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Para deputado, as reformas discutidas são necessárias para a recuperação econômica do país

Trabalhadores do transporte coletivo de Goiânia aprovam greve para próximo dia 15

O Sindicato reivindica que os salários sejam reajustados com o dobro da inflação do período e que o ticket alimentação seja reajustado em 25%

Após proposta de fim de repasse ao Sistema S, diretor do Sebrae defende modelo

Repasse de recursos públicos às empresas pode entrar no relatório a ser discutido no Senado

PM apreende 100 pedras de crack com dois menores em Águas Lindas

Os jovens já tinham sido detidos pelo mesmo crime na última semana

Com ampla vantagem, Macron é eleito presidente da França

De acordo com projeções, o candidato centrista teve 65,1% dos votos

Kátia Maria Santos é eleita primeira mulher presidente do PT em Goiás

A pedagoga foi eleita com cerca de 95% dos votos durante Congresso do Partidos dos Trabalhores

Thiago Albernaz é eleito presidente do PSDB de Goiânia

O ex-vereador disse que vai trabalhar pela renovação do partido

“Folha” revela erros e contradições em delações da Odebrecht contra Marconi

Relator da Lava Jato acolheu denúncias do MP mesmo com incoerências gritantes nos depoimentos de delatores

Prefeita do RS inova e decide fazer concurso para escolher novo secretário

Após saída do titular da pasta de Gestão Administrativa e Finanças, Paula Mascarenhas, de Pelotas, optou por uma indicação técnica

Avança na Câmara projeto que permite comercialização de spray de pimenta

Autor do projeto, o deputado de extrema direita Onyx Lorenzoni é crítico ferrenho do Estatuto do Desarmamento

Globo volta a exibir “Sai de Baixo” e redes sociais comemoram

Um dos programas de maior sucesso da emissora será reprisado aos sábados

Editora argentina lança antologia de contos com autores brasileiros

“Língua Rara” será publicada em formato digital, e disponível para download gratuito Nos últimos anos, a literatura contemporânea argentina vem conquistando seu espaço no mercado editorial brasileiro. Traduções de autores como Samanta Schweblin, Diego Vecchio, Andrés Neuman e Selva Almada ganham expressividade através de boas críticas e da formação de um grupo seleto de leitores. O movimento contrário, porém, não se afigura um cenário animador. De acordo com o escritor Bruno Ribeiro, que morou quatro anos em Buenos Aires e fez mestrado de Escrita Criativa por lá, enquanto o Brasil recebe uma literatura argentina mais plural e em maior quantidade, a literatura brasileira ainda é encarada na Argentina por meio de seu viés exótico, figurando nas editoras como um ato de resistência. De maneira então a encurtar essa fronteira e estimular a visibilidade de autores brasileiros em território hermano, Ribeiro organizou a antologia de contos “Língua Rara”. Publicada em parceria com o selo portenho Outsider, o livro traz textos em português e estará disponível em formato digital (epub e mobi), para download gratuito. O lançamento será neste mês, quando também entra no ar o novo site da editora. O organizador conta que a ideia da antologia começou a ganhar corpo no ano passado, partindo da estranheza gerada entre os idiomas dos países vizinhos. “O nosso português é uma língua estranha na América Latina, pois não compartilhamos do espanhol que une o continente. Somos queridos por todos, mas somos incompreensíveis linguisticamente. Somos estranhos em nosso próprio mundo e isso explica muita coisa sobre a relação do Brasil com os