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Rápidas

[caption id="attachment_57613" align="alignnone" width="620"]Foto: Divulgação Foto: Divulgação[/caption]

  • Os grupos ¿Por Quá? e Vida Seca convidam artistas e desavisados para uma tarde de confetes e chacretes, uma jam session temporão de Por Acaso.
  • Realizada na casAcorpO, a tarde de improviso conta com uma estrutura técnica e afetiva para receber os dançantes. Se quiser improvisar na música, fique à vontade para levar instrumentos. Na dança, vá de roupas leves que o tatame lhe espera.
  • Começa às 18h do sábado, 6, e vai até às 21h. Ah! Não esqueça sua fantasia. É para carnavalizar.

O Popular “mata” pauta do aluno de escola pública que foi aprovado em 6º lugar para Medicina

Leitura 6 reader Edmund C. Tarbell - American 1862–1938 - Portrait of a Boy Reading, 1913 No sábado, 23, “O Popular” anuncia na capa: “Aluno da rede pública passa em 6º na UFG”. A manchete da página 8 complementa: “Sisu — Aluno da escola pública é aprovado em 6º lugar na UFG”. Mas a reportagem não cumpre com precisão o que anuncia nos dois títulos. A história de Moisés Alves de Almeida Filho é apenas levemente enunciada para, logo depois, ser esquecida. O jornal não publica sequer um fotografia do garoto, nem sua idade. Ficamos sabendo que Moisés Filho estudou numa escola pública — o “Colégio Estadual Jardim Europa desde o 6º ano” — e que vai estudar Medicina. Nunca estudou em escola particular e pertence a uma família pobre (o repórter prefere o termo da moda, “carente”). Sem explicar a razão, a repórter Géssica Veloso, estagiária, diz que não conseguiu falar com o estudante. Parece ter ouvido “colegas” e “professores”, mas nenhum deles merece qualquer menção. A jornalista assinala que “foco e determinação são algumas das qualidades” de Moisés Filho. Pois foco e determinação são exatamente aquilo que falta à reportagem de “O Popular”. Acrescente-se que, como não fez a reportagem, apenas anunciou que iria fazer, “O Popular” passou uma ótima pauta aos demais jornais. A história do garoto Moisés Filho está à espera de repórteres que tenham o mínimo de determinação. Porque não foi (e merece ser) devidamente contada.

Lançamentos

Livro LivroUma mirabolante história de investigação policial  e romance, que se volta para o ato da escrita e jogos de linguagem que apontam para a própria língua, o francês mutilado. O Sumiço Autor: Georges Perec Preço: R$ 53,00 Autentica Editora   Música

zazA cantora francesa Isabelle Geffroy, mais conhecida como Zaz, lança em CD e DVD seu quarto trabalho, o live “Paris Encore !”, que traz seu hit de maior sucesso “Je Veux”.

Paris Encore !

Intérprete: Zaz

Preço: R$ 84,90

Warner Music

  Filme FilmeCom trilha sonora de Emicida, Nana Vasconcelos, Grupo GEM e Barbatuques, a incrível produção de Alê Abreu concorre ao Oscar 2016 de melhor animação. O Menino e o Mundo Direção: Alê Abreu Preço: R$ 39,90 Bretz Filmes (Back Five)  

