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Pesquisas garantem que José Eliton vai bem na Segurança Pública e se tornou mais conhecido

Pesquisas que circulam nos gabinetes do governo de Goiás, sobretudo nos mais poderosos, indicam que o secretário José Eliton teve um up grade imenso como resultado de suas primeiras ações à frente da Segurança Pública. Seu nome se tornou conhecido rapidamente e, sobretudo, é bem avaliado pela sociedade. A população, notadamente em Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia, aprova as primeiras ações de José Eliton. Ela passou a acreditar que os problemas de segurança pública, com energia e planejamento, têm solução. A redução da criminalidade tem agradado até os mais céticos.

João Campos diz que José Eliton motivou polícias e reduziu sensação de insegurança

Do deputado federal João Campos, presidente do PRB: “O secretário José Eliton está acertando na segurança pública. Ele motivou as polícias Militar e Civil e está contribuindo para reduzir a sensação de insegurança”.  

Paulo Garcia: “PMDB é uma página virada. Uma página lamentável”

Durante lançamento da pré-candidatura do PT à Prefeitura de Goiânia, Paulo reforçou críticas ao PMDB e garantiu que exonerará cargos

Emocionada, Adriana Accorsi é lancada pré-candidata do PT à Prefeitura de Goiânia

Acompanhada dos maiores nomes da legenda em Goiás, deputada estadual foi oficializada sob intensa aclamação dos militantes do partido

Médicos têm “pé atrás” com a pílula do câncer

Medicamento tem causado polêmica e poderá ser liberado, mas antes precisa ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff

“O jornalista que criou um jornal que se tornou uma instituição”

