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Ao Jornal Opção, Wisley Pereira, futuro Coordenador-Geral do Ensino Médio do MEC, adianta proposta de reforma do governo que pretende trazer a escola para o século 21
Na ânsia de compor a chapa com um nome da segurança, Iris escolheu Major Araújo, conhecido por confusões na Assembleia e pela autoria do "bolsa-arma"
No dia em que foi retirado do cargo, ex-advogado-geral da União fez declaração inédita à publicação
Candidato do PSD afirma que, se eleito, irá regularizar serviço de transporte individual em Goiânia
Para promotor, Luciano Alves Custódio, o Luciano da Ambulância, teria se aproveitado de momentos de necessidade dos cidadãos para fornecer transporte em troca de votos
Neste domingo (11/9), no dia do Cerrado, Paço realiza passeio ciclístico durante apresentação de novos pontos
Provas objetiva e de redação serão realizadas em 20 de novembro. Resultado final será divulgado no dia 9 de janeiro do ano que vem
“A Revista Playboy, infelizmente, só sobreviveria se fosse reinventada”
EDSON ARAN Sobre “Livro resgata histórias secretas da revista Playboy, como a da filha de Fidel Castro que posou nua” [Jornal Opção, Coluna Imprensa, 2148]: Boa matéria. A melhor que li sobre o livro, na verdade. Relutei mesmo em escrever meu texto porque existe uma confraria do ego inflado entre ex-playboy que não corresponde à verdade dos fatos. É só pegar os exemplares antigos e conferir se a revista era assim tão espetacular depois de Mário de Andrade. Não era. Mas a confraria segue batendo bumbo e contando histórias requentadas, muitas delas falsas. Ninguém diz, por exemplo, que a descoberta da identidade de Carlos Zéfiro foi contestada por Jaguar, que apresentou outro Carlos Zéfiro no Pasquim como prova. Mas é assim mesmo. Imprima-se a lenda. Não na Playboy, infelizmente, que só sobreviveria se fosse reinventada. Edson Aran é ex-editor da Revista Playboy.“Paulo Henriques Britto também se perguntaria por que Augusto de Campos não faz referência às traduções brasileiras de Emily Dickinson”
ADALBERTO DE QUEIROZ Sobre “Augusto de Campos lança edição revista e ampliada de traduções da poesia de Emily Dickinson” [Jornal Opção, Coluna Imprensa, 2148]: Excelente, Euler. A pergunta final é também interessantíssima, e creio que um tradutor da altura e qualidade de Paulo Henriques Britto a endossaria. “Por que Augusto de Campos não faz nenhuma referência ao trabalho de outros tradutores brasileiros ou portugueses?”. Sabe você e meus seis leitores que minha tradutora favorita é a dona Aila de Oliveira Gomes, mas aguardo o livro do xará [Adalberto] Müller e tiro o chapéu para este Campos, que já desejo ler. Aqui do Báltico, efusivas saudações. *Adalberto de Queiroz é empresário e editor.“Melhor Portugal ficar quietinho onde está”
*EVERALDO LEITE Sobre “O Prêmio Nobel Joseph Stiglitz sugere que Portugal saia do euro para recuperar sua economia” [Jornal Opção, Coluna Imprensa, 2148]: O economista Joseph Stiglitz imagina que, com uma política fiscal mais flexível, o governo português poderia incentivar a economia, melhorando o ambiente num prazo mais curto. Talvez pudesse também realizar acordos bilaterais de comércio internacional a partir de uma moeda mais barata. Além disso, seus salários poderiam se flexibilizar em relação aos salários de outros países europeus. Bem, tudo isso seria possível, mas não antes que todas as empresas fugissem desesperadamente do país. Melhor Portugal ficar quietinho onde está! *Everaldo Leite é economista.“Quem sai a noite não tem transporte”
VICTOR HUGO CUNHA Sobre “‘Projeto proíbe aplicativos de informar blitz e não de funcionar’, garante relator” [Jornal Opção Online, 2148]: Quanto ao pessoal da balada que bebe e dirige? Libera logo o Uber, libera também o número de licenças de táxi, obriga o transporte coletivo a funcionar 24 horas e isenta-os de impostos. Daí todo mundo que quer ir à balada, que vá de Uber, de táxi, de coletivo. Quem sai à noite não tem transporte, então acaba indo no próprio carro. Queria o quê? O Estado brasileiro não cumpre basicamente nada de sua obrigação de garantir o direito de ir e vir, mas depois vem querendo punir exemplarmente. Primeiro garanta transporte. E tem mais, tolerância zero absoluto, foi exagero, um país com transporte público de terceiro mundo querendo fazer legislação para motoristas de primeiro mundo. Lá no primeiro mundo, não falta transporte coletivo 24 horas, aí sim cobram dos motoristas particulares, mas só cobram de quem realmente exagera.“A região do Marista, que já sofre nos horários de pico, vai travar após a implantação do Nexus”
RENATO CASTRO Sobre a matéria “A pedido da Consciente, Prefeitura de Goiânia arranca árvores saudáveis da calçada do Nexus” [Jornal Opção Online, 2148]: Eu apoio a medida por reconhecer que as árvores realmente atrapalhavam o trânsito na calçada. Entretanto não apoio o projeto pelo porte e localização. A calçada já está desse tamanho devido ao viaduto que construíram para tentar melhorar um pouco o trânsito de veículos na região. Imaginem como ficará após a implantação do shopping. A região que já sofre nos horários de pico vai travar. [caption id="attachment_74440" align="alignleft" width="620"]
Foto: Marcelo Gouveia/Jornal Opção[/caption]
“Sustentabilidade é uma palavra que não existe na antiga capital mais arborizada do país”