nossos hermanos latinos. Meu objetivo foi entregar essa incompreensão para o leitor de língua espanhola, deixando que ele sinta toda a raridade da nossa língua em sua leitura. Uma tensão literária, um desafio, uma overdose de brasilidade linguística”, observa. O mesmo aspecto heterogêneo foi aplicado na escolha dos autores. Partindo da intenção prévia de ter um número equivalente de homens e mulheres, a seleção englobou, segundo Ribeiro, 16 escritores de grandes e pequenos selos, que compartilham uma coesão na linguagem dos contos. Fazem parte do grupo: Adriana Brunstein, André Timm, Camila Fraga, Carlos Henrique Schroeder, Diego Moraes, Eduardo Sabino, Irka Barrios, Letícia Palmeira, Luisa Geisler, Micheliny Verunschk, Noemi Jaffe, Priscila Merizzio, Ricardo Lísias, Roberto Denser, Roberto Menezes e Sérgio Tavares. “Eu queria 16 autores que carregassem consigo a raridade na língua, a estranheza. Em relação a isso, fico feliz em dizer que fomos exitosos, afinal, todos os autores brincam com a nossa língua e invocam seus mundos de forma original, não reproduzindo o que já sabemos, mas nos apresentando novas maneiras de ver o que nos rodeia diariamente”. A temática é um outro exemplo desse olhar multifário presente no livro. O organizador conta que os contos excursionam por assuntos diversos, abrangendo desde os horrores da ditadura militar a relatos absurdos, cômicos e inusitados. Uma diversidade fiel à riqueza da nova literatura brasileira, que se compara ao que hoje é produzido na Argentina, demonstrando que, ao contrário do que vende o mercado do livro no Brasil, temos muito mais em comum com nossos países vizinhos do que com os EUA e a Europa. “A ideia é provocar e tentar refletir sobre essa raridade da nossa língua dentro do nosso próprio mundo latino. Por mais que alguns queiram, saibam que o Brasil não é uma extensão dos EUA. Somos mais gracias do que thank you”, afirma Ribeiro. Antologia Língua Rara (Editora Outsider) Organização: Bruno Ribeiro Para baixar gratuitamente, o leitor pode clicar aqui.   Leia um trecho do conto "Em verdade, em verdade vos digo", de Adriana Brunstein: "Em 1995 eu queria ser a Diane Keaton, mas me casei com um idiota. Minha carta na manga no quesito sedução era: eu choro com notícias tristes na voz do Sérgio Chapelin. Mas o fantástico show da minha vida não acaba por aí. Transar com aquele cara era como passar Grecin no cabelo. Eu passei a denominar a coisa toda de operação pente fino. Eu juro que na hora que ele me olhava e eu sentia a intenção toda eu imaginava o Cid Moreira falando: começa agora a operação pente fino. Ou ainda pior, do naipe da velha zebra da loteria esportiva rindo da minha cara. Mas a gente tem que passar pela merda dos 20 e poucos anos e meter uma aliança no dedo. A gente tem que dizer que soltamos fogos de artifício quando abrimos a porta para a primeira pizza que não foi encomendada pelos nossos pais. A ousadia tinha gosto de cheddar e a porra de um bar de mogno na sala. Mas não tinha a dignidade de uma boa dose de scotch. Era frisante, prosecca, decorada com aqueles malditos guarda-chuvinhas de papel crepom. Mas bem, eu precisava daquilo. Eu ia morar no bairro-sonho-de-consumo de toda minha infame existência até aquele momento. Higienópolis. Eu ia ter farmácias, lojinhas tipo boutique, supermercados chiques pra caramba, com tudo encaixotado e pronto pra consumo. E ia ter um maridinho chegando à noite com uma maleta daquelas com senha. Ah, Sean Connery, se ele tivesse ao menos aquele seu charme 007".

