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Marconi, Aécio e Temer | Fotos: reprodução/ Facebook/ Beto Barata/ PR[/caption]
O senador Aécio Neves recebeu para um jantar, em seu apartamento de Brasília, o presidente Michel Temer, do PMDB, o governador de Goiás, Marconi Perillo, e integrantes da cúpula tucana.
Marconi Perillo, convocado a se pronunciar, apresentou uma defesa, tida como contundente e articulada, das reformas que estão sendo discutidas pelo Congresso. O tucano postula que os partidos da base do governo federal “fechem questão” para aprovar as mudanças.
O parlamentar do PRN afirma que o jornal publicou uma informação errada, de que teria dívida com a União, sem perceber que a lista de devedores não era correta
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Rodrigo Zani[/caption]
Ninguém segura o jovem Rodrigo Zani para 2018. Articulado e eficiente — no governo só há elogios ao seu trabalho —, é cotadíssimo para disputar mandato de deputado estadual.
Com bases políticas em Goiânia, Nerópolis e outros municípios, o tucano é uma aposta dos jovens do PSDB.
O governador Marconi Perillo tem confidenciado a aliados que está absolutamente tranquilo em relação aos processos no Superior Tribunal de Justiça. O tucano frisa que as acusações têm como ser derrubadas por seus esclarecimentos. “Quem espera maus resultados dessas ações vai cair do cavalo”, sugere a equipe de advogados que o defende.
Secretários de Iris Rezende, mesmo os considerados do segundo time, começam a se rebelar e cobram mais ações do prefeito de Goiânia. Com certa discrição, é claro.
De um secretário: “Nós, do secretariado, gostaríamos que Iris Rezende falasse menos e fosse mais proativo”.
Ex-diretor da Petrobras é réu em um dos processos da Lava Jato e prestou depoimento ao juíz Sérgio Moro, em Curitiba
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Foto: Alexandre Parrode[/caption]
O PMDB irista trabalha, dia e noite, para “fritar” Daniel Vilela. Na semana passada, um repórter ouviu no Paço Municipal sobre o deputado federal e presidente do partido: “Já era!”.
Os iristas e até os josé-neltonistas sugerem que, até por novo, Daniel Vilela ficou com a imagem irremediavelmente arranhada devido à sua ligação com a Odebrecht.
Mas óleo quente do irismo pode, ao “fritar” Daniel Vilela, despertar a ira de Maguito Vilela — talvez o político mais cordial de Goiás — e levá-lo a disputar o governo do Estado. A rigor, como quase todos os políticos têm desgaste — só por serem políticos —, o desgaste dos Vilelas pode não miná-los politicamente.
A presença de um grande público e de vários prefeitos, nos encontros pra lançamento do programa Goiás na Frente — na Cidade Ocidental, no Entorno de Brasília, e em Posse, no Nordeste de Goiás — surpreendeu os organizadores do governo do Estado. Na sexta-feira, 5, na cidade de Porteirão, Marconi Perillo foi recepcionado por 18 prefeitos da região.
Tanto em Cidade Ocidental quanto em Posse, cerca de duas mil pessoas, além de 30 prefeitos, compareceram para prestigiar o programa, que, num momento de crise, será útil para revitalizar as economias do interior. As ruas de algumas cidades, com recursos do Goiás na Frente, serão inteiramente pavimentadas ou recapeadas.
Enquanto a oposição “dorme”, o Goiás na Frente, além de torná-lo mais conhecido em todo o Estado, fortalece a candidatura de José Eliton a governador. Nem mesmo a imprensa — notadamente a da capital, que “construiu” um muro de Berlim entre Goiânia e o interior — percebe a força no programa no interior. O Goiás na Frente pode se tornar um dos principais responsáveis pela dinamização das economias locais, a curto e a médio prazo, além de melhorar as cidades.
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Foto: reprodução[/caption]
Um militante do partido Democratas conta que o presidente do PRP, Jorcelino Braga, trabalha, nos bastidores, para manter a aliança entre o PMDB de Iris Rezende, Maguito Vilela, Daniel Vilela e José Nelto com o DEM de Ronaldo Caiado.
Segundo o democrata, Jorcelino Braga acredita que a oposição só tem condições de derrotar a força da máquina do governo Marconi Perillo se permanecer unida. Se rejeitar a união, dará um novo mandato aos tucanos. José Eliton pode encomendar o terno da posse. Ao menos é o que diz o integrante do DEM.
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Lúcia Vânia, Marcos Abrão e Luiz Stival[/caption]
Ficou acertado que o grupo da senadora Lúcia Vânia (PSB) e do deputado federal Marcos Abrão (PPS) vai permanecer no controle da Agência de Habitação do governo de Goiás.
Pesando tudo, os luas azuis do tucanato e do governo avaliam que o desempenho de Luiz Stival, presidente da Agehab, é positivo.
A construção de 30 mil casas é uma das agendas mais positivas do governo goiano.
Acompanhada da filha, a economista Ana Carla Abrão (ex-secretária da Fazenda de Goiás), e do genro, o economista Pérsio Arida, a senadora Lúcia Vânia, do PSB, compareceu ao casamento da filha do governador de Goiás, Marconi Perillo, em Pirenópolis.
Integrantes do PSB e do PPS apostam todas as suas fichas que Lúcia Vânia vai permanecer na base política do governador Marconi Perillo. Se quiser sobreviver politicamente.;
As filhas do senador Ronaldo Caiado compareceram ao casamento da filha de Marconi Perillo. São amigas de Isabela Perillo.
Armistício entre os Perillos e os Caiados? Não. Cordialidade de jovens que, acima da discordância política dos pais, mantêm a amizade como algo importante e central em suas vidas. Uma prova, sobretudo, de civilidade.
Governistas avaliam que, por não ter bases no interior, será uma “presa” relativamente fácil
Vários aliados lamentam que o deputado federal Daniel Vilela, do PMDB, tenha demonstrado escassa capacidade de reação à delação de um executivo da Odebrecht e, por isso, acabou por desaparecer, não atendendo sequer ligações de peemedebistas de primeira linha.
Daniel Vilela, segundo um deputado do PMDB, culpa a imprensa por seu desgaste. Eterno mordomo da política, a imprensa, afinal, não pegou 1 milhão de reais da Odebrecht.



