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Século 21: a era do jornalismo “redação”

Livro que tem como pano de fundo o mundo corporativo mostra as falhas das empresas de comunicação atuais

Mesmo após 26 anos do lançamento, Super Nintendo segue movimentando mercado em Goiânia

Em tempos de videogames super tecnológicos, clássico console da empresa japonesa ainda atrai muitos jogadores e faz sucesso nas lojas especializadas

O marqueteiro da corrupção

João Santana diz não saber a origem de pelo menos US$ 7,5 milhões —cerca de R$ 30 milhões – que foram depositados em sua conta

É Iris. Ou nada

A sucessão de Goiânia fica em compasso de espera para saber se o decano peemedebista será ou não candidato

José Eliton tem autoridade para combater a violência

Engrenagem complexa da Segurança Pública exige mobilização política da sociedade e de outras esferas da administração

Bom uso das redes sociais garante eficiência na campanha

Internet é a grande ferramenta para quem quer levar sua mensagem e se apresentar para sua excelência, o eleitor

Currículo nacional é necessário, mas não do jeito que quer o governo

Proposta apresentada pelo MEC já recebeu 10 milhões de sugestões de mudança por parte de professores. Por quê? Especialistas respondem

Max Hasting relata histórias “miúdas” da Segunda Guerra Mundial que outros historiadores ignoram

O brilhante pesquisador britânico registra histórias de bravura de soldados, oficiais e pessoas comuns, não apenas as decisões dos governantes e dos generais

Novo presidente do Conselho Federal da OAB diz que lutará contra decisão polêmica do STF

[caption id="attachment_59792" align="alignright" width="620"]Cláudio Lamachia (Conselho Federal da OAB), com o advogado Márcio M. Cunha Cláudio Lamachia (Conselho Federal da OAB), com o advogado Márcio M. Cunha[/caption] O advogado Márcio M. Cunha ao lado do novo presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Pacheco Prates Lamachia, na cerimônia de posse da nova diretoria da entidade. Lamachia prometeu lutar contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da qual passa a poder prender todos condenados em segundo grau, afirmando que a entidade buscará meios para que todos tenham o direito ao contraditório e a recorrer em liberdade. No momento da manifestação, Lamachia foi aplaudido de pé, diante da presença dos ministros do STF Ricardo Lewandowski — presidente da Corte —, Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki e Gilmar Mendes. Por fim, Lamachia garantiu que vai lutar contra a permanência do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

“Conseguir se sentar em ônibus no Eixo Anhanguera é luxo de primeira grandeza”

Valéria Ramos onibusA cada dia, ando mais revoltada com o Eixo Trinda­de–A­nhanguera. Na segunda feira, 22, já peguei o ônibus lotado em Trindade. Como sempre ocorre, não era possível nem se mexer. Ao chegar à Praça A, todos têm de trocar de veículo, porque até certa hora da manhã o Eixo Trindade só vai até aquele ponto. O terminal da Praça A parece um formigueiro, tamanha a quantidade de gente. É desumano, deprimente, humilhante. Tive de esperar que passasse meia dúzia de ônibus para então conseguir entrar em um, no qual nem de longe havia a possibilidade de um banco para mim. Ou seja, fui de Trindade até o Centro de Goiânia sem sentar um só minuto. À tarde, na hora de voltar pra casa, qual foi a grande novidade? Nenhuma, todos os ônibus lotadíssimos. Por um milagre, quando cheguei ao Terminal Vera Cruz, consegui me sentar. Aleluia! No dia seguinte, a mesma novela. De manhã, meu ponto lotado, para variar. E novamente a troca na praça A foi da mesma forma. Ao voltar, à tarde, por um imprevisto no caminho que contarei a seguir, consegui me sentar quando chegava ao Vera Cruz. É que, simplesmente, depois de ter vindo em pé da Rua 20 (Centro) até o Terminal Padre Pelágio, peguei o ônibus para Trindade de um jeito que não dava para respirar, de tanta gente. Na primeira parada do Eixo depois da saída do terminal, eis que acontece uma coisa “linda”: o pneu estoura. Como pode isso? Um ônibus tão bom, tão lindo, tão confortável, todo pleno de manutenção? O motorista ligou para alguém, certamente explicando a situação. Enquanto não vinha um ônibus vazio para pegar o povo que ficou a pé, os que passavam, para lá de lotados, foram pegando mais pessoas entre aquelas que estavam ali. Quando chegou o ônibus reserva, mais da metade já havia se apertado nos outros que passaram. Mas bastava olhar a situação dos pneus do veículo para ver o descaso com o povo. Queria muito que alguém conseguisse a façanha de colocar os governantes no Eixo Anhanguera por uma semana. No horário de pico. Cedo e à tarde. Levando todos os chutes, empurrões, pontapés e grosserias, para que sentissem na pele o quão bons eles são. Ainda tem um agravante, que é a falta de educação do povo. Isso de certa forma é até compreensível, porque infelizmente a gente sabe que ninguém do poder público está se importando e que os ônibus são mesmo poucos. Assim sendo, é preciso entrar empurrando no primeiro que aparece, porque está todo mundo cansado da jornada de trabalho e quer chegar a todo custo em casa. E assim somos empurrados para entrar no ônibus. Já se sentar em um desses coletivos do Eixo é um luxo de primeira grandeza! Aquela lei da física segundo a qual dois corpos não ocupam o mesmo espaço, definitivamente foi derrubada nessa linha. Ali, no mínimo dez corpos ocupam o mesmo espaço. E o preço da passagem ainda sobe, com toda essa falta de estrutura? Somos tratados pior do que gado, porque em uma carreta de bois só colocam nela a quantia exata de animais que ali se comporta. No Eixo, não: enquanto há uma fresta de luz e ar, entra gente, porque, se não entrar com ele mesmo lotado, não se chega em casa. Outra coisa que dá revolta é ver vários ônibus vazios na fila, mas que não vão pegar o povo, que está esperando na plataforma. Eles têm de realmente dar tempo para que saiam entupidos de gente. É um descaso total, com falta de respeito e falta de segurança, sem um mínimo de dignidade. Outro dia ouvi uma pessoa dizer que ela precisava se mudar, para ficar mais perto do trabalho. Eu pensei cá com meus botões: ajuntei dinheiro por anos para comprar uma casa nova e agora eu tenho de me mudar porque o bus não funciona? Não deveria ser o contrário? Não é o transporte que tem de melhorar, já que eu pago, além da passagem, um monte de impostos? Estou mesmo revoltada. Meu filho, que morou nos Estados Unidos, tem mesmo razão de não querer mais ficar aqui. Está impossível viver neste País. Desculpem-me o desabafo, mas quem sabe assim possamos ao menos encontrar alguém que se importe com o povo.

