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Documento é uma resposta a um grupo de professores que, reunidos na última sexta, deflagrou greve em protesto à PEC do teto dos gastos
Advogado conta como área desapropriada indevidamente na década de 1990 deverá custar R$ 469 milhões aos cofres públicos
Profissional morreu em acidente aéreo na Colômbia, na última terça-feira (29)
Do aeroporto, os caixões foram colocados em caminhões abertos que farão um cortejo pelas ruas da cidade com previsão de duração de uma hora e meia
Maguito Vilela (ou Daniel Vilela) será o candidato do partido a governador e não há possibilidade de compor com o senador do DEM, exceto se este decidir apoiá-lo
O governo de Goiás terá pelo menos 2 bilhões de reais para investir em 2018. José Eliton será a principal ponte com os prefeitos — de todos os partidos
Tucano-chefe, depois de dois anos de ajuste fiscal rigoroso, vai aumentar as relações administrativas com os prefeitos com o fito de investir em obras cruciais
Michel Temer é cauteloso e sabe que seu ministro é competente, mas os empresários não conseguem resistir mais: estão quebrados ou quebrando
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Divulgação[/caption]
“Você é brasileiro? Brasileiro mesmo?” Com este apelo, o movimento Vem Pra Rua convoca os moradores de Goiânia a participarem de um ato nacional promovido por ele e pelo Movimento Brasil Livre (MBL) às 15 horas de domingo, 4, contra “os corruptos do Congresso Nacional”. A concentração está marcada para a porta da Superintendência da Polícia Federal, em frente ao Parque Areião, em frente ao campo de futebol do Goiás Esporte Clube.
“PMDB, PSDB, PT, DEM, PQP, não importa o partido, todos querem aprovar uma anistia para os crimes que cometeram”, diz o Vem Pra Rua no convite para a manifestação. Vem Pra Rua e MBL dizem que “serão os bandidos se absolvendo” ao gerarem um clima de revanchismo contra o Judiciário e o Ministério Público Federal, principais algozes de políticos investigados e julgados por crimes apurados pela Operação Lava Jato.
Após reação de promotores, procuradores e juízes contra a aprovação da alteração da proposta de se criar dez medidas contra a corrupção (Projeto de Lei número 4.850) com a inclusão do abuso de autoridade a magistrados e membros do Ministério Público, os movimentos Vem Pra Rua e MBL convocaram a manifestação em Goiânia, que acontecerá no mesmo dia em que cerca de 120 municípios brasileiros se posicionarão contra a tentativa do Congresso de, segundo os movimentos, decretar o fim da Lava Jato.
“Não importa se você é de direita, de esquerda ou de centro. Não haverá mais Brasil se aprovarem esta porcaria. Então pare tudo o que você está fazendo e repasse esta mensagem para todos os seus amigos. Urgente! Não adianta ficar em casa reclamando. Precisamos lotar as ruas!”, afirma a convocação.
A alteração feita pela Câmara dos Deputados, com a tentativa frustrada de votação em caráter de urgência na última semana por parte de alguns senadores, revoltou parte da população, que diz ter se sentido traída pelos políticos que ocupam mandatos eletivos. Os movimentos cobram a aprovação da proposta inicial das dez medidas contra a corrupção sem emendas, a saída do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado e o fim dos privilégios garantidos a políticos.
A manifestação também servirá de ato em apoio à Operação Lava Jato e ao juiz Sergio Moro.
Na semana passada, começou a pintar uma saia-justa entre militantes do VPR e do MBL. Alguns integrantes do primeiro sugerem que o MBL é financiado pelo PSDB, sobretudo, e pelo DEM. A professora de Direito Cláudia Helena, por exemplo, desconfia da isenção do MBL. Mas líderes do MBL, como Ulysses Remy, garantem que isto é papo furado. É provável que a origem da disputa é a luta pela hegemonia nas manifestações.
Um fenômeno curioso é que somente a esquerda conseguia pôr multidões nas ruas. PSDB e DEM, partidos de cúpulas, nunca tiveram contatos com movimentos sociais — quase todos controlados pelo PT — e, por isso, não conseguem mobilizar a sociedade. O MBL e o VPR, com táticas modernas de comunicação na internet e aparente independência política, conseguem pôr as pessoas nas ruas.
