Notícias
As relações entre os senadores Ronaldo Caiado e Aécio Neves eram as melhores possíveis, mas, quando o mineiro precisou de sua lealdade, não a teve
Fatal tudo nos encontros do interior, inclusive público comprometido com as ideias do DEM
DEM não tem qualquer logística de campanha no interior
O Conselho de Ministro da Espanha se reuniu neste sábado (21/10) para definir as medidas que ainda precisam ser aprovadas no Senado
Auxiliar do prefeito de São Paulo chegou a notar que os nomes dos dois têm o mesmo número de letras
Estado Islâmico está fraco, mas engana-se quem pensa que acabou
[caption id="attachment_107992" align="alignleft" width="620"]
Califa Abu Bakar Al Baghdadi: o arquiteto do terrorismo do ISIS | Reprodução[/caption]
O califado acabou. O Estado Islâmico governou por apenas quatro anos. Tempo suficiente pra fazer um estrago monumental por onde passou, tanto no Iraque como na Síria. Nesse período, o califa Abu Bakar Al Baghdadi e seus emires controlaram, com mão de ferro, milhões de pessoas espalhadas numa área correspondente a mais da metade do Iraque e da Síria, incluíndo aí grandes cidades como Mossul e Raqqa, além de campos de petróleo que renderam aos terroristas milhões de dólares.
Em apenas pouco meses eles foram de um “time juvenil”, como Barack Obama os definiu, em janeiro de 2014, para se tornar a maior ameça da segurança global. Em um determinado momento nesses últimos quatro anos, o Estado Islâmico chegou a ter em suas fileiras de combate mais de 60 mil homens, pelo menos a metade eram estrangeiros.
A retomada de Raqqa, a capital do ISIS na Síria, marco o fim do califado, mas a franquia continua. Sem dúvida nenhuma, agora, sem terrtório, o grupo se enfraquece e não poderá mais, por exemplo, alojar milhares de jovens muçulmanos em campos de treinamento, o sequestro de estrangeiros também ficou limitado, assim como os vídeos que assustaram o mundo e que não poderão mais contar com super produções. Milhares de miliantes estão fugindo dos campos de batalha, outros milhares preferiram se esconder em pequenos vilarejos que ainda são controlados pelo grupo, localizados ao longo do vale do Rio Eufrates, bem na fronteira entre o Iraque e a Síria. Alguns fujões tentam voltar pra casa, mas quando são pegos por militares alegam que foram manipulados e que estão arrependidos.
É provável que o Estado Islâmico resolva “dar um tempo” enquanto passa pelo processo de transformação de um Estado para uma forma mais tradicional de jihadismo. Mas isso não significa que o grupo acabou. Pelo contrário, o ISIS está vivo e bem longe do fim. Eles ainda contam com bases espalhadas na Líbia, no Sinai e no Iêmen, além de outras regiões onde o vácuo de poder permite que se instalem. Por enquanto, não há a mínima possibilidade de que possam estabelecer um novo califado num futuro próximo, mas quando ressurgir, o ISIS 2.0 não será uma entidade com uma geografia.
Através da internet e das redes sociais, é provável que o Estado Islâmico se estabeleça com franquias on line pra que possa manter o recrutamento. Militantes mais graduados, que certamente voltarão para os seus respectivos países, servirão como treinadores e fonte de inspiração para milhares de futuros jovens jihadistas. Os soldados do terror poderão se alistar pela web antes de se explodirem em alguma missão suicida. Alvos não faltarão. No Oriente Médio, onde, por um período, todos queriam se livrar do problema, há fissuras que podem ser exploradas pelo grupo, principalmente entre as comunidades sunitas. O Irã, que mandou centenas de milhares de soldados xiitas para lutarem contra o ISIS, também está na lista, além dos países que enviaram aviões para bombardear o califado. A Copa do Mundo do ano que vem na Rússia, certamente, será o evento esportivo mais ameaçado pelo terrorismo na História. Mas pode acontecer agora. Em qualquer lugar.
