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Cinco ex-prefeitos rememoram suas respectivas contribuições para a capital do Estado
Seccional goiana do Sebrae disponibiliza nos próximos meses,em diversas regiões goianas, cursos voltados para a gestão
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Foto: Georgia Branco[/caption]
Na tarde do sábado, 21 de maio, a cia paulista Banda Mirim volta a Goiânia com o premiado espetáculo infantil “Sapecada”. Reconhecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), como Melhor Texto, Espetáculo e Trilha Sonora Original, e pelo Prêmio Femsa como Melhor Espetáculo Infantil, a obra, dirigida cenicamente por Marcelo Romagnoli, conta a história de Felizarda de Jesus, interpretada pela atriz Cláudia Missura. Brejeira, ela vive sozinha acompanhada do cachorro Rex (Edu Mantovani) e certo dia recebe um convite para ser madrinha de casamento, onde se desenrola uma grande aventura. Antes, na quinta-feira, 19, a cia debate sobre os “Novos caminhos do teatro infantil no Brasil”, às 19h, no Teatro Sesc, onde a cia se apresenta sábado. As entradas, de ambos os dias, são francas.
Na noite do sábado, 21 de maio, o Centro Cultural Martim Cererê recebe, pela primeira vez em Goiânia, um dos grupos de rap mais destacados no cenário nacional, atualmente. Formado pelos MCs Gali, Leal, Raillow e pelo DJ Fire, o grupo paulistano PrimeiraMente se apresenta ao lado das bandas goianas Faroeste, Clann, Gasper Soulcrims e Alto Risco. O evento conta ainda com batalhas de Mc’s e a discotecagem dos DJs Mário Pires e Rayanne Coimbra. Os ingressos custam 25 mangos.
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O trabalho de monitoramento da qualidade da água no Tocantins ganha reforço com equipamentos modernos | Foto: Divlugação[/caption]
O governador Marcelo Miranda (PMDB) determinou que a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) invista cerca de R$ 1,3 milhão no adensamento da Rede de Hidrometereologia para aprimorar a medição da quantidade e qualidade dos cursos d'água que serpenteiam o território tocantinense. A equipe já conta com duas sondas multiparâmetro, dois barcos, dois motores de popa, duas camionetes e um equipamento de medição de vazão, o M9, um dos mais modernos do país nessa função.
O trabalho da equipe de hidrometeorologia da Semarh envolve monitoramento, coleta de dados, limpeza e calibração dos equipamentos. São 31 Plataformas de Coleta de Dados (PCDs) realizando o monitoramento da qualidade e quantidade da água no Estado, explica o gerente do setor, Lorenzo Rigo Holsbach. Para a realização de todo esse trabalho, a Gerência de Hidrometereologia conta com uma Central de Monitoramento de Recursos Hídricos (CMRH) que faz a obtenção, armazenamento e a divulgação dos dados hidrológicos e hidrometeorológicos do Estado. “Esses dados são de suma importância, pois emitem alerta para grandes estiagens e riscos de enchentes”, observa Lorenzo.
O deputado federal César Halum (PRB) apresentou Projeto de Decreto Legislativo 386/2016, que susta a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 418, de 25 de novembro de 2009. Para Halum, a resolução que instituiu normas para a implementação da inspeção veicular ambiental nos Estados e municípios é inconstitucional e viola arts. 23, VI e 24, VI da Constituição Federal. “Embora o Conama seja um órgão colegiado, composto por secretários estaduais e municipais de Meio ambiente, não pode sobrepujar a competência constitucional do Congresso Nacional e editar normas de competência da União que oneram ainda mais os cidadãos”, criticou o deputado. Segundo o republicano, a defesa do meio ambiente é sempre necessária, mas, neste momento de crise, o mais importante é manter as perspectivas da população sem onerar ainda mais os contribuintes. “As famílias estão passando por diversas situações inusitadas. Pais, mães e filhos estão assustados com os preços das mercadorias, produtos e serviços. Urge entender este momento e suavizar as dores provocadas pela desestruturação da economia, dos orçamentos e dos salários em nosso país”, ponderou o parlamentar. Halum afirmou, ainda, que não foi comprovada a eficácia da inspeção, uma vez que não são conhecidos estudos que apontem qualquer tipo de mitigação no que se refere aos resultados do funcionamento da Inspeção Veicular Ambiental.