MORTE DE HERBERT DE MORAES /1942-2016 [caption id="attachment_54799" align="alignnone" width="620"]Herbert de Moraes: jornalista que criou o Jornal Opção há 40 anos | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Herbert de Moraes: jornalista que criou o Jornal Opção há 40 anos | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] “O jornalista que criou um jornal que se tornou uma instituição” DEMÓSTENES TORRES Herbert de Moraes era homem culto e, acima de tudo, um jornalista do primeiro time. Quando o visitava para entrevistas e conversas sobre política e economia, percebia que se tratava de um profissional re­publicano. Os nossos diálogos e­ram longos, mas jamais enfadonhos. Herbert queria que Goiás se tornasse um Estado cada vez mais moderno e criou o Jornal Opção para contribuir com essa modernização. Não queria que os políticos fossem provincianos — incentivava-os a se tornarem cosmopolitas. Chegava a incentivá-los a aprender línguas estrangeiras e a conhecerem o mundo. Goiás perde, com a morte de Herbert, um grande homem, um grande jornalista e um cidadão exemplar. Um abraço para Nanci, sua mulher, e para os filhos Ludmilla Melo, Herbert Moraes e Patrícia Moraes Machado. Patrícia, jornalista séria, competente e responsável, saberá dar continuidade ao projeto criado por seu pai. Aliás, já está dando. O Jornal Opção é, como sugeriu o Editorial da semana passada, uma instituição de Goiás e, também, do Brasil. É um jornal que dá prazer de ler, dada a qualidade de seu texto, de suas informações e de suas análises. Um jornal raro. Demóstenes Torres, ex-senador, é procurador de justiça.   “Nunca vou esquecer essa frase de Herbert” CEZAR SANTOS Na quinta-feira da semana passada, dia 24 de março, nossa equipe de editores fechou mais uma edição do Jornal Opção, daquela vez sob o imenso peso da morte de Herbert de Moraes, seu fundador. Desde que o co­nheci, em todos esses anos, volta e meia uma frase dele ecoa em minha cabeça: "Texto que repórter meu escreve eu assumo a responsabilidade”. Mais que a confiança que um patrão tem em seu empregado, a sentença ilustra a confiança que um jornalista dedica a outro. Acho que nunca vou esquecer essa frase do Herbert. Cézar Santos é editor do Jornal Opção.   “Fui várias vezes ao jornal só para conversar com Herbert” ERNANI DE PAULA Quando prefeito de Aná­polis, mantive contato frequente com o jornalista Herbert de Moraes, editor do Jornal Opção. Tenho as melhores lembranças possíveis. Ele era de fato um homem de imprensa republicano. Tinha a mente de um estadista e jamais pensava pequeno. Fui várias vezes à redação só para conversar com Herbert. Só dava bons conselhos. Às vezes pedia moderação e, quando necessário, ousadia. Era um mestre. Faz falta e fará muita falta. Anotem. Ernani de Paula, empresário do setor de educação, foi prefeito de Anápolis.   “Quem conviveu com Herbert teve o privilégio de fazer parte da história das liberdades” WILDER MORAIS Quem conviveu com o jornalista Herbert de Moraes teve o privilégio de fazer parte da história das liberdades. O apogeu de sua criatividade, seu empreendedorismo e seu talento foi o Jornal Opção, no qual exerceu e garantiu à sociedade o exercício das principais, a de imprensa e expressão. Enquanto houver vigilância por elas, sua prática e sede de liberdades, Herbert continuará vivo e construindo a história. Wilder Morais (PP) é senador da República por Goiás.   “O tempo vai aplacar a tristeza da despedida” DANIN JÚNIOR Meus sentimentos à família de Herbert de Moraes – sua mu­lher, Nanci, seus filhos Patrícia, Ludmilla e Herbert. O tempo vai aplacar a tristeza da despedida. O tempo e a forte certeza de que ele esteve aqui conosco para fazer história. História que vocês continuarão escrevendo. Deixo ainda um abraço aos ex-colegas e grandes amigos Euler de França Belém, Cezar Santos, Afonso Lopes, Elder Dias e outros do Jornal Opção, que também perdem uma enorme referência de vida. Danin Júnior é jornalista.   “Herbert deixa um filho sólido e de alta qualidade: o Jornal Opção” RENATO BERNARDES A morte de Herbert de Moraes torna o jornalismo de Goiás mais pobre. Mas ele deixa um filho sólido e de alta qualidade — o Jornal Opção, uma referência de qualidade. Trata-se de um jornal que sempre publica os fatos mais importantes em primeiro lugar. No sábado, por volta de meia-noite, não há quem não pare o que está fazendo para conferir as notas da coluna “Bastidores”. Nós, que pertencemos ao PP, sabemos da importância do jornal na divulgação dos fatos políticos. Sobretudo, sabemos que suas análises refletem o que é de fato a política de Goiás e do Brasil. Renato Bernardes foi secretário-geral do PP de Goiânia.   “Que Deus o receba no conforto do céu" REINALDO CRUZ Meus sentimentos a família e aos que compõe o Jornal Opção. Que Deus o receba no conforto do céu. Reinaldo Cruz é jornalista.   “O jornalismo fica mais pobre” LUIZ FALEIRO Perda irreparável. O jornalismo fica mais pobre. Meus sentimentos aos filhos Herbert Morais Filho e Patrícia Morais. Luiz Faleiro é secretário-geral do diretório estadual do PPS.   “Cumpriu otimamente sua jornada na vida” EVERALDO LEITE O Jornal Opção é uma ótima obra, seu fundador cumpriu otimamente sua jornada na vida. Everaldo Leite é economista e professor universitário.   “Uma triste notícia” GILBERTO MARINHO Triste notícia. Abraço fraterno à equipe do Jornal Opção, destacadamente à sua filha Patrícia Mo­raes Machado e demais familiares. Gilberto Marinho é jornalista.   “Travamos boas discussões sobre Goiás e o Brasil” JEFERSON DE CASTRO VIEIRA Herbert de Moraes foi meu aluno de economia na PUC-GO [Pontifícia Universidade Católica de Goiás] em que travamos boas discussões sobre Goiás e o Brasil. Uma grande perda para o jornalismo goiano Jeferson de Castro Vieira é economista e professor universitário.   “Perda lamentável” MARCO ANTÔNIO LEMOS Perda lamentável. Meus sentimento a todos os familiares. Marco Antônio Lemos é desembargador do Distrito Federal e Territórios.   “Foi um dos meus melhores amigos, apesar da diferença de idade” WILLIAN BARBACENA Ainda me faltam palavras para falar desse grande amigo e mestre Herbert de Moraes. Apesar de mais de 20 anos de amizade e da nossa diferença de idade, posso dizer com toda certeza que ele foi um dos meus melhores amigos. Parecíamos dois adolescentes quando ficávamos horas na frente de um computador. Ele tentando absorver tudo que passava pelo monitor e eu atenciosamente ouvindo tudo sobre literatura, religião, política goiana e nacional e principalmente o mais interessante: suas histórias de vida — sobre quando conheceu a dona Nanci, sobre seus filhos e netos, sobre quando ele redigia e distribuía os primeiros esqueletos do futuro Jornal Opção. Nunca tive um professor, um pai e um amigo que me pudesse ensinar tanto quanto ele me ensinou. Nunca conheci uma pessoa mais generosa do que Herbert em toda minha vida. Obrigado também ao jornalista Euler de França Belém, que se lembrou de mim no belo texto deste Editorial (Jornal Opção 2125). Durante todos esses anos como amigo e confidente de Herbert, posso garantir que ele não só tinha uma admiração pelo profissional que Euler é como também o considerava um grande e fiel amigo — ele por várias vezes repetia que Euler e eu eram os únicos amigos a que ele podia confiar tudo que falava. Willian Barbacena de Oliveira é consultor em informática.   “A trajetória de um desbravador importante para o Estado” MARCUS VINICIUS DE FARIA FELIPE Quero expressar meus sentimentos à diretora-editora executiva do Jornal Opção, a competente Patrícia Moraes Machado, e a sua família pela precoce partida de seu pai, Herbert de Moraes. Sua trajetória na imprensa goiana é a de um desbravador. Ele sempre esteve à frente de vários projetos como as edições diárias, semanais e eletrônicas de seu veículo. Num mundo carente de ideias e de idealistas, toda partida como a de um homem como Herbert representa uma grande perda para o Estado e para o País. Minha solidariedade a todos os colaboradores do Jornal Opção, com especial carinho ao meu amigo Euler de França Belém, de quem tive e tenho preciosas lições de jornalismo. Marcus Vinicius de Faria Felipe, jornalista, foi presidente da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), hoje Agência Brasil Central (ABC).   “Um epitáfio à altura de um homem substantivo” ADALBERTO QUEIROZ “O factual passa; a análise, desde que sólida, fica e reverbera” (Herbert de Moraes) Um epitáfio à altura de um homem substantivo. Se Villaça [Antonio Carlos Villaça, escritor, jornalista, conferencista e tradutor, reconhecido como um dos mais importantes memorialistas em sua área no Brasil] escrevia epitáfios olhando “o nariz do morto”, o jornalista Euler de França Belém o faz atento aos olhos neste Editorial (Jornal Opção 2126). Parabéns a ele pelo texto e condolências à família, principalmente a Patrícia, a menina do Opção, que tem nas mãos um legado que nós, leitores e colaboradores, devemos ao sr. Herbert, jornalista. Um humanista e visionário. Adalberto Queiroz é escritor.   “Lamento profundamente essa notícia” MANOEL L. BEZERRA ROCHA Lamento profundamente essa notícia. Tive o prazer de ter co­nhe­cido Herbert de Moraes du­rante minha rápida passagem pelo Jornal Opção, como advogado e como colunista. Minhas condolências a toda a família, amigos jornalistas e funcionários do semanário. Manoel L. Bezerra Rocha é advogado.   “Uma grande figura se vai” ROGÉRIO LUCAS Triste. Grande figura. Lamento muito, sobretudo não ter tido mais de nossas intermináveis — e inenarráveis — reuniões de pauta. Transmitam meus sentimentos à família e um abraço afetuoso em especial para dona Nanci, muito querida, sempre tão gentil e cuidadosa. Rogério Lucas é jornalista.   “Idealizador de uma trincheira da democracia e da cultura goiana” DORACINO NAVES Nossos sentimentos pela perda lamentável do jornalista Herbert de Moraes, idealizador do Jornal Opção, trincheira da democracia e da cultura goiana. Doracino Naves é jornalista e editor do Portal Raízes.   “Trabalhei com ele e aprendi muito nesse período” GUILLERMO BOTOVCHENCO Grande perda. Trabalhei com ele por dois anos e meio, e muito aprendi nesse período. Meus pêsames e muita força à família. Guillermo Botovchenco Rivera é jornalista e diplomata.