Engana-se quem pensa que o Estado Islâmico seja um fenômeno com propósito puramente religioso. Há nuances salafistas. Mas foi a interpretação radical do Corão que deu carta branca para que os soldados do califa implantassem um regime de terror, com direito a estupros, pilhagem e assassinatos, o que na verdade não é muito diferente de ditaduras como as de Assad na Síria e do já falecido Saddam Hussein no Iraque , com execção das barbas e das bandeiras negras.
Para os jovens muçulmanos insatisfeitos, espalhados por toda a Europa, o caminho entre um estilo de vida ocidental e a radicalização é muito curto, e fácil, o que deixa em dúvida se realmente há um significado espiritual para esses jovens que escolhem o Islã extremista como condutor.
O Estado Islâmico não é uma ideologia como a Al Qaeda, e também não é fonte de inspiração religiosa. O ISIS é uma criatura, uma doutrina mutante, que vai permanecer mesmo sem território.
Prefeito recepciona atletas do xadrez que participarão das disputas na cidade e diz que sediar competições dos Jogos Universitários Brasileiros é mais um marco histórico acontecido em sua gestão
[caption id="attachment_100188" align="alignleft" width="620"]
Ciro Gomes, do PDT: “Falta testosterona para Marina Silva” | Foto: Bruna Aidar / Jornal Opção[/caption]
O presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) sempre se notabilizou por ser falastrão. Quando em campanha, sempre chega o momento (ou momento) em eu ele dá tiro no próprio pé, falando asnices e botando a perder seu trabalho eleitoral.
Na quinta-feira, 19, em evento no Rio, Ciro disse que o “momento é muito de testosterona”, em referência desairosa à possibilidade de candidatura de Marina Silva (Rede-AC).
“Não tô vendo a Marina com apetite de ser candidata, ou então é uma tática extraordinariamente nova que nunca vi na minha vida pública, que é o negócio de jogar parado", afirmou.
“Não vejo ela com energia, e o momento é muito de testosterona. Não elogio isso. É mau para o Brasil, mas é um momento muito agressivo e ela tem uma psicologia avessa a isso. Não sei, eu tô achando que ela não é candidata”, afirmou.
Pela concepção de Ciro Gomes, só homens podem disputar a Presidência, pois só eles têm testosterona na quantidade suficiente. Imagine se Jair Bolsonaro falasse tal asnice, a patrulha esquerdista cairia de pau (epa!). Se bem que Bolsonaro também é de falar besteira, aos montes...
Operação da Polícia Federal e Ministério Público Federal que tem colocado poderosos na cadeia está mudando a mentalidade empresarial
[caption id="attachment_53546" align="alignleft" width="620"]
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin| Foto: Du Amorim/ A2img[/caption]
Com Lula da Silva (PT-SP), Jair Bolsonaro (PSC-RJ), João Doria (PSDB-SP) e Ciro Gomes (PDT-CE) fazendo franca campanha à Presidência da República, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) deixa os negaceios de lado e também entra no jogo. Alckmin (PSDB) abriu uma nova fase em sua escalada para ser mais uma vez candidato a presidente da República. E o faz demonstrando confiança em sua força nos bastidores do partido, uma vez que tem concorrente pela indicação, seu afilhado político João Doria, o prefeito da capital paulista.
Na sexta-feira, 20, Alckmin disse que se prepara para concorrer à Presidência da República, antecipando a decisão sobre a escolha dos candidatos dentro da sigla. "Essa decisão (de candidatura à presidência) não é pessoal, é coletiva. Ela ocorrerá mais para frente. Agora, eu me preparo. Acho que é importante a gente estar preparado para servir ao Brasil", completou, durante entrevista à imprensa num evento, conforme registrou o UOL Notícias.
Na verdade, a fala de Geraldo Alckmin é uma declaração como “entrei na parada, não tem mais essa de ficar tergiversando.”
Senão, vejamos a continuação da fala do tucano, avaliando que o País vive um momento considerado crítico, que pode trilhar em direção ao "populismo fiscal irresponsável" ou ao "crescimento sustentável, com geração de emprego e de renda".