O comando-geral da Polícia Militar anunciou que não vai atender a solicitação da Secretaria Nacional de Segurança Pública, que havia pedido 100 militares do Estado para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Em contrapartida, a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP) decidiu que vai enviar oito agentes para ajudarem na segurança. A PM afirmou em nota na quarta-feira, 11, que "qualquer diminuição no efetivo operacional neste momento traria sérias dificuldades e prejuízos para algumas frentes de serviço operacional. O que poderia se refletir no aumento dos índices de criminalidade e violência". Na última semana, o Tribunal de Justiça já havia emitido uma recomendação contra o envio de policiais militares para o evento esportivo.
Um requerimento de autoria da deputada federal Josi Nunes (PMDB), que solicita a realização de audiência pública para discutir o aprimoramento da legislação de estágio e do aprendiz, foi aprovado na Comissão da Educação na quarta-feira, 11. A parlamentar sugeriu o debate do tema entre diversas entidades como a Associação Brasileira de Estágios (Abres), Centro de Integração Escola Empresa ( CIEE), Confederação Nacional da Indústria(CNI), Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) dentre outras instituições. Para a parlamentar, as oportunidades de atuar como menor aprendiz ou de realizar um estágio constituem relevantes portas de entrada no mercado de trabalho. Segundo ela, o estágio promove a formação dos jovens, integrando os conhecimentos da educação básica com os campos práticos do exercício profissional. A legislação brasileira cuida, em detalhes, da sua regulamentação, para assegurar direitos e obrigações dos jovens estudantes e das entidades formadoras e empregadoras. No entanto, a última alteração na legislação voltada para o aprendiz já completou 16 anos. Trata-se da Lei nº 10.097, de 19 de dezembro de 2000, que alterou diversos dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho. Ainda segundo a justificativa apresentada pela deputada, a lei nº 11.788 já conta com quase oito anos e tem sido objeto de diversos questionamentos, especialmente no que se refere à duração dos estágios e ao seu impacto na oferta de vagas aos estudantes de ensino médio e superior. “Está na hora de realizar um balanço sistemático dessas normas e debater a necessidade de eventuais modificações que tornem mais eficazes as políticas públicas voltadas para a inserção dos jovens no mercado de trabalho”, completou.
Cópias dos processos de liberação de diárias e de emissão de passagens aéreas pelos diversos órgãos da gestão municipal nos últimos três anos foram solicitadas pelo vereador Milton Neris (PP), na sessão de terça-feira, 10. A intenção do parlamentar é analisar se as inúmeras viagens para fins particulares realizadas pelo prefeito Carlos Amastha (PSB) ao longo deste período foram custeadas pelo poder público, uma questão que suscita dúvidas entre a população. Na tribuna da Câmara, Neris afirmou que pretende enviar oficio solicitando as informações sobre as diárias e passagens aéreas liberadas para o prefeito, bem como da equipe de secretários, diretores e coordenadores da gestão. A solicitação será feita à Prefeitura de Palmas, contudo o vereador afirmou que caso não receba resposta no prazo de 20 dias, recorrerá ao Ministério Público para obter o relatório. Milton Neris acredita que o custo com passagens aéreas e diárias “deve ser estrondoso”. Só do Fundo de Aperfeiçoamento dos Servidores, citou o vereador, mais de R$ 1 milhão foram aplicados em compra de passagens aéreas.
