Notícias
Uma olhada rápida pelos longas que disputam a estatueta nas principais categorias La la Land — É um musical. Nada muito além disso. Musicalmente, é quase impecável, afinal o diretor é músico (como baterista, Damien Chazelle estudou jazz na Princeton High School). Porém, o roteiro é fraco e previsível. Ryan Gosling é Ryan Gosling, um ator médio que representa bem seu papel, mas que não acrescenta. Aliás, ele é uma boa caracterização para o filme em si. Emma Stone está bem e consegue ultrapassar um pouco aquilo que seu papel pede. O final é a única surpresa, não pelos acontecimentos, mas pela forma com que foi feito, isto é, seu processo é mais interessante que o resultado. Longe de ser um "Whiplash", que é um filme de excelência, "La La Land" ganhará o Oscar de Melhor Filme por ser nada mais do que o que se propôs a ser: um filme de Hollywood. Vale o ingresso, mas não conquista. [relacionadas artigos="85503, 85345, "] Fences — Ainda não tinha visto um filme dirigido por Denzel Washington. O resultado é impressionante. O filme, baseado na premiada peça homônima de August Wilson e na qual tanto Denzel quanto Viola Davis também atuaram, é um poderoso drama familiar. O longa tem como palco a casa dos Maxson e como foco o papel centralizador de Troy Maxson (Denzel). O roteiro é magnífico e o diretor consegue filmá-lo muito bem, alcançando a díficil tarefa de prender a atenção do público em um filme praticamente teatral — é claro que a qualidade dos atores ajuda muito e não falo apenas de Denzel e Viola, mas também dos coadjuvantes Jovan Adepo (Cory), Stephen Henderson (Bono), Mykelti Williamson (Gabe) e a pequena Saniyya Sidney (Raynell), que dá um show de interpretação no final. "Fences" ("Um Limite Entre Nós", em português) é um filme de forte simbologia e só pega seu sentido completo quem presta atenção aos detalhes, a começar pelo título. Não vencerá na categoria Melhor Filme, mas tem chances na disputa pelo Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, visto que Viola está, como sempre, belíssima no filme. Capitão Fantástico — Um ótimo filme. Não tem a produção de "La la Land" e nem poderia ter, dado seu perfil ideológico. Aliás, se podemos falar em uma falha do filme, é justamente certo exagero ideológico. O exagero parece ser proposital, pois serve para dar entendimento ao final do filme, o de que o radicalismo, por mais benéfico que seja em qualquer aspecto, sempre trás más consequências e de que o ideal é ser moderado. Ben Cash, personagem de Viggo Mortensen, entende isso ao final do longa. Porém, às vezes, o filme dá a impressão de perder o controle desse exagero, o que causa mal estar. Isso não tira, entretanto, a força do filme. Viggo Mortensen está bem, mas provavelmente não levará o Oscar de Melhor Ator.
Empresário tem mandado de prisão expedido pela Justiça Federal e é suspeito de lavagem de dinheiro em um esquema de corrupção
Os três homens que estavam no veículo morreram após troca de tiros com a polícia
Em entrevista ao Jornal Opção, Fábio Correa relata os desafios da gestão e apresenta planos para sanar problemas do município a curto, médio e longo prazo
Rui Falcão orientou bancada do partido que procurem fazer alianças com deputados e senadores do PDT, PCdoB, Rede e Psol
Denúncias envolvem saques irregulares, fazenda grilada e suposta omissão do administrador judicial. Proprietário da empresa e advogados negam acusações
Decisão pode ser tomada antes de a Suprema Corte decidir sobre redistribuição dos processos da Operação Lava Jato
A pedido de municípios, Seduce adianta inauguração de novas unidades no Estado ainda para este ano
Para Eduardo Amorim (PSC-SE), valor extra é injustificado, porque profissional apenas acompanha seu aluno, sem utilizar equipamentos do estabelecimento
Caso vem sendo investigado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher da capital
Delson Vieira diz que atual presidente não conseguirá se reeleger e questiona resultado da disputa de 2014, que desconsiderou votos de Rio Verde
Motociclista foi atingido por carro que travegava em alta velocidade na Avenida D com a Rua 15, no Setor Oeste
O deputado federal Alexandre Baldy, irmão de Joel Santana Braga Filho, é apontado como concorrente de Iris Araújo em 2018
Secretário de Comunicação precisa ter luz própria, não pode apenas concordar com o que diz o chefão
Hoje, se Iris Rezende e Iris Araújo batem o pé, os secretários dizem de imediato: “Sim, sr.” e “Sim, sra.”. Ninguém questiona os dois peemedebistas

