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Vilanova decidirá sobre moralidade na OAB

A diretoria da OAB-GO passou a última semana na expectativa e na esperança de um milagre para suspender a decisão que considerou a chapa vencedora das últimas eleições — “OAB que Queremos” — viciada em sua composição, levando-se em conta que essa foi sua terceira derrota, sendo a primeira na Comissão Eleitoral e as outras duas na Justiça Federal. Em verdade, a diretoria da OAB-GO tem fé que o Conselho Federal da OAB possa, por meio de seu poderio, obter a benesse do desembargador Novély Vilanova, que analisará o pedido liminar do referido Conselho Federal, evitando assim, uma nova eleição justa e democrática, entre candidatos em igualdade de condições. Todavia, Vilanova poderá deferir a liminar e sustentar o insustentável, haja vista que a chapa vencedora estava viciada em sua composição conforme já decidiu a Comissão Eleitoral e a Justiça Federal. O Conselho Federal impetrou agravo de Instrumento no dia 28 de novembro. No entanto, até o fechamento desta edição não tínhamos conhecimento da possível decisão de Vilanova, que poderá impedir a realização de eleições limpas na OAB-GO. Contudo, se negado o pedido, o Conselho Federal deverá convocar novas eleições no prazo de 30 dias, o que com certeza será um amadurecimento político para a classe, principalmente porque nenhum dos componentes da chapa impugnada poderá participar dessa nova eleição.

Ana Carla organiza almoço de despedida da Sefaz e diz que passagem por Goiás foi gratificante

[caption id="attachment_54334" align="alignright" width="620"]Arquivo/Jornal Opção Arquivo/Jornal Opção[/caption]

De volta ao mercado financeiro, brevemente, a secretária da Fazenda do governo de Goiás, Ana Carla Abrão Costa — uma doutora em economia das mais competentes, corajosas e pragmáticas —, recebe amigos em São Paulo, no fim de semana, para almoço de despedida.

Aos amigos e colegas do governo, Ana Carla tem confidenciado que a experiência de ter trabalhado no setor público é impagável, porque é mais complicado e trabalhoso do que na iniciativa privada. Mas avalia, ao final, como absolutamente gratificante.

Montadora deverá indenizar concessionária

A 14ª câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reconheceu a responsabilidade contratual de montadora francesa pela ruptura de contrato de concessão comercial com uma concessionária e, em razão disso, julgou devida a indenização no valor de R$ 765 mil a títulos de danos materiais e R$ 100 mil por dano moral. A empresa pediu indenização pelos prejuízos acumulados após quase uma década de relacionamento comercial com o grupo, época em que atuou como concessionária de veículos. A concessionária teria um faturamento mensal em torno de R$ 45 mil, o qual teria diminuído gradativamente em consequência de práticas utilizadas pela requerida. Para o relator do recurso, desembargador Carlos Henri­que Abrão, a ré, forte grupo econômico estrangeiro, esmagou completamente a posição empresarial da concessionária, causando prejuízos. “E, aqui, não se pode dizer, absolutamente, em sã consciência, diante das planilhas exibidas, das remunerações estabelecidas e do amplo investimento feito pela autora com merchandising, marketing, e ampliando, substancialmente, seu espaço físico, que a remuneração paga fosse necessária e suficiente para cobrir os prejuízos incorridos provocados pela ré.” O magistrado explicou que cabe à autora, a título de dano material, o valor de R$ 400 mil, que atualizado monetariamente atinge R$ 764.813,20. “Nesse contorno, portanto, arredonda-se a soma para R$ 765 mil, a qual se considera líquida e certa, a título de perdas e danos. No aspecto do dano moral, a documentação demonstra que a autora experimentou prejuízos, teve restrições, não conseguiu pagar as suas contas, daí porque o nexo causal torna-se inescondível, devendo a ré, portanto, ser responsabilizada pela soma de R$ 100 mil, a qual se considera adequada para a envergadura do negócio, de duração de quase uma década, com abuso de poder econômico, ausência de boa-fé objetiva, acarretando desequilíbrio contratual e lesividade.”

Baldy diz que reforma administrativa de Marconi Perillo abre canal para eleição de 2018

O deputado do PTN diz que o tucano-chefe enxugou a máquina e agora politizará o governo

O que esperar de 2017

Otimismo gerado com a troca do comando do país acabou diante da dura realidade recessiva. Previsões otimistas só para o 2º semestre

Governadores criam grupo de WhatsApp para discutir crise. Marconi é um dos mais conectados

Os governadores criaram um grupo de WhatsApp para aproximá-los da discussão da crises econômica e política do país.