Romeu Tuma Jr. lança livro que pretende ir muito além da Lava Jato. A morte de Celso Daniel é revista

topo0001Romeu Tuma Jr. e Claudio Tognolli voltam às livrarias com o livro “Assassinato de Reputações II — Muito Além da Lava Jato” (Matrix, 261 páginas). Muito do que os dois publicam saiu na imprensa, mas há detalhes novos ou mais circunstanciados. Insiste-se que Lula da Silva, o Barba, foi informante do Dops, na ditadura civil-militar. Conta-se de um esquema com uma empresa de monitoramento de veículos de Goiânia. Fala-se de problemas com dinheiro do instituto de previdência dos servidores do Tocantins no governo de Siqueira Campos. Menciona-se a JBS-Friboi e a Emsa. Fala-se da CPI do Cachoeira. Os depoimentos de Meire Poza são sensacionais a respeito de Alberto Youssef, de quem era contadora, e da Polícia Federal (que não sai como heroína do livro). A história do assassinato de Celso Daniel, o prefeito de Santo André, ganha novos contornos. Trata-se, pois, de uma obra explosiva.

Imre Kertész trouxe o Holocausto para perto do leitor para ser entendido e desconstruído

[caption id="attachment_62615" align="alignright" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] A literatura do Holocausto é literatura e história. O italiano Primo Levi escreveu livros seminais, dolorosos, comoventes, mas não sentimentais — como “É Isto um Homem?” (publicado no Brasil pela Editora Rocco). A dor temperada pela razão contribui muito mais para o entendimento e, portanto, para a condenação do Holocausto do que livros derramados e lacrimosos. O curioso é que, bem depois de ter saído de Auschwitz e ter publicado vários livros, tornando-se um escritor consagrado e mundialmente e celebrado, ele se matou. Era depressivo. Na quinta-feira, 31, morreu outro escritor sobrevivente de Auschwitz-Birkenau, o húngaro Imre Kertész, aos 86 anos, em Budapeste. Ele ganhou o Nobel de Literatura em 2002. Imre Kertész 1 capa de sem destino Muitos judeus que escaparam dos campos de concentração e extermínio sentiram-se envergonhados por terem sobrevivido, ao menos num primeiro momento. Por isso, em geral, muitos disseram que sobreviveram para poder contar o que havia acontecido — o inominável. Ao premiar Imre Kertész, a Academia Sueca sublinhou que sua literatura — que, sim, é grande literatura, e não apenas (de) testemunho — “preserva a experiência frágil do indivíduo contra a arbitrariedade bárbara da história”. Mais especificamente, da barbárie da Alemanha nazista de Adolf Hitler, Heinrich Himmler, Joseph Goebells e Hermann Goering e tantas figuras menores mas igualmente cruéis e influentes, como Adolf Eichmann e Reinhard Heydrich. O autor escreveu: “Estar muito próximo da morte também é uma forma de felicidade. Apenas sobreviver se torna a maior liberdade de todas”. O livro mais celebrado de Imre Kertész, “Sem Destino” (175 páginas), foi lançado nos tristes trópicos pela Planeta do Brasil e foi adaptado para o cinema, em 2005, na Hungria. A obra conta a vida de um garoto de 15 anos no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau e em dois campos de concentração, Buchenwald e Zeitz. Imre Kertész 1 capa de a língua exilada Deportado aos 14 anos para Auschwitz, na Polônia, em 1944, em seguida foi encaminhado para Buchenwald. Os Aliados o libertaram em 1945 — debilitado mas feliz. Havia sobrevivido, depois de ter visto as maiores atrocidades e iniquidades. “Na infância você tem uma certa confiança na vida. Mas quando algo como Auschwitz acontece, tudo é destruído”, afirmou Imre Kertész. Evidentemente, o campo de extermínio era a desgraça na Terra, a terra devastada. Mas, ainda assim, havia espaço para alguma alegria. Dita Kraus, uma menina, tornou-se uma espécie de bibliotecária informal de Auschwitz. Eram poucos livros, mas todos liam com fervor e, por certo, alegria. Vale a pena ler o belo e comovente “A Bibliotecária de Auschwitz” (Harper Collins Br, 368 páginas, tradução de Denia Sad), do escritor espanhol Antonio G. Iturbe. É ficção baseada em fatos reais. O correspondente da TV Record e colunista do Jornal Opção em Tel Aviv, Herbert Moraes, entrevistou Dita Kraus, em Israel. Imre Kertész disse que, apesar da brutalidade como norma, viveu “momentos de maior alegria” no campo no qual a morte era a senhora. “Você não imagina como é ter permissão de deitar no hospital do campo, ou ter um descanso de dez minutos do indescritível trabalho”, frisou o escritor. Ao sair do campo, Imre Kertész voltou para Budapeste, onde nasceu, e trabalhou como jornalista e tradutor (traduziu Nietzsche, Freud, Wittgenstein e Elias Canetti). Os comunistas começaram a persegui-lo, porque era um intelectual avesso a controles políticos. Começou a escrever sob a influência do existencialismo dos romancistas franceses Albert Camus e Jean-Paul Sartre. Os nazistas perseguiam os judeus de maneira indiscriminada, não importando se eram religiosos ou não, ou se estavam assimilados. “Sou um judeu não-religioso. Ainda assim, como judeu fui levado para Auschwitz. Sou daqueles judeus que Auschwitz transformou em judeu”, assinalou Imre Kertész. 500 mil judeus húngaros foram assassinados pelo nazismo. Avesso ao culto à personalidade, típico do regime totalitário da União Soviética e do Leste Europeu, Imre Kertész decidiu não apoiar a construção de uma estátua sua, a ser colocada junto com outros ganhadores do Nobel da Hungria. “Liquidação” (publicado no Brasil) é outro livro primoroso de Imre Kertész. É seu “último romance sobre o Holocausto”. Versa a respeito das “pessoas que não experimentaram o Holocausto diretamente, a segunda geração que ainda tem de lidar com isso”. “O Fiasco”, “Kadish Por Uma Criança Não Nascida”, da trilogia com “Sem Destino”, e “A Língua Exilada”, “A Bandeira Inglesa” (contos), “História Policial” e “Eu, um Outro” foram lançados no Brasil. Gravemente doente, Imre Kertész colaborou na organização de seus diários referentes a 1991 e 2001. O livro saiu em março deste ano na Hungria.