Entre as diversas irregularidades apontadas pelo Ministério Público Estadual estão a contratação de serviços sem licitação, realização de despesas sem comprovação e doação de lotes para aliados políticos sem autorização da Câmara de Vereadores. Estes são alguns de uma série de atos ilegais que levaram o órgão ministerial a requerer, na Justiça, o afastamento da prefeita de Lajeado, Márcia da Costa Reis Carvalho (PSD). A Ação Civil Pública (ACP) requer ainda a indisponibilidade de seu patrimônio em até R$ 6 milhões. Com fulcro em inquéritos instaurados ao longo dos seus dois mandatos e também em relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a ACP alega que houve grave prejuízo ao erário, visto que as ações da prefeita violaram o sistema de controle dos atos administrativos. Como exemplo, o promotor de Justiça João Edson de Souza, com atuação na comarca de Tocantínia, expõe o pagamento realizado pela prefeitura a escritórios de advocacia que receberam, apenas nos três últimos anos, valores que superam R$ 6 milhões. O promotor enfatizou que além da ilegalidade dos contratos firmados com dispensa de licitação, os valores pagos são exorbitantes. “A senhora prefeita mantém contrato com escritório de advocacia, sem licitação e em valor que possibilitaria a estruturação da Procuradoria-Geral do Município”, disse. No exercício de 2010, o TCE julgou irregulares as contas da gestora e as considerou de natureza gravíssima. No relatório, o tribunal cita que foram feitos diversos pagamentos sem observância aos princípios que regem a administração pública. Alguns dos casos referem-se a despesas com combustíveis sem comprovação e controle; pagamento de despesas sem licitação no valor de R$ 1.760.590,77; pagamento de despesas com assessoria administrativa, sem respaldo legal, entre outros gastos. Pelas irregularidades apontadas, o TCE aplicou multa de quase meio milhão de reais, à época.
O Tribunal de Justiça do Tocantins proferiu, na segunda-feira, 9, decisão que bloqueia os bens da prefeita de Araguacema, Isabella Alves Simas Pereira (PMDB). O Agravo de Instrumento foi analisado pela desembargadora Maysa Vendramini Rosal, que também acatou o pedido de suspensão de contratos da prefeitura com a empresa 2M. As investigações empreendidas pelo MPE comprovaram graves prejuízos ao erário. A Promotoria de Justiça de Araguacema ingressou com Ação Civil Pública (ACP) com pedido de liminar em desfavor da prefeita do município, Isabella Alves Simas Pereira, do secretário de Administração e Finanças, Fábio Dias Pereira (marido da prefeita), dos pregoeiros Rafael Nogueira Leite e Valdemar Pereira da Silva, da servidora pública Leonete Cruz Mesquita Martins, do empresário George de Sousa Silva e da empresa 2M Construções e Serviços Elétricos. A ação expõe que o município celebrou contrato, por meio de licitação, com a empresa 2M para a realização de serviços de manutenção predial, limpeza, pintura e roçagem da cidade de Araguacema, devendo ser executados no ano de 2013, durante temporada de praia no município e festejos do Senhor do Bonfim. No entanto, verificou-se que apesar de receber a quantia de R$ 139.610,00, a empresa 2M não executou os serviços, os quais foram executados por outras pessoas, por meio de contratos particulares pagos diretamente pela Prefeitura de Araguacema. Na decisão, a desembargadora bloqueou os bens dos requeridos na ação, a fim de assegurar o ressarcimento ao erário na hipótese de eventual condenação, além de suspender os contratos com a 2M Construções e Serviços Elétricos.
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Adriana Accorsi, Francisco Júnior, Giuseppe Vecci, Luiz Bittencourt e Vanderlan Cardoso: políticos que também são gestores qualificados.[/caption]
O Jornal Opção solicitou a um grupo de marqueteiros e pesquisadores que traçassem um perfil básico dos eleitores de Goiânia e, ao mesmo tempo, do candidato que eles avaliam como mais capacitado para governar o município.
Há um consenso, até óbvio, de que não há rigorosamente um tipo básico de eleitor, um modelo único. Os eleitores da capital são diversificados, com interesses variados. Há diferenças até na questão dos bairros: os eleitores de um bairro podem percebê-lo como sua cidade, sem pensar na cidade como um todo, e votar, portanto, naquele candidato que julga representá-lo. Ainda assim, apesar do caráter multifacetado do eleitorado, há características que são comuns entre os eleitores pobres, de classe média e ricos. Há, por assim dizer, um “sentimento” (e/ou uma “razão”) comum entre eles. Curiosamente, por vezes, os pobres têm um grau de sofisticação, ao avaliar os candidatos e seus projetos, equivalente aos eleitores com curso superior e mais abastados.
