Relações de José Eliton com prefeitos vão cacifá-lo para o governo em 2018

O governo de Goiás terá pelo menos 2 bilhões de reais para investir em 2018. José Eliton será a principal ponte com os prefeitos — de todos os partidos

José Eliton: o vice está com o queijo e a faca nas mãos para disputar o governo em 2018. O seu espaço de poder é cada vez maior

José Eliton: o vice está com o queijo e a faca nas mãos para disputar o governo em 2018. O seu espaço de poder é cada vez maior

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), confidenciou a dois deputados que, a partir de agora, “não tem jeito” de o vice-governador José Eliton (PSDB) não se cacifar para a disputa do governo em 2018. “José Eliton está com a faca e o queijo nas mãos e, por certo, será governador de Goiás”, acredita um tucano de bico erado. É que, ao deixar a Secretaria de Segurança Pública — na qual fez um trabalho avaliado positivamente —, Eliton cuidará das relações do governo com os prefeitos de Goiás, de todos os partidos. Ele será o encarregado dos convênios das obras do Estado com os municípios, independentemente da filiação partidária. A orientação do governador Marconi Perillo é para que o trato com todos os prefeitos seja republicano. A tese é simples e verdadeira: o investimento em todos os municípios gera desenvolvimento global para o Estado.

Em 2017, o governo terá pelo menos 2 bilhões de reais para investir. 1 bilhão advém da venda da Celg para um grupo italiano (o mesmo que dirige a usina de Cachoeira Dourada). O governo vai investir maciçamente em infraestrutura e também na recuperação da infraestrutura existente — como as rodovias cruciais do Estado.

Além do dinheiro da Celg, o governo goiano deve conquistar mais 1 bilhão do BNDES e, possivelmente, mais 400 milhões de reais do Banco Santander. Tratam-se de recursos para investimento em desenvolvimento, o que tende a gerar crescimento econômico, fortalecendo a economia goiana.

O investimento do dinheiro será de maneira planejada. A tendência é que os recursos sejam repassados por intermédio da Caixa Econômica Federal. Quer dizer: o dinheiro vai sendo repassado aos municípios na medida em que se apresente, de maneira documentada, o desenvolvimento das obras. Se adotará, portanto, o mesmo procedimento do governo federal. Além de evitar irregularidades, incentiva-se o investimento preciso nas obras.

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