Seis fatos da era petista no poder que provocam estranhamento

Estranheza 1 [caption id="attachment_54952" align="aligncenter" width="620"]Foto: Lula Marques / Agência PT Foto: Lula Marques / Agência PT[/caption] A Procuradoria-Geral da República — que tem sido muito expedita no levantar indícios, colher provas (no exterior, inclusive e principalmente) e representar contra Eduardo Cunha (PMDB), o presidente da Câmara dos Deputados — anda a passo de lesma quando se trata do presidente do Senado, o notório Renan Calheiros (PMDB). E o Supremo Tribunal Federal acalenta há três anos, sem julgá-lo, o processo contra Renan que o fez renunciar à presidência do Senado para salvar o mandato, em 2007. O jornalista Josias de Souza, da UOL, que teve acesso a esse processo, fez no seu blog, dias atrás, um relato que não deixa dúvidas: as provas são por demais concretas para que Renan possa passar incólume através delas. Mas o calhamaço, que dormiu por meses nas gavetas do ministro Ricardo Lewandowski, agora cochila, também por meses, na mesa do ministro Edson Fachin. Rapaz de sorte, esse Renan Calheiros. Ou muito esperto. Estranheza 2 mais_medicos_treinamento Onde anda a valentia do Ministério Publico do Trabalho? Os promotores e procuradores do MPT contam-se às centenas. Estão espalhados por esse Brasil todo. Também por todo o Brasil estão espalhados os médicos cubanos, já lá se vão quase três anos. Contam-se também às centenas (ou milhares). Todos os promotores e procuradores do trabalho sabem, embora possam até fingir que não, que esses pobres profissionais aqui estão na mais degradante condição de servidão, pois ela não só é material, com o confisco de quase todo seu salário pelo governo brasileiro e pela ditadura cubana, como também moral, pois acrescida das restrições de deslocamento e contato com outras pessoas, da vigilância policial cubana (mesmo aqui no Brasil) e da manutenção de parentes reféns na ilha dos irmãos Castro. Dessas centenas de bravos promotores e procuradores apenas um, Sebastião Vieira Caixeta, teve a coragem de levantar a voz contra os desmandos. Os demais compõem as centenas silenciosas perante o governo, que não têm a coragem de enfrentar. São bocas sem voz, penas sem tinta, para cumprir o dever funcional, cívico e moral. Neste mesmo instante, o MPT move intensa campanha contra shopping centers para que construam creches para os filhos de seus lojistas, dever de que esses centros comerciais tentam fugir. Louvável, porém muito mais louvável seria estender a mão para esses escravizados médicos cubanos, que longe de sua pátria e separados à força de suas famílias, estão cuidando da saúde da parte pobre da população brasileira, enquanto são roubados pelo governo desse mesmo país a que servem com sacrifício. Estranheza 3 [caption id="attachment_57607" align="aligncenter" width="620"]Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 01/03/2015- O bolo de aniversário dos 450 anos do Rio. Ele foi montado na Rua da Carioca, no centro, com 450 metros de extensão, e distribuído com a população. Na foto, o prefeito, Eduardo Paes e o governador, Luiz Fernando Pezão. (Tomaz Silva/Agência Brasil) Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil[/caption] Há certa condescendência da imprensa, uma quase cumplicidade, com os governos cariocas, do Estado e da cidade. É tão caótico o panorama da saúde pública no Rio de Janeiro, que pede medidas de exceção. As poucas notícias que filtram já são o bastante para que se avalie a falta de médicos, de enfermeiros, de ambulatórios, de leitos, de medicamentos, de aparelhos, de insumos os mais simples, como luvas e seringas. Mas o Rio continua festivo, gastando nas comemorações tradicionais, como réveillon e carnaval, como se tudo estivesse dentro da normalidade. É um problema nacional, alguns dirão. Não é, pois é muito menos grave em São Paulo e Santa Catarina, por exemplo. O problema nasce mesmo é da desonestidade e da incompetência. Se por um lado existem os profissionais desonestos que faltam aos plantões ou atendem com desleixo os mais necessitados, existem