Sem tarifa dinâmica e taxa de cancelamento, rival da Uber chega a Goiânia e Anápolis

Yet Go começa a funcionar no final deste mês e já realiza cadastro de motoristas. Saiba quais são as vantagens

Divulgação

Lançado em novembro de 2016 em Belém do Pará, o Yet Go, aplicativo de mobilidade urbana 100% brasileiro, está em fase de cadastramento de motoristas e de usuários nas cidades de Goiânia e Anápolis. A previsão é que o lançamento aconteça até o final de junho. Criada para concorrer diretamente com o Uber, a plataforma oferece valores mais baratos na corrida, com serviços de carro comum, executivo, mototáxi e motofrete.

O aplicativo está disponível nas versões Android e IOS e o seu download é gratuito. Os motoristas também podem se cadastrar pelo site da plataforma. Atualmente, são quase 500 mil usuários e 30 mil motoristas cadastrados em todo o Brasil no aplicativo, já considerado o segundo maior do Brasil. Até o momento, 620 motoristas e 760 usuários de Goiânia já realizaram seus cadastros.

A tarifa cobrada é de R$ 1,70 para o carro comum e R$ 2 para o carro de luxo, a cada quilômetro percorrido. A tarifa base é de R$ 3. Comparando com a bandeira 1 do táxi comum, ao utilizar o serviço pelo aplicativo, os usuários têm uma economia de até 40%.

Para atrair a clientela, a empresa oferece uma série de promoções, não trabalha com tarifa dinâmica, não cobra tarifa de cancelamento da corrida e mantém fixo o preço do quilômetro rodado. “O nosso valor é fixo e 40% menor que o do taxi tradicional. Mensalmente, fazemos o Yet10, corridas a R$10 para qualquer lugar dentro do município”, conta Alberto de Souza Júnior, sócio-fundador e diretor de operações da plataforma.

Além dos usuários, os motoristas também têm benefícios. “Eles estão isentos de 100% da taxa de pagamento, no 1º mês, para a empresa. Além disso, possuem convênios com postos de gasolina das cidades, onde o preço do combustível será R$ 0,20 menor do que o normal. Se for bem avaliado pelos usuários, terão redução na taxa de 25% que será cobrada pela empresa a partir do segundo mês de operação”, comenta Alberto.

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Silvio

Esse Aplicativo é só mais uma maneira desumana de querer explorar ainda mais as classes de trabalhadores escravos desse país. São vândalos que destroem o patrimônio básico dá vida, a dignidade humana. Até quando a classe do proletariado escravo desse país será sucateada por esses bando de covardes parasitas? Vão se foder, suas desgraça!!!!!

Pedro Henrique Santos

Estão obrigando alguém a trabalhar?

Edson

Oportunistas…e aproveita a fragilidade do trabalhador por não consegui um emprego, acaba oferecendo serviços “escravo”

ELIZABETE PINTO PEREIRA

Esse negócio fica bom pra dois,o usuário e o dono do aplicativo.que leva 25% do que o motorista recebe.eu já fiz um teste com a uber aqui na minha região e constatei que 80% do que se ganha vai em combustível.e o resto das dispensas? nem precisa fazer as contas que se sabe que é prejuízo na certa.talvez fosse mais justo se o aplicativo tirasse 10% no máximo.

Filipe Bezerra

Cara, vocês tem que fazer uma decisão, está claro o que como motorista ganha e o que perde e quanto a empresa vai levar em cima do seu trabalho. Agora cabe a você, o trabalhador decidir se aceita, simples assim, não tem ninguém sendo manipulado.

Joao Evangelista Miranda Ramalho

Mais uma bosta chegando ao mercado para iludir os novos.

EVANDRO TIAGO

Infelizmente eles não dão suporte nem um para os motoristas estão muito longe de ser uma plataforma boa com a uber