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PMDB no olho do furacão

Caciques do partido, como o senador Edison Lobão, são alvos da nova fase da Operação Lava Jato, o que enfraquece governabilidade de Michel Temer

Se deus está nos detalhes, quando se trata de planejamento urbano, é preciso enxergar o panteão inteiro

Goiânia não pode ser gerida com um pensamento voltado para o interno, pois uma metrópole não é uma cidade, mas cidades

Furo do “Diário da Manhã” publicado em 2017 saiu no “Cinco de Março” há 48 anos

[caption id="attachment_53969" align="aligncenter" width="620"] Jornalista Renato Dias[/caption] Um professor aposentado do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás (UFG) disse ao Jornal Opção que o caderno especial do “Diário da Manhã” sobre as supostas delações de Mauro Borges, que governou Goiás na primeira metade da década de 1960 — até o final de 1964, quando caiu —, tem um “vício de origem”. “Na verdade, embora tenha sido apresentada como novidade e ‘explosiva’, a lista saiu no jornal ‘Cinco de Março’, antecessor do ‘DM’, em 1969.” “Se o jornalista Renato Dias duvida”, sugere o professor, “basta que dê uma pesquisada nos arquivos do ‘Cinco de Março’, que, por sinal, ficam na sede do ‘Diário da Manhã’. O repórter poderá constatar que seus colegas de profissão, há exatos 48 anos, fizeram um belo e inspirador trabalho”.

Parque Tecnológico pode revolucionar agronegócio com energia fotovoltaica

Sebrae, iniciativa privada e governo estadual analisam proposta de utilizar área do Parque de Exposições Agropecuárias da capital para criar polo de formação de mão de obra qualificada para o setor econômico no Estado

Sertanejo universitário desconhece a palavra crise e reina absoluto no mercado

Disputa por espaço em um universo nem sempre leal e ético, mas que conquistou jovens de todo o Brasil e parece se consolidar ainda mais nos últimos oito anos

Para onde caminha o Brasil? Provavelmente para onde não devesse rumar

Passaram-se nove meses desde que Temer assumiu. A crise, que era apenas econômica, começa a tomar perigosos contornos de crise social

Marconi pavimenta o caminho para a base aliada

Pessoalmente fora da sucessão estadual, governador faz fortes movimentos políticos para fortalecer o vice José Eliton como candidato e viabilizar a manutenção do poder com seu grupo

Ministro sugere que crise pode retirar militares dos quartéis, mas general diz que não procede

Raul Jungmann afirma que “a irresolução da crise e seu agravamento” pode retirar os militares da caserna. Mas o comandante do Exército insiste que eles “jamais” serão “causadores de instabilidade”

Assim como qualquer decisão da vida, escolher a morte é direito do ser humano

Eutanásia e suicídio assistido são temas que a sociedade se nega a discutir por medo, egoísmo e até mesmo ignorância. É preciso sair da caverna e enfrentar a luz

Problemas na gestão geram crise na base

Iris Rezende enfrenta rebelião de sua base legislativa na Câmara Municipal, e alerta vermelho deve ter sido acionado na Prefeitura

Quando as provas são ineficientes, a responsabilidade recai sobre juízes

[caption id="attachment_87491" align="alignleft" width="620"] Juiz Luís Carlos Valois[/caption] Estudo do Núcleo de Estudos de Estudos da Violência da Uni­versidade de São Paulo (NEV-USP), verificou que em 74% de autos de prisão em flagrante não possuem provas ou testemunhas que não seja os policiais envolvidos. O estudo intitulado “Prisão Provisória e Lei de Drogas” analisou 667 autos de detenção por porte de entorpecentes na capital paulista referentes aos meses de novembro e dezembro de 2010 e janeiro de 2011 e os flagrantes de tráfico de drogas na cidade de São Paulo, representaram 70% do total desse tipo de detenções no período. Mais de 70% das prisões em flagrante por tráfico de drogas têm apenas um tipo de testemunha: os policiais que participaram da operação. E 91% dos processos decorrentes dessas detenções terminam com condenação. O problema, para quem estuda a área, é que prender e condenar com base, principalmente, em depoimentos de agentes viola o contraditório e a ampla defesa, tornando quase impossível a absolvição de um acusado. Em outro estudo, o juiz da Vara de Execução Penal de Manaus, Luís Carlos Valois, examinou 250 documentos como esses em 2015, sendo 50 de cada uma das seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília. O juiz usou os 50 primeiros autos de flagrante relacionados a tráfico de drogas que encontrou nos cartórios das varas criminais de tais capitais. A sua tese de doutorado virou o livro “O direito penal da guerra às drogas". Ambas as pesquisas chegaram ao mesmo número: 74% dos autos contaram apenas com o depoimento dos policiais que fizeram a prisão. Sem outros relatos, o delegado dificilmente relaxa o flagrante. Tanto que em 86,64% dos casos acompanhados pelo NEV-USP, o acusado respondeu ao processo preso. O NEV-USP também indica que em 94,76% das condenações os juízes impõem pena de prisão, mesmo com 58,73% das punições sendo abaixo de quatro anos — o que autorizaria o cumprimento da pena em regime aberto ou a imposição de punições restritivas de direitos se o sentenciado não for reincidente nem integrar organização criminosa. Dessa maneira, não surpreende que 28% dos detentos brasileiros estejam detrás das grades por tráfico de drogas, segundo o Departamento Penitenciário Nacional, órgão do Ministério da Justiça. O artigo 33 da Lei 11.343/2006 é o crime que mais contribui para superlotação (taxa de ocupação de 167%) e para o déficit de 250.318 vagas de sistema carcerário. Nem todos veem problemas em prisões e condenações por tráfico de drogas apenas com testemunhas policiais. Na visão do advogado criminalista Bruno Ro­drigues, os juízes não se baseiam só na narrativa dos agentes, mas também na quantidade de droga apreendida e na forma como ela estava empacotada. De qualquer forma, ele acredita que a palavra dos policiais deve ter o mesmo peso do que a dos depoentes civis.