Primeiro, os eleitores de Goiânia são maduros e não caem no conto do vigário — quer dizer, não são enganáveis e, portanto, sabem avaliar com precisão e senso crítico aquilo que está sendo dito pelos candidatos. Eles desconfiam de propostas mirabolantes e de soluções mágicas. Por que acreditaram quando Iris Rezende disse, na campanha de 2004, que resolveria o problema do transporte coletivo em seis meses? Teriam caído no conto do vigário? O mais provável é que tenham avalizado um político que havia sido governador de Goiás e ministro de Estado, quer dizer, um gestor com experiência e capacidade comprovadas. Erraram? Sim, mas a partir de uma base sólida — quem estava lhe falando sobre um projeto arrojado era um político crível.
Segundo, os eleitores goianienses até avalizam um “candidato-justiceiro”, mesmo se considerá-lo folclórico, para o Parlamento. Do ponto de vista deles, o Legislativo é um lugar no qual se pode fazer experiência e candidatos aparentemente arrojados podem acabar apresentando propostas de modernização das leis — por exemplo, sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Porém, quando se trata do Executivo, embora uma parcela do eleitorado mantenha o apoio ao “justiceiro” — desses que saem atirando com os dedos, como estivessem esquecido o cérebro em casa —, os eleitores se tornam, por assim dizer, mais desconfiados e seletivos. Eles sabem, racionalmente ou por intuição, que o “justiceiro” pode não ter condições de administrar a cidade e, assim, comprometer a qualidade dos serviços públicos. Por isso, não raro, vão com ele até certo ponto, mas podem abandoná-lo no meio do caminho.
Terceiro, os eleitores de Goiânia não apreciam candidatos que apresentam um cartel muito grande de propostas. Eles avaliam que, se têm propostas demais, não vão conseguir colocá-las em prática. Assim, quando se concentrou na proposta de que iria asfaltar toda a cidade, além de resolver o problema do transporte coletivo — o que não fez —, em 2004, Iris Rezende estava certo.
Os eleitores querem que o candidato apresente algumas ideias básicas e objetivas. Por exemplo: para resolver o problema do trânsito, vai fazer “isto” e “aquilo”. Mas a ideia não pode ser vaga. Uma ideia pode até não ser muito boa, mas precisa ser clara e precisa — para que os eleitores possam se posicionar a respeito. Os eleitores de Goiânia não apreciam políticos “palavrosos”, com discursos que lembram os de Fidel Castro — longos, enfadonhos e imprecisos. Os eleitores cobram objetividade. Contenção, com apresentação das ideias com clareza, é bem-vista.
Os especialistas ouvidos pelo Jornal Opção sugerem que o quadro atual esboçado pelas pesquisas quantitativas, que revelam mais conhecimento do que preferência efetiva, pode ser facilmente modificado por um candidato que consiga atingir o coração e o cérebro dos eleitores. Marqueteiros e pesquisadores querem dizer que os candidatos têm de mexer emocional e racionalmente com os eleitores — precisam provocá-los a ter uma posição, não podem deixá-los indiferentes. Noutras palavras, os eleitores de Goiânia podem mudar de ideia — e de candidato ou candidatos —, mas precisam ser convencidos, por uma exposição dinâmica e crível, de que o postulante “x” é mesmo melhor para a cidade do que o candidato “y”.