por outro lado os conscientes, que vêm alertando os governos para o agravamento da situação, sem que sejam ouvidos. No ano passado, o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro denunciou publicamente o estado de calamidade da saúde pública carioca. Não era novidade, e pouco ou nada foi feito. Nos anos anteriores, Ministério da Saúde e IBGE publicaram estatísticas mostrando que o Rio de Janeiro estava em último lugar na Federação em aplicação de recursos na saúde pública. O ápice da inconsequência veio no final do ano passado e começo deste ano, com unidades de emergência de portas fechadas por impossibilidade de atendimento, como vimos nas televisões, incapazes de esconder a situação, tão grave ela é. Estranheza 4 [caption id="attachment_42927" align="aligncenter" width="620"] Foto: Roberto Stuckert / Instituto Lula Foto: Roberto Stuckert / Instituto Lula[/caption] Num Brasil sacudido por escândalos gigantescos no campo da corrupção, paira um interrogador silêncio sobre uma sigla: BNDES. O volume de dinheiro, de certa forma subsidiado, que saiu do banco para duas finalidades pelo menos suspeitas (financiamento de obras no exterior para empreiteiras ligadas a Lula e empréstimos a empresários “companheiros”), é muito grande. Em alguns casos, o governo cercou essas operações de um injustificado segredo. Em outros, somou-se à entrega fácil de dinheiro público a governos e ditaduras com duvidosa capacidade de pagamento, um lobby dentro do governo para adjudicação das obras financiadas a empresas que retribuíram pelo menos com contratações de palestras de Lula por cachês fabulosos. Uma CPI do Congresso nunca inspira confiança, e as autoridades que investigam o petrolão, talvez para não perder o foco, não enviaram ainda as equipes da Polícia Federal para uma boa busca no Banco e nos beneficiados. Alguém duvida que se trate de um belo filão, para quem procura casos puníveis por corrupção? Estranheza 5 [caption id="attachment_55386" align="aligncenter" width="620"]Foto: reprodução / Facebook Foto: reprodução / Facebook[/caption] O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é incorrigível. Vítima preferencial do PT, de quem vem sofrendo os piores ataques e as mais graves acusações desde o primeiro governo Lula, sempre protege o partido adversário, ainda que em meio aos escândalos da Petrobrás e adjacências. Salvou Lula do im­peachment à época do mensalão, atendendo a pungente pedido do mesmo, levado por Marcio Thomaz Bastos. Já fez declarações favoráveis a Dilma Rousseff, atestando sua honestidade e colocando dúvidas sobre a validade do impeachment. Na semana passada foi mais uma vez contra seu próprio partido, o PSDB, defendendo o PT. Como se sabe o PSDB cogita de um pedido de extinção do PT por ter recebido dinheiro do exterior (Cuba ou Angola), o que foi revelado nas delações premiadas e constitui crime passível de anulação de registro partidário. Fernando Henrique discordou publicamente da medida, na semana passada, alegando que o PT deve, sim, continuar existindo. Muitos estranham essa posição, mas ela é coerente com a crença de esquerda professada por FHC, e defendida pelo Foro de São Paulo. Elos da mesma corrente ideológica, Lula e FHC. Ou como dizem, com sua sabedoria baseada na prática nossos matutos, farinha do mesmo saco. Estranheza 6 [caption id="attachment_57603" align="aligncenter" width="620"]black-blocs-fotos-publicas Fotos Públicas[/caption] Os inquéritos abertos para apurar crimes dos black blocs, que em 2013 e 2014 promoveram monumental quebra-quebra principalmente em São Paulo, estão encerrados sem denunciar ninguém. Descarada impunidade, completa incompetência da polícia e do Ministério Público. Se não há culpados, quem depredou lojas, bancos e prédios públicos? Quem incendiou veículos? Quem agrediu e feriu policiais e repórteres? Quem andava mascarado para não ser reconhecido, e por que o fazia? Não à toa, o Movimento Passe Livre (MPL), organização que defende o absurdo do transporte gratuito, como se isso fosse possível, se apoia hoje nesses desordeiros impunes.