“Punho de ferro” se esforça para ser ruim

A última série da parceria Marvel-Netflix foi, na verdade, um grande desperdício de tempo e dinheiro [caption id="attachment_93725" align="alignleft" width="620"] Finn Jones não consegue mostrar a personagem, que é mestre em kung-fu[/caption] Ana Amélia Ribeiro Especial para o Jornal Opção “Punho de Ferro” é ruim, não há outra definição. É até difícil de acreditar que uma série feita pela Netflix em parceria com a Marvel consiga ser tão ruim quanto essa foi. Um dos motivos dessa crítica ter demorado a sair é esta: não consegui aceitar que “Punho de Ferro” fosse tão ruim quanto foi, assisti a série quatro vezes para que em algum momento eu percebesse um detalhe que desse sentido a todas aquelas cenas intermináveis de reunião, e que me empolgasse de verdade com as lutas, mas foi difícil encontrar esses momentos. O pior de tudo é que “Punho de Ferro” é a série que deveria fechar o ciclo dos heróis da Marvel na Netflix, antes de estrear “Os Defensores”, mas a saga de Danny Rand foi um grande balde de água fria. Imagina um personagem que nos quadrinhos foi inspirado em grandes nomes das artes marciais dos anos 1960, que tem uma pegada no misticismo. Você conseguiu enxergar essas referências na série? Se sim, meus sinceros parabéns. Mas se você, como eu, não conseguiu enxergar no Finn Jones um lutador de Kung-Fu, #tamojunto. O interprete de Danny Rand precisa de um dublê de luta, por isso é necessário que ele use o uniforme. A primeira cena em que ele luta é lamentável – “Mortal Kombat 2: A Aniquilação” têm cenas de brigas melhores; fica claro que Finn nem encosta nos seguranças. “Punho de Ferro” é uma série em que o personagem principal estudou artes marciais por 15 anos, mas que tem cenas de lutas mal coreografadas. É claro que não dá para cobrar a postura de um lutador de Kung-Fu de um ator, então bastava colocar um dublê; seria menos vergonhoso. Outra coisa que deve ser dita: que roteiro difícil de digerir. São tantos flashbacks, que pode ser facilmente confundido com Arrow – série da DC produzida pelo canal de TV norte-americano CW –, que começou indo bem, mas no meio do caminho perdeu o rumo. Claro, colocar 15 anos de treinamento em 13 episódios ficaria pesado, mas não são necessários tantos flashbacks. O roteiro deixa a desejar várias vezes, pois te faz sentir preguiça na construção da história. Quando o enredo entrava em um beco sem saída, o clichê aparecia. A trama não fica presa só em Danny. Eles focam pouco no protagonista e, às vezes, dão destaque maior a outros personagens, como os irmãos Joy (Jessica Stroup) e Ward Meachum (Tom Pelphrey), ou Colleen Wing (Jessica Henwick) e Claire “Nick Fury” Temple (Rosario Dawson). Isso rende enfadonhas cenas dentro da Rand Enterprises, que não são interessantes para quem está assistindo – fora as horas mostrando Danny tentando provar que é ele mesmo, que ele realmente ficou desaparecido numa cidade chamada K’un-Lun, que só se manifesta na Terra a cada 15 anos, e que ele só conseguiu sair de lá porque lutou contra um dragão e recebeu o título de uma entidade chamada Punho de Ferro. Repetem isso em três episódios seguidos tornando difícil continuar vendo aquela série cheia de becos (aparentemente) sem saída. Aí vem a brilhante cena de Joy com o pacote de M&Ms: quem precisa de exame de DNA não é mesmo? Sem contar que, nessa sequência, ela chora sem lágrimas e a cara que Collen Wing faz é minha feição em todos os episódios da série. A trama não flui, não convence. São vários os momentos em que as personagens ficam presos em situações absurdas sem dar conclusão alguma às ações anteriores – criaram, em “Punho de Ferro”, uma narrativa truncada que parece uma montanha russa cheia de altos e baixos ao longo de uma única temporada. Dá a impressão de que a série só enche linguiça por ter que preencher o catálogo com treze episódios. Quando a narrativa da série consegue vencer a barreira do clichê, conseguimos ver o desenvolvimento de todos as personagens centrais, exceto o protagonista. Collen Wing tem boas cenas de luta, e uma história bem clichê; Claire Temple segura a onda bem, apesar do roteiro ruim; Joy e Ward é que demonstram maior transformação ao longo da série. Apesar de Jessica Henwick ser uma atriz pouco expressiva e convincente, no final da série ela até engana bem. Quem é Danny Rand nisso tudo? Ele é o personagem que sofreu um acidente de avião nos Himalaias e perdeu os pais na tragédia; que foi resgatado por monges e treinou para se tornar o Punho de Ferro. Trata-se de um ser humano cheio de falhas, mas que acredita que todas as pessoas são boas, com uma ingenuidade exagerada a ponto de confiar cegamente em tudo que as pessoas dizem a ele. Ele não tem objetivo, é confuso e leviano, quer vingança, mas não sabe de quem quer se vingar. A série não é coesa, a construção do Punho de Ferro é desconexa e confusa – não dá para saber quem é vilão e quem é mocinho. Tudo isso atrapalha o avanço da história, que fica presa na mesmice com tanta coisa para ser resolvida. É uma série de arte marcial, que não tem arte marcial. Se eu quisesse ficar assistindo reuniões, assistiria “The Office” e “Parks and Recreation” – pelo menos elas têm cenas de reuniões divertidas e interessantes. O que quero dizer é que “Punho de Ferro” não é uma série terrível, mas também não é empolgante. “Punho de Ferro” é a definição de “ok”: fez um pouco do que havia se proposto a fazer, que é introduzir a personagem dentro do Universo Marvel da Netflix. Só. Mas, o hype que “Punho de Ferro” levou, o trailer de “Os Defensores” nos trouxe de volta. Dia 18 de agosto o “trem do hype” estaciona na estreia da série que reúne o time Demolidor, Jéssica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Agora só nos resta esperar, pois Finn Jones, durante sua passagem na Comic Con Experience Nordeste, disse que Danny Rand se tornará o lutador místico completo que Punho de Ferro deveria ser apenas no final de “Os Defensores”. Isso se ele conseguir fazer em oito episódios a proeza que não conseguiu em 13. A verdade é “Punho de Ferro” foi um grande desperdício de tempo e dinheiro. Ana Amélia Ribeiro, jornalista, fã incondicional de quadrinhos, DCnauta, Marvete e muito apaixonada pela Turma da Mônica

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