Valéria Ramos é secretária na Cúria Metropolitana (Arquidiocese de Goiânia).

Não devemos esquecer o pequeno Aylan

Desde o ataque às torres gêmeas do World Trade Center, nos EUA, o terrorismo faz parte do jogo político

Sem regulamentação por leis complementares, Plano Diretor de Goiânia vira peça de ficção

Com algo entre 60% e 80% ainda a ajustar naquilo que não é autoaplicável, lei tem apenas um ano de vigor até passar por revisão na Câmara de Goiânia

O que “De volta para o futuro” e José J. Veiga têm em comum

Brincar com o tempo é algo comum no cinema, sobretudo no hollywoodiano, mas muitos escritores provaram que isso também é possível na literatura

“Timon de Atenas” é a estreia da semana no Teatro Goiânia

[caption id="attachment_59778" align="alignright" width="620"]Com Tonico Pereira e Vera Holtz, peça é a principal atração cênica da semana Com Tonico Pereira e Vera Holtz, peça é a principal atração cênica da semana | Foto: Divulgação[/caption] “Timon de Atenas”, peça do dramaturgo inglês William Shakespeare, estará em cartaz em Goiânia entre os dias 4 e 6 de março. A montagem traz Vera Holtz no papel de Timon, em uma trama adaptada para os dias atuais. O espaço é o centro do poder de uma grande capital federal, como Brasília. As apresentações serão no Teatro Goiânia e os ingressos custam R$ 25, a inteira. Os ingressos já estão à venda na Fnac do Shopping Flamboyant, na Livraria Leitura, do Goiânia Shopping e na Pharmárcia Therapêutica, da Rua 83, no Setor Sul. Um adendo: no dia 5, será oferecido uma oficina de direção e interpretação com a equipe do espetáculo. A oficina, voltada para atores e diretores de teatro, é gratuita.

Vila Cultural precisa ser “encontrada” pela população

Ainda pouco conhecida de grande parte da população de Goiânia, a Vila Cultural Cora Coralina tem se revelado um espaço importante para a cultura em Goiânia. Com eventos simultâneos acontecendo durante todos os fins de semana, a Vila precisa ser “encontrada” pela população da capital goiana. Neste mês de março, por exemplo, acontecem lá: a Mostra de Arte Urbana no Brasil Central; o Festival Todas as Tribos; e as aberturas das exposições “20 anos Teatro Ritual” e “O Dobro”. Além disso, ainda ocorrem eventos paralelos, como o ciclo de cinema. A Vila Cultural fica ao lado do Teatro Goiânia, entre a Rua 3 e a Avenida To­cantins, no Centro da capital.