Meu reino pelo “S” do iPhone 6: o hiperconsumo na era do “cada vez mais”

É surreal pensar que o capitalismo se torna mais e mais um escravo de si mesmo. Mas uma hora essa roda viva vai precisar parar de girar

A gata “pariu” para Vanderlan

Falta de potenciais aliados tira o ex-prefeito de Senador Canedo do páreo; diante do risco da terceira derrota em sequência, ele já admite ser vice de um tucano

Ministério Público pede laudo técnico dos projetos apresentados, mas faltam documentos

Após Jornal Opção evidenciar possível fraude no Estudo de Impacto de Vizinhança, promotor pede parecer à Perícia em Edificações do próprio MP

PSDB contra PMDB: é esse o quadro

Haverá bons candidatos de outros partidos, claro, mas a configuração política vai apontando para uma polarização entre as duas maiores siglas na disputa pela Prefeitura de Goiânia

Governador quer diálogo com a nova diretoria da OAB-TO

O governador Marcelo Miranda, acompanhado de sua esposa e deputada federal Dulce Miranda, prestigiou a posse da nova diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins (OAB-TO) na quarta-feira, 27, no auditório da instituição. A nova diretoria terá mandato de três anos (2016/2018) e tem como presidente o advogado Walter Ohofugi Júnior. Durante a solenidade o governador destacou a importância da instituição para população tocantinense. “É visível o papel relevante desempenhado pela OAB e por cada um dos profissionais que a representam. Não é uma pequena tarefa, nem uma pequena missão. Como sabemos, o atual cenário econômico brasileiro requer atenção especial. Para superar os desafios é indispensável inovar, buscar alternativas criativas e viáveis para mudar este quadro”, ressaltou Marcelo Miranda ao reforçar a intenção de manter diálogo com a nova gestão. De acordo com Walter Ohofugi, a sua gestão se baseará na garantia dos direitos dos advogados e na atuação, de forma contundente, na defesa dos direitos coletivos. O presidente também comentou a reforma administrativa feita pelo governador Marcelo Miranda. “O Estado precisa sim de reforma e nós torcemos por esta reforma, este é sim um momento de austeridade”, ressaltou.

Governo e VLI discutem ampliação de investimentos no Tocantins

[caption id="attachment_57585" align="alignnone" width="620"]Ferrovia é fundamental na logística do Estado | Foto: Divulgação Ferrovia é fundamental na logística do Estado | Foto: Divulgação[/caption] O Governo do Estado do Tocantins se reuniu na quarta-feira, 27, com a VLI, empresa detentora da subconcessão operacional da Ferrovia Norte-Sul – especializada em operações logísticas que integram ferrovias, portos e terminais. A pauta foi a discussão da possibilidade de ampliação de investimentos, por parte da VLI, no Estado. A expectativa, em principio, é que, com o aumento dos investimentos, mais empregos sejam gerados, aumentando a renda e melhorando a arrecadação no Tocantins. Com isso, o Estado poderia conceder à VLI benefícios fiscais que propiciem a ampliação dos investimentos, gerando um círculo virtuoso, no qual todos ganham. “Nosso objetivo é apoiar também grandes empresas, como a VLI, para que sejam bem sucedidas no Estado, pois assim a sociedade e o próprio Estado ganham, com mais empregos e mais recursos para o Tesouro”, reforçou durante a reunião o superintende de Desenvolvimento Econômico, Vilmar Carneiro. Outro ponto levantado foi como a empresa poderia priorizar fornecedores e prestadores de serviços locais. De acordo com o diretor de Desenvolvimento Econômico, Eremilson Leite, comprar de empreendedores locais pode significar diminuição de custos. “Grandes empresas são consumidores importantes, por isso, nosso papel é fazer uma ponte entre elas e os empresários locais”, afirmou. Um dos motivos destacados para a dificuldade de comprar localmente é que muitos empresários têm pouca experiência em negociar com relações contratuais e grandes empresas. De acordo com Leonardo Paiva, gerente de Terminais Norte e Siderurgia da VLI, atualmente a empresa opera os pátios de Palmeirante e de Porto Nacional, que contam com investimento de R$ 200 milhões e que geram, cada, cerca de 300 empregos diretos e indiretos. “A nossa expectativa é de consolidar os investimentos existentes. Começa-mos a operação dos terminais com perspectiva de crescimento de volume nos próximos anos. A partir do momento em que ampliemos a nossa capacidade a própria ferrovia vai necessitar de investimentos em ampliação e construção de novos pátios, que vão demandar outros empreendimentos”, pontuou. A expectativa de crescimento no volume de cargas a serem transportadas pela Ferrovia Norte-Sul está relacionada ao desenvolvimento da região agrícola, da qual o Tocantins faz parte, conhecida como Matopiba (formado também por regiões dos Estados do Maranhão, Piauí e Bahia). “O Estado precisa se preparar para o crescimento exponencial na produção dessa região que vai demandar muito mais o uso dos modais de transporte do Estado”, conclui Vilmar Carneiro.