A conclusão dos especialistas é que os eleitores de Goiânia são maduros e abertos à novidade — desde que “esta” seja consistente. Candidatos como Francisco Júnior, do PSD, Giuseppe Vecci, do PSDB, Luiz Bittencourt, do PTB, Adriana Acorsi, do PT, e Vanderlan Cardoso, do PSB, com perfil mais técnico do que politiqueiro — se de fato forem examinados pelos eleitores, se suas ideias foram discutidas e assimiladas —, podem acabar retirando do páreo políticos de matiz mais populista como Iris Rezende, do PMDB, e Waldir Delegado Soares, do PR. A palavra a reter é “podem”. Quer dizer, precisam trabalhar muito, apresentar suas ideias com frequência, tanto nos meios de comunicação — que hoje incluem as redes sociais — quanto em encontros diretos com as pessoas. Qualquer avaliação honesta, porém, sugerem os marqueteiros e pesquisadores, deve partir da admissão de que tanto Iris Rezende quanto Waldir Soares são fortíssimos, bem conhecidos e são, até agora, os políticos mais “escrutinados” pelos eleitores. Noutras palavras, apesar de alguma rejeição, não são mal vistos pelos eleitores.
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Vanderlan Cardoso, líder do PSB: “Eleitor está mais interessado
nas ações do governo de Michel Temer do que nas eleições” | Foto: Renan Accioly/ Jornal Opção[/caption]
O pré-candidato do PSB a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso, diz que não vai retirar sua postulação. “Estou bem avaliado pela população e percebo que aqueles que dizem que votarão em mim jamais mudam o voto, ao mesmo tempo estou absorvendo votos novos. O eleitorado do delegado Waldir Soares ‘oscila’, não parece muito fiel.” Ele frisa que não faz compromissos que não pode cumprir. “Estou com os pés no chão.”
Vanderlan Cardoso reclama que está faltando dinheiro para a pré-campanha e faltará para a campanha. “A legislação eleitoral não permite que minha empresa faça uma doação para minha campanha. É de um irrealismo ímpar. No momento, o que estou fazendo são reuniões pontuais. Por exemplo, visito um laboratório e converso com 50 pessoas, ou então faço encontros por regiões. As pessoas apresentam suas ideias, exponho alguns de meus projetos e minha equipe anota tudo. As opiniões serão utilizadas, em seguida, na confecção de meu plano de governo.”
O que as pessoas mais querem? “O de sempre: mais médicos e medicamentos nos postos de saúde, mais segurança pública, creches, as ruas mais iluminadas, pois Goiânia está escura, e geração de emprego. Percebo também que as pessoas querem um gestor mais presente, que lhes dê atenção, que ouça suas reclamações com interesse e, em seguida, resolva os problemas.”
O eleitor, na opinião de Vanderlan Cardoso, está mais preocupado com o impeachment de Dilma Rousseff e agora com o início do governo de Michel Temer. “O eleitor não está muito interessado em eleições agora.”
Em busca de uma comunicação ampliada, Vanderlan Cardoso afirma que está investindo na divulgação de suas ideias nas redes sociais.
Perguntado se, nas suas andanças pelos bairros, verifica o trabalho de outros candidatos, Vanderlan Cardoso afirma que “sim”. “Percebo a presença de Giuseppe Vecci, pré-candidato do PSDB a prefeito, em vários lugares. Ele está trabalhando muito.”
Ozair José afirma que, ao contrário do que tem espalhado os apoiadores do empresário Alcides Ribeiro, não jogou a toalha e permanece como pré-candidato do PSDB a prefeito de Aparecida de Goiânia. “Eu tenho história na cidade, prestei serviços à sociedade. Portanto, tenho direito de postular uma candidatura a prefeito.” A definição do candidato a prefeito do PSDB, segundo Ozair José, se dará por intermédio de pesquisas qualitativa e quantitativa. “Daqui a 20 dias, no máximo, o partido define o nome do candidato — que tanto pode ser eu quanto o professor Alcides.” Chegou a se cogitar a possibilidade de, rompido com Alcides Ribeiro, Ozair José apoiar o deputado Marlúcio Pereira, do PSB, para prefeito. “Converso com Marlúcio, sim, mas na condição de pré-candidato a prefeito. Portanto, ninguém pode dizer que vou apoiá-lo.” Ozair José diz que, “de repente, é positivo para a base governista ter dois candidatos a prefeito: eu e Marlúcio. Aí nos juntaremos no segundo turno e poderemos derrotar o candidato do prefeito Maguito Vilela, o Gustavo Mendanha”.


