível até pouco tempo atrás —, Lissauer Vieira tende, segundo especialistas na política do Sudoeste, a derrotar Heuler Cruvinel, que ficaria isolado.
Claro que não está definido que Paulo do Vale não será candidato. Entretanto, se não for e se bancar Lissauer Vieira, o quadro político de Rio Verde será outro. Não há como não dizer: Lissauer Vieira tem sorte e, claro, votos.
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A gestão da cidade é transparente: Portal da Prefeitura de Anápolis mostra informações de fácil visualização[/caption]
Anápolis foi destaque nacional no ranking da transparência divulgado pelo Ministério Público Federal (MPF) na quarta-feira, 9. A gestão de João Gomes (PT) teve média de 9,1 pontos. No ranking geral, Anápolis aparece na 38ª posição do País e, no Estado, o município lidera com folga, seguido pelas cidades de Jataí, Chapadão do Céu, Pires do Rio e Quirinópolis.
A lista é fruto da avaliação pelo MPF dos portais da transparência dos 5.568 municípios e dos 26 Estados e do Distrito Federal. O exame levou em conta aspectos legais e boas práticas de transparência e foi feito com base em questionário elaborado pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), incluindo itens como divulgação de salários de servidores, diárias, cópias de contratos, licitações, empenhos, entre outros.
Segundo o MPF, o objetivo do ranking é medir o grau de cumprimento da legislação. Conforme o levantamento, Espírito Santo é o Estado mais transparente do País, enquanto Porto Alegre aparece no topo da lista entre as capitais.
As informações ranking da transparência são acessíveis e podem ser consultadas, a qualquer hora, no Portal da Transparência da Prefeitura de Anápolis em um link de fácil visualização no site da prefeitura (anapolis.go.gov.br). Lá, o contribuinte pode encontrar todos os atos oficiais da administração que tem como carro-chefe o Diário Oficial, publicação da Prefeitura que divulga a maioria das informações consideradas para o levantamento.
O Diário Oficial, desde a sua implementação em maio de 2010, terá publicado, até o fim deste ano, 1.370 edições. O Portal da Transparência de Anápolis é uma ação conjunta de várias secretarias e que terá novidades para 2016, afirma o secretário municipal de Governo, Mozart Soares. Ele citou que novas funcionalidades estão sendo trabalhadas, principalmente pelas equipes da Secretaria Municipal de Gestão de Planejamento. “Vamos incrementar o nosso portal com ferramentas ainda mais funcionais e que atendam, de fato, o interesse de milhares de pessoas que o acessam, diariamente”, afirma Mozart.
João Gomes diz que o reconhecimento deste importante órgão da esfera federal dá credibilidade ao trabalho desenvolvido em Anápolis em todas as áreas. Segundo ele, todos os servidores sentem orgulho de pertencerem a uma Prefeitura que tem sua administração respaldada nos atos que faz. “Transparência é uma das formas de mostrar ao cidadão o respeito que damos à contribuição de cada um para a construção de uma cidade cada vez melhor.”
Num recente seminário organizado pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, algumas informações não foram captadas pela Imprensa, mas foram intensamente discutidas pelos produtores rurais. Um empresário revelou que, quando o país não estava em crise e a classe C se tornara forte, o consumo de iogurte e alimentos mais variados cresceu de modo extraordinário. Ao mesmo tempo, o consumo de arroz — inclusive o Cristal, o mais celebrado nas cozinhas goianas (supermercados pressionam seus preços para baixo, mas o proprietário Walterdan Fernandes Madalena até retira o produto das empresas que resistem à sua política comercial) — caiu de maneira exponencial. Agora, com a recessão instalada, e já ameaçando se tornar depressão, a classe C deixou de consumir produtos relativamente sofisticados e, mais uma vez, o consumo de arroz cresceu. O de arroz e o de feijão. Segundo o empresário, a dieta voltou a ficar pobre.
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Marconi anuncia execução de obras prioritárias em Anápolis em 2016[/caption]
O governador Marconi Perillo (PSDB) recebeu, na tarde de quarta-feira, 9, no Palácio das Esmeraldas, o prefeito João Gomes (PT) e diretores da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), para tratar da conclusão de obras no município. Marconi informou a eles que o planejamento de obras prioritárias do governo estadual para o próximo ano já está pronto, e que nele constam o centro de convenções de Anápolis, a plataforma logística multimodal, o aeroporto de cargas e o presídio da cidade.
Marconi disse a João Gomes e aos empresários anapolinos que o centro de convenções de Anápolis vai ser o mais bonito de Goiás e que haverá parceria entre governo, Executivo municipal e setor produtivo, nas outras obras como o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), anel viário do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) e a expansão de novos distritos industriais. “Priorizamos algumas grandes obras neste ano. Terminei, por exemplo, a pista do aeroporto de cargas, que é uma obra caríssima”, disse.
