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Quem vai assumir as rédeas do cavalo xucro chamado Brasil?

Entre a funesta eleição de 2014 e a arapuca de Joesley para o presidente tampão, as cisões só aumentaram. O que fazer de nossa melindrosa democracia?

É impossível negar a gravidade da denúncia

Defensores do presidente Michel Temer, com razão, dizem que áudio não mostra que ele avalizou “cala-boca” para Eduardo Cunha, mas há muito mais fatos que precisam ser explicados

José Eliton agrega a base, enquanto Caiado divide o PMDB

Vice-governador vai se firmando cada vez mais com seus aliados, ao passo que o senador do DEM caminha para o isolamento na disputa

Intolerância na política atrofia o debate de ideias

Não há, pelo menos na parte mais conhecida dos países desenvolvidos, discussões mais barulhentas e chatas como as que ocorrem no Brasil

PT transformou a JBS na maior central de corrupção do mundo

Joesley Batista escancara o que já se sabia: fazer a empresa “campeão”, com dinheiro público, era para financiar a turma de Lula e aliados; irmãos Batista já ganharam R$ 45 milhões com a delação

Sob o peso das expectativas, o Brasil pós-Lava Jato pode se mostrar ainda pior que o atual

Se operação liderada por Sergio Moro, alimentada pela impaciência popular, gerar o vácuo político que se desenha, País poderá ser regido por novo ciclo de centralismo e enfraquecimento institucional

Especialistas sugerem que o mundo é cada vez mais vulnerável a crimes cibernéticos

Falhas em sistemas de segurança evidenciam despreparo de Goiás, do Brasil e do mundo no combate aos ataques, cada vez mais globalizados, dos criminosos cibernéticos

“Deixai toda esperança, ó vós que entrais”: João Santana e a selva selvagem chamada Brasil

O que nós, brasileiros, esperamos? Tal pergunta, em meio à crise generalizada em que vivemos, é da ordem do dia. A figura do marqueteiro pode nos ajudar a refletir sobre isso

Em meio à crise, recursos para obras nos municípios dá alívio a prefeitos

Lançado no final de março, programa que prevê investimentos de R$ 9 bilhões no Estado é avaliado como iniciativa de quem soube fazer o dever de casa na hora certa e tem condições de ajudar cidades goianas em momento de crise

“A Previdência não tem déficit e a reforma do sistema precisa ser debatida com a população”

Advogado presidente do Instituto Goiano de Direito Previdenciário diz haver superávit, ao contrário da propaganda que o governo quer emplacar

Furo da delação premiada do chefão Joesley Batista saiu num jornal tradicional. Cadê os blogs?

Blogs dão opinião em excesso e chupam, de maneira escancarada, aquilo que é publicado na imprensa dita tradicional

Deltan Dallagnol publica livro no qual explica a importância da prova indireta

[caption id="attachment_95089" align="aligncenter" width="570"] Foto: reprodução[/caption] Publicada em 2015, a obra "As Lógicas das Provas no Processo: Prova Direta, Indícios e Presunções" (Livraria do Advogado Editora, 362 páginas), de Deltan Martinazzo Dallagnol, procurador do Ministério Público Federal (MPF) e coordenador da Força-Tarefa da Operação Lava Jato, é de importância seminal. E não apenas para os profissionais da área jurídica, mas também para jornalistas, historiadores, analistas de conjuntura e demais interessados em compreender o modus operandi de investigações sobre crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A obra, fruto das pesquisas que Deltan desenvolveu na Harvard Law School, para obtenção do título de "master of Laws" (mestre em Direito), tem o propósito, de "contribuir com o preenchimento de uma lacuna do estudo do processo, civil e penal, no Brasil”. A lacuna a que se refere Deltan está na falta de estudo e discussões sobre o que é a prova no âmbito jurídico, e qual é a importância da prova indireta, ou prova indiciária, em um processo. Sobretudo, em processos que julgam crimes complexos, como corrupção e lavagem de dinheiro, nos quais as provas são sempre indiretas e, portanto, extremamente difíceis de serem rastreadas. (Cláudio Ribeiro)

Senadora Kátia Abreu, do apogeu ao anonimato

[caption id="attachment_47006" align="aligncenter" width="620"] Kátia Abreu e a amiga, Dilma Rousseff | Foto: Wenderson Araújo[/caption] Já dizia a expressão popular que “inferno astral” é uma fase ruim que parece não acabar nunca... Ao se posicionar a favor de Dilma Rousseff (PT) — quando o Congresso Nacional discutiu e aprovou o impeachment — e, por consequência, contra a classe que representava, os agricultores, o inferno da senadora Kátia Abreu (PMDB) teve seu início, perdurando até os dias atuais. A parlamentar tem lutado contra a rejeição de seu nome em todas as rodas, quer seja no Senado Federal, quer seja nas reuniões públicas a que se faz presente ou mesmo nas conversas do boteco da esquina. Na sua visita à Agrotins deste ano, por exemplo, poucos correligionários a acompanharam e sua passagem por lá não teve a repercussão digna de quem já foi presidente da poderosa Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Ainda assim, não se poderia desprezar o fato dela ainda ser presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet). Nada disso lhe trouxe prestígio ou outras honrarias, na sua fatídica visita à maior feira tecnológica do Norte do país. Ao contrário, em alguns momentos, por onde ela caminhou, houve sussurros, cochichos e ensaio de apupos. A verdade é que seu prestígio está em franca queda desde que “perdeu” o posto de titular do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Por falar nisso, na última semana, foi presa por suspeita de corrupção, pela Polícia Federal em Palmas, na “Operação Lucas”, a ex-superintendente do Mapa no Tocantins, Adriana Carla Floresta, que havia sido indicada por Kátia para o posto, quando esteve à frente do ministério. Ademais, há pouco tempo, a indicação da senadora no Rio Grande do Sul para o mesmo cargo, também caiu na “Operação Semilla”, por denúncias de corrupção. A lista de problemas é extensa... Contudo, o tiro de misericórdia ocorreu no último 12, quando o PMDB, na sua convenção, retirou do diretório e da executiva regional todos os representantes da senadora. Apenas ela permaneceu, por direito estatutário porque presidiu a comissão interventora de 2014. O isolamento da parlamentar é uma realidade, todavia, a legislação lhe favorece. O mandato da senadora vai até 2022, o que significa que ela não precisará se expor – se não for conveniente – durante as eleições de 2018.

Em Trindade, 600 famílias receberão seus apartamentos

Prefeito Jânio Darrot (PSDB) acompanhou o sorteio dos endereços. Cadeirante aposentada foi a primeira sorteada

Entenda por que Daniel Vilela é mais adequado ao PMDB do que Ronaldo Caiado

Num segundo turno contra Ronaldo Caiado, o postulante do PMDB teria o apoio de Marconi Perillo e José Eliton. Num segundo turno contra José Eliton, teria o apoio do senador do DEM