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Governismo aposta que Eliton e Daniel crescem e Ronaldo Caiado tende a cair

A base governista comemorou ao menos um dado da pesquisa Serpes/Acieg. O fato do pré-candidato do DEM, senador Ronaldo Caiado, aparecer com 44% é visto, paradoxalmente, como “positivo”. Estranho? Nem tanto.

Acredita-se que Ronaldo Caiado não tem como manter tais números, com o acirramento da pré-campanha e da campanha. Aí cria-se o clima de queda e virada.

Governistas sugerem que José Eliton, pré-candidato do PSDB, e Daniel Vilela, pré-candidato do PMDB, ainda não são conhecidos suficientemente dos eleitores, que, por isso, não têm como avaliá-los e mesmo mencioná-los. Aposta-se que, quando se tornarem conhecidos, tendem a crescer e vão, exatamente, retirar votos-eleitores de Ronaldo Caiado.

Capacidade de aglutinação leva Marconi Perillo ao topo do PSDB nacional

O governador de Goiás, Marconi Perillo, se tornou protagonista nacional com a vice-presidência do PSDB. A capacidade de aglutinação e o diálogo amplo com vários grupos do partido pesaram na escolha do tucano goiano.

Marconi Perillo é reconhecido pelos principais líderes do PSDB — como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o prefeito de São Paulo, João Doria Jr. — como uma de suas mais expressivas figuras nacionais.

Vale frisar que outro fator decisivo foi seu governo equilibrado, que hoje chama a atenção tanto do PSDB quanto do país. Num momento em que vários governos estão quebrados — como o do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, Estados governados pelo PMDB, e de Minas Gerais, gerido pelo PT —, o governo de Goiás paga salários em dia e faz obras em todos os municípios (com o programa Goiás na Frente).

Marconi Perillo, para se tornar vice-presidente do PSDB, recebeu apoio do alto tucanato

[caption id="attachment_110962" align="aligncenter" width="620"] Marconi Perillo durante congresso “Senado e Câmaras Municipais” | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Quem conversa com ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso percebe que é pródigo em elogios ao governador de Goiás, Marconi Perillo. Os elogios são dirigidos tanto ao gestor — visto como responsável — quanto ao político, apontado como eficiente.

Mas recentemente, na escolha dos novos dirigentes do PSDB, hipotecaram apoio a Marconi Perillo: o senador José Serra; o prefeito de São Paulo, João Doria; o governador de Mato Grosso, Pedro Taques; o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; senador-ministro José Aníbal; o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio; Paulo Bauer, o embaixador Sérgio Amaral. O tucanato de Minas Gerais também ficou ao lado do líder tucano.

Ao abrir mão de seu favoritismo, Marconi Perillo contribuiu, de maneira decisiva, para manter a unidade do PSDB.

Pesquisa Serpes/Acieg tira Faina da região do Araguaia e põe no Nordeste goiano

A pesquisa do instituto Serpes/Acieg contém um dado que contraria a geografia: o município de Faina, que fica na região do Araguaia, aparece na região Nordeste de Goiás.

É provável que o Serpes aponte que o erro é da Acieg e a Acieg sugira que o erro é do Serpes. Só falta mesmo os dirigentes dizem que a geografia enlouqueceu.

Hugo Goldfeld, Bolsonaro do mundo pastoril, teria bancado pesquisa Serpes/Acieg

O empresário Hugo Goldfeld — o Jair Bolsonaro do mundo pastoril —, ex-presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura e fã número zero do senador Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador de Goiás, é apontado como líder do grupo que financiou a pesquisa Serpes/Acieg.

Hugo Goldfeld serviu ao regime militar com ardor e não se arrepende disso.

Parte do PRB aposta que, se estiver bem de saúde, Djalma Rezende pode ser candidato a governador

O PRB de João Campos e Gilvan Máximo está conversando com José Eliton, pré-candidato a governador pelo PSDB. Mas setores do partido sugerem que o advogado Djalma Rezende, se estiver bem de saúde — ele faz tratamento de câncer no Hospital de Câncer de Barretos (SP) —, pode ser candidato a governador de Goiás. Visto como self-made man, o proprietário de uma das mais poderosas bancas de advocacia do Estado começa a ser citado nas pesquisas de intenção de voto.