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), é um dos mais atuantes e conectados.

Marconi Perillo apresenta novo ajuste fiscal nesta semana

Na sexta-feira, 9, o governador de Goiás, Marconi Perillo, vai anunciar novas medidas de ajuste fiscal em Goiás.

Um dia antes, o tucano-chefe vai apresentar as providências aos deputados estaduais.

O governador tem dito que os projetos são ousados e inéditos no Brasil.

Michel Temer não é Itamar Franco, mas defender seu governo é salvar o Brasil

Políticos não veem o quanto estão desacreditados perante a sociedade, que trabalha, paga impostos e sente a falta dos mais elementares serviços de educação, saúde e segurança

Henrique Meirelles diz que o Brasil não começa a crescer antes do primeiro semestre de 2017

O ministro da Fazenda do governo Temer, o engenheiro Henrique Meirelles, está desalentado com a economia patropi.

O goiano de Anápolis (e primo do comunista Aldo Arantes, do PC do B) prevê que, antes do final do primeiro semestre de 2017, o Brasil não vai conseguir retomar o crescimento econômico. A previsão é vista por alguns economistas, como Monica de Bolle, como otimista. Há quem aposte que o país só crescerá daqui a cinco anos ou até mais.

Se brincar, Henrique Meirelles cai. Ou cai ele ou cai Michel Temer.

Daniel Vilela queima filme ao votar a favor de medidas que visam “penalizar” promotores e juízes

O jovem peemedebista, que tem valor e vai bem na Câmara dos Deputados, comete seu primeiro equívoco político-eleitoral [caption id="attachment_81629" align="alignright" width="620"]Arquivo Arquivo[/caption] Pré-candidato a governador, apontado como o político mais promissor do PMDB, o deputado federal Daniel Vilela cometeu, ao menos do ponto de vista eleitoral, um equívoco político. Na votação das medidas contra a corrupção, o jovem peemedebista alinhou-se aos políticos tradicionais da Câmara dos Deputados e votou a favor daquilo que os mais radicais estão chamando de AI-5 contra o Judiciário e o Ministério Público. Parlamentares conservadores, por causa da Lava Jato, querem “penalizar” promotores e magistrados. Nas redes sociais, até com certo exagero na linguagem, Vilelinha foi criticadíssimo. Seu perfil no Facebook foi soterrado por críticas duras. Para piorar a situação, as mensagens não foram respondidas com a rapidez e a precisão necessárias. Nas redes sociais, para o bem ou para o mal, não convém ignorar os usuários e “amigos”. Um levantamento registra que os usuários do Facebook despacharam mais de duas mil mensagens. Quase todas no tom duro dos protestos das redes sociais. De um peemedebista, por sinal vilelista: “É provável que Daniel Vilela tenha sido mal orientado por algum jornalista que entende pouco de política e de redes sociais”. Como diz um colunista político com cancha de colunista social, faz sentido.

Dono da Superfrango deve assumir a presidência da Adial

[caption id="attachment_81627" align="alignright" width="620"]José Garrote/Reprodução José Garrote/Reprodução[/caption] José Garrote é um dos maiores empresários de Goiás. Poderia, se quisesse, ser deputado federal e até senador. Porém, prefere patrocinar políticos, como o deputado estadual Jean Carlo, do PHS, que vai disputar mandato de deputado federal em 2018. Dono do Superfrango, um dos maiores frigoríficos de Goiás e, até, do país, o empresário, sempre discreto e tido como de uma eficiência ímpar, está sendo convencido, por alguns companheiros de jornada, a assumir a presidência da Adial. Há quem aposte que a Adial sairá fortalecida se um empresário vencedor assumir o seu comando.

Empresários da construção civil e das imobiliárias abandonam Paulo Garcia e já beijam mão de Iris

O prefeito petista era tratado como rei. Agora, é visto como rei deposto. Iris Rezende é visto como o novo rei

Peemedebistas do Rio e do Sul ficam com inveja de Goiás, que tem 1 bilhão de reais para investir

O governo do tucano Marconi Perillo planeja suas ações e fez um rigoroso ajuste fiscal

A queda de Aleppo

Cidade é importante para os russos e para Bashar al-Assad, que poderá impor aos Estados Unidos uma negociação que lhe permita continuar no poder na Síria