Ex-prefeito José Salomão agora é deputado

Uma sessão especial marcou a posse do deputado José Salomão (PT), ex-prefeito de Dianópolis. O parlamentar assume a cadeira do líder do governo, deputado Paulo Mourão (PT), que se afastou do parlamento por 121 dias em virtude de uma licença para tratamento de saúde. Esta é a segunda vez que José Salomão, como suplente, assume a cadeira de titular neste Poder -- a primeira foi em 2003, no lugar do petista José Santana, atualmente prefeito de Colinas do Tocantins. Ao tomar posse, José Salomão ressaltou a sua alegria em trabalhar pelo Estado na Casa de Leis e representar a região Sudeste, na luta pelas suas demandas. Ele pontuou como prioridades a busca por melhorias no atendimento da Saúde, a pavimentação e recuperação de estradas da região, melhorias no funcionamento do campus da Unitins, além de ações para amenizar os efeitos da seca no Sudeste Tocantinense.

“Colocaremos a casa em ordem em quatro meses”

Mesmo com dívida de mais de R$ 11 milhões, presidente garante que gestão não está paralisada e apresenta ações de seu primeiro mês à frente da OAB-GO

Irajá entrega unidade de saúde e visita obras em Dianópolis

O deputado federal Irajá Abreu (PSD) entregou uma unidade de saúde e visitou obras no interior do Estado na sexta-feira, 22. Em Dianópolis, sudeste do Tocantins, o parlamentar juntamente com o prefeito Regis Melo, deputado estadual Toinho Andrade e outras lideranças políticas entregaram uma academia da Saúde no valor de R$ 180 mil e pavimentação asfáltica para o setor Nova Cidade, recurso no valor de R$ 80 mil. O parlamentar também visitou a obra da rodoviária municipal, a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), recurso empenhado no valor de R$ 450 mil e o lançamento da segunda etapa da feira do Bode com recurso já pago através do Ministério da Agricultura através de emenda parlamentar dele no valor de R$ 350 mil. No ano de 2011, Irajá Abreu garantiu para a comunidade de Dianópolis uma patrulha mecanizada contendo tratores e implementos agrícolas no valor de R$ 207.200,00. Esses maquinários contribuem com o fortalecimento do pequeno produtor rural, como é o caso da dona Rosa Maria, de 68 anos, que possui uma pequena produção de abacaxi na região. “A vinda desse trator para nossa comunidade ajudou muito na lavoura. Agora é só solicitar para prefeitura que temos a máquina para ajudar no manuseio com a terra”, disse dona Rosa. “A conquista desses recursos é resultado de parceria entre o deputado Irajá Abreu e o governo federal, através dos ministérios. O deputado tem feito intermediações necessárias para a viabilização dos recursos em Brasília. Ao todo, Irajá Abreu garantiu mais de R$ 1,5 milhão de recursos junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério das Cidades e Ministério da Saúde para a cidade de Dianópolis”, destacou o prefeito Regis Melo. O deputado anunciou mais benefícios que virão para Dia­nópolis em 2016. De acordo com ele, através da agência Matopiba será destinado por meio do Ministério da Agricultura mais R$ 200 mil para manutenção e conservação das estradas vicinais do município e através do Ministério das Cidades, a construção de 300 unidades habitacionais por meio do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida III. “Quando destinamos recursos e são aplicados no município, estamos garantindo a qualidade e a manutenção das estradas vicinais, a qualidade no atendimento à saúde da família e vamos trabalhar para realizar o sonho da casa própria, trazendo ainda em 2016 para Dianópolis mais 300 casas populares”, destacou o parlamentar.

Marcelo Miranda reorganiza a máquina

Governador dá posse aos novos auxiliares na busca de implantar um novo modelo de gestão

“Espero que o governador tenha soluções para a crise”

Deputado federal do PSD nega ter se encontrado com Marcelo Miranda, mas diz que a porta para o diálogo está aberta