Sobre a matéria “A pedido da Consciente, Prefeitura de Goiânia arranca árvores saudáveis da calçada do Nexus” [Jornal Opção Online, 2148]: Fico decepcionada. Várias vezes vi árvores saudáveis sendo retiradas em nome de um “projeto mais sustentável” que as construtoras pregam. Goiânia está perdendo cada vez mais seu espaço verde, em nome de grandes edifícios, que só servem para encher ainda mais lugares/bairros que já estão saturados e onde seria inimaginável a existência de outro “empreendimento”. E a “fiscalização” na cidade corre frouxa. Sustentabilidade é uma palavra que não existe na antiga capital mais arborizada do país. Email: [email protected]
Com sons variados, do folk ao pop e eletrônico, os artistas têm se destacado por seu som, que traz influências de David Bowie, Nina Simone, Velvet Underground e outros
Escritórios pequenos, que seguem o modelo tradicional de advocacia familiar, tendem a usar o trabalho das advogadas em posições de associadas, dificultando o avanço delas na carreira como sócias. Já bancas de médio ou grande porte oferecem mais oportunidades por se espelharem em um modelo global. Essa foi a conclusão de uma pesquisa que integra o livro “Profissões Republicanas: Experiências brasileiras no profissionalismo”. Organizado pela professora de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos Maria da Glória Bonelli e pelo aluno Wellington Luiz Siqueira, o livro mostra uma análise de 198 bancas de São Paulo, todas filiadas ao Centro de Estudo das Sociedades de Advogados (Cesa) e divididas em pequenas (até nove advogados), médias (de 10 a 50 advogados) e grandes (mais de 50 advogados). As informações foram coletadas nos sites dos escritórios, contabilizando quantos eram sócios ou associados e quantos homens e mulheres lá trabalham. O livro será lançado no dia 12 de setembro.
Todas as candidaturas “vivem” fases boas e ruins. O candidato do PSB passa por um momento de muitos acertos
O STF recentemente reabriu a discussão entre contribuintes e Fisco relativa à cobrança do IPI sobre a revenda de produtos importados que não sofram alterações em processo de manufatura, caso que já conta com repercussão geral. Os contribuintes prejudicados argumentam quanto a impossibilidade da nova incidência do IPI, pois o pagamento sobre o fato da produção já ocorreu no desembaraço aduaneiro e, se não há qualquer tipo de processo produtivo, não há que se falar em incidência do imposto. O STF é que decidirá a questão.
É possível a penhora de imóvel dado em garantia hipotecária de dívida contraída em favor de pessoa jurídica da qual são únicos sócios os proprietários do imóvel, pois o benefício gerado aos integrantes da família nesse caso é presumido. Este foi o entendimento adotado pela 3ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao negar provimento a agravo de um casal e manter decisão que reconheceu a penhorabilidade do bem dado em garantia. A decisão foi unânime. No caso concreto, a empresa do casal é devedora de uma empresa de combustível. Em instância ordinária, o TJ-PR entendeu que a hipoteca foi dada em garantia em empréstimo da sociedade, e não em benefício da família – assim, o bem seria impenhorável. A distribuidora de combustível interpôs recurso no STJ demonstrando que a jurisprudência da Corte Superior é no sentido de que é possível a penhora do bem de família se os únicos sócios são proprietários do imóvel, pois é natural a reversão da renda da empresa em favor da família. Benefício presumido. O ministro Ricardo Villas Bôas Cuevas, relator do caso no STJ, observou que a jurisprudência da Corte é sólida no sentido de ser possível a penhora do imóvel dado em garantia hipotecária de dívida contraída em favor de pessoa jurídica da qual são únicos sócios os proprietários do imóvel, pois o benefício gerado aos integrantes da família nesse caso é presumido. Com esse entendimento, o colegiado negou provimento ao agravo do casal, ficando mantida decisão que reconheceu a penhora do imóvel para o pagamento da dívida.
A se levar em conta as pesquisas eleitorais, a candidatura do Delegado Waldir Soares perdeu competitividade. Por que isso estaria acontecendo?
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Arquivo/Reprodução[/caption]
O Jornal Opção pediu a líderes partidários e militantes da juventude dos partidos políticos que indicassem nomes de candidatos a vereador que, se eleitos, têm condições de renovar a Câmara Municipal de Goiás, que tem uma imagem negativa, por ser vista como um “balcão de negócios”. Os nomes:
Andrey Salles/PMDB — Aposta de Iris Rezende.
Cristina Lopes/PSDB — Já é vereadora, da bancada ética
Denise Carvalho/PC do B — Há anos na política, nunca se envolveu em escândalo.
Domingos Sávio/PTN — O partido de Alexandre Baldy o tem na conta de grande candidato.
Eduardo Zaratz/PV — Apontado como ético e propositivo.
Elder Dias/PTC — É apontado como um dos candidatos que mais entendem de Goiânia.
Frederico Michel/PP — Sandes Júnior diz que é uma das grandes apostas do PP.
Gustavo Bueno/PT — É um dos elementos da renovação do PT.
José Lopes/PV — No Partido Verde, é o candidato dos jovens.
Lucas Kitão/PSL — É um dos nomes que empolgam a militância jovem.
Priscila Tejota/PSD — Deve disputar com Valério Luiz e Roberto Ricardo o título de a mais votada do partido.
Roberto Ricardo/PSD — Aposta de Francisco Júnior e da Renovação Carismática.
Tales de Castro/PT — Citado até por tucanos como agressivo politicamente e sólido nas suas posições.
Valério Luiz/PSD — É uma das grandes promessas políticas.