Marconi informou ainda que o governo estadual planeja, para o próximo ano, investir pelo menos R$ 100 milhões na expansão e melhoria do sistema de água em Anápolis. Em relação a 2016, o chefe do Executivo estadual disse que já foi acertada a nova sede da Associação Comercial, sendo que o terreno para a obra já foi doado pelo Estado.
O prefeito João Gomes avaliou a reunião como altamente positiva, e disse que ele e os empresários estão confiantes no desenvolvimento econômico do município. Segundo ele, o governador de pronto atendeu tanto a prefeitura como os empresários demonstrando grande consideração para com as questões de Anápolis. “Mostramos a ele nossa preocupação com a retração da economia, e de que forma isso afetaria as nossas obras. O governador nos assegurou o andamento de importantes obras no próximo ano, e que vão prospectar nossa arrecadação”, afirmou.
A Trouw Nutrition, multinacional que é uma das líderes globais em nutrição animal e rações para peixe, instalou um novo Centro de Distribuição (CD) em Anápolis como parte da sua estratégia de negócios no Brasil. O local agora é próprio da empresa e está em funcionamento desde o dia 20 de novembro. A iniciativa visa melhor atender os parceiros em Goiás, de forma eficiente e estratégica, com produtos a pronta entrega. “Antes, a estrutura utilizada na fábrica de Anápolis era num prédio alugado, onerando custos à empresa. Dentro do projeto de reestruturação das atividades no Brasil, já investiu R$ 10 milhões na modernização de duas fábricas”, afirma o presidente da empresa no País, o médico veterinário Luciano Roppa. A empresa, que faz parte do grupo Nutreco, emprega aproximadamente 11 mil colaboradores em 35 países. Com duas marcas globais, a Skretting (alimentos para peixes) e Trouw Nutrition (nutrição animal), ela tem vendas em mais de 90 países.
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Foto: reprodução/Facebook[/caption]
Há três pré-candidatos populares em Goiânia: Iris Rezende, do PMDB, Waldir Delegado Soares, quase sem partido, e Sandes Júnior, do PP. O partido dirigido pelo senador Wilder Morais sugere que vai bancar Sandes Júnior para prefeito da capital, mas há quem avalie que o presidente do PP está mais interessado em pavimentar sua reeleição, em 2018, do que com candidaturas específicas em 2016.
Porém, provando que não se trata de um patinho feio dos mais rejeitados, Sandes começa a ser sondado por outros partidos. Recentemente, dois líderes do PRB, ao encontrá-lo numa dependência do governo de Goiás, sugeriram que podem bancá-lo para a disputa na capital. O líder do PP ficou de pensar na proposta. A “janela” pode abrir uma avenida para o pepista.
A Prefeitura de Anápolis, que incentiva a Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais), após buscar recursos do governo federal para levar melhorias na produção de hortas e granjas, foi contemplada com um trator agrícola equipado com moderna grade aradora. A solenidade de entrega aconteceu na manhã de terça-feira, 8, no Feirão do Bairro Jundiaí. Os equipamentos são do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor Agropecuário do Ministério da Agricultura, adquiridos por meio da emenda parlamentar do deputado Rubens Otoni (PT), e beneficia agricultores familiares do município. A ação é resultado dos constantes investimentos da Prefeitura que tem buscado melhorias neste setor.
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Clécio Alves, Agenor Mariano, Célia Valadão e Dona Íris[/caption]
Há quem o chame de Exército de Brancaleone. Pode até ser. Mas, ainda assim, com veteranos e jovens, o pré-candidato do PMDB a prefeito de Goiânia está convocando seu exército para reuniões frequentes, em seu escritório do Setor Marista.
O peemedebista-chefe começa a sugerir, com seu estilo-código eventualmente enviesado de conversar — que às vezes precisa ser decifrado tal a malícia e a matreirice de sua argumentação —, que, como o partido não tem um nome consistente, deve disputar a prefeitura da capital. Já comunicou aos familiares.
Os principais integrantes do exército irista são: Agenor Mariano (coronel), Ana Paula Rezende (sargento), Célia Valadão (sargento), Clécio Alves (soldado), Dário Campos (soldado), Dori Mocó (cabo), Fernando Santana (sargento), Frederico Peixoto (capitão-intendente), Genésio de Barros (general), Gilmar Dias Ramos (cabo), Iris Araújo (coronel), Lázaro Barbosa (general), Lívio Luciano (major), Luiz Soyer (general), Mauro Miranda (general), Nailton Oliveira (sargento), Samuel Belchior (cabo, teme-se que se torne o primeiro desertor).
Daniel Vilela, Pedro Chaves e José Nelto, personas non gratas, não são chamados para as reuniões e convescotes.
Totalmente reconstruída e equipada, unidade de Saúde da Região Leste do município já está disponível para a população em período integral
Vice-presidente tem procurado governadores que se manifestaram contra o impedimento de Dilma Rousseff
Obra segue dentro do cronograma previsto e frente de serviços na Avenida Goiás Norte está a todo vapor. Assim que concluído, corredor no sentido Norte-Sul da cidade vai beneficiar 120 mil usuários por dia