Sebrae Goiás auxilia municípios no planejamento de ações para os próximos anos

Piranhas foi o primeiro a receber o evento que discute a viabilidade de um Plano de Desenvolvimento eficaz para os próximo quatro anos. O próximo será Anicuns

“Tivemos 2 anos de superação e 2017 será de crescimento”

Governador do Tocantins afirma que as contas públicas estaduais estão em dia e explica as ações planejadas para este ano

“Um prefeito precisa do governo estadual todos os dias de sua administração”

Reeleito para mais um mandato à frente de Hidrolândia, o novo presidente da AGM diz que é preciso haver forte mobilização em Brasília por parte dos gestores municipais para conseguir mudar o quadro desfavorável

Igeprev apresenta superávit após dois anos

[caption id="attachment_87477" align="aligncenter" width="620"] Presidente do Igeprev, Jaques Silva: “Investimentos ruins deram prejuízo”[/caption] O Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev) anunciou na terça-feira, 14, que registrou um aumento de 22,16%, ou seja, R$ 742.458.758,18, em seu patrimônio líquido entre os anos de 2015 e 2016. De acordo com o presidente da instituição, Jacques Silva, esse resultado é fruto das medidas que foram implantadas no órgão nos últimos dois anos, prezando pela transparência e respeito ao dinheiro público. Para o gestor, esse valor poderia ser ainda maior caso o patrimônio do instituto não tivesse sido investido em fundos poucos confiáveis. “Quando assumimos o Igeprev em 2015 contabilizamos o valor de R$ 1,4 bilhão investido em 47 fundos temerários. Caso esse dinheiro não tivesse sido usado pela gestão anterior dessa forma, poderíamos ter lucrado nesses dois anos [2015 e 2016] cerca de R$ 2,9 bilhões. Essa projeção leva em conta não apenas o que foi perdido, mas também o que se deixou de ganhar”, explicou. Segundo os dados apresentados, em dezembro de 2014 o Igeprev contava com um patrimônio líquido de R$ 3.350.654.087,93. Já sob a gestão do governo Marcelo Miranda o instituto atingiu a marca de R$ 4.093.112.846,11. Entre os anos de 2015 e 2016, foi apurado pela equipe do órgão um prejuízo de R$ 235,6 milhões referentes às aplicações realizadas nos anos de 2011 e 2014. “Esse valor não está incluso o prejuízo que o governo contabiliza com a falência da Churrascaria Porcão, da qual o Igeprev era sócio majoritário, que é na ordem de R$ 303 milhões. Somando os valores, já temos um prejuízo concreto de mais de R$ 500 milhões. Nossa previsão é que essas perdas ultrapassem o valor de R$ 1 bilhão quando forem contabilizados todos os investimentos temerários realizados na gestão passada”, esclareceu o presidente. Em relação à falência da Churrascaria Porcão, no Rio de Janeiro, Jacques Silva informou que o governo está fazendo o possível para recuperar o dinheiro do Igeprev. “Não vai ser uma batalha fácil, mas não podemos perder as esperanças. Já acionamos a Procuradoria Geral do Estado [PGE] para ingressar ações na justiça em busca de recuperar pelo menos parte desse dinheiro e evitar que o prejuízo seja maior. É um absurdo a forma como trataram o dinheiro público. Por isso, nós temos a obrigação de ir atrás aonde estiver e é o que estamos fazendo.” O presidente do Igeprev disse que desde o ano de 2015, o instituto vem fazendo aplicações seguras apenas em instituições financeiras soberanas. “Estamos tratando a coisa pública com zelo. O governador Marcelo Miranda, que tem nos dado todo apoio, foi quem exigiu que fizéssemos aplicações apenas em fundos de bancos que não viessem a causar problemas futuros. Os investimentos realizados nesta gestão estão concentrados em instituições financeiras sérias e de credibilidade como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Aqui não se busca propina, busca-se resultado, formas de aumentar o patrimônio do servidor público. Fazemos uma gestão responsável e compartilhada”, garantiu.