Eduardo Machado estuda possibilidade de trocar Ronaldo Caiado por José Eliton

O presidente do PHS, Eduardo Machado, mantém forte ligação com o senador Ronaldo Caiado (DEM), do qual pode ser vice. Mas não sabe se o apoia para governador ou, se atendendo o governador Marconi Perillo, apoia José Eliton para governador. Os principais aliados do político estão na base do tucano-chefe.

Discursos na convenção do PSDB enaltecem Alckmin e criticam PT

Governador de São Paulo é eleito presidente nacional do partido. Marconi Perillo fica o vice-presidência

Em Trindade, palestras sobre Direitos Humanos marcam data internacional

Município reverencia o dia 10 de dezembro, que relembra a importância de se promover a igualdade entre todos por meio do instituto, regulado pela ONU na metade do século passado, mas ainda não observado em sua plenitude no Brasil

O eleitor tende a escolher Alckmin, Meirelles, Bolsonaro ou Lula

É provável que o petista seja afastado do páreo pela Justiça, o que fortalecerá os políticos de centro e um de direita

Gustavo Mendanha supera Iris como gestor. Mas Goiânia supera Aparecida eleitoralmente

[caption id="attachment_112053" align="aligncenter" width="620"] Iris Rezende e Gustavo Mendanha | Foto: reprodução[/caption]

O prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, é apontado como um gestor mais eficiente do que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende. Ambos são do PMDB.

Há até quem brinque que Goiânia está se tornando cidade-dormitório de Aparecida. Fica a sugestão de mudar o nome da capital para Goiânia de Aparecida.

Apesar de Gustavo Mendanha ser moderno e Iris Rezende primo e irmão do arcaísmo — o prefeito seria um “Arcairis” —, Aparecida não tem o peso político-eleitoral de Goiânia. Aquele tem menos de 300 mil eleitores e esta tem quase 1 milhão de eleitores.

O que 20 anos de eleição revela?

Na semana que passou, foi dado o start para as pesquisas pré-eleitorais. É quase uma tradição na política estadual. Mas, afinal, esses levantamentos indicam alguma coisa real para a futura eleição?

Jornalistas de São Paulo e Rio de Janeiro valorizam informações objetivas de Marconi Perillo

Os repórteres mais categorizados dos principais jornais de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro falam com frequência às vezes diária com o governador de Goiás, Marconi Perillo. Os temas são, no geral, a agenda do PSDB, a crise econômica do país e a disputa presidencial de 2018.

Os jornalistas procuram conhecer as teses do tucano-chefe a respeito das reformas, como a da Previdência, sucessão presidencial, propostas para alavancar o desenvolvimento do Brasil e rumos e cenários da política.

Repórteres e editores dizem que Marconi Perillo está sempre atento aos fatos, dando informações precisas. Outra característica apreciada é que o tucano limita-se aos fatos, não se preocupando em “plantar” notícias.

PMDB de Catalão pode apoiar Baldy para deputado federal?

O prefeito de Catalão, Adib Elias, apresenta-se como caiadista desde criacinha. Consta, até, que, em seus discursos, o alcaide costuma dizer que gostaria de ser chamado de Adib Caiado Elias.

Mesmo assim, segundo um aliado de Adib Elias, o deputado federal Daniel Vilela, pré-candidato a governador pelo PMDB, teria sugerido que “daria” o colégio eleitoral de Catalão para o ministro das Cidades, Alexandre Baldy (sem partido), disputar mandato de deputado federal. Claro que ele teria se filiar ao PMDB.

O deputado José Nelto avisa que Adib Elias comprometeu-se a apoiá-lo para deputado federal. “É incontornável”, avisa.

Heuler Cruvinel diz que aceita ser vice de José Eliton. Mas só discute o assunto em abril de 2018

[caption id="attachment_79903" align="aligncenter" width="620"] Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]

O deputado federal Heuler Cruvinel, do PSD, foi mesmo sondado para ser o vice do pré-candidato a governador de Goiás pelo PSDB, José Eliton.

Ouvido pelo Jornal Opção, Heuler Cruvinel disse que não descarta, se o convite for efetivado oficialmente, ser vice de José Eliton. Porém, por respeito ao partido, só vai discutir a questão, junto com Vilmar Rocha (presidente do PSD) e o deputado federal Thiago Peixoto, em abril de 2018.