Claro, o governador insinua que o “populismo fiscal” é o PT e sua concepção de governo, enquanto o “crescimento sustentável, com geração de emprego e renda” é ele mesmo, Alckmin, que emendou: "O mundo que cresce tem política fiscal rigorosa, política monetária com juros baixos e câmbio competitivo".
Bola nas costas
Mas Geraldo Alckmin tem dentro de seu próprio partido um “amigo da onça” no presidente nacional da sigla, Alberto Goldman. O ex-governador disse que os tucanos estão com muita dificuldade de apresentar uma candidatura de destaque ao Planalto. “A dificuldade é real, mas quem está melhor do que o PSDB?", questionou Goldman.
Ele até cita o governador Geraldo Alckmin como o nome mais expressivo no momento dentro do partido, mas ponderou que ele “não é nenhuma figura de grande expressão, uma grande liderança nacional”. “Não é um Lula, que foi um grande líder, a verdade é essa”, disse Goldman, esquecendo que foi justamente o “grande líder” Lula que empurrou o Brasil para a crise atual.
Pelo visto, os tucanos não precisam de inimigo, pois já tem um “amigo” como Alberto Goldman.
Às vésperas da segunda denúncia por corrupção da Procuradoria-Geral da República contra si, o presidente Michel Temer elogia a bancada ruralistas e diz estar "animado". A Câmara dos Deputados vai votar a autorização à denúncia na quarta-feira, 25. Na sexta-feira, 20, em evento no Paraná, Temer (PMDB) fez elogios ao setor agrário do país, base eleitoral de deputados aliados ao Planalto. Ele bateu na tecla do início da recuperação da economia, como queda na inflação e nos juros e o aumento no emprego como exemplos positivos. "Eu saio daqui muito animado, saio com a alma envaidecida por ter participado dessa solenidade", afirmou. "E aliás, para falar do agronegócio, da agricultura em geral, os senhores e as senhoras têm sustentado o PIB brasileiro." "Não fosse a atuação dos senhores neste ano nós estaríamos numa situação muito negativa, e já começamos a ter uma posição positiva, e isso se deve precisamente à atividade do agronegócio, da agricultura, daquilo que os senhores fazem no campo", afirmou Michel temer. O presidente também disse que o Brasil passa por um momento no qual os brasileiros devem trabalhar juntos. "Este conceito de cooperativa serve muito a nós, é muito forte para o nosso País. É o que precisamos, brasileiro cooperar com brasileiro. Não admitimos um brasileiro contra o outro. A sensação é que o Brasil quer isto, quer cooperar", afirmou. O afago aos produtores rurais e, em consequência, aos seus representantes no parlamento tem razão de sr. A bancada ruralista tem muitos votos e costuma votar unida quando fecha apoio a causas que lhe podem favorecer. A Câmara dos Deputados deve decidir na quarta-feira, 25, se autoriza que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer. O Planalto e deputados da base do governo consideram ter apoio suficiente para barrar a denúncia. Mesmo entre a oposição, a chance de a acusação receber o aval da Câmara é considerada remota.
Ao se abrir a torneira em casa e não receber nem uma só gota de água, a primeira reação de todo mundo é culpar a empresa fornecedora. É natural que seja assim, mas o problema é bem mais complexo
Possíveis aliados em 2018, os principais candidatos de 1994 adotaram tom agressivo durante a campanha
A série representa a derrocada do homem enquanto sujeito contemporâneo. Ao nos contar a história de Draper, Weiner conta a história do sujeito humano em vias de se transformar em pós-moderno, nas bordas das grandes explosões políticas e socio-culturais que já vivemos
“Querem catalanizar a Espanha? Querem catalanizar-se a si mesmos? Querem fazer cultura? Pois terão de fazê-lo em espanhol, na língua em que escreveram Boscán, Campmany, Balmes, Milá, Piferrer, Pí e Maragall..., na língua em que hoje realizam obra de cultura política Maragall, Oliver, Zululeta...”