Hélio Rocha lança em maio a biografia de Pedro Ludovico, fundador de Goiânia

A biografia terá mais de 500 páginas. Será a mais ampla do político que colaborou para modernizar Goiás

“Vivemos uma crise no Brasil inteiro, mas Anápolis paga seus servidores rigorosamente em dia”

Prefeito que conduz a 2ª maior economia do Estado diz que município precisa atrair novas empresas e aposta em novo distrito agroindustrial para aumentar receita

Elisabeth Bishop, a “brasileira” que não entendeu o Brasil

Apesar de a escritora americana ter vivido no País por quase duas décadas, sua literatura praticamente não foi traduzida para o português. Elisabeth é tida como uma das mais importantes poetas americanas

Kátia e Gaguim vão se aliar a Amastha?

Disputa pela Prefeitura da capital já está quente nos bastidores, mas há muitas incógnitas e cortinas de fumaça

O vasto universo ficcional de Lygia Fagundes Telles

Dona de volumosa fortuna crítica, a literatura da escritora paulistana é explorada por seus variados aspectos marcantes, como o feminino, o amor e o sobrenatural

“Os políticos têm de ouvir a população, por isso o impeachment vai acontecer”

Deputado estadual e presidente nacional do PSDB Jovem diz que só a saída de Dilma poderá tirar o Brasil do atoleiro; ele admite disputar a Prefeitura de Araguaína

50 anos de música com Toquinho, Ivan Lins e MPB4 no Rio Vermelho

[caption id="attachment_62595" align="alignright" width="620"]Marcos hermes/Divulgação Marcos hermes/Divulgação[/caption] Para celebração de seus 50 anos de estrada, o músico paulistano Toquinho tem, ao lado de Ivan Lins e do grupo MPB4, caminhado por diversas cidades do Brasil com a turnê “50 anos de música”, que ganha agora o palco goiano do Teatro Rio Vermelho. Seu violão se junta à harmonia do pianista e compositor carioca e ao instrumental do quarteto de música popular e faz, assim, de “50 anos” um show inesquecível, embalado por diversos clássicos da nossa música. A apresentação começa às 21h do sábado, 9 de abril. Os ingressos, já no segundo lote, têm valores diversos, que vão de R$ 100 a R$ 400. O Teatro Rio Vermelho fica na Rua 4, no Setor Central.