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Nomes de Cristiano Câmara (que já estava afastado), Tasso José Câmara e Marcos Tadeu Câmara foram excluídos do expediente. Breno Machado é o CEO do Grupo Jaime Câmara
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Cristiano Câmara e Breno Machado: sai um executivo da família, filho do acionista majoritário, e assume um CEO do mercado[/caption]
Executivos de jornais, revistas, rádios e emissoras e redes de televisão são trocados normalmente por dois motivos: fracasso do projeto editorial ou fracasso do projeto comercial. Recentemente, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Jaime Câmara, Jaime Câmara Júnior, mais conhecido como Júnior Câmara, afastou seu filho, Cristiano Roriz Câmara, do cargo de presidente do Grupo Jaime Câmara e reassumiu o comando.
Ao mesmo tempo, numa “condenação” das mudanças executadas pela nova equipe, demitiu o executivo Maurício Menezes Duarte, ex-UOL.
Comenta-se na empresa que, apesar do enxugamento dos custos (principalmente salariais), a dupla falhou: o jornal, longe de melhorar, teria piorado (na avaliação dos leitores) e o faturamento permanece estagnado, não se sabe se devido à crise econômica nacional ou à falta de uma política comercial mais agressiva.
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Ronaldo Ferrante[/caption]
O que se diz na redação é que Maurício Duarte, apesar de apontado como competente, não apresentou resultados satisfatórios. Uma pessoa do grupo comentou com um político que era “muita teoria” e “pouca prática”. Não houve um entendimento preciso da especificidade do mercado goiano.
As mudanças foram feitas, Cristiano e Maurício Duarte (que a redação comenta que recebia 150 mil reais por mês) foram afastados, mas os nomes foram mantidos no expediente até segunda-feira, 22.
O grupo era dirigido (ou ao menos figuravam no expediente) por oito pessoas: Jaime Câmara Júnior, Cristiano Roriz Câmara, Ronaldo Borges Ferrante, Breno Machado, Maurício Menezes Duarte, Tasso José Câmara, Marcos Tadeu Câmara e Guliver Augusto Leão. Na terça-feira, 23, o grupo foi reduzido para quatro pessoas (a metade): Jaime Câmara Júnior (presidente), Breno Machado (CEO), Ronaldo Borges Ferrante (vice-presidente de Negócios) e Guliver Augusto Leão (diretor Jurídico e Relações Institucionais). A velha guarda reassumiu o controle do Grupo Jaime Câmara, mas mantendo um jovem no comando geral, Breno Machado.
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Guliver Leão[/caption]
Além do enxugamento na direção (um dos executivos, aparentemente Maurício Duarte, recebia 150 mil reais por mês), o novo comando excluiu dois integrantes da família Câmara do expediente — Tasso Câmara e Tadeu Câmara. Maurício Duarte aparecia como vice-presidente, mas era o principal executivo do grupo na gestão de Cristiano Câmara.
A ordem agora é agregar o “time” — para faturar mais (e não apenas em “O Popular”, e sim em todo o Grupo Jaime Câmara) — e fazer um jornal com mais qualidade.
Os editores executivos, Silvana Bittencourt e Fabrício Cardoso, foram mantidos na reestruturação.
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