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Nas redes sociais, a ex-deputada federal cobra honestidade de outros políticos
Consenso: Michel Temer está com cara de presidente e Dilma Rousseff, com jeito de ex-presidente
Banda paulista de heavy metal se apresenta neste sábado (2/4) no Martim Cererê ao lado do Ressonância Mórfica, Armun, Noise Triad, Acéfalos, Ineffable Act e Bloodskin
Atual vice-prefeito recebeu apoio de aliados em evento na cidade, que contou com o deputado federal Giuseppe Vecci
Vereador deixou PMDB após rompimento da legenda e foi para o partido tucano, mas garante que segue apoiando o prefeito de Goiânia
Para deputado federal, oposição entra em momento de dificuldade e não conseguirá votos necessários para aprovar impeachment da presidente Dilma Roussef
Deputado revelou ao Jornal Opção que, embora o PTB de Roberto Jefferson esteja contra o governo, ala moderada tende a ter espaço
Peemedebista afirmou nunca ter se envolvido em irregularidade e questionou que publicação tenha usado documentos do período militar para acusá-lo
Eudes Vigor, Mizair Lemes Jr., Izídio Alves e Denício Trindade, além do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Paulo Borges, deixaram partido
Ex-governador do Ceará ironizou Movimento Endireita Brasil com trecho do Poeminha do Contra do poeta gaúcho: "Eles passarão... Eu passarinho!"
O ator da TV Globo se recusou a fazer o teste do bafômetro
Alerta de risco de atentado se mantém no nível três, de uma escala de quatro
Governador receberá perguntas e gravará vídeos para esclarecer dúvidas de usuários da rede
Legislação eleitoral estabelece que aqueles que disputarão cargos em 2016 têm até seis meses antes da campanha para trocar de legenda
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João Campos: “Dos 17 deputados federais goianos, só dois não apoiam o impeachment, Rubens Otoni, do PT, e Flávia Morais, do PDT”[/caption]
O deputado federal João Campos, presidente do PRB em Goiás e integrante do Comitê Pró-Impeachment, afirma que, se a votação fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff, do PT, não teria condições de permanecer no poder. “Os deputados e a sociedade querem o impedimento da petista”, afirma. “A Câmara dos Deputados, ao aprovar o afastamento, deixará o Senado numa saia-justa. Quer dizer, o Senado não enfrentará a sociedade e, sob pressão social, tende a seguir a decisão da Câmara.”
Para executar o impeachment da presidente, a Câmara dos Deputados precisa de 342 votos. “No momento, apesar da pressão intensa dos articuladores do governo federal, nós temos 315 votos ‘fechados’. Mas o número está crescendo dia a dia. Estamos otimistas. Acreditamos que obteremos mais 27 de votos até com certa facilidade. Há parlamentares indecisos, mas muitos admitem que estão sendo cobrados por suas bases para apoiarem o impedimento de Dilma Rousseff. Quem ficar contra o impeachment terá de enfrentar o veredicto da sociedade, pois estará contra o Brasil.”
A maioria dos membros da bancada goiana apoia o impeachment. “Dois 17 deputados federais, quinze definiram que vão votar pelo afastamento de Dilma Rousseff e garantem que não vão recuar. Respeitamos a posição do deputado federal Rubens Otoni, que, filiado ao PT, é contra o afastamento da gestora petista. Flávia Morais, que pertence ao PDT, afirma que está indecisa, mas, na última hora, seguindo a sociedade, poderá votar a favor do Brasil. Mas tanto Rubens quanto Flávia têm o direito, que deve ser respeitado, de votar como quiserem.”
Como Goiás é um Estado no qual o PT é frágil e o apoio ao impeachment é maciço, Flávia Morais, se ficar ao lado dos que patrocinaram corrupção na Petrobrás — tornando-a uma verdadeira Corruptobrás, articulando uma corrupção sistêmica —, pode ter dificuldade se planeja mesmo disputar a Prefeitura de Trindade.