Iristas sugerem que não haverá caça às bruxas, mas todas as informações sobre possíveis rombos serão repassadas ao Ministério Público
Ulysses Remy O Movimento Brasil Livre (MBL) esclarece que a participação do movimento vai além das manifestações de rua, realizando um trabalho contínuo de acompanhamento e divulgação do que ocorre nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, realizando transmissões ao vivo, noticiando e esclarecendo a população dos atos praticados por nossos governantes, papel esse que, muitas das vezes, a mídia não faz. É válido ressaltar que desde o dia 26 de novembro o MBL de Goiás vinha se mobilizando para a participação das manifestações de rua do dia 4 de dezembro. No decorrer da última semana o movimento publicou, em veículos de comunicação da capital, suas posições sobre os recentes acontecimentos. Quem acompanha nossa página poderá acompanhar também a opinião de nossos colunistas. Ainda em tempo, o MBL vem reafirmar ter por uma de suas principais premissas que suas manifestações têm o objetivo de esclarecer e promover a conscientização política da população defendendo posições sem o intuito de formar massa de manobra a serviço de partidos. O MBL é um movimento suprapartidário; quem acompanha suas redes vê que as críticas e cobranças realizadas a políticos são feitas sem preferência ou distinção de siglas. Convidamos todos a visitar nossa página Movimento Brasil Livre – GO e MBL - Movimento Brasil Livre, para que possam sempre acompanhar as nossas atividades. ["Movimentos Vem Para Rua e Brasil Livre convocam manifestações em Goiânia", Jornal Opção Online] E-mail: [email protected]
“Tratamento nuclear da água deve ser considerado”
Altamir G. F. e Silva Acho que nos assustaria menos se fosse explicado todo o processo, bem como os elementos periódicos envolvidos, devido ao trauma da cidade com o césio 137. Precisamos muito de inovações e esta é uma opção a ser considerada, até como abatedora de gastos com o SUS, o que o cloro nos impõe — e o Cremego [Conselho Regional de Medicina] não explica nada disso na mídia como se deveria —, mas temos de ter a certeza da segurança deste posicionamento. Sou leigo e isto não ficou claro para mim. ["Banco russo financia tratamento de água com tecnologia nuclear na Saneago”, Jornal Opção Online] E-mail: [email protected]“Leio sobre a 2ª Guerra para me assegurar de que nunca mais isso acontecerá”
Neuci Ribeiro Todas as vezes que leio sobre os horrores dessa guerra fico arrasada e imaginando tudo. E é assustador. Tenho muitos livros sobre esse assunto e todos igualmente tristes. Sofro a cada leitura, mas essas histórias exercem sobre mim um poder enorme, é um interesse, uma busca que não sei explicar. Essa matéria é comovente e já anotei o nome dos dois livros; eu os quero na minha coleção. A cada livro sobre esse assunto, sinto-me como se tivesse me assegurando de que isso nunca mais acontecerá, que todo o mal ficará preso nas páginas de cada livro e que dali nunca sairá. Andor Stern é mais um exemplo de vida. ["Livro revela a história do brasileiro que sobreviveu ao horror de Auschwitz", Jornal Opção 2160] E-mail: [email protected]“Cautela com a implantação de colégios militares”
Maria do Socorro Barros Vejo com muito cautela e atenção a implantação de escolas militares no Brasil. Acho errado as escolas serem bancadas com orçamento público e gestão e concepções militares. Ponho em dúvida se de fato as secretarias de Educação terão algum tipo de gerência sobre elas. Eu vejo que simplesmente os militares estão usurpando escolas públicas em benefício próprio, custeadas com nossos impostos. Independente de ideologias ou concepções, quero que o direito a educação pública, com acesso livre e irrestrito seja respeitado, sem discriminações e intolerâncias. [“Colégios militares: uns querem, outros não. Entenda os porquês”, Jornal Opção 2090] E-mail: [email protected]
O governo precisa de um choque de gestão e o ex-deputado é dotado de grande energia criadora
A maioria diz que perdeu o emprego por causa da crise econômica e afirma que tem medo de ser assaltada
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Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O empresário Sandro Mabel colabora com o governo do presidente Michel Temer, auxilia-o a resolver determinadas crises, encaminha pessoas e projetos, mas, seguindo um acordo com a família, não se preocupa com cargos oficiais. A rigor, não precisa de nenhum cargo, pois é riquíssimo. Mas aprecia a tranquilidade de Temer e acredita, como empresário, que tem condições de recuperar o país, ou ao menos de lançar as bases para a recuperação.
A diretoria da OAB-GO passou a última semana na expectativa e na esperança de um milagre para suspender a decisão que considerou a chapa vencedora das últimas eleições — “OAB que Queremos” — viciada em sua composição, levando-se em conta que essa foi sua terceira derrota, sendo a primeira na Comissão Eleitoral e as outras duas na Justiça Federal. Em verdade, a diretoria da OAB-GO tem fé que o Conselho Federal da OAB possa, por meio de seu poderio, obter a benesse do desembargador Novély Vilanova, que analisará o pedido liminar do referido Conselho Federal, evitando assim, uma nova eleição justa e democrática, entre candidatos em igualdade de condições. Todavia, Vilanova poderá deferir a liminar e sustentar o insustentável, haja vista que a chapa vencedora estava viciada em sua composição conforme já decidiu a Comissão Eleitoral e a Justiça Federal. O Conselho Federal impetrou agravo de Instrumento no dia 28 de novembro. No entanto, até o fechamento desta edição não tínhamos conhecimento da possível decisão de Vilanova, que poderá impedir a realização de eleições limpas na OAB-GO. Contudo, se negado o pedido, o Conselho Federal deverá convocar novas eleições no prazo de 30 dias, o que com certeza será um amadurecimento político para a classe, principalmente porque nenhum dos componentes da chapa impugnada poderá participar dessa